Mostrando postagens com marcador Bebeto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bebeto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de abril de 2017

Craques Bicentenários #3




Após as partes 1 e 2, vamos com o terceiro post falando de grandes artilheiros que conseguiram marcar mais de 100 gols por dois times. Agora, vamos com mais alguns privilegiados. Confira no replay:

Foto: Bruno Gomes/Diário do Nordeste
O primeiro da nossa lista é um veterano de respeito e que jogava futebol desde os tempos da lenda Paulo Baier. Magno Alves, o magnata, passou por vários clubes, como Criciúma, Jeonbuk, Al-Ittihad, Atlético Mineiro e Sport, mas se firmou mesmo e foi ídolo no Ceará e no Fluminense. Pelo tricolor, passou duas vezes. Na primeira passagem, entre 1998 e 2002, o jogador fez 114 gols em 265 partidas. Já na segunda passagem, entre 2015 e 2016, fez mais dez gols, totalizando 124 gols pelo Fluminense.

No Vozão, são três passagens. Em 2010 foram apenas 21 partidas e 9 gols. Na passagem mais duradoura até agora, entre 2012 e 2015, Magno fez 84 gols em 156 jogos. Agora, em 2017, com 41 anos, o atacante já anotou mais sete tentos em 13 jogos, totalizando exatos 100 gols. Os números do atacante são tão impressionantes que, segundo a Wikipedia, ele é o terceiro maior artilheiro do mundo em atividade, com 439 gols marcados, atrás apenas de Messi e Cristiano Ronaldo.

Foto: ESPN

Outro que recentemente entrou para a seleta lista dos artilheiros centenários por duas equipes foi o menino Neymar. E o mais impressionante, Neymar atuou apenas por dois times e em ambos já conseguiu mais de 100 gols. No Santos, onde começou, foram 138 gols em 230 partidas disputadas. E no Barcelona, são até o momento 104 gols em 183 jogos. Tanto no Santos como no Barcelona Neymar foi campeão continental.


Se falamos que Neymar conseguiu mais de 100 gols por dois times, temos outro matador histórico que conseguiu o mesmo feito. Ferenc Puskas, sim, o jogador que dá nome ao prêmio de gol mais bonito do ano, que Neymar inclusive já ganhou, fez história na Hungria e na Espanha. No seu país natal, Puskas voou no Honvéd e anotou 352 gols em 341 jogos. O Honvéd era considerado um dos melhores times do mundo na época e serviu de base para a seleção húngara de 1952, campeã olímpica.
Com problemas políticos e revoluções acontecendo na Hungria, Puskas acabou desertando com outros jogadores do país, ficando quase dois anos sem jogar profissionalmente. Bem acima do peso, foi contratado pelo Real Madrid sob desconfiança. Mesmo assim, em um dos maiores times da história, ele fez a diferença com Di Stefano e Kopa e marcou 156 gols em 180 jogos. Curiosamente, por ter desertado da Hungria, ele jogou pela seleção natal e pela Espanha, marcando 84 gols em 85 jogos pela primeira e 6 gols em 4 jogos pela segunda.


Foto: AE

Revelado pelo Sport, Juninho Pernambucano virou ídolo no Vasco, com direito a música em homenagem ao gol de falta que fez contra o River Plate na Libertadores, e ganhou sete títulos seguidos franceses no Lyon. Pelo time da colina, o meia jogou durante três ocasiões. Na primeira, entre 1995 e 2001, anotando 80 gols em 400 jogos. Na segunda passagem, entre 2011 e 12, anotou 19 gols. Fechando, em 2013, fez mais dois tentos, totalizando 101 gols pelo cruzmaltino.
Pelo Lyon, Juninho jogou entre 2001 e 2009, fazendo 344 partidas e anotando exatos 100 gols, elevando o time francês a um novo patamar.

Foto: Paco Puentes/El Correo de Andalucia

Um outro artilheiro brasileiro é Luís Fabiano. Se muita gente lembra dele ajudando na briga, também pode lembrar que ele foi artilheiro por onde passou. O destaque do fabuloso fica pelas passagens no São Paulo e no Sevilla. Pelo tricolor paulista, jogou pela primeira vez entre 2001 e 2004. Nesses três anos, jogou 160 partidas e anotou 118 gols. Na segunda vez que defendeu o clube, entre 2011 e 2015, ele chegou perto de passar dos 100 gols novamente, anotando 95. Portanto, são 213 gols pelo tricolor na carreira.
No outro clube onde explodiu, o Sevilla, o fabuloso jogou entre 2005 e 2011, conquistando vários títulos, inclusive Liga Europa, e marcando 112 gols em 238 jogos disputados.

Foto: Getty Images
Dos grandes responsáveis pelo título da Copa de 94, Bebeto também está em nossa lista. Jogando por nada menos que doze clubes, o atacante foi marcante quando jogou por Flamengo e La Coruña. No rubro-negro, jogou em duas ocasiões, uma entre 1983 e 1989, e outra em 1996. Na primeira vez que jogou pelo time, Bebeto marcou 144 gols em 285 jogos. Em 96, rápida passagem. Foram 25 jogos e 17 gols marcados.
Na grande fase do La Coruña, quando contou com brasileiros como Djalminha e Mauro Silva no elenco, Bebeto fez exatos 100 gols em 151 jogos.

domingo, 11 de agosto de 2013

Dia dos Pais

Salve Salve nerds!

Depois de aproveitar um pouco mais o dia dos pais com o meu pai, espero que você tenha feito o mesmo e muuuito com o seu, vamos falar de pais e filhos que seguiram o mesmo caminho, o caminho do esporte. Vamos para os casos de sucesso, ou nem tanto, mas que com certeza deixaram ao menos felizes os pais. Confira:

No Basquete, Oscar Schmidt foi um dos grandes atletas da história, tendo batido o  recorde de pontos feitos por um atleta, além de ter ganhado vários títulos pelo Brasil e por seus clubes. Mas aí você se pergunta, o que ele está fazendo nesse post de dia dos pais? Quase aposentado, Oscar realizou um grande sonho, jogou com o seu filho partidas oficiais, algo raríssimo em qualquer modalidade. Veja abaixo o vídeo de Oscar jogando com o filho, Felipe:



Na Fórmula 1, sim, na mais famosa categoria do automobilismo mundial, também temos bons exemplos de filhos que seguiram o caminho dos pais bem conhecidos. Keke Rosberg, da Finlândia, correu na Fórmula 1 entre os anos 70 e 80 e foi campeão em 1982. Décadas depois, o filho Nico seguiu o caminho da velocidade, e até hoje vemos ele correndo pela Mercedes. Não foi campeão ainda, mas tem um bom potencial e quem sabe no futuro um Rosberg volta a ser campeão, ou não, vai saber né...


Outra história é a de Gilles e Jacques, ou pai e filho da família Villeneuve. O pai Gilles foi um grande piloto, mesmo não tendo sido campeão, tinha grande habilidade e era arrojado, bem o estilo que todo fã gosta. Infelizmente, em 1982, se acidentou em uma das etapas e veio a falecer. O circuito de Montreal, no Canadá, tem o seu nome em homenagem ao grande piloto. Já o filho, Jacques, cresceu à sombra do pai quase lenda, mas mesmo assim, em 97, conseguiu o que nem mesmo o progenitor conseguiu, ser campeão mundial de Fórmula 1. Além disso, entrou num seleto hall de pilotos que foram campeões da F1, da Indy e das 500 milhas de Indianápolis, o que na época havia apenas sido feito por Mario Andretti e Emerson Fittipaldi. Depois de ter sido campeão Jacques apenas correu e não fez grandes coisas depois.




No futebol a vastidão de pais e filhos que já jogaram é enorme. Começamos com Chicharito Hernández, o mexicano que joga no Manchester United. A história da família Hernandez é bem vasta, o avô de Chicharito atuou pelo México na copa de 1954, o pai na de 86 e ele jogou em 2010. Um recorde bem expressivo para um família só, 3 gerações servindo uma seleção. 



E até o filho de Pelé, Edinho, chegou a jogar futebol. Mas a sua carreira como goleiro não foi tão gloriosa, apesar de ter atuado pelo mesmo Santos do pai. Outo filho do rei  deverá jogar também pelo Santos em breve, e alguns netos também podem arriscar a vida no esporte. E se há uma dificuldade de superar o pai ou avô, é quando tem que se superar o maior de todos os tempos.

O filho do rei
E a dupla dinâmica da copa de 94 também tem em seus filhos esperanças para o futuro. O filho de Bebeto, o mesmo que foi homenageado contra a Holanda na copa, hoje joga pelo Flamengo e busca seu espaço ainda . Já Romarinho, o nome diz tudo, tentou seguir carreira no Vasco, mas acabou saindo e hoje está no Brasiliense. Ainda não chegaram perto do que os pais fizeram, mas Romarinho já fez o pai chorar na final do campeonato Brasiliense.





Internacionalmente, outros dois que são ídolos tanto no Brasil quanto no Uruguai são Pablo e Diego Forlán. O pai defendeu a seleção uruguaia e o São Paulo, onde foi grande ídolo entre 1970 e 1976.  Jogou as copas de 66 e 74. O filho começou carreira no próprio país, e na europa fez mais história no Atlético de Madrid, onde foi ídolo. Hoje joga pelo Internacional e vem fazendo a diferença no seu clube. Pela seleção fez história na copa de 2010, quando foi o melhor jogador da competição e levou os uruguaios para as semifinais. Este ano voltou a ter grandes atuações, e parece levar novamente a celeste olímpica para um bom mundial ano que vem.



Essas são algumas das histórias que o esporte traz entre pais e filhos, e mais uma vez desejamos a todos os pais de vocês, nerds, um ótimo dia e que sempre sejam lembrados, não apenas hoje.

Até mais!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...