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domingo, 21 de maio de 2017

G2 e SKT se enfrentam para decidir quem levará o MSI 2017



Foto: Moreno Valério


Por Moreno Valério

A G2 carimbou sua passagem para a final do Mid Season Invitational (MSI) ao vencer os chineses da Team WE. Agora enfrentam os sul-coreanos da SKT nesse domingo, às 15h. O time da Coréia do Sul passou pela semifinal diante da Flahwolves sem maiores dificuldades, vencendo por 3x0.

Em clima descontraído, o midlaner Perkz comentou em entrevista coletiva como será enfrentar o melhor time do mundo. “Estou tranquilo em não ser o favorito, a SKT é o melhor time do mundo. Vai ser difícil mas talvez podemos surpreendê-los. Só talvez”, declarou. Ainda sobre o confronto particular na rota do meio, contra o melhor jogador de League of Legends do mundo, Faker, Perkz não deixou passar. “Estou pronto para enfrentar o Faker”, brincou.

Perkz não fugiu de falar sobre o confronto com Faker - Foto: Moreno Valério

Ocelote, o dono do time e ex-jogador profissional de LoL, estava feliz e tranquilo com o que o time apresentou. “Estou orgulhoso da dedicação do time. [ganhando]O título ou não, nada muda, só vamos continuando, continuando até atingirmos nossa meta, que está muito longe ainda”. A meta provavelmente se trata de um título mundial, campeonato que a Europa só ganhou uma vez, na primeira temporada em 2011, com a Fnatic. De lá para cá, a China (Samsung Galaxy White)  e Taiwan (Taipei Assassins) levaram um cada e a Coréia do Sul (SKT) levou os outros três.

Ocelote otimista com a equipe - Foto: Moreno Valério

O CEO da G2 ainda comentou sobre o seu tempo em atividade com seus atuais comandados. “Eu perderia para o Perkz. Embora acredite que tenha sido top 3 ou top 4 do mundo”, analisou. Ocelote evitou entrar em comparação com Xpeke, que também foi de jogador profissional para fundador de uma equipe. “Eu não tento ser melhor que ninguém, tenho a meta de ser quem eu quero. Quero ser o melhor CEO do mundo”.


A transmissão começa às 15h e você pode acompanhar abaixo:







segunda-feira, 1 de maio de 2017

Podcast Nerd Esporte #17 - E-Sports





Salve Salve Nerds! Podcast Nerd Esporte no ar, para falarmos sobre E-Sports. João e Arthur recebem Malu e Moreno para sabermos melhor do que se tratam os E-Sports, porque devemos considerá-los esportes e como eles são organizados. Conheça o maior e-atleta da atualidade, as dificuldades das mulheres por um espaço igual aos homens nos E-Sports e a discussão da presença da modalidade nas Olimpíadas.





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Citado no podcast:

Comparativo de desempenho entre Faker e outros atletas

Texto do Moreno sobre o CBLOL


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Vingança? Aprovação? Redenção? Saiba o que estava em jogo para os jogadores da Red Canids na final do CBLOL



Foto: Riot Games/Divulgação
Por: Moreno Valério

A final do 1º split do CBLOL aconteceu no útlimo sábado (8), e trouxe a vitória da Red Canids. O time foi inabalável e não deu chances para os adversários da Keyd Stars. Parte disso talvez se deva a motivadores especiais de alguns dos seus principais jogadores.

A começar pelo atirador, Felipe “brTT” Gonçalves.  Depois de participar do campeonato mundial em 2015, ainda pela Pain Gaming, teve um 2016 recheado de problemas. O primeiro split jogou duo com Matheus “Picoca” Tavares, improvisado como suporte, por problemas em contratações da Pain, que lhe renderam multas e perda de pontos. Já no segundo semestre, amargou a reserva durante todo o split. O banco para brTT parecia ter razões além dos comandos de jogo, e passava por relações com os agora ex-companheiros de time.

Anunciado no começo do ano como reforço da Red, o atirador voltou a formar dupla com o francês Hugo "Dioud" Padioleau, onde foram campeões pela Pain e foram ao mundial, em 2015. Nesse split, a dupla se mostrou afinadíssima como sempre, e superaram os adversários. A redenção de brTT viria com esse título, após até parte do público e de analistas falarem em aposentadoria para o tetracampeão do CBLOL.

Já para Gabriel “Tockers” Caulmann, o sentimento era de desvincilhamento dos tempos de INTZ. Sempre quando foi campeão, Tockers jogava ao lado de Felipe “Yang” Zhao e Gabriel “Revolta” Henud, tidos muitas vezes como os carregadores dos intrépidos. O mid-laner chegou a ouvir comentários de que deveria ser substituído no time, e isso o marcou.

Foto: Riot Games/Divulgação


Caso similar viveram Carlos “Nappon” Henrique Rücker e Leonardo “Robo” Souza. Ex-membros da Keyd Stars, chegaram a viajar para o bootcamp na Coreia do Sul com a equipe estrelada. No entanto, saíram da Keyd no fim desse período, sem muitas informações das razões. Nappon chegou a declarar na época que “somente eles sabem pelo que passaram”, de maneira misteriosa. Robo comentou que ele e a organização buscavam coisas diferentes no momento. Agora, após a vitória, eles contam que tem um gostinho especial.

O atleta e streamer Felipe “Yoda” Noronha vem de um caso bem diferente. Popular com suas transmissões ao vivo, o jogador emplaca diversos “bordões” com seu público, entre eles o  “ÉOQ” e o “FON”. Porém, Yoda é um jogador profissional além de influenciador. E por muitas vezes, sentia que duvidavam da sua capacidade por conta disso. Teve sua estréia na semifinal somente, após o split praticamente inteiro na reserva. Após a ótima atuação diante da Pain Gaming, desabafou nos estúdios da Riot Brasil. “Eu precisava provar para mim, provar para os outros que sou capaz. Sou jogador profissional tanto quanto os outros”, afirmava emocionado.

Foto: Moreno Valério



Agora, essas histórias, sejam de superação, de provação, ou o que for, continuam com a disputa do MSI, que começam ainda esse mês. 


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