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sexta-feira, 4 de março de 2016

Carros e Análise da F1 2016




Salve Salve Nerds!

Foto: AFP


A temporada 2016 da Fórmula 1 começará apenas no dia 20 de março, com o GP da Austrália, mas os testes de pré-temporada acontecem e terminam hoje na Espanha, ocorrendo durante duas semanas e já nos retratam como poderá ser o campeonato. Abaixo você confere a análise de todas as equipes e o que esperar delas:

Mercedes


A atual campeã da categoria, tanto nos construtores como nos pilotos com Lewis Hamilton, vem novamente para dominar o ano. O motor alemão continua sendo o melhor da categoria, sendo que ele é desenvolvido junto ao carro todo da equipe, pois ela é a fabricante de ambos, então tem como adequar todo o carro ao motor enquanto os outros poderão fazer isso apenas depois de receberem o motor. Os tempos dos treinos nessas duas semanas já demonstram que a vantagem deverá ser da Mercedes. Enquanto os outros times chegaram a usar os pneus supermacios ou ultramacios, novos compostos  desse ano, o time de Hamilton e Rosberg usou pneus médios ou macios para marcar bons tempos e ter uma excelente quilometragem. 
E isso é muito importante, quilometragem e estabilidade do carro com muitas voltas rodadas são o principal nesses treinos, acima dos melhores tempos. Nisso as flechas prateadas foram muito bem. Entre os pilotos, Rosberg pareceu ter conseguido se adaptar mais a todos os tipos de pneus, enquanto Hamilton reclamou de problemas com pneus mais macios. Espero estar errado, mas pelo que foi visto deveremos novamente ter a Mercedes isolada na ponta. 

Ferrari


A tradicional equipe italiana veio com um carro melhor do que o da temporada passada, porém não parece suficiente para superar as Mercedes ainda. O time de Maranello foi muito bem nos treinos, conseguindo andar bastante com Raikkonen e Vettel, apesar de Raikkonen ter enfrentado problemas na primeira semana. A Ferrari fez os melhores tempos tanto na semana passada quanto nessa, porém lembramos que com pneus dos mais macios possíveis, supermacios e ultramacios. 
Para os ferraristas e quem busca ter mais emoção nas corridas, a torcida é para que a Ferrari possa ter mais condições de lutar com a Mercedes, porém não sabemos o quão próximos os carros estão, já que a Mercedes parece estar escondendo mais o jogo do que as outras equipes. 
Na quinta-feira, ontem, Raikkonen chegou a testar um dos modelos que estão em fase de testes para a proteção da cabeça dos pilotos nos cockpits. Como uma pessoa muito comunicativa, Kimi falou que o teste foi "Ok". 



Williams



O time de Sir Frank Williams vem mais desacreditado que nas últimas temporadas, até por perder o posto de segunda força da categoria para a Ferrari e ver o rendimento do carro decair ano passado. Os carros brancos de Valtteri Bottas e Felipe Massa não começaram bem os testes na semana passada, marcando tempos bem inferiores aos concorrentes e não fazendo justificar muito o fato de provavelmente estarem testando o carro em ritmo de corrida. 
Já nesta semana, o time conseguiu dar mais voltas e pegar mais ritmo, além de alterações no carro que foram feitas, todos os times trouxeram algo de novo para essa semana após os testes da semana passada. Tanto que nos testes de quinta-feira Felipe Massa foi o segundo mais rápido, atrás apenas de Kimi Raikkonen. 
A equipe deverá permanecer como a terceira força da categoria, até porque a Red Bull não conseguiu mudar do motor Renault para o Mercedes e deverá ter problemas com isso. 

Red Bull


Depois do imbróglio com a Renault, a quase ruptura e a busca pelo motor Mercedes, a equipe do touro vermelho teve que se contentar mesmo com os Renault, rebatizados de Tag Heuer. Por enquanto, parece que os motores ficaram mais confiáveis depois das várias exigências do time para a empresa francesa. Acredito que até pelo fato de a própria empresa voltar como equipe tenha influenciado para o trabalho ter sido melhorado. Enfim, a Red Bull vem por fora com Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat novamente como pilotos. Eles deram bom número de voltas e conseguiram ficar do meio da tabela para cima. A aposta é que o trabalho comandado por Adrian Newey, o gênio que projeta o carro do time, possa melhorar o desempenho perdido com a falta de potência do motor. 


Force India



O time indiano vem aparentemente melhor que no ano passado. Após problemas financeiros, parece que o investimento começou a voltar e Nico Hulkenberg e Sergio Perez poderão ter mais condições de trabalho. Usando pneus supermacios, as Force India conseguiram andar entre os ponteiros, Hulkenberg fez o segundo tempo na semana passada. Nessa semana, principalmente o alemão andou próximo dos líderes, provando que a melhora do carro na aerodinâmica e outros detalhes mecânicos, aliados ao motor Mercedes, podem levar o carro para voos mais altos. 

Toro Rosso



Após usar por alguns anos o mesmo motor Renault da equipe matriz, a Red Bull, os italianos voltarão a usar um motor "nacional", vão de Ferrari novamente. Porém, o motor é o de 2015, o que deverá causar uma queda de desempenho dos carros do time. Mesmo com pilotos jovens e habilidosos como Max Verstappen e Carlos Sainz Jr, o rendimento tenderá a ser menor. Torcemos para que eles possam continuar dando trabalho e proporcionando boas disputas por posição, tal qual vimos ano passado. O time usou vários compostos e com os pneus mais duros o rendimento não foi tão bom, ficaram da metade do grid para trás. 

Sauber



Treinando a primeira semana com o carro do ano passado, a Sauber chega para 2016 com muita desconfiança e pouco potencial de melhorar. O time manteve Marcus Ericsson e Felipe Nasr, porém pouco evoluiu do carro, que tem motor Ferrari. A equipe de Peter Sauber preferiu fazer stints mais longos, usando pneus macios ou compostos mais duros, já que precisavam dar quilometragem ao carro novo. Talvez, para a Austrália, a Sauber consiga um resultado melhor, mas provavelmente faltará investimento ao longo da temporada para que o carro acompanhe a evolução dos concorrentes, principalmente as equipes que estreiam esse ano. 

Mclaren



A tradicional equipe, que busca voltar a estar entre as melhores, segue na parceria com a Honda e mantendo Fernando Alonso ao lado de Jenson Button. Pelos treinos, a Mclaren priorizou a confiabilidade de seus equipamentos, já que esse foi o maior problema do ano passado. Deram muitas voltas e usando pneus macios e médios na maior parte do tempo. Pelo visto, teremos a Mclaren brigando um pouco mais a frente do grid, acho eu que batalhando pelos pontos no meio da tabela. Se o carro for realmente confiável, que é o aparentado, o desenvolvimento será muito maior que no ano passado, apesar de não sabermos a diferença de desempenho do motor Honda para os Mercedes. 

Manor


Agora com motores Mercedes, a Manor busca deixar o posto de pior equipe da categoria. Recebendo o motor novo e muito melhor que o antigo, que era Ferrari e defasado, e com investimentos, a equipe deverá mostrar um trabalho digno em 2016. O time trouxe dois novos pilotos, o alemão Pascal Wehrlein, talento da base da Mercedes, e o indiano Rio Haryanto, um Pastor Maldonado só que aparentemente sem muitos talentos. Além do motor e dos pilotos, principalmente Pascal, o time contratou um bom pessoal para a parte técnica e operacional, nomes como Pat Fry, que trabalhou na Ferrari e Mclaren na parte de engenharia dos carros. Portanto, devemos ver a Manor menos nanica esse ano e mais protagonista. 

Renault




De volta como equipe própria após seis anos, a Renault vem prometendo ser uma das grandes equipes. O time, que investe pesado na Fórmula E e em outras categorias, diz que quer também ganhar na Fórmula 1. Para 2016, devemos esperar um carro já no meio da tabela e quem sabe brigando por pontos. Os franceses trazem de volta Kevin Magnussen para a F1 e o jovem Jolyon Palmer, campeão na GP2 em 2014. São pilotos competitivos e que ajudarão o carro a se desenvolver mais. Nos treinos, Magnussen ficou já no meio do grid e Palmer teve mais dificuldades. Agora é ver como se sairão na Austrália, a grande prova de fogo para todos os times. 

Haas



Se com a Renault já há um histórico a se comparar e imaginar, com a Haas é tudo novo e até agora muito bom se compararmos com as últimas equipes estreantes. Recebendo investimentos do americano e dono Gene Haas, o time trouxe Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, figuras conhecidas do grid. Nos tempos dos treinos, vemos a Haas ainda na parte de trás do grid, porém os principais tempos foram anotados com pneus macios. Não devemos ver o time americano já brigando por pontos, mas não será uma carroça na pista e deverá evoluir, apesar de não ter pilotos de primeira categoria. Grosjean quem sabe leve o carro mais longe pela boa experiência que teve na Lotus. 



Para fechar, temos uma rápida análise feita pelo nosso amigo e comentarista Diego sobre toda essa temporada:

Bem amigos, estamos cada vez mais próximos de mais uma temporada de Fórmula 1!

E o que esperar para este ano?


O destaque maior vai para a Ferrari, que depois de muito tempo está finalmente andando na frente, sim amigos, a Ferrari está liderando quase todos os testes. Aí você pergunta: “E o que aconteceu com a Mercedes?”. Calma lá, a Mercedes esta sempre ali, com os últimos tempos, mas isso não quer dizer nada, treino é treino, jogo é jogo.

Aparentemente um dos principais motivos que levam a Ferrari a andar sempre na frente é a escolha dos novos compostos, chamados de Ultra Macios. Até o ano passado, para pista seca, existiam os pneus Duros/Médios/Macios/Super Macios. Para 2016 trouxeram novos compostos, os tais Ultra Macios, que possuem rendimento muito superior aos Super Macios, o problema é que esses pneus não duram nada, se os Super Macios duravam 8 voltas, quanto durarão os Ultra?

Pneus que serão usados na temporada, destaque para os Ultra macios


Enfim, a Ferrari vai pra pista sempre com os Ultra Macios, enquanto sua principal concorrente a Mercedes, geralmente sai com pneus Médios e tanque cheio, e isso faz sim muita diferença. Ou seja, a Mercedes está sim escondendo jogo, e promete vir mais forte do que nunca!
Um pouco mais atrás deveremos ter a disputa entre Williams e Red Bull. A equipe de Felipe Massa não apresentou ainda uma grande evolução quanto ao carro do ano passado, nem mesmo a Red Bull, então é de se esperar que ambas continuem a brigar por pódios somente quando algum incidente ocorrer com Ferrari e Mercedes.

A Force India aparenta estar mais forte do que nunca e promete dar trabalho para a Williams e Red Bull, embora a equipe indiana também adote o mesmo comportamento da Ferrari, e utiliza pneus Ultra Macios para cravar tempos mais baixos.

A Toro Rosso continua ali onde sempre andou, enquanto a Sauber apresentou uma leve melhora em relação ao ano passado. A novidade, que nem é tão novidade vai para a Renault, que parece não ter nascido bem, e pode-se esperar que ande junto a McLaren, que apresentou evolução, mas não tão significativa. Já a Manor deve andar no fundão do grid como sempre, enquanto a surpresa do grid fica por conta da estreante Haas, que promete já começar andando no meio do pelotão, disputando com McLaren, Renault e companhia.

E o último destaque fica por conta dos testes com os novos protetores frontais para a cabeça dos pilotos. Após o lamentável acidente com Jules Bianchi, os chefões estão se preocupando mais com a vida dos pilotos. Embora o protetor tenha ficado incrivelmente feio, tem uma boa proposta. Caso seja aprovado, deverá melhorar um pouco seu design de Havaianas.




Então esquentem seus motores, que dia 20 começa mais uma temporada de Fórmula 1!


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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Análise de meia temporada da F1



Salve Salve Nerds!



Chegamos na metade da temporada na Fórmula 1 e vamos com a nossa análise de como foi esse começo e o que podemos imaginar do restante do campeonato. As nove provas acontecidas tiveram boas disputas, apesar de as vitórias se concentrarem com Lewis Hamilton, Nico Rosberg e Sebastian Vettel. Tivemos grandes provas, como na abertura em Melbourne, onde apenas 11 carros terminaram a corrida, na Malásia, que Vettel desbancou as Mercedes. E as duas últimas corridas, na Inglaterra quando Massa chegou a liderar, mas a chuva e a má estratégia fizeram ele perder o primeiro lugar.

Enquanto que na Hungria Vettel novamente fez uma grande corrida, largando de terceiro e pulando para a liderança e tendo em segundo e terceiro as Red Bull, de Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo.
Essa está sendo uma temporada que, apesar do controle das Mercedes, tem bons coadjuvantes e que não bobeiam quando os carros prateados erram. As brigas por pontos vem sendo intensas e várias equipes se revezam nessa briga.

Confira abaixo uma análise de cada equipe:

Mercedes:



Os carros prateados começaram a temporada novamente dominando. Porém, houveram mais erros do que no ano passado, dando espaços para a Ferrari, principalmente, tirar uma casquinha com Vettel vencendo duas provas. São os melhores carros, principalmente com Hamilton, que está mais equilibrado e mais competitivo que Rosberg. Será muito difícil que o título não fique com a Mercedes, mas eles não podem errar tanto nessa segunda metade para não dar espaços para Vettel, que está a 21 pontos de Rosberg.

Ferrari:



A tradicional escuderia da categoria apostava em um retorno e quem sabe em vitórias e foi o que aconteceu. Os carros vermelhos conseguiram mostrar mais consistência que a Williams e Red Bull para desbancar a Mercedes. Vettel, principalmente, se encontrou no time e vem conseguindo mostrar seu talento diante de carros melhores. Raikkonen faz corridas alternando bons desempenhos e ruins, mas é um campeão mundial e poderá ajudar ao menos Vettel a lutar pelo título quem sabe.

Williams:



Os pilotos de Sir Frank Williams foram desbancados pela Ferrari, mas ainda tem o que comemorar. Felipe Massa, principalmente, brigou mais na frente no grid, apesar de estar atrás na classificação em relação ao parceiro. Bottas está mais irregular, quando está melhor colocado na largada consegue se manter, mas quando não, pouco avança. Novamente, o time não conseguiu se acertar para as provas com chuva, onde o carro parece uma carroça, o que eu não consigo entender, já que é a segunda temporada com esse problema. O carro não evoluiu tanto e espero que nessa parada as melhoras apareçam nos novos desenvolvimentos, que são programados durante essa parada para os carros usarem já em Spa-Francorchamps.

Red Bull:



Sem Vettel e com os motores Renault desapontando, a Red Bull conseguiu uma recuperação apenas nessas últimas provas. Ricciardo teve alguns momentos interessantes e brigas legais com os ponteiros, mas a falta de qualidade do carro prejudicou bastante. Kvyat subiu da STR e vem aos poucos pegando ritmo em um carro de ponta, tanto que está a apenas seis pontos do companheiro de equipe. 

Force India:




O time de Nico Hulkenberg e Sergio Perez, em crise financeira, pouco produziu e de vez em quando briga por pontos no grid. Hulkenberg tem qualidade e é um dos maiores injustiçados da categoria por até hoje não ter corrido em um carro competitivo, tanto que ganhou as 24 Horas de Le Mans. Já Perez vem decaindo e mais provoca acidentes do que realmente corre.

Lotus:


Outra equipe em crise, a Lotus manteve Grosjean e Maldonado e os dois pouco conseguiram. Poucas foram as provas que eles tiveram condições de lutar por pontos, além de Maldonado ter conseguido voltar ao estilo causador de acidentes que estava um pouco escondido ano passado. Ele conseguiu ser punido três vezes na mesma prova por causar acidentes. Ainda assim, Grosjean somou 23 pontos e o venezuelano 12.

Sauber:



A Sauber, com o dinheiro brasileiro trazido por Felipe Nasr, respirou um pouco e conseguiu dar esperanças de dias melhores para Peter Sauber. Além do dinheiro, Nasr mostrou que tem potencial e fez boas provas, tanto que pontuou na estreia e fez 16 pontos no campeonato, enquanto Ericsson tem seis. O sueco, Ericsson, pouco produziu e vem realmente sendo um bom segundo piloto, sem ameaçar Nasr. Torcemos para que o brasileiro volte a pontuar nesse segundo semestre.

Mclaren:


A Mclaren prometeu um grandioso ano, tanto que trouxe Fernando Alonso para correr ao lado de Jenson Button e ainda refez a parceria com a Honda no fornecimento de motores. Porém, os anos dos japoneses fora da categoria os fizeram criar um motor pouco confiável, que fez os bólidos do espanhol e do inglês abandonarem seguidamente. Demorou inclusive para que eles pontuassem, devido ao motor não durar, afetando também o regulamento, que prevê um número máximo de motores usados na temporada, que já foram superados pelo time. Acredito que esse final de temporada seja todo para testes e para que o carro se torne confiável para o ano que vem, sem buscas obsessivas por pontuações maiores.

Toro Rosso:



Talvez a única equipe que não se preocupe muito com os resultados exatamente, já que a intenção deles é revelar pilotos para a Red Bull. E eles vem caprichando, tanto que a aposta que parecia maluca em Verstappen, com 17 anos, hoje se vê até certa pelo desempenho do garoto, que fez 22 pontos até agora. Seu companheiro, Carlos Sainz Jr., parece ter herdado do pai o talento para o automobilismo, apesar de ter somado apenas nove pontos. Os dois pilotos tem futuro e acredito que poderão fazer mais esse ano, principalmente Verstappen, que não tem medo de brigar com os grandes.

Manor:



A Manor, que por muito pouco não correu este ano e já estava vendendo seus equipamentos, vem em busca de dias e investidores melhores para seu carro. Não temos nem como saber se Merhi e Stevens são pilotos com alguma qualidade, pois os carros que guiam são terríveis e se duvidarmos perderiam em uma corrida para um carro da GP2, a categoria de acesso da Fórmula 1. Portanto, não podemos nem reclamar diante de tamanha precariedade desses veículos.


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quarta-feira, 11 de março de 2015

Análise F1 2015



Salve Salve Nerds!

Restando poucos dias para a volta da maior categoria do automobilismo mundial, vamos para os comentários sobre cada equipe e o que esperar delas este ano. Confira:



Mercedes:



A Mercedes vem tão ou mais forte que no ano passado, onde dominou quase todas as corridas. Os testes de pré-temporada mostram um carro muito forte e o time foi superado apenas uma vez por Felipe Massa, na última parte de treinos em Barcelona. Lewis Hamilton e Nico Rosberg seguem no time e deveremos ter mais brigas e um Rosberg querendo desta vez enfim tirar o título do companheiro de equipe. O carro em si não mudou muito o desenho, exceto que agora graças aos céus não tem mais o bico de pato. 


Williams:



O time de Sir Frank vem para 2015 com mais confiança. Após um ano de muitas melhoras, agora a equipe sabe de seu potencial e que pode sonhar com brigas por vitórias. Valteri Bottas provou que com um carro bom é perigoso e Felipe Massa vem encontrando equilíbrio emocional novamente para estar entre os grandes pilotos. O carro inglês também teve poucas mudanças no desenho e continua muito bonito. 

Red Bull:

Expectativa

Realidade


O time do touro vermelho perdeu Sebastian Vettel e trouxe Daniil Kvyat para tentar provar a eficiência do seu programa de pilotos. Ele será parceiro de Daniel Ricciardo, o australiano gente boa que tem muito talento, mas precisa de um carro melhor para acompanhar Williams e Mercedes. Fica a dúvida se a equipe será capaz, até porque Adrian Newey não participou tão diretamente da construção do carro deste ano. Sobre o carro, todos ficaram felizes quando ele apareceu com um desenho totalmente diferente com preto e branco. Mas, ele não permaneceu e ficará parecido com os dos outros anos mesmo.

Ferrari:



A Ferrari busca a volta de um carro competitivo e que brigue por títulos. Para tentar ajudar nisso, o time contratou o tetracampeão Sebastian Vettel, para correr ao lado do homem de gelo Kimi Raikkonen. Vettel é talentoso e até conseguiu bons resultados com o carro nos treinos, porém o carro não é tão forte e não sabemos se poderá brigar próximo com pelo menos Red Bull e Williams. No desenho pouco mudou também, o tradicional vermelho segue vivo.

Mclaren:



O time de Ron Dennis trouxe de volta os motores Honda, que entre os anos 80 e 90 fizeram a equipe dominar a categoria. Mas, pelo que se viu, não tivemos o resultado esperado. O carro não parece bom e o motor parece não estar no nível dos motores Mercedes. No quesito pilotos, Fernando Alonso está de volta para ser parceiro de Jenson Button. Porém, o espanhol se acidentou e ficará de fora de pelo menos o GP da Austrália. Quanto ao carro, muita gente achou que ele voltaria a ter as cores vitoriosas de Senna, Prost e companhia, mas ficou mais parecido com uma Mercedes do que o carro lendário branco e vermelho.

Force India:



A Force India vive problemas financeiros e não conseguiu investir muito no carro. O time manteve Nico Hulkenberg e Sergio Perez como pilotos, mas com um carro mais fraco fica complicado de se acreditar em chances maiores. A pintura do carro ficou prateada e preta, com detalhes verdes e laranjas.

Super Toro Rosso:



 A Toro Rosso vem para 2015 com o mesmo intuito de todas as suas temporadas: revelar pilotos para a Red Bull. O time aposta em duas revelações, Carlos Sainz Jr, da Espanha, e Max Verstappen, filho de Jos Verstappen, ex-piloto da F1. Max é o piloto mais novo da história da categoria, estreará com apenas 17 anos de idade e por sua causa a partir da próxima temporada pilotos menores de 18 anos não poderão correr. O carro parece ter melhorado de desempenho e poderá quem sabe lutar por alguns pontos. A pintura segue a mesma.

Lotus:



A Lotus segue vivendo do apoio petrolífero da PDVSA, mas mesmo assim sofre financeiramente. Pastor Maldonado e Romain Grosjean foram mantidos e o time tem esperanças de brigar por pontos. Porém, sem tanto dinheiro fica complicado imaginar que ao longo da temporada o time conseguirá acompanhar os adversários no desenvolvimento do carro. O carro segue com as suas cores preto e dourado nos detalhes.


Sauber:



Talvez a equipe que mais evoluiu para este ano. O time trouxe dois pilotos novos, Marcus Ericsson da Caterham e Felipe Nasr que era piloto de testes da Williams. A equipe chegou a fazer bons tempos e Felipe Nasr ficou entre os primeiros em um dia. No ritmo de corrida a equipe parece ter melhorado também e talvez deixe de ser saco de pancadas para sonhar com alguns pontos no ano. Com o patrocínio de Nasr, o carro ganhou as cores azul e amarela.
Havíamos feito já o texto dos dois pilotos, mas poderemos ter alterações na dupla. O piloto Giedo Van der Garde entrou na justiça australiana e conseguiu uma das vagas na equipe, pois tinha um contrato já assinado e que não foi cumprido pela Sauber. Por isso, fica ameaçada a participação de Felipe Nasr na temporada, já que ele foi o último dos até então dois pilotos do time a assinar o contrato. Esperemos mais capítulos desta disputa e a solução que teremos já para a corrida nesse final de semana.

Marussia/Manor



A Marussia/Manor ou o nome que for dado para a equipe este ano, veio de uma quase falência para voltar e disputar o campeonato. Pouco se sabia até segunda-feira, quando o time anunciou o segundo piloto para correr, Roberto Merhi, que veio de fraca temporada na DTM. O primeiro piloto anunciado foi Will Stevens, novato e que era terceiro piloto da Caterham ano passado. A equipe não participou dos treinos e quase não foi permitida de participar da temporada, pois queria e irá utilizar o carro do ano passado, porém com adaptações exigidas pelo regulamento. Provavelmente brigue no final do grid e usará as primeiras provas para tentar melhorar um pouco o que perdeu não treinando.



Dia 14 e 15 estaremos acompanhando a primeira etapa do Mundial de Fórmula 1 na Austrália. Portanto, não deixe de nos acompanhar aqui!
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