quinta-feira, 6 de abril de 2017

Ultimate Beastmaster





Recentemente, saiu no famoso Netflix o reality show Ultimate Beastmaster. O reality, com suporte de Sylvester Stallone, trouxe 108 atletas de seis países: Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Alemanha, Brasil e México, para competirem entre si e assim chegarem ao grande Ultimate Beastmaster. Doze competidores de cada vez, dois de cada país, competiam em um circuito de provas.

A apresentação brasileira do programa ficou por conta de Rafinha Bastos e Anderson Silva. Como destaques estrangeiros, temos Terry Crews na apresentação americana. Vale ficar de olho nos apresentadores sul-coreanos e suas expressões a cada prova de um competidor do país.

A ideia geral do programa é a dos participantes superarem a Besta, que é uma estrutura toda de metal em que há as provas entre os atletas. Todas as provas tem alguma relação com o corpo da Besta. A grosso modo, seria uma espécie de olimpíadas do Faustão, mas com muito, mas muito mais dificuldade.

Vários atletas, que pareciam muito bem preparados, caíram nos obstáculos, que consistiam em pular entre cordas, pular entre obstáculos, pular em obstáculos rodando, subir em estruturas metálicas, escalar e fazer tudo isso com rapidez, porque havia um tempo máximo em algumas etapas e porque alguns obstáculos se moviam enquanto o competidor tentava passar por eles, podendo desclassificar o atleta se ele não passasse rápido por ali. As provas se dividiam em quatro níveis, o primeiro com os 12, a segunda com 8, terceira 5 e a última os dois finalistas. Portanto, o Ultimate Beastmaster reúne tanto força física como resistência, velocidade e um poder mental muito grande.

A primeira temporada tem 10 episódios, com os primeiros nove selecionando os vencedores para a grande final no último episódio. Por mais que a nossa torcida seja muito maior para os brasileiros da competição, vários participantes estrangeiros te cativam e você também fica na torcida para que eles passem pelas fases. É um reality show diferente, mas muito interessante, além de bom passatempo nas horas vagas.

Veja abaixo o trailer do reality:




quarta-feira, 5 de abril de 2017

Superliga Feminina de Vôlei - Semifinal Jogo #2









Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV


Segundo jogo da série melhor de cinco partidas das semifinais da Superliga Feminina de Vôlei. Na primeira partida, o Rio de Janeiro havia vencido o Minas e com mais uma vitória poderia encaminhar bem a classificação. Jogando em casa, as cariocas começaram na frente e abriram 7 a 4. A vantagem seguiu administrada e pulou para 10 a 6 e chegou a 14 a 10. Na metade do set, o Minas reagiu e buscou o empate em 17 a 17. Na reta final, a equipe mineira mostrou força, abrindo 24 a 20 e fechando bem em 25 a 22 o primeiro set. 


O segundo set seguiu a lógica do primeiro. As jogadoras do Rio começando melhor e abrindo boa vantagem, com Gabi comandando a equipe e abrindo 9 a 6. Na metade do set, como antes, empate em 12 a 12 e nova reação mineira, que seguiu na cola das adversárias e estava atrás por um ponto, 16 a 15. Jogando nos erros das cariocas e com Hooker e Rosamaria bem, o Minas fechou o segundo set em 25 a 21.

No terceiro set, o Minas saiu na frente e comandava o jogo. Após pedido de tempo, as donas da casa reagiram e empataram o jogo em 6 a 6. Brigando ponto a ponto, o Rio virou o jogo para 14 a 13 e conseguiu se manter na frente, fechando o set em 25 a 21. Mesmo com Hooker e Rosamaria ainda jogando muito bem, as mineiras não conseguiram fechar o jogo.

Já no quarto set, o Rio abriu 3 a 0, levando depois a virada para 5 a 4. O set decisivo seguiu dominado pelas mineiras, que abriram 10 a 6. As comandadas de Bernardinho reagiram e tiraram a diferença para um ponto, 11 a 10. Mas, quatro pontos seguidos das mineiras foi o balde de água fria nas cariocas no jogo. Mesmo sem Jaqueline na parte final, saindo machucada, Hooker e Rosamaria, além da substituta da jogadora, Pri Dairot, fizeram a diferença e o Minas venceu por 25 a 19. Hooker marcou 21 pontos e Rosamaria 15. No lado adversário, a maior pontuadora foi Juciely, com 17 pontos.
Agora, série empatada e indo pelo menos até o quarto jogo.







Confira os melhores momentos do jogo, também em vídeo, AQUI



Foto: Célio Messias/Inovafoto/CBV

Após a primeira partida vencida em casa, o Osasco visitou o Praia Clube em Minas Gerais. A partida começou com muitos erros das duas equipes, mas se seguiu com as donas da casa errando e nervosas no jogo. Mesmo assim, o jogo seguiu ponto a ponto, seguindo empatado em 7 a 7. O Osasco abriu vantagem a partir do nono ponto, abrindo 12 a 9 e depois 15 a 10. O Praia Clube reagiu e fez pontos com Walewska, Michelle e Ramirez, deixando a partida empatada em 16 a 16. Mesmo sob pressão, o Osasco voltou a dominar e fechou o set em 25 a 19, com quatro erros seguidos do time da casa dando pontos para as paulistas.

Na segunda parcial,  o Osasco começou avassalador. Abriu 8 a 2 e depois ampliou a vantagem para 11 a 4. O baque acordou o Praia Clube, que buscou a reação e tirou a diferença para três pontos, 13 a 10. Mas, a reação não foi suficiente e as paulistas novamente brilharam, marcando seis pontos seguidos e fazendo 19 a 13. Pela segunda vez, as mineiras tentaram reagir, deixando o jogo em 20 a 18, no entanto não foi suficiente e o set fechou em 25 a 22, com dois set points ainda salvos pelas donas da casa, que não evitaram a derrota.

No terceiro set, o equilíbrio foi grande. O Osasco chegou a abrir 5 a 2, mas deixou o empate chegar e os pontos da equipe se revezavam até o placar marcar 8 a 8. As donas da casa encaixaram o jogo e abriram 14 a 10. Gabi foi para o saque no time paulista e as visitantes reagiram, empatando o jogo. Comandadas por Walewska, o Praia Clube de novo tentou abrir vantagem, com 17 a 14. O Osasco foi de novo buscar a reação e empatou em 19 a 19. Tandara, inspirada, fez a diferença para as paulistas e o time venceu o terceiro set por 25 a 22. Tandara fez 21 pontos para o Osasco e a maior pontuadora do Praia Clube foi Ellen, com 9 pontos.

Se o Osasco vencer o jogo três, se garante na grande final. Já o Praia Clube precisa vencer todos os jogos restantes para passar.



Confira os melhores momentos do jogo, também em vídeo, AQUI


Os jogos três da semifinal serão nessa sexta-feira, 7, a partir das 19h, com transmissão do Sportv.


terça-feira, 4 de abril de 2017

Craques Bicentenários #3




Após as partes 1 e 2, vamos com o terceiro post falando de grandes artilheiros que conseguiram marcar mais de 100 gols por dois times. Agora, vamos com mais alguns privilegiados. Confira no replay:

Foto: Bruno Gomes/Diário do Nordeste
O primeiro da nossa lista é um veterano de respeito e que jogava futebol desde os tempos da lenda Paulo Baier. Magno Alves, o magnata, passou por vários clubes, como Criciúma, Jeonbuk, Al-Ittihad, Atlético Mineiro e Sport, mas se firmou mesmo e foi ídolo no Ceará e no Fluminense. Pelo tricolor, passou duas vezes. Na primeira passagem, entre 1998 e 2002, o jogador fez 114 gols em 265 partidas. Já na segunda passagem, entre 2015 e 2016, fez mais dez gols, totalizando 124 gols pelo Fluminense.

No Vozão, são três passagens. Em 2010 foram apenas 21 partidas e 9 gols. Na passagem mais duradoura até agora, entre 2012 e 2015, Magno fez 84 gols em 156 jogos. Agora, em 2017, com 41 anos, o atacante já anotou mais sete tentos em 13 jogos, totalizando exatos 100 gols. Os números do atacante são tão impressionantes que, segundo a Wikipedia, ele é o terceiro maior artilheiro do mundo em atividade, com 439 gols marcados, atrás apenas de Messi e Cristiano Ronaldo.

Foto: ESPN

Outro que recentemente entrou para a seleta lista dos artilheiros centenários por duas equipes foi o menino Neymar. E o mais impressionante, Neymar atuou apenas por dois times e em ambos já conseguiu mais de 100 gols. No Santos, onde começou, foram 138 gols em 230 partidas disputadas. E no Barcelona, são até o momento 104 gols em 183 jogos. Tanto no Santos como no Barcelona Neymar foi campeão continental.


Se falamos que Neymar conseguiu mais de 100 gols por dois times, temos outro matador histórico que conseguiu o mesmo feito. Ferenc Puskas, sim, o jogador que dá nome ao prêmio de gol mais bonito do ano, que Neymar inclusive já ganhou, fez história na Hungria e na Espanha. No seu país natal, Puskas voou no Honvéd e anotou 352 gols em 341 jogos. O Honvéd era considerado um dos melhores times do mundo na época e serviu de base para a seleção húngara de 1952, campeã olímpica.
Com problemas políticos e revoluções acontecendo na Hungria, Puskas acabou desertando com outros jogadores do país, ficando quase dois anos sem jogar profissionalmente. Bem acima do peso, foi contratado pelo Real Madrid sob desconfiança. Mesmo assim, em um dos maiores times da história, ele fez a diferença com Di Stefano e Kopa e marcou 156 gols em 180 jogos. Curiosamente, por ter desertado da Hungria, ele jogou pela seleção natal e pela Espanha, marcando 84 gols em 85 jogos pela primeira e 6 gols em 4 jogos pela segunda.


Foto: AE

Revelado pelo Sport, Juninho Pernambucano virou ídolo no Vasco, com direito a música em homenagem ao gol de falta que fez contra o River Plate na Libertadores, e ganhou sete títulos seguidos franceses no Lyon. Pelo time da colina, o meia jogou durante três ocasiões. Na primeira, entre 1995 e 2001, anotando 80 gols em 400 jogos. Na segunda passagem, entre 2011 e 12, anotou 19 gols. Fechando, em 2013, fez mais dois tentos, totalizando 101 gols pelo cruzmaltino.
Pelo Lyon, Juninho jogou entre 2001 e 2009, fazendo 344 partidas e anotando exatos 100 gols, elevando o time francês a um novo patamar.

Foto: Paco Puentes/El Correo de Andalucia

Um outro artilheiro brasileiro é Luís Fabiano. Se muita gente lembra dele ajudando na briga, também pode lembrar que ele foi artilheiro por onde passou. O destaque do fabuloso fica pelas passagens no São Paulo e no Sevilla. Pelo tricolor paulista, jogou pela primeira vez entre 2001 e 2004. Nesses três anos, jogou 160 partidas e anotou 118 gols. Na segunda vez que defendeu o clube, entre 2011 e 2015, ele chegou perto de passar dos 100 gols novamente, anotando 95. Portanto, são 213 gols pelo tricolor na carreira.
No outro clube onde explodiu, o Sevilla, o fabuloso jogou entre 2005 e 2011, conquistando vários títulos, inclusive Liga Europa, e marcando 112 gols em 238 jogos disputados.

Foto: Getty Images
Dos grandes responsáveis pelo título da Copa de 94, Bebeto também está em nossa lista. Jogando por nada menos que doze clubes, o atacante foi marcante quando jogou por Flamengo e La Coruña. No rubro-negro, jogou em duas ocasiões, uma entre 1983 e 1989, e outra em 1996. Na primeira vez que jogou pelo time, Bebeto marcou 144 gols em 285 jogos. Em 96, rápida passagem. Foram 25 jogos e 17 gols marcados.
Na grande fase do La Coruña, quando contou com brasileiros como Djalminha e Mauro Silva no elenco, Bebeto fez exatos 100 gols em 151 jogos.

sábado, 1 de abril de 2017

Superliga Feminina de Vôlei - Semifinal Jogo #1





A Superliga Feminina de Vôlei chega na fase semifinal e vamos acompanhar as partidas da série, com Vôlei Nestlê, o famoso Osasco, contra o Dentil/Praia Clube e o Camponesa/Minas diante do Rexona/Sesc, o Rio de Janeiro. Vamos com um breve retrospecto das equipes:

Osasco

O time paulista, com cinco títulos da competição, tenta voltar ao topo depois da última conquista, lá em 2012. A equipe, com várias atletas de seleção, como Dani Lins, Camila Brait, Tandara, Natália e Carol Albuquerque, fez a segunda melhor campanha na primeira fase, comandadas pelo treinador Luizomar Moura. Foram 51 pontos conquistados, com 17 vitórias e 5 derrotas. Onze das dezesseis vitórias foram por três sets a zero. No mata-mata, a equipe paulista venceu as duas partidas que fez contra o Fluminense na série de três jogos, as duas por três sets a zero, se classificando para a semifinal. 

Praia Clube

O Praia Clube, de Minas Gerais, fez a terceira melhor campanha da Superliga na primeira fase. Ao todo, o time somou cinquenta pontos, com as mesmas 17 vitórias e 5 derrotas do Osasco, porém perdeu pontos pelas vitórias por 3 sets a 2, que valem 2 pontos ao invés dos 3 da vitória "cheia". Os destaques da equipe ficam para a levantadora Fabiana e a central Walewska, além da cubana Daymi e a americana Alix. Nas quartas, o Praia Clube passou pelo Brasília. O primeiro jogo venceu por 3 a 1, o segundo perdeu por 3 a 0 e no terceiro carimbou a vaga vencendo por 3 a 1. 

Minas

O Camponesa/Minas, do tradicional Minas Tênis Clube, quer voltar para a decisão, onde não chega desde 2004. E o título, que não acontece desde 2002/03. A equipe fez a quarta melhor campanha no geral, somando 42 pontos, com 15 vitórias e 7 derrotas. Já nas quartas de final, o time encarou o Bauru. As mineiras precisaram de apenas dois jogos para confirmar a vaga, vencendo por 3 sets a 2 e 3 a 0. Vale o destaque para Carol Gataz, a americana Hooker e Jaqueline. 

Rio de Janeiro

As favoritas da Superliga são do Rio de Janeiro. A equipe, treinada por Bernardinho, fez a melhor campanha, com 61 pontos, 21 vitórias e uma derrota. O time vem em busca da décima segunda taça da competição, sendo que de maneira seguida vem sendo campeão desde a temporada 2012/13. Nas quartas de final, o Rio jogou contra o Pinheiros, vencendo o primeiro jogo por 3 sets a 1 e o segundo por 3 a 0. O time tem como destaques Regiane, a holandesa Anne e Fabi. 


Osasco x Praia Clube


Foto: Osasco/Divulgação
Na primeira partida da decisão, as paulistas receberam as mineiras, sendo que o Osasco ainda não havia perdido em casa na competição. O primeiro set foi equilibrado, com as donas da casa saindo na frente e chegando a abrir o placar em 4 a 1. Porém, as mineiras viraram o placar e o set seguiu sem uma equipe abrir mais do que dois pontos. O equilíbrio seguiu até o final da primeira parcial, com vitória das visitantes por 27 a 25.
Na segunda parcial foi Tandara, do Osasco, quem fez a diferença e ajudou a equipe a abrir 10 a 3. O Praia Clube chegou a esboçar alguma reação, mas as donas da casa fecharam, em ponto de Gabi, o tranquilo set por 25 a 17. 
Já no terceiro set, o Praia Clube se viu perdido em quadra e encontrou um Osasco inspirado, tudo o que a equipe da casa tentava dava certo. As paulistas abriram 5 a 0 e depois 8 a 1. Com tantos erros das adversárias, o placar pulou para 18 a 6 e fechou em um impressionante 25 a 12. 
No quarto set, as mineiras tentaram equilibrar mais as ações, porém ficou apenas nos primeiros pontos, porque o Osasco já tratou de abrir 9 a 3 no placar. Distribuindo bem o jogo e errando muito pouco, o Osasco fechou o set em 25 a 13 e terminou a partida com moral, 3 sets a 1. 
Na pontuação, destaque para Tandara, com 26 pontos, um set só da jogadora. No Praia Clube, a maior pontuadora foi Alexandra, com 13 pontos. 




Confira os melhores momentos da partida em vídeo AQUI

Minas x Rio de Janeiro


Foto: Washington Alves/Inovafoto/CBV
Jogando em casa, o Minas teve dificuldades diante do forte Rio de Janeiro. A partida começou impressionante, para o primeiro ponto acontecer houve um rali de quase 40 segundos. O Rio de Janeiro começou na frente e tinha boa vantagem, chegando a abrir 15 a 11 no placar. As donas da casa reagiram e correram atrás do marcador, mas uma sequência de erros em saques atrapalhou a reta final do set das mineiras e o Rio fechou em 25 a 20. 
No segundo set, a disputa começou equilibrada, com pontos revezados entre os times, chegando ao empate em 5 a 5. O Rio começou a fazer funcionar o bloqueio e trabalhava as jogadas em Gabi e Juciely. As cariocas conseguiram administrar a vantagem e vencer o segundo set sem maiores problemas, 25 a 19. 
No set derradeiro, o Minas tentou reagir e evitar a derrota já no terceiro set. Mas, Gabi estava inspirada e comandava o time carioca para fazer as visitantes fecharem o terceiro set com 25 a 18. Gabi foi a maior pontuadora da partida, com 18 pontos, e Juciely marcou 12. No lado mineiro, Hooker fez 15 pontos. 




Confira os melhores momentos do jogo em vídeo AQUI


As equipes voltam a jogar entre si na terça-feira, com transmissão do Sportv para os dois jogos.


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