sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Cartola FC 2013




Salve Salve nerds!


Hoje vamos divulgar os resultados da Liga Nerd Esporte no Cartola FC, além de falar sobre alguns dados e médias no fantasy game do Campeonato Brasileiro. A saudosa liga deste blog foi dominado pelo nosso estagiário, comandante do Cobracity FC, que dominou desde o começo e pouco foi ameaçado, até porque alguns membros da liga chegaram depois e não puderam alcançar o nosso amigo. Com um total de 1821,54 pontos, média de 47,93 pontos, o Cobracity FC ficou em primeiro na Liga. O segundo lugar ficou com o FC Mushroom Kingdom, do amigo Diego Leds, somando 1595,44 e terceiro posto para o Einssbein FussballClub do Ismael Rrrraitz, 1549,84. Ironicamente, o time mais rico não foi o campeão, o Nabuco FC 2013, do amigo e imperador Nabuco, somou em patrimônio 231,34 cartoletas, sendo que o Cobracity FC, segundo em patrimônio, tem apenas 143,54. 
Classificação final:


Falando agora da pontuação dos jogadores e técnicos, os protagonistas desse jogo, trazemos agora as médias de pontuação. 
Treinador:
O treinador com melhor média foi Marcelo Oliveira, com média de 5.01 pontos em 38 jogos comandando o Cruzeiro. Normalmente os técnicos não ajudam muito na pontuação, além de serem caros.

Goleiro:
Quem mandou nas redes foi o goleiro Aranha, do Santos. Em 30 jogos defendendo o escudo santista o jogador teve média de 5.61 pontos por rodada, provando a dificuldade do arqueiro em fazer pontos, pois a pontuação no jogo para quem não leva gols e nem cartão é de 5 pontos.

Zagueiros:
O melhor zagueiro, com a melhor média de pontos, foi Dedé, do Cruzeiro. O protetor da zaga cruzeirense teve média de 4.93 pontos por partida, e disputou 31 partidas pela equipe celeste. Completando a zaga está Luccas Claro, do Coritiba, que passou na risca para entrar nesta lista, pois disputou 20 jogos. A média do zagueiro foi de 4.53 pontos por partida, boa pontuação para sua estreia no brasileirão.

Laterais:
O lateral com a maior média é Egídio, também do Cruzeiro, que em 35 partidas teve média de 5.53 pontos. Os laterais também perdem pontos por gols sofridos, além de sua responsabilidade na marcação, que pode ajudar na perda de pontuação. Acompanhando Egídio está Rodrigo Caio, do São Paulo. O lateral tricolor fez 5.04 pontos de média em seus 33 jogos no brasileirão, outra revelação da competição na seleção do Cartola.

Meias:
No meio de campo a disputa foi grande, o vencedor como melhor meia foi por apenas 0.01 ponto de média. O melhor meia foi D'Alessandro, do Internacional, que obteve média de 6.16 pontos por partida, disputando 33 partidas com a camisa colorada. Em segundo um meia que decaiu no final da competição, pois chegou a ter média de 8 pontos por partida. Falamos de Alex, do Coritiba, que perdeu para D'Alessandro e ficou com 6.15 pontos de média. Uma surpresa foi Cícero, do Santos, que cresceu na competição e atingiu bons 5.85 de média em 35 partidas no campo. Para fechar o meio, um guardião, Willians, do Internacional. O volante colorado teve pontuação média de 5.12 em 29 partidas. 

Atacantes:
Na área nobre do campo, dois caras que foram importantíssimos para suas equipes, além de terem marcado juntos em 2013 61 gols. Falamos de Hernane e Éderson, artilheiros máximos deste ano, o brocador fez 36 no ano e foi o artilheiro do Brasil, sendo que Éderson fez 21 no Campeonato Brasileiro.
A média dos dois no Cartola FC não poderia ser pequena, em 36 jogos disputados, Éderson destruiu a concorrência com 7.16 pontos de média, a melhor média de todo o Cartola FC. Além disso, na última rodada ele conseguiu incríveis 34.9 pontos, a maior pontuação em uma única rodada do jogo, por ter marcado 3 gols e dado uma assistência. O brocador do Flamengo também não fez feio. Hernane teve média 6.63 em 31 jogos disputados, a maioria desta média devendo-se ao Maracanã, lugar onde se sente mais do que à vontade.

Isto foi o que aconteceu de mais importante no Cartola FC em 2013, portanto esperamos que vocês tenham se divertido, seja na Liga Nerd Esporte ou na sua liga. E que venha 2014 com mais Cartola e mais membros pra Liga deste humilde blog.

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mundial de Clubes - O Fracasso e o Campeão



Salve Salve nerds!





Falamos do Mundial de Clubes da Fifa, que no Marrocos já teve as suas duas partidas semi-finais. Na primeira delas, terça-feira, o Bayern de Munique enfrentou o combinado China/Brasil do Guangzhou Evergrande, que tinha Conca, Elkeson e Muriqui.
O Bayern, muito melhor que os chineses, começou com o domínio de bola e trocava passes ao melhor estilo Barcelona, mostrando que a filosofia de Guardiola está bem presente na equipe, que antes corria muito pelas laterais com Ribéry e Robben, mas não tinha posse de bola. Hoje é um time paciente, esperando o melhor momento de dar o golpe, que encurralou o Guanzhou cada vez mais na defesa, quase na grande área de tão recuados.
Mesmo sem muito espaço, houve tempo para duas bolas na trave. Até quase o final da primeira etapa, parecia que o Bayern sofreria para marcar, pois se o gol não havia saído ainda havia esperanças aos chineses, que mal conseguiam chegar nos contra-ataques. Eis que em sobra de bola na área para Ribéry, o francês mandou o chute e o goleirão aceitou o frango, 1 a 0. Aos 44 minutos, ou seja, 4 minutos depois, Thiago Alcantara cruzou a bola para Mandzukic marcar de peixinho e ampliar a vantagem bávara.
Na segunda etapa o caminho do gol seguia aberto e Gotze arriscou o chute, a bola desviou e entrou sem chances para o goleiro. Os alemães seguiram o restante da partida pressionando e buscando mais gols, porém a trave apareceu outras 3 vezes, além das defesas desajeitadas do goleiro adversário, que salvaram uma goleada maior. Final 3 a 0 e sem sustos o Bayern vai para a final. 
Os gols:



Na outra partida, ontem, o Atlético Mineiro enfrentou a equipe da casa, o Raja Casablanca, que havia eliminado o Monterrey, do México, na fase anterior. O time mineiro estava nervoso, as jogadas não saiam, além de o meio estar totalmente perdido, errando muitos passes. Os marroquinos apostavam nos contra-ataques, gerando perigo também em um cruzamento que a bola passou por cima do gol.
O galo reagiu em jogada de Fernandinho, que tocou para Lucas Candido, mas Jô, ao receber o cruzamento, praticamente tirou a bola do gol e perdeu grande chance. Fernandinho apareceu de novo, chutando e a bola passando próxima da trave.
Aos 36 minutos o primeiro susto do Atlético. Em contra-ataque, boa jogada e cruzamento para Moutouali chutar e Victor realizar um milagre. Quatro minutos depois, outra jogada perigosa dos marroquinos, com chute que passou raspando a trave de Victor, mas não entrou. No segundo tempo a pressão seguia verde e o Raja foi pra cima nos espaços deixados pelo afobado Atlético. Em contra golpe, mais uma vez, boa jogada de Karrouchy, que lançou Iajour e o jogador não desperdiçou, invadiu a área e chutou sem chances de alcance para Victor, 1 a 0.
Cuca, já desesperado, colocou Luan no lugar de Marcos Rocha, além de no Raja o falastrão Mabide entrar em campo também. Quem acordou para o jogo foi Ronaldinho Gaúcho, que aos 19 minutos deu esperanças aos atleticanos ao cobrar com perfeição uma falta e empatar a partida.
Já na bacia das almas, outro contra ataque fulminante do Casablanca, porém desta vez Iajour cavou penalidade cometida por Réver. Moutouali cobrou e virou de novo o jogo, nem São Victor salvou desta vez.
Aos 49 minutos, para fechar com chave de ouro, outro contra golpe. Mabide deu bela canetinha no marcador, avançou e deixou a bola com Moutouali, que tentou marcar por cobertura o que seria um golaço, mas a bola caprichou e bateu na trave. Para sorte do time da casa, a bola voltou nos pés de Mabide, que completou para o gol e selou o caixão atleticano. Ao final da partida Ronaldinho foi assediado pelos jogadores do Raja Casablanca, que pegaram camiseta do craque, chuteiras, meias e quase brigaram pelos objetos do R10.
Mais uma eliminação brasileira na semi-final, a primeira havia sido a do Internacional contra o Mazembe. Resta agora saber de quanto vencerá o Bayern, pois somente um milagre fará o time do Raja ser campeão, mas vai que...
Os gols:





Sábado teremos a decisão do terceiro lugar entre Atlético e Ghangzhou e após a decisão entre Bayern e Raja Casablanca.


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Até mais!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Copa do Mundo - Grupo B



Salve Salve nerds!

Antes de tudo, agradecimentos especiais pelo post de ontem, que teve recorde expressivo de views em algumas horas depois de postado. Agradecimento de novo novamente pela enésima vez, pois acho que não cansarei disso, aos bravos torcedores que aceitaram o pedido de deixar seus comentários sobre o ano de suas equipes. Valeu galera!

Seguindo o barco, falamos semana passada do Grupo A, e hoje tratamos do segundo grupo da Copa 2014. O Grupo B é composto por Espanha, Holanda, Chile e Austrália. As favoritas Espanha e Holanda deverão, na normalidade das coisas conseguir as duas vagas. O que complica é o fato de se enfrentarem logo na primeira partida, podendo dar chances ao Chile que deverá vencer a Austrália e se animar na briga pela classificação. Mas, se imprevisível não aparecer teremos as duas potências europeias na segunda fase, uma delas jogando contra o Brasil. Vamos para a análise de cada seleção:

Espanha:



A seleção do felipão espanhol, Vicente del Bosque, vem para o Brasil buscando recuperar a moral perdida na Copa das Confederações este ano diante da nossa seleção. Além da moral ele trará Diego Costa, o brasileiro artilheiro que aceitou convite para defender a roja. Todos sabemos os destaques deste timaço, Casillas no gol, um dos melhores do mundo na posição. Na defesa Sérgio Ramos, Piqué, provavelmente Puyol e Jordi Alba. O meio de campo tem os craques Iniesta e Xavi, além de Xabi Alonso, Juan Mata, Busquets, David Silva, Jesús Navas e outros. No ataque Fernando Torres, mesmo perdendo muitos gols, David Villa e Diego Costa, dois que vão bem com as redes ultimamente, além de Pedro Rodríguez, do Barcelona.
Todos esses talentos ainda tem um estilo de jogo dominador, tocando a bola e decidindo quando lhes convém decidir, segurando o jogo quando é preciso e sem desespero, sempre com calma. Até por isso o susto tomado contra o Brasil foi tão grande, pois o forte esquema tático não funcionou contra os canarinhos, que conseguiram marcar os craques espanhóis e não deram muito espaço para os toques fulminantes.
Claramente são um dos favoritos para chegar longe na competição, por todos os talentos individuais, mas ainda precisam inovar um pouco mais para realmente voltarem a serem imbatíveis.


Holanda:



A seleção tri-vice do mundial tenta chegar mais uma vez. Porém, agora chega como bem menos favorita do que na última Copa. O time comandado por Sneijder, Van Persie e Robben não vem apresentando um bom futebol recentemente. Apesar de nos clubes esses atletas serem os melhores, na seleção parece que não estão se entendendo. É inegável a qualidade desta seleção, porém não é possível acreditar que chega longe na competição se não acordar para o bem maior que é a conquista da Copa do Mundo, do que pensar nos interesses individuais.
O grande salto seria não pegar o Brasil na fase seguinte, para poder ir mais longe e quem sabe elevar o moral, não o cosmo do seu coração, para continuar o sonho holandês.  


Chile:


A seleção chilena vem como zebra para passar em um grupo com duas potências europeias. O time que tem Valdívia, Vargas, além de Alexis Sanchez do Barcelona, Vidal e Isla, da Juventus, entre outros, não consegue também ter uma equipe sólida para brigar por algo mais. Tem uma grande força no meio de campo, porém a defesa não é eficiente e o ataque conta apenas com o talento de Alexis Sanchez e do desacreditado Vargas, o que não é o suficiente.
É bem complicado imaginar o Chile passando de fase, pois encontrará seleções com nível maior e mesmo se passar para a fase seguinte não deverá sobreviver a ela. Portanto, não devemos criar falsas esperanças nos torcedores hermanos aqui do sul do mundo. Engraçado pensar nisso, mas o Chile sempre participa das Copas do Mundo, sempre ficando no meio do caminho, o que deve ser um tanto desanimador para qualquer equipe.


Austrália:



Os amigos cangurus novamente estão na Copa do Mundo. Resolveram mudar de federação, migrando da Oceania para a Ásia, pois assim garantem vaga direta, ao invés de precisar disputar uma repescagem contra uma seleção mais forte.
Os Aussies não tem tradição no futebol, tem poucos ou nenhum atleta conhecido do grande público. Como exemplo temos os goleiros Langerak, do Borussia Dortmund e Jones, do Liverpool. Os dois estão em equipes grandes, porém são reservas, então é como se de nada adiantasse para eles estar nestas equipes. Os outros estão em times menores, ou asiáticos, o que também não é referência. Portanto fica a experiência que esses jogadores terão de participar de uma Copa do Mundo e todas as coisas boas que ela proporciona, pois passar da fase de grupos é quase impossível.

Semana que vem o Grupo C! E não esqueça de votar no Nerd Esporte no prêmio Top Blog 2013, basta clicar no banner do lado direito do blog e seguir as instruções do site. Obrigado!


Até mais!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O Ano do Futebol Brasileiro



Salve Salve nerds!




O brasileirão acabou, ou quase, ainda temos o tapetão, rs e o ano futebolístico por aqui também. Mas, nós convocamos uma esquadra de torcedores para comentar como foi o ano de suas equipes, pois nada melhor do que a visão que um torcedor da equipe para dizer o que realmente aconteceu com o seu time em 2013. Selecionamos torcedores que roeram as unhas, vestiram a camisa, xingaram muito no twitter os erros daquele jogador, mas não abriram mão de acreditar no potencial da sua agremiação. Confira as análises desse pessoal, além das realizadas por nós, pois nem todos aceitaram o desafio e também não encontramos torcedores de todos os times da série A do Brasil. Veja no replay:



Cruzeiro:
O time celeste foi vice-campeão estadual, jogou a Copa do Brasil mas foi eliminado pelo Flamengo. Restou o brasileirão, que foi conquistado a partir de um trabalho muito bom de Marcelo Oliveira. O treinador acreditou em talentos como Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart, Willian e Dagoberto. Os bons atletas formaram uma equipe ofensiva e eficiente nas jogadas, que dificilmente sofreu pressão dos oponentes. A ofensividade provou que ainda é possível de se manter, ao invés da defensividade dos europeus. 
Por fim, não restaram adversários fortes o suficiente para alcançar o Cruzeiro, que abriu enorme vantagem no campeonato e foi campeão antecipado. A expectativa fica agora para a Libertadores do ano que vem, no que o time apresentará agora com a responsabilidade de ser campeão nacional.

Grêmio:
O tricolor gaúcho jogou a Libertadores, porém foi eliminado. No estadual também não levou, foi o rival Inter o campeão. Restou o brasileirão, que teve o time quase sempre ali no G-4, brigando pelo título e principalmente pela vaga na competição continental. A equipe até tentou a vaga direta pela Copa do Brasil, chegou até a semi-final porém perdeu para o Atlético Paranaense de forma dramática.
Dando sorte de Botafogo e Atlético Paranaense bobearem no final da temporada, os gaúchos ficaram com o segundo posto no brasileirão e vão para mais uma Libertadores em um grupo complicado.





Atlético Paranaense:
O Furacão começou o ano sendo uma grande incógnita. Depois do presidente resolver colocar apenas os jogadores sub-23 na disputa do campeonato paranaense, nem os torcedores sabiam o que esperar. Com o inicio ruim, a torcida pedia o time titular no segundo turno do estadual e mesmo assim, nosso presidente, sempre teimoso, manteve sua decisão. O time se acertou e chegou perto de bater o rival alviverde, que jogava com seu time principal, mas ficamos com o vice-campeonato. Boas opções surgiram neste grupo e foi interessante avaliar esses jogadores, em competição.
Nesse meio tempo, os titulares apenas treinavam, com o discurso de aprimorar a parte física e fazer uma boa preparação para a copa do Brasil e o campeonato brasileiro, disputando alguns poucos amistosos e um torneio internacional, na Espanha, no qual inclusive, fomos campeões. Era um torneio de "várzea" sejamos sinceros.
Mas a torcida seguia insegura, a base era o time que obteve o acesso do brasileirão no ano anterior e as contratações não vinham.
No começo da Copa do Brasil, quando o elenco principal veio a campo pela primeira vez, o time se mostrou em plena forma, surpreendendo a todos, mas nos jogos seguintes, a falta de ritmo de jogo era clara e começava a preocupar. O inicio péssimo, em termos de resultados no brasileiro, colocava em xeque este planejamento, porém, o time não estava jogando mal, apenas sentia a falta de ritmo. 
Logo, esse a equipe começou a pegar este ritmo de jogo e aliado a excelente condição física dos jogadores, o time começou a vencer, principalmente por um artilheiro que estava em grande fase: Ederson.
Isso levantou a moral da equipe, que foi se encaixando e os resultados foram aparecendo, sofridos em alguns momentos, mas contando com as estrelas individuais de alguns jogadores como Paulo Baier, Ederson e Manoel.
E depois disso, foi a grande sequência invicta no campeonato, as séries de vitórias, uma equipe que ficou coesa, que cresceu e evoluiu junto e com certeza, alguns destaques individuais, foram responsáveis pelo resultado final. O goleiro Weverton teve grande fase, assim como a dupla de zaga Manoel e o veterano Luiz Alberto, o lateral direito Leo que veio do sub-23, Paulo Baier e Everton e o artilheiro Ederson, contando com o apoio da revelação do Brasileirão Marcelo, que para nós, já era uma realidade há tempos.
A perda da Copa do Brasil, foi um momento físico, de uma curva descendente normal do processo, de estabilização, aliada a alguns desfalques importantes, além de parecer, que o time sentiu a pressão de uma final e depois claro, de jogar no Maracanã lotado.
Porém, com 15 a 20 jogos a menos na temporada que as outras equipes, podemos afirmar que isso foi um fator muito importante para o sucesso neste ano (Vice da Copa do Brasil e vaga na Libertadores), mas com certeza não foi apenas isso, a chegada de Vagner Mancini foi fundamental e como disse anteriormente, a ótima fase de alguns jogadores, foram determinantes para tudo isso. A pré-temporada longa, teve efeitos claros em alguns jogos, com o time voando fisicamente, mas sem um padrão de jogo e peças importantes individuais, o resultado final nunca seria o mesmo e poderia se afirmar, que este tipo de pré-temporada, não teria valor.
Um ano muito bom para o clube dentro do campo, mesmo sem estádio (Arena está em obras para a Copa do Mundo), conseguimos uma superação importante e provamos ao Brasil, mais uma vez, que somos um grande clube e que pensamos muito grande também.


Carlos Tassi
@Pehzinho_




Botafogo:
O Botafogo, como sempre, e nessa temporada deixou isso bastante evidente, tem a capacidade de ir do céu ao inferno em 3 rodadas. Pelo menos pra sua torcida.
O início do campeonato era promissor. Até o fim do primeiro turno, o título era uma missão bastante alcançável. Porém, aquele jogo contra o Cruzeiro, ou, mais especificamente, o pênalti perdido pelo Seedorf no início do segundo tempo mudou o campeonato.
Ali, o Botafogo empataria, e, jogando como estava, muito possivelmente viraria o jogo. Encostaria no Cruzeiro, que depois enfrentaria Inter e Corinthians fora de casa.
Enquanto isso, o Botafogo teria Bahia e Ponte Preta em casa. Mas aquela bola não entrou. E ali o Botafogo desandou, não só no jogo como no campeonato.

As derrotas para Ponte Preta e Bahia em casa fizeram o time viver um inferno astral, que só teve fim na ultima quarta-feira, quando o Lanús garantiu a vaga do Botafogo na Libertadores. E todos viraram heróis. Desde 1996 não jogávamos uma Libertadores. Expectativas a mil. E assim é o botafoguense: não aceita nada menos que o título mundial do ano que vem.

João Bastos








Vitória:
O time baiano não era nada favorito da maioria das pessoas, até pensava-se que brigaria contra o rebaixamento. Ao contrário, o rubro negro teve boa campanha, normalmente estando no meio da tabela, mas no final do campeonato lutou com Goiás e Botafogo por uma vaguinha na Libertadores, o que não ocorreu. O Vitória não chegou longe em outros campeonatos, então já é um grande resultado estar entre os melhores do Brasil.




Goiás:
Outra equipe a qual poucos acreditavam em um bom desempenho. Recém voltando da segunda divisão, o Goiás mostrou que seus talentos tinham potencial também para jogar na primeirona. Atletas como William Matheus, o goleiro Renan, Eduardo Sasha e o experiente Hugo, além do atacante rechonchudo Walter, o grande craque desta equipe. Walter chamava o jogo, era preciso nos lançamentos e mais ainda na hora de finalizar, marcando belos gols durante o ano. Levou o Goiás até a semi-final da Copa do Brasil, porém não jogou e acabou sendo vítima da própria língua, quando disse que deitaria e rolaria contra o Flamengo, mas quem deitou e rolou foi o time rubro negro.
Resta saber como se manterá a equipe esmeraldina sem a presença de Walter, que retornou ao Porto e deverá reforçar outro time brasileiro.




Santos: 
Bom, o ano do Santos foi mediano, de maneira geral. Na competição em que havia uma grande chance de ser campeão, o time acabou perdendo a final do Paulista para o Corinthians. Depois aconteceram as vendas de Rafael e Neymar, enfraquecendo um elenco que não era essas coisas. Na Copa do Brasil o mais natural a acontecer era a eliminação, o que aconteceu de fato quando o Peixe enfrentou o Grêmio.

Por fim, a campanha de meio de tabela no Campeonato Brasileiro enganou muita gente e o Claudinei Oliveira virou gênio, mas essa não foi a realidade. Ele mexeu mal inúmeras vezes e mudava a equipe constantemente, e o Santos acabou perdendo de oito a dez pontos por culpa dele. Enfim, não era para ser.

Quem mandou mal mesmo neste ano foi a então elogiada e "diferenciada" diretoria do Santos. Erros e mais erros colocaram o planejamento por água abaixo, fora que o dinheiro das vendas dos jogadores não foi revertido em melhorias drásticas no elenco, que seguiu praticamente o mesmo desde o início do ano. Foi um ano bem ruim também nas contratações. Como Renato Abreu, Marcos Assunção e Everton Costa eram bons reforços? Nunca.

Espero um time melhor e uma diretoria menos omissa em 2014, e que os títulos venham.

Fagner Morais





Atlético Mineiro:
Desde o início do ano no fundo todo atleticano já sabia que esse ano era nosso até porque 13 é galo, mas nem o mais otimista de nós imaginaria a alguns anos atrás que viveríamos um momento tão fantástico. Eu mesmo assistindo aos jogos do galo ainda tenho que esfregar os olhos pra acreditar que o bruxo R10 veste o manto alvinegro. São outros tempos meu amigo, o torcedor atleticano calejado tão acostumado a sofrer agora dorme com um sorriso no rosto em dias de jogo. A libertadores então o que falar? Nem se o roteiro do campeonato fosse escrito por um diretor de Hollywood teria um décimo da emoção que foi, os cardiologistas de plantão que o digam. Até hoje ouvindo as narrações daquele memorável jogo meus olhos teimam em suar. Agora o grande momento que todos esperávamos chegou, o topo do mundo está ao alcance das mãos. Que não vai ser fácil a gente percebeu desde o início: Ronaldinho machucado, Fernandinho dúvida no mundial, Bayern voando baixo. Mas Galo é coisa de Deus e sendo assim o vento passou a soprar pro nosso lado seja com Ronaldinho voltando com direito a gol de falta, ou Fernandinho viajando pra Marrakesh ou Robben fora de combate. Que os 10000 privilegiados gritem por todos que ficaram no Brasil e vamos com tudo pra cima deles porque como o dentuço imortalizou no seu mantra: "Aqui é galo, porra!".


Tiago O. Campos



São Paulo:
O ano de 2013 para o SPFC foi desanimador. Em momento algum houve aquela euforia para ser campeão de algum campeonato.
No Paulistão, foi uma 1ª fase tranquila, terminando líder e morrendo nas semi-finais para o Corinthians, já evidenciando que o elenco não era bom.
Na Libertadores, dependeu da escolha do (depois campeão) Atlético MG se ele queria jogar as Oitavas com o SPFC ou time de outro país. Preferiu o SPFC e deixou o tricolor vencer no Morumbi para este se classificar como o 16º melhor (e último) da fase de grupos. Aí, o SPFC tomou duas ferroadas do Atlético MG nas Oitavas.
A Copa do Brasil, por regulamento, não pôde participar. Ainda bem: menos um para se decepcionar.
A Sul-Americana foi trágica. Conseguiu passar "heroicamente" por dois times e caiu para a Ponte Preta. Neste caso, aquela chuvarada mudou todo o panorama favorável para o SPFC. Mas, enfim, perdeu para um time rebaixado do Campeonato Brasileiro.
O Brasileirão, putz, fez os 2 primeiros jogos muito bem, chegou a liderar ali, e só foi queda depois. O elenco é uma coisa ridícula: jogava mal, mesmo! Nem Rogério Ceni escapava das más atuações; inclusive, decidiu se aposentar, coisa que revogou há alguns dias. A escolha de Autuori para levantar o time foi um tiro que saiu pela culatra; a torcida não o queria, consequentemente, também os jogadores. Aí, apresentaram o Muricy e a moral foi outra. Todos se empolgaram, colocaram fé e os próprios jogadores acordaram. Foi o suficiente para não ser rebaixado e ainda terminar entre os 10 primeiros, trazendo como "ídolos" Aloísio-Boi-Bandido e Rodrigo Caio.
Agora, é esperar mudança completa no elenco para 2014. Para só então a torcida depositar confiança. Só Muricy e Rogério Ceni não farão verão.


Ismael Raitz





Corinthians:
O ano de 2013 para o Corinthians foi bom, nada que se compare ao maravilhoso ano de 2012, porém comparado aos grandes clubes paulista, o ano de 2013 foi ótimo, o Timão ganhou dois títulos (Campeonato Paulista e Recopa Sul-Americana) enquanto São Paulo e Santos não ganharam nada e o Palmeiras apenas a série B do campeonato brasileiro. Dentro de campo o time manteve a base do ano passado e o Tite manteve o mesmo esquema de jogo, no entanto o time não rendeu o esperado, principalmente no segundo semestre, com uma série muito grande de empates.




Coritiba:
O verdão paranaense começou o ano sendo campeão paranaense, tetracampeão, mas nada de muito animador, até porque o rival abriu mão da conquista escalando o sub-23. O coxa conseguiu ser eliminado pelo Nacional do Amazonas na Copa do Brasil, em duas partidas terríveis da equipe, com direito a gol de pênalti perdido por Alex.
No brasileirão a história parecia ser outra, a equipe ficou em primeiro lugar por várias rodadas, ficou invicta por mais tempo e até a Copa das Confederações liderava o brasileirão. Alex dava show e era decisivo na equipe. Mas, depois da competição entre seleções o time pareceu ter dormido e decaiu no campeonato. No final, a briga foi para não cair de divisão, o que aconteceu, mas não foi um mérito se comparado ao início de temporada animador. Fica o desejo dos torcedores coxa branca de melhoras e mais reforços no lugar de alguns jogadores terríveis contratados pelo time este ano.




Bahia:
O time não produziu muito em 2013 nos outros campeonatos. No brasileirão lutou mais para não cair, apesar de no início ter dado esperança aos seus torcedores, principalmente com os gols do artilheiro Fernandão. A boa fase passou e o tricolor da boa terra foi se segurando para manter distância da zona de rebaixamento. Apenas na última rodada a equipe se salvou, mesmo sendo derrotados para o Fluminense em casa. Há de se repensar no planejamento da equipe e em reforços mais ao nível da série A, apesar das dificuldades que uma equipe sem tanto poder financeiro tem.





Criciúma e Internacional:
Infelizmente sou torcedor de dois times que em 2013 só me deram vergonha e estresse. Mas todo torcedor, apesar das mazelas de seu time, são heroicamente corajosos para continuar apaixonados pelos seus times.
O Criciúma, meio que novato na série A começou bem e depois foi minguando. Não que seja um time ruim. É um time sem preparo físico e psicológico para suportar a pressão dos adversários, sobretudo enquanto estava ganhando o jogo. Deu no que deu. Foi, no final do campeonato, comendo quieto, e quase voltou pra B. Mas é um time pequeno. Mas o que dizer o Internacional? Um tima velho em idade, maduro, experiente e campeão, porém com um elenco vadio, sem motivação e ruim de  mira. Chegou a estar em primeiro na tabela, mas depois desgringolou-se e só não caiu devido a outros times piores. Não perdoo o "Campeão de Tudo" pelo vexame em 2013. Oxalá em 2014, novamente em seu Gigante da Beira Rio, possa retornar a ser o que era antes: um time vencedor.





Fluminense:
O tricolor carioca não foi bem no estadual, onde viu os rivais Flamengo e Botafogo decidirem. Na Libertadores o fluzão perdeu para o Olimpia, do Paraguai, logo nas oitavas de final, restando o campeonato nacional para se dar bem.  No brasileirão a esperança era grande, a equipe era a atual campeã nacional. Mas, o desempenho foi pífio, além de contar com várias contusões, inclusive do artilheiro Fred, que não jogou a parte final do campeonato.
Com Luxemburgo a equipe rendeu pouquíssimo e se aproximou da zona de rebaixamento, assim, Dorival Júnior foi chamado para apagar o incêndio, mas não conseguiu e o Fluminense foi rebaixado para a segundona. Porém, contudo, entretanto, todavia, um jogador da Portuguesa, Héverton, foi escalado de forma irregular na última rodada, o que em julgamento ocorrido ontem retirou 4 pontos da lusinha e salvou o tricolor carioca de ser rebaixado. O tapetão escandaloso salva, ao menos por enquanto, o time carioca de cair. O que mais se reclama foi o fato de o Cruzeiro ter sido enquadrado na mesma situação, mas foi punido com multa de 10 mil reais, porém com a frágil Portuguesa, que trabalhou em campo para não cair, a perda de pontos aconteceu....


Flamengo:



O ano do Flamengo foi surpreendente. Depois do estrago causado pelo furacão Patty Amorim, era para ser um ano para botar a casa em ordem e lutar para não cair para a série B. Mas foi diferente. Ganhamos um artilheiro brocador, um técnico genial, um grupo unido, um título nacional e, de quebra, vimos dois rivais caírem para a segunda divisão. Bem, parece que um deles está teimando em não cair, mas todo mundo sabe que o lugar deles é lá mesmo.


Fernando Russell Tucano



Portuguesa:
A lusa foi rebaixada no estadual e este ano disputou a segundona paulista, sendo campeã. Na Copa do Brasil não seguiu adiante por muito tempo. Restou o nacional, a competição mais importante do ano, até porque o time havia subido no ano passado para poder disputar a primeira divisão este ano. O time sem muita expressão habitou a zona de perigo para não cair, no meio da temporada deu show e fez uma sequência boa de vitórias, inclusive goleando o Corinthians por 4 a 0. O resultado não poderia ser melhor no final do ano, escapando da zona de rebaixamento e permanecendo na série A.
Mas, como dito anteriormente aqui, o jogador Héverton foi escalado de forma irregular, causando assim o descenso lusitano para a série B através do tapetão. Mais uma vez repito aqui, lamentável, uma equipe que venceu em campo ser punida e rebaixada fora dele. Ainda cabe recurso a equipe, com a promessa do presidente de ir até o inferno se for preciso, para salvar o time.




Vasco:
O Vasco viu os rivais brigarem por algo mais este ano, serem mais protagonistas que ele. Não chegou próximo do título estadual, menos ainda na Copa do Brasil e brasileirão. No nacional o time sofreu com a falta de elenco qualificado, além da venda de bons jogadores como Nilton, Dedé e Fernando Prass, mas sem reposição alguma. Sendo assim, ficou difícil para a equipe ter um bom desempenho, mas até que se segurou para apenas na última rodada ser rebaixado após sofrer goleada do Atlético Paranaense, além de tentar anular a partida devido ao tempo perdido na confusão entre torcedores das duas equipes.
Quando imaginávamos que Eurico Miranda era talvez um dos problemas do Vasco, vemos que há algo mais em São Januário para ser resolvido.


Ponte Preta:
A macaquinha foi mediana no estadual, não brigou pelo título e não correu risco de cair. Na Copa do Brasil não chegou longe e no brasileirão também não fez campanha memorável. O time pouco rendeu e perdia partidas cruciais na sua luta para não cair, mesmo quando era melhor em campo. A esperança restou na Copa Sul-Americana, onde quando ninguém, nem mesmo o torcedor mais otimista da equipe acreditaria.
O time de Jorginho eliminou Deportivo Pasto, encarou o Vélez Sarsfield e venceu na Argentina, chegou na semi-final contra o São Paulo e não tomou conhecimento do dono do Morumbi, vencendo por 3 a 1 a partida de ida e na volta empatando em 1 a 1, para se garantir na decisão.
Na grande final foi quando o time sentiu a pressão de poder ser campeão pela primeira vez na história. Faltou paciência para os inexperientes jogadores, que não souberam lidar com a situação, apesar de conseguido o empate no jogo de ida no Macacaembu. Na volta o Lanús estava tranquilo e dominou o jogo, não deixando os pontepretanos tocarem na bola, mesmo quando tocavam pouco produziam de tão nervosos. Por fim, ficou o vice e o gosto amargo de jogar novamente a segunda divisão ano que vem.




Náutico:
Uma equipe muito ruim tecnicamente, sem elenco bom o suficiente para se manter na série A. Pocou fez nas outras competições que disputou este ano, muito menos no brasileiro. Foram raros os momentos de alegria do Náutico, que quase fez a pior campanha da história do campeonato desde a era dos pontos corridos. O time foi tão mal que desde a primeira rodada estava na zona de rebaixamento, a única equipe a conseguir esta façanha no ano. Houve uma esperança quando o time venceu algumas equipes e empatou alguns jogos, mas logo encarou o Cruzeiro e outras potências da competição para ver que não havia condições de escapar da segunda divisão.

Ficamos por aqui, por este ano já basta de futebol brasileiro em campo, pois o tapetão continua, rs.


Até mais!
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