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domingo, 20 de março de 2016

Há 40 minutos antes do nada



Salve Salve Nerds!



Para falar de um dos maiores clássicos do nosso futebol e que acontece novamente hoje, o FlaFlu, temos texto do Lucas:


Procurando o que seria a definição da palavra “Clássico”, não é possível ter um significado objetivo. Encontramos referências, por exemplo, cultura greco-romana, uma corrente literária, músicas orquestrais, também são nome de álbuns de vários músicos.
Ao ver outras exemplificações, chegamos ao “Clássico” como um confronto entre dois times rivais, essa rivalidade pode ser por conta de uma proximidade geográfica.

Depois de toda essa contextualização, gostaria de destacar o prélio que teremos hoje, Flamengo x Fluminense. De acordo com a história, essas duas esquadras nasceram de um embate.

Na década de 30, o Fluminense era o único time, dos quatro que temos hoje, que era profissional. Enfim, depois de um cisma entre o elenco tricolor, alguns jogadores se desligaram do clube, e montaram um time de futebol no clube da Gávea, que na época só era conhecido pelo remo.
Nesse primeiro jogo, os guerreiros das Laranjeiras, venceram o Flamengo. Felizmente, esse clássico só aumentou e tornou-se o charmoso Fla x Flu, um clássico que rompeu as quatro linhas.

Essa afirmação é possível por conta de vários personagens. Entre eles, Assis, que fez um gol de cabeça, nessa oportunidade, podemos ter a certeza que a Terra se abaixou, para esse talentoso meio-campista cabecear, podemos falar de Zico, o artilheiro do Clássico, ou do famoso gol da saliente barriga de Renato Gaúcho, e também de Júnior, o vovô garoto, que comandou o Flamengo em 92, fazendo gol na final do Clássico.

Citei alguns, que são importantes, mas existem dois, que com toda a certeza, deram o sentido desse clássico ser o mais famoso e charmoso do Brasil. 
Nelson Rodrigues e Mário Filho, irmãos, porém, rivais. Toda a segunda-feira esses dois guardavam nas palavras para descrever e embelezar o que muitas vezes era quase impossível. A destreza que esses dois possuíam com as palavras, enriqueceu a mística de um jogo de futebol.

Esses ilustres criaram também, uma linguagem própria para o clássico, muitos desses termos se popularizaram, que foi algo que transcendeu o futebol. O Fla x Flu, virou algo que foi usado para ilustrar episódios da política.

Um Clássico que já teve Domingos da Guia, Leônidas, Rivelino, Zico e Renato Gaúcho, já teria ingredientes suficientes para ter história. Mas, as palavras se eternizam e agregam valor. Tal embate não poderia ser expressado de forma pobre, porque arte só pode ser explicado por arte.

Hoje, a batalha é em São Paulo, no memorável Pacaembu, que em 1942, recebeu a peleja. Com personagens, menos importantes, mas com o mesmo jeito, pois a estrutura é maior que o indivíduo. Agradeço por isso, porque nada pode tirar o brilho de algo fantástico.
A história diz que o primeiro jogo, foi na década de 30, mas assim como Nelson Rodrigues, acredito eu que, Flamengo x Fluminense foi criado há 40 minutos antes do nada.


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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A megalomania dos insignificantes



Salve Salve Nerds!


Hoje, temos a estreia do nosso novo membro do Nerd Esporte, o Lucas Boamorte, que vem para falar da polêmica entre a EA Sports, produtora do FIFA, e Flamengo e Corinthians, que recusaram os valores propostos pela empresa para contar com as equipes no FIFA 16.

Agora, só nas edições anteriores do FIFA para jogar com Corinthians e Flamengo

Narcisismo é um termo psicológico, definido como um comportamento de egoísmo de um indivíduo. O nome surgiu através do mito de narciso, jovem grego que era indiferente a tudo, pois era apaixonado por sua imagem. O que quero dizer com isso? Vamos ao próximo parágrafo.
Na última semana, um dos assuntos mais comentados no meio futebolístico, era que Flamengo e Corinthians estão fora do FIFA 16, produzido pela empresa canadense EA . Os clubes declararam que o valor era insignificante, e o lucro que a produtora recebe, cerca de 720 milhões de dólares, faz com que ela tenha condições de pagar valores maiores ( com certeza eles são os melhores ingredientes dessa receita milionária).

Flamengo e Corinthians nos últimos tempos adotaram uma postura financeira ousada, buscando basear o seu lucro em iniciativas de marketing, e para se igualar a times europeus dizem que querem expandir o seu público. Mas como assim Marketing? Como assim expansão de público? Ora, não parece um tanto contraditória essas metas de crescimento com a resposta negativa em relação ao FIFA? Claro que é, mas isso não passa de um preciosismo fajuto.

Vejamos, o FIFA é um dos jogos mais vendidos no mundo, e sim, o mundo é bem maior que o Brasil. Os dois times iriam ganhar uma exposição mundial, sem precisar se mobilizar para realizar grandes ações publicitárias para ter sua marca divulgada por esse mundão.
Mas não, essa necessidade de querer o lucro de bate-pronto é maior. “Imagine que absurdo só ganharem 20 mil”. Eu me pergunto, será que essa exposição na traria lucros muito maiores?
Agora eu pergunto: o quê justifica tal narcisismo? Por exemplo, nos últimos 20 anos o Flamengo esteve apenas 3 vezes entre os melhores times do Brasil, enquanto num período de dez anos o Barcelona conquistou 7 vezes o campeonato espanhol. E desde 2005 o ‘Barça’ tem pelo menos um jogador na lista dos melhores do mundo. E o Flamengo? Melhor deixar pra lá.

A ordem se inverte, porque o jogo não precisa dos dois para ser lançado imagine sem um Real Madrid, por exemplo? Entretanto, a síndrome de gigantismo fez com que os mesmos  se boicotem, pois iam ganhar publicidade sem gastar nenhum centavo. Mas não, SOMOS GIGANTES. Dá pra ver mesmo, um demorou  52 anos pra vencer uma Libertadores, e outro não ganha desde 81. O maior patrimônio de um clube são os títulos, e os títulos vem, quando se tem bons jogadores, para ter bons jogadores, é necessário dinheiro, esse dinheiro vem de marketing que conquista torcedores que se dispões a comprar uma camisa. Acho que a deficiência desses times em entender o último requisito, explica porque os dois vivem em constantes crises financeiras.

Assim como Narciso morreu se admirando ter ignorado o resto, esses times assinam sua condenação por ignorarem sua  real situação. Aos poucos vão se definhando, e cada vez mais vão perdendo importância no futebol.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Combo de Final de Semana



Salve Salve Nerds!

Demorou, mas está no ar mais um..... (wait for it) Combo de Final de Semana!

Começamos os trabalhos para falar de basquete. Decisão entre Flamengo e Bauru no NBB. A equipe carioca venceu a primeira partida por 91 a 69 e se vencesse a segunda já garantiria o caneco da competição. O time carioca já começou melhor e fez 25 a 11 no primeiro quarto, jogando com uma defesa bem postada e aproveitando os contra golpes. Os destaques flamenguistas foram o armador Laprovitolla, com 19 pontos e sete rebotes, além de Olivinha, com 17 pontos e oito rebotes. O Flamengo controlou a vantagem para no último quarto ser até pior e mesmo assim ter tranquilidade no placar. Final 77 a 67 e o time ganhou o seu quarto título do NBB, o terceiro seguido. 
Veja os melhores momentos da final em vídeo AQUI.





Vamos agora de Vôlei, com a seleção masculina estreando na Liga Mundial diante da Sérvia. Sem Bernardinho, suspenso, foi Rubinho quem orientou as ações da equipe na beira de quadra nos dois jogos diante dos sérvios. Na primeira partida, na sexta-feira, o time demorou para se entrosar e teve dificuldades contra um time mais alto. Os sérvios começaram vencendo por 26/24, levaram a virada em um 25/17 e 25/22, mas empataram com 28/26. No tie-break, 15/11 Brasil.
Na segunda partida, a equipe canarinho se encontrou e teve bem menos dificuldades, vencendo o primeiro e o segundo set em parciais de 25/18 e 25/20. O time perdeu o terceiro set por 25/19, mas os sérvios não aproveitaram o susto que produziram e perderam o quarto set por 25/22. A seleção brasileira ainda fará jogos de ida e volta na primeira fase diante da Itália, Austrália e a própria Sérvia. 




Vamos para as pistas, com mais uma prova da Fórmula Indy em Detroit. No circuito, a prova começou com chuva, que não gerou acidentes nem mesmo para os carros que em algumas ocasiões nem correm no piso molhado. Quando a pista secou, aí sim, os acidentes ocorreram. Hélio Castroneves foi um dos envolvidos em acidentes, tendo abandonado após batida no fim de prova contra Will Power. Quem escapou dos acidentes e teve sorte, de no final uma bandeira amarela aparecer para gerar economia de combustível, foi Sebastian Bourdais. O francês venceu pela segunda vez na Indy e teve Takuma Sato, outro ex-F1, em segundo. No terceiro posto esteve Graham Rahal. 
Veja todos os detalhes da prova AQUI.


Foto: Joe Skibinski/Indycar
Dos Estados Unidos e da Indy para a Stock Car, com prova em Curitiba. No circuito paranaense, quem se deu bem na prova 1 foi Daniel Serra. O piloto da Red Bull, que havia largado em sexto, aproveitou a batida entre os líderes e o Safety Car para ir ao segundo posto. Na relargada, Serra passou Galid Osman e de lá não saiu. Ele ainda teve que segurar a pressão de Marcos Gomes, o segundo colocado. Thiago Camilo terminou em terceiro. Veja tudo da prova 1 AQUI.

Na prova 2, o vencedor foi Júlio Campos. O piloto da casa largou em terceiro, passou Rubinho na largada e já na primeira curva colocou de lado para passar o líder Valdeno Brito. Campos abriu boa vantagem dos adversários e conseguiu uma importantíssima vitória, já que com o triunfo assumiu a liderança do campeonato. Além disso, foi o primeiro curitibano a vencer no circuito. Na prova, o segundo colocado foi Rubinho e o terceiro Popó Bueno. Veja tudo da prova 2 AQUI.



Seguimos o jogo para falar de Campeonato Brasileiro e a sua quarta rodada. No Moisés Lucarelli, a Ponte Preta recebeu a Chapecoense. E a macaca, em grande fase, venceu a Chapecoense por 3 a 1, gols de Biro Biro, Tiago Alves e um golaço do meio de campo de Renato Cajá. A Chapecoense marcou com Gil.

O Coritiba, mesmo em casa, perdeu para o Avaí. O time de fora começou na frente em gol de Anderson Lopes, a equipe da casa empatou com Paulinho, mas Roberto (ex-coxa), marcou o segundo gol avaiano e garantiu os três pontos. Final 2 a 1. 

Em Joinville, o time da casa fez o primeiro gol no campeonato, mas não venceu. Quem saiu na frente foi o Atlético Paranaense, que marcou com Nikão. Douglas Coutinho, ainda na primeira etapa, ampliou o marcador. E na segunda parte, o Joinville diminuiu com Rafael Costa. Com o resultado o furacão é o líder do campeonato, enquanto os catarinenses estão em último.

No jogo das 11 horas da manhã, o Santos recebeu o Sport. O time da casa saiu na frente com Robinho, mas viu o empate dos pernambucanos com Joelinton. O peixe virou com Werley, de cabeça, além de ter perdido um gol feito com Gabigol. Assim, o Sport não desperdiçou e empatou com Samuel Xavier. Ponto importante, que mantém o leão no G-4. 

Na partida que não foi tão ruim assim, o Internacional ficou no zero a zero com o São Paulo.

Outro empate ocorreu entre Goiás e Grêmio. Os tricolores abriram o marcador com Giuliano, mas cederam o empate em gol de Rodrigo, que mesmo caído cabeceou e marcou. 

No clássico paulista, o Corinthians recebeu o Palmeiras. E a fase do timão segue ruim. A equipe pouco jogou e viu o rival vencer por 2 a 0, gols de Rafael Marques de cabeça e Zé Roberto, após dividida vencida contra Cássio. 

No Independência, o Atlético Mineiro provou que a fase segue boa no brasileirão. A equipe recebeu o Vasco e venceu por 3 a 0 com os três gols no primeiro tempo. Os tentos foram anotados por Thiago Ribeiro duas vezes e Dátolo. 

No Orlando Scarpelli, o Figueirense venceu o Cruzeiro e manteve o time celeste na zona de rebaixamento. Marquinhos fez o primeiro do figueira, após desviar chute de Carlos Alberto. O Cruzeiro empatou com Henrique, mas viu o time da casa voltar a frente no placar em gol de Carlos Alberto, que dessa vez marcou sem desvios. 


No clássico carioca, o Flamengo recebeu o Fluminense valendo a saída da zona de rebaixamento. Os tricolores abriram o placar com Fred e ampliaram com Pará, que marcou contra. O mengão diminuiu com Alecsandro, mas Fred, em boa jogada de Gerson, ampliou. O gol de Fred foi o de número 107 na era dos pontos corridos, o que fez o atacante passar Paulo Baier como o maior artilheiro do brasileirão desde 2003. Com a expulsão de Giovanni, do tricolor, o Flamengo foi pra cima e ainda diminuiu com Eduardo da Silva. No entanto, não foi suficiente para evitar a derrota. Final 3 a 2. 


Fique abaixo com os gols da rodada no Gols da Zueira:



Confira também como foi a pontuação das equipes nessa rodada da Liga Nerd Esporte no Cartola FC:




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Até mais!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

As Copas



Salve Salve Nerds!

Voltamos para falar das partidas de volta na Copa Sul-Americana, com o São Paulo, e os dois jogos semi-finais na Copa do Brasil.


Começamos pelo São Paulo, que logo no início levou um baita sufoco do Emelec, já que Bolaños marcou com menos de 40 segundos de jogo o primeiro gol. O tricolor paulista reagiu e fez a virada com Alan Kardec aos 28 e Ganso aos 39 após bom passe de Kaká. A partida parecia encaminhada, mas ele, Bolaños, estava com sorte. Com dois pênaltis para o Emelec aos 3 e 8 minutos, o craque da noite fez os dois gols e virou a partida. O restante do jogo foi com o São Paulo se segurando para não levar mais um gol e os equatorianos sem muita qualidade querendo marcar. Final 3 a 2 e São Paulo classificado para encarar o Atlético Nacional de Medellín. No outro lado teremos o maior clássico argentino, Boca Juniors e River Plate.


Na Vila Belmiro, o Santos precisava reverter o 1 a 0 sofrido pelo Cruzeiro para se classificar a final da Copa do Brasil. Logo com 1 minuto de jogo, Robinho chutou, a bola desviou na defesa e entrou, 1 a 0 peixe. Após ficar 7 jogos sem marcar um gol, Marcelo Moreno anotou aos 7 minutos o gol de empate.O jogo seguiu equilibrado e difícil, principalmente devido a forte chuva. Aos 47 minutos, pênalti duvidoso para o Santos, que Rildo sofreu e Gabriel, o Gabigol, converteu, 2 a 1. Na segunda etapa, o que parecia distante se tornou ao menos por alguns minutos realidade. Rildo, aos 13 minutos, marcou mais um e o Santos fazia 3 a 1, o placar que classificava a equipe. Porém, no final de jogo, aos 35 minutos, Willian fez o segundo. O time da casa seguiu melhor e foi todo ao ataque em busca de mais um gol, que voltaria a os classificar. Porém, no último lance, Willian recebeu ótimo passe de Ricardo Goulart e de cara com o goleiro não perdeu, 3 a 3. Cruzeiro mais que classificado para a decisão mineira da Copa do Brasil.


Com muitos gritos de "Eu acredito" o Atlético Mineiro recebeu o Flamengo no Mineirão, novamente precisando reverter um 2 a 0 levado no jogo de ida. O jogo foi melhor para o galo, que comandava a partida e desperdiçava várias chances, inclusive uma bola na trave de Diego Tardelli. Mas, quem abriu o marcador foi o mengão. Após receber na intermediária, Everton avançou, fugiu da marcação e marcou um belo gol, 1 a 0. No entanto, era o time da casa que estava melhor e a justiça futebolística foi feita com o empate de Carlos após cruzamento de Douglas Santos. Aos 12 minutos, bobeada do Flamengo com passe errado de Eduardo da Silva, na continuação da jogada a bola chegou em Maicosuel, que limpou a marcação e virou o jogo, 2 a 1. Os mineiros seguiram melhores e criando mais, porém faltavam dois gols. Assim como contra o Corinthians, o terceiro gol chegou apenas após os 30 minutos, precisamente aos 36. Marion, que havia entrado na segunda etapa no lugar de Maicosuel, ajeitou de peito para belo chute de Dátolo, 3 a 1. Três minutos depois, cruzamento de Marion na área e a bola sobrou para Luan empurrar para a rede. Era o milagre novamente acontecendo, outro 4 a 1, outra inversão de um 2 a 0, é o Atlético Mineiro entrando para a história e para a final contra o maior rival, o Cruzeiro.
Se há um time da virada, este recentemente é o Atlético Mineiro. Desde a Libertadores do ano passado provando que placares impossíveis não existem quando se está disposto a quebrá-los. Este é o futebol.
Os gols dos 3 jogos citados aqui estão abaixo, no Gols da Zueira:


Até mais!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

As Copas



Salve Salve nerds!




Decisão na Copa do Brasil, e na Copa Sul-Americana (agora aprendi finalmente que é com - ) semi final brasileira. Iniciamos pela Copa Sul-Americana, com a segunda partida entre Ponte Preta e São Paulo. Na primeira partida os campineiros não tomaram conhecimento do tricolor e venceram por 3 a 1. O segundo encontro foi equilibrado no começo, e com o São Paulo enfrentando dificuldades para realizar jogadas mais perigosas na defesa ponte pretana.
A Ponte jogava com o regulamento embaixo do braço, não dando chances ao adversário e jogando no contra ataque em busca de um gol para fechar o caixão tricolor. Em um primeiro tempo bem morno e parado, eis que no final, aos 42 minutos, Uendel cruzou rasteiro na área, Rodrigo Caio cortou. No rebote Leonardo chutou e de novo o zagueiro cortou, porém na volta da bola Leonardo não desperdiçou e abriu o placar em Mogi Mirim.
Na segunda e decisiva parte do jogo para o time de Muricy, mudanças com a entrada de Luís Fabiano e Welliton, assim com 3 atacantes para realizar o milagre da classificação. No entanto, o meio campo não trabalhava nada bem, e as jogadas não aconteciam. Desesperado com o pouco tempo para marcar os gols, o São Paulo errava muitos passes, enquanto a equipe campineira tocava com calma e só não marcou mais gols porque os atacantes estavam com a pontaria não tão boa.
Apenas aos 38 minutos Luis Fabiano fez o gol para o São Paulo, o que não evitou a festa da Ponte, que em sua primeira participação em uma competição internacional está na decisão!
Veja os gols, no replay:




  






No Maracanã lotado, 68 mil torcedores acompanharam a decisão, destes, 60 mil eram flamenguistas, e empurraram o rubro negro carioca pra cima do Atlético Paranaense. Jogo tenso e nervoso para as duas equipes, e principalmente para o furacão, que parecia ter sentido a pressão do estádio e errava muitos passes. Além do nervosismo, Everton, suspenso, foi substituído por Felipe, porém o jovem meia não correspondeu nem um pouco às exigências de uma partida como essa e falhava muito na marcação do meio campo flamenguista.
Com o meio e a criação de jogadas comprometidos, o time paranaense pouco fez no primeiro tempo, apostando muito em Marcelo, que era bem marcado. No lado do Flamengo quem estava inspirado era Luiz Antonio, que chutou obrigando boa defesa de Weverton, logo no começo de jogo. Com o meio truncado, as chances eram poucas, no entanto a vantagem dos cariocas os fazia poder esperar por mais oportunidades no futuro.
Além de outras finalizações, Luiz Antonio protagonizou o lance mais perigoso do primeiro tempo, quando cobrou falta e a bola caprichosamente bateu na junção da trave com o travessão, para delírio da torcida. Vagner Mancini arriscou para o segundo tempo e colocou Dellatorre no lugar de Felipe, para melhorar a armação de jogadas. Jaime de Almeida colocou Diego Silva para reforçar o meio, e nem precisava, pois o time paranaense estava apagado e pouco fazia.
Achando enfim o espaço que queria, o Flamengo apostou nos contra ataques em cima do desesperado Atlético, que se lançou ao ataque em busca do gol. Hernane quase marcou um golaço, ao mandar um voleio incrível para defesa de Weverton. Mas, o gol não demorou para vir, e em jogada de Paulinho, dando drible no zagueiro, o passe veio rasteiro para Elias, livre na área, chutar e carimbar a faixa de campeão, 1 a 0.
Ainda tentando empatar e assim levar o jogo para as penalidades, o espaço só aumentava na defesa atleticana. Com isso, em outra jogada de Paulinho, a bola sobrou para Hernane, meio de voleio, meio caindo, chutar e marcar o segundo gol, para euforia e comemoração dos torcedores e jogadores.
E assim terminou, 2 a 0 Flamengo, que quando ninguém acreditava em uma possível ida para a Libertadores, hoje vê uma equipe organizada por Jaime de Almeida. Para consolo atleticano, a vaga deverá vir pelo brasileirão.
Os gols e a festa:








Infelizmente não houve tempo hábil para falar da Liga dos Campeões, mas você confere AQUI como foi a rodada.


Até mais!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Análise Analítica da Copa do Brasil



Salve Salve nerds!




Semana que vem, quarta-feira, teremos a grandiosa final entre dois rubro negros do futebol brasileiro. O Atlético Paranaense, campeão nacional e vice da Libertadores, e o Flamengo, seis vezes campeão nacional e uma vez continental e mundial.
Mas, para essa decisão nada disso entra em conta, ou muito pouco. Vamos agora para a análise das campanhas desses dois grandes times:


Recém voltando da segunda divisão, o Atlético abriu mão do campeonato estadual, e o disputou com o time sub 20/23. Foi vice-campeão, mas preservou os titulares para o restante da temporada, além de revelar jogadores para o elenco profissional. Assim, o furacão paranaense fez justamente sua primeira partida oficial no ano, com a equipe titular, na estreia da Copa do Brasil.
A primeira partida foi contra o Brasil de Pelotas, e havia toda a desconfiança de como o time jogaria, se não seria um desastre ter deixado de lado os principais atletas do elenco no estadual. Os paranaenses não tiveram das melhores atuações, porém foi o suficiente para sair de Pelotas com 1 a 0, gol de Elias. Na volta quem apareceu foi o maestro e um dos destaques do então acesso a série A do time, Paulo Baier. O veteraníssimo meia entrou, marcou um gol e deu passe para o gol de Everton. Final 2 a 0 no Ecoestádio.
Segunda fase e pela frente o América de Natal. Em um estádio preparado as pressas para a partida, e com algumas partes inacabadas, o furacão não tomou conhecimento do adversário, e atropelou o América como se não houvesse amanhã. Com direito a dois gols do artilheiro Éderson, o Atlético goleou o time potiguar por 6 a 2, e nem precisou de jogo de volta em Curitiba.
Próxima fase e novo adversário nordestino, desta vez o Paysandu. Na partida de ida o rubro negro segurou o ímpeto da massa do papão, e saiu satisfeito com o empate por 0 a 0 em Belém. A volta foi no mais novo alçapão atleticano, a Vila Capanema. Com a Arena da Baixada em reformas para a Copa do Mundo, o estádio do Paraná Clube se tornou uma opção para públicos maiores e em um local melhor para a torcida. O novo alçapão deu resultado, e Paulo Baier, no primeiro tempo, juntamente com Marcelo, na segunda etapa, mataram o jogo. O Paysandu descontou com Zé Antônio, o que não adiantou muito. 
Se havia uma asa negra, no caso alviverde, no caminho atleticano em Copas do Brasil, este é o Palmeiras. Nos últimos anos o alviverde se acostumou a eliminar o adversário do Paraná, e novamente os dois se encontraram. A primeira partida foi movimentada, e o Palmeiras chegou ao gol com Vilson. Mas, o Atlético jogou muito melhor e desperdiçou chances claras de gol.
O trunfo rubro negro era a Vila Capanema, e na volta a partida foi um show, um show do time da casa. Sem dar espaços ao Palmeiras, os atleticanos foram totalmente para cima e bombardearam a defesa paulista. O primeiro gol saiu com Éderson, no final do primeiro tempo, e depois Paulo Baier ampliou, além de novamente Éderson completar a classificação e fim do tabu.
Quartas de final e agora o grande adversário era o Internacional. Primeira partida em Novo Hamburgo, mas quem se sentia em casa era o Atlético. Não demorou muito e Paulo Baier, em cobrança de falta, marcou para o furacão. O jogo seguia tranquilo, mas Otávio salvou o Inter da derrota e levou o time ao empate. A segunda partida foi tensa, com os colorados pressionando muito e tentando o gol salvador. Se segurando, o Atlético conseguiu manter o placar zerado, e assim se classificou por ter marcado fora de casa.
Se já bastava um gaúcho, eis que o Grêmio apareceu no caminho. O primeiro jogo da semi final foi na Vila Capanema lotada, mas os torcedores viram um jogo feio, truncado e sem muita criatividade dos dois lados. O Grêmio não contava com Kléber, Barcos e outros desfalques, se recolhendo mais ainda na defesa. Em lance iluminado de Éderson, o atacante cruzou, e Dellatorre cabeceou para marcar, e garantir o gol da vitória. Em Porto Alegre a pressão era enorme, e os tricolores tentaram, e tentaram e chutaram, mas pararam em Weverton, o goleiro que fez milagres e garantiu o time da baixada na sua primeira final de Copa do Brasil em 89 anos de história.


O Flamengo iniciou sua trajetória, a sua lenda do herói, no Pará. Contra o Remo, havia ainda muita desconfiança sobre o time carioca, pois foram precocemente eliminados no estadual, e tinham atuações desastrosas. A partida contra os paraenses não foi boa também, mas Rafinha salvou o time e marcou belo gol, dando ao 1 a 0 um grande valor.
Na volta, em Volta Redonda, eis que surgiu o artilheiro do ano, o atleta decisivo nos momentos mais difíceis, ele Hernane. Mostrando a que veio, o atacante marcou singelos 3 gols contra o Remo, algo que não acontecia no time carioca haviam mais de dois anos. Com essa atuação meteórica de Hernane, o Flamengo se embalou. 
Ainda no Nordeste, o rubro negro carioca foi ao encontro do Campinense, na Paraíba. Mesmo melhor em campo, o Flamengo tomou um susto, e levou um gol do Campinense, anotado por Jeferson Maranhense. Quem garantiu a virada foi Renato Abreu, que nem atua mais pelo clube, e que marcou na ocasião dois gols de falta. Em Juiz de Fora, o jogo de volta para os dois. Novamente o placar foi 2 a 1, com gol contra paraibano, e empate paraibano, mas com golaço de virada, de Elias. 
Terceira fase, e o Nordeste novamente no caminho flamenguista. Contra o ASA de Arapiraca, o clube carioca não estava bem, e passava dificuldades. Eis que, arriscando, Mano Menezes colocou o jovem Nixon no segundo tempo. E o atacante não desperdiçou a oportunidade, dando passe para Marcelo Moreno, além de ampliando ele mesmo marcando o segundo gol.
A volta, sim, em Volta Redonda, foi tranquila, e Elias marcou ainda no primeiro tempo, obrigando o adversário a marcar 3 gols para se classificar. O ASA empatou, porém Marcelo Moreno virou o placar e deu mais uma vitória ao Flamengo.
Oitavas de final, e um dos grandes confrontos da competição até ali, Cruzeiro e Flamengo. Jogo equilibrado entre os dois, mas em casa o Cruzeiro tinha leve domínio do jogo. Ainda no primeiro tempo, Willian marcou para o time celeste, e Everton Ribeiro fez uma pintura, um golaço, e ampliou a vantagem. Quando tudo parecia tranquilo, Dedé tratou de colocar drama e emoção ao confronto, e bobeou mortalmente dando o gol para Carlos Eduardo. Assim, na volta, no Maracanã, o Flamengo precisaria apenas vencer por 1 a 0 para se classificar.
Com um Maracanã lotado, o Flamengo dominou as atitudes da partida, e não parecia estar enfrentando o que seria o nosso virtual campeão nacional. Vários lances polêmicos marcaram a partida, principalmente prejudicando o Flamengo. A classificação parecia estar escapando, mas Elias, que era dúvida por estar machucado, mesmo não estando 100%, foi para o jogo e marcou, na bacia das almas, o gol da vitória, e da vaga. 
Nas quartas de final, um clássico carioca contra o Botafogo de Seedorf. O primeiro encontro foi marcado pelo equilíbrio, com o Flamengo dominando a primeira etapa, e o Botafogo a segunda. André Santos marcou para os flamenguistas e Edilson empatou, deixando a decisão para o segundo confronto no Maracanã. Se o equilíbrio havia marcado o primeiro jogo, o artilheiro depois da reforma do Maracanã apresentou seu cartão de visitas ao rival. Hernane, mais do que inspirado, marcou os 3 primeiros gols do rubro negro, e Léo Moura ampliou para 4 a 0 a goleada que afundou o rival na competição.
Semi final e confronto contra o Goiás, do rechonchudo Walter. O atacante havia prometido deitar e rolar contra o adversário carioca, mas... nem teve condições físicas de entrar em campo, por estar lesionado. Sem esse trunfo, o Goiás não conseguiu atuar bem em seus domínios, e o Flamengo venceu por 2 a 1, com gols de Paulinho, ainda no primeiro tempo, e Chicão, para a virada no placar, aos 40 do segundo tempo. Vitor havia empatado para os goianos na primeira etapa.
O Maracanã estava lotado, e a torcida não parava de entoar os gritos ao Flamengo. O time era melhor em campo, comandava as atitudes, e mesmo assim levou o gol do Goiás, marcado por Eduardo Sasha. Se achavam que o gol abalaria as estruturas rubro negras houve engano, pois o time continuou martelando a defesa goiana. Hernane e Elias, ainda no primeiro tempo, viraram o jogo, e assim tranquilizaram os torcedores. No final houve tempo para deitar e rolar no gramado do estádio.


Para o confronto entre os dois, vemos um Flamengo especialista em mata-matas, e principalmente na Copa do Brasil. O time está em sua sexta final, e empurrado pela torcida sabe que pode assim chegar a Libertadores. Não tem o melhor elenco, mas Elias, Hernane e o incentivo do técnico Jayme tem dado força a equipe para ser campeã.
No lado atleticano, também não há grandes destaques individuais, mas a equipe é muito bem armada por Vagner Mancini, que consegue equilibrar a defesa com o ataque, e principalmente o contra ataque, com toques rápidos e precisos. Vagner trouxe jogadores desacreditados, promessas da base, e acreditou em Paulo Baier, que estava sendo deixado de lado. As apostas deram certo, e o time é vice líder do brasileirão, e finalista da Copa do Brasil, retrospecto invejável e que mostra o poder de planejamento da instituição quanto a preservação dos titulares no início da temporada.
Com duas equipes fazendo a diferença em seus domínios, a final deverá ser decidida nos detalhes e em um lance individual ou falha individual. É complicadíssimo se prever o campeão, mas por decidir em casa o Flamengo pode levar vantagem, caso consiga segurar o furacão na Vila Capanema. Enfim, nada de profecias, rs.


Até mais!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Brasileirão 2013 - Rodada 25



Salve Salve nerds!





Mais uma rodada do Campeonato Brasileiro, com líder atropelando quem atropelou na última rodada, fiéis vencendo depois de N rodadas. Cruzmaltinos fazendo milagre e afundando o tricolor paulista, e muito mais!

Cruzeiro x Portuguesa:
No Mineirão, o líder encontrava a inspirada Portuguesa para o que seria um jogo equilibrado. A partida até começou equilibrada, com a Portuguesa assustando em um chute de Luis Ricardo, porém em bobeada da defesa lusitana, o Cruzeiro não desperdiçou. Borges mandou forte chute, Lauro defendeu, a bola bateu na trave e tirou o goleiro do rebote, e na sobra Éverton Ribeiro mandou pras redes.
Com o gol, o líder do brasileirão foi pra cima, e sufocou a lusinha por 10 minutos de muitos toques rápidos e jogadas de pé em pé. Até que, aos 15 minutos, mais um chute na trave, desta vez de Ricardo Goulart, e no rebote, de novo com bobeada da defesa portuguesa, Borges aproveitou e marcou o segundo gol. Borges quase ampliou lances depois, e os paulistas chegaram duas vezes, mas não foi o suficiente para marcarem.
Aos 27 minutos, Borges tabelou com Éverton Ribeiro, e em cruzamento do atacante Willian aproveitou em chute de primeira. Em bobeada da defesa, Willian tomou a bola e fez um contra ataque mortal, a bola ficou no bate rebate depois de chutes de Éverton Ribeiro, e na sobra Borges, ele de novo, marcou.
O restante da partida e o segundo tempo foram pura enrolação, pois com 4 a 0 garantidos e um nocaute no adversário já eram suficientes para nada mais acontecer.
A goleada, no replay:


Santos x São Paulo:
Na Vila Belmiro, um clássico. Santos e São Paulo se encontraram em situações opostas. Tentando se aproximar do G-4, o time da baixada jogava mais tranquilo, mas o adversário da capital estava nervoso e lutava contra o Z-4.  O São Paulo chegava pouco, mas mesmo assim Luis Fabiano chutou e obrigou Aranha a fazer grande defesa. Os santistas chegavam de longe, e chutavam com Thiago Ribeiro, Willian José e Cícero, o trio ofensivo do Santos. Aproveitando-se da desorganização defensiva são paulina, o Santos apostou nas bolas paradas, e aos 22 minutos, Edu Dracena completou para o gol escanteio cobrado, sem chances para Rogério Ceni.
Após o gol o peixe teve chances de ampliar em contra ataques puxados por Thiago Ribeiro, porém desperdiçou as oportunidades. Somente no final do primeiro tempo o São Paulo acordou, e foi quando o adversário teve Alison expulso, após falta violenta. Com mais espaço o tricolor criou mais, porém foram apenas alguns minutos do final do primeiro tempo.
Para a segunda etapa, Claudinei Oliveira mostrou todo seu olhar tático, e mudou o Santos para suportar a ausência de um jogador, e fez duas linhas com 4 jogadores e marcação especial em Ganso e Jadson, evitando perigos no setor criativo do adversário. Jogando apenas no contra ataque, o time da baixada chegou ao segundo gol. Cicinho avançou pela lateral, passando nas costas do marcador, e cruzou para Thiago Ribeiro, que tocou tirando Rogério do lance, 2 a 0.
Muricy tentou mudar a equipe, colocando Aloisio e Lucas Evangelista, e nada mudou. O esquema defensivo santista era eficiente, e no final, para coroar o trabalho de Claudinei, Cicinho fez outra ótima jogada pela lateral, avançou e cruzou para Léo, o lateral, chegar sozinho, entre dois marcadores e fazer o terceiro tento santista. Final 3 a 0, fora o baile tático.
Os gols:


Corinthians x Bahia:
Em Mogi Mirim, pois o timão foi punido novamente, Corinthians e Bahia se encontraram. O timão buscava uma reação, pois a 8 jogos não vencia, e o Bahia queria se manter longe da zona de rebaixamento. Tite arriscou e colocou Emerson, Guerrero e Pato no ataque, e os 3 infernizavam a defesa baiana. O Bahia isolou seus 3 atacantes, e o meio campo não conseguia fazer a ligação das jogadas para os centroavantes.
Mesmo com zagueiros jovens, Cleber e Felipe, e Alessandro improvisado na lateral esquerda, o Corinthians não teve sustos na defesa. Aos 20 minutos, escanteio para o timão. Emerson cobrou, Guilherme desviou e Guerrero cabeceou para quebrar o jejum de quase 400 minutos sem gols marcados pelo time. Comemoração eufórica do atacante peruano com os companheiros.
Aliviado com o gol e com Guilherme fazendo boa função, mesmo não sendo o Paulinho, o time seguia dominando as ações e não tinha dificuldades para estar vencendo o Bahia. Aos 41 minutos, em novo escanteio, desta vez quem apareceu foi Cleber, e o estreante marcou para delírio da fiel torcida, que via ali a vitória garantida.
Na segunda etapa o Bahia até tentou reagir, mas a marcação corinthiana era eficiente, e até Alexandre Pato voltava na marcação, às vezes indo até a linha de fundo para evitar as jogadas pelas laterais. Final 2 a 0, e total alívio para o Corinthians, que renova as esperanças no G-4, enquanto o Bahia se preocupa novamente com o rebaixamento.
Os gols:


Coritiba x Flamengo:
No Couto Pereira, Coritiba e Flamengo se encontraram. Em jogo truncado e atrapalhado pelo gramado molhado, o Coritiba errava muito, e fazia muitas faltas, até Bill voltava e cometia faltas, e Germano fez terrível falta em Carlos Eduardo. Os cariocas eram melhores, e conseguiam criar mais, principalmente com Elias e André Santos, e André fazia as vezes de atacante, quase marcando após cruzamento de Hernane e cabeçada para fora quase em cima da linha. Após a jogada o jogador reclamou, pedindo que a bola tivesse sido rasteira.
O Coritiba criou muito pouco, e na praticamente única chance, Robinho perdeu um gol feito, em cabeçada errada por cima do gol. Para calvário coxa branca, aos 46 minutos André Santos recebeu na área, girou e chutou rasteiro no canto, 1 a 0 Flamengo. Ainda atordoado, o coxa levou o segundo golpe flamenguista. Depois de lances bisonhos e bizarros na área, furadas e erros incríveis, a bola sobrou para Chicão, no canto da área, cruzar para Wallace marcar o segundo do Flamengo, 2 a 0 e nada do time da casa.
Péricles Chamusca, o estreante técnico no Coritiba, tentou mudar o time, mas encontrou um Flamengo mais fechado ainda, pois Jayme de Almeida colocou dois volantes para segurar o ímpeto do adversário paranaense e assim garantir a vitória. Hernane ainda perdeu boas chances, e Paulo Victor salvou o time rubro negro em defesa com o rosto. Final 2 a 0 Flamengo e crise no Coritiba, que teve Germano expulso justamente e ouviu gritos de "queremos jogador" no final do jogo.
Os gols:


Vasco x Internacional:
Em Macaé, pois o Vasco também foi punido pela confusão de torcedores com os torcedores corinthianos, o time enfrentou o Internacional, que vinha a 3 partidas sem vencer. Os vascaínos estavam empolgados, mas levaram susto quando Diogo Silva quase entregou um gol para o Inter. Porém, voltando a parte boa pro Vasco, Juninho fez boa jogada, tocou para Marlone, e o jogador cruzou para Edmilson abrir o placar, aos 9 minutos.
D'Alessandro, provocado pela torcida vascaína, respondeu em campo, e em duas jogadas mudou o panorama da partida. Em uma delas tocou para Kléber, e o lateral mandou certeiro cruzamento para Jorge Henrique empatar. Quase virando a partida, D'Alessandro tocou para Caio, mas o atacante perdeu cara a cara com o goleiro Diogo Silva. O Inter dormiu novamente, e D'Alessandro reclamava mais do que jogava, além de Dorival Júnior ter colocado André no lugar de Dakson, que saiu machucado.
O resultado aconteceu, e André tabelou com Marlone, que deixou o atacante na cara do gol, e ele não desperdiçou, 2 a 1. Na segunda etapa Forlán entrou, e criou boa jogada para o chute de Jorge Henrique, mas Diogo Silva fez milagre. Mesmo com Forlán, o colorado não conseguia muitos espaços diante de um Vasco bem postado, e que tentava surpreender nos avanços do lateral Fágner. A insistência cruzmaltina foi recompensada, e Willie, que havia entrado no segundo tempo também, recebeu lançamento de Cris, e sozinho com Muriel marcou o gol da vitória. Final 3 a 1 Vasco, e assim o time sai do rebaixamento, empurrando o São Paulo.
Os gols:



Fique agora com a classificação da Liga Nerd Esporte no Cartola FC:


Até mais!

sábado, 20 de julho de 2013

Que Drible!

Salve Salve nerds!

No futebol, além do gol há vários momentos de emoção e de alegria por parte dos torcedores. Um desses momentos é o drible, que muitos não valorizam tanto por chamarem de "firula" ou enrolação do jogo em momentos importantes, mas é um grande diferencial para surpreender o adversário. Trazemos alguns exemplos de dribles que além de sua plasticidade tem sua objetividade, o seu foco em se aproximar do gol, confira:

Começamos com o Barcelona, e por lá não é só de Messi que se vive. No time feminino do clube a qualidade e a habilidade também estão presentes, e a atacante do time fez um drible incrível, além de driblar a goleira e marcar o gol. Veja a pintura:


Agora, um dos dribles que mais gosto, do valoroso jogador Bergkamp, quando atuava no Arsenal. O atacante é um Dodô versão europeia, é o artilheiro dos gols bonitos, e em um jogo contra o Newcastle ele fez um gol digno de replays e replays e replays para entender como ele conseguiu realizar a façanha. Veja com seus próprios olhos do que Bergkamp é capaz:


Mais ou menos como o drible de Bergkamp, a craque Marta chegou bem perto do que o ex-Arsenal fez, e melhor, em um jogo da Copa do Mundo de Futebol Feminino contra os Estados Unidos. A exemplo do vídeo anterior, ela usou o drible para marcar mais um gol da goleada brasileira sobre as estadunidenses. Veja no replay:



No extinto Torneio Rio-São Paulo clássico entre São Paulo e Palmeiras, em 2002, no Morumbi. O jogo foi vencido pelo Palmeiras, por 4 a 2, mas ninguém se lembra do placar ou se venceu ou perdeu, e sim da pintura, do golaço com autoridade feito por Alex, então jogador do alviverde paulista. Alex, após receber passe na entrada da área dá um chapéu no zagueiro e depois dá outro em Rogério Ceni, para fazer um dos gols mais bonitos e mais difíceis já vistos.
Confira a obra prima:


O narrador já gritou gol antes mesmo do segundo chapéu de Alex


Em 2011 foi ressucitado o antigo desafio entre Brasil e Argentina, que era chamado de Copa Roca e atualmente é o Superclássico das Américas. Na primeira partida do Superclássico nada de interessante havia acontecido, e Leandro Damião resolveu fazer seu espetáculo e aplicou no adversário a chamada lambreta, ou carretilha, ou o nome que você chama aí em sua região, e por muito pouco não resultou em um golaço do atacante da seleção brasileira. Veja ou veja novamente, no replay:





Fechando com chave de ouro, um gol premiado, o gol de Neymar que foi eleito o gol mais bonito de 2011 em eleição da FIFA. Em uma partida espetacular, um 5 a 4 do Flamengo contra o Santos, Neymar fez um gol em bela jogada individual e utilizando de toda a habilidade em curto espaço de tempo fez um dos 4 gols do Santos na derrota que teve gosto de vitória para o atacante.
Se você não viu os lances do jogo também recomendo bastante, abaixo o gol do camisa 11:




Até mais!

terça-feira, 28 de maio de 2013

NBB 2013 - Afinal a Final

Salve Salve nerds!

Falamos de Novo Basquete Brasil, a competição nacional do basquete brasileiro, que chega a sua final. Este ano, Flamengo e Uberlândia decidem o NBB, no próximo sábado 01/06 , e em jogo único na Arena da Barra, no Rio de Janeiro. Falaremos dos caminhos que os rubro negros e mineiros tiveram ao longo da competição, e o que os qualificou para essa decisão.
O Flamengo teve a melhor campanha da primeira fase, com um recorde de 23 jogos seguidos sem derrotas,  e venceu os dois confrontos contra o rival da final. Passou absoluto em primeiro lugar, com 88 pontos, e assim garantiu o direito de decidir em casa, no caso de necessidade dos 5 jogos dos mata-matas, e de ter 3 dos 5 jogos em casa também.
Nas quartas de final o Flamengo passou com um 3 a 0 tranquilo contra o Paulistano. A dificuldade maior veio na semi, contra o São José, onde se classificou apenas na última partida das 5. O destaque do time é Duda Machado, que foi decisivo ao time,  com suas precisas cestas de 3, e vem quebrando o galho de seu irmão Marcelinho, que está machucado.
No Uberlândia, terceira melhor campanha da primeira fase, com 73 pontos, atrás apenas de Brasília e Flamengo. O clube teve apenas 9 derrotas, nos 34 jogos dessa fase. Entre quartas de final e semi-final, o clube não perdeu nenhuma partida fora de casa, e na semi-final precisou apenas de 3 jogos para se garantir na finalíssima. Vale lembrar que os 4 primeiros já estavam classificados para as quartas de final, então nos playoffs o Uberlândia perdeu 2 jogos, os dois em casa contra o Pinheiros. Na semi-final a vitima foi o Bauru, que não venceu nenhuma dos mineiros e perdeu de 3 a 0.
A final promete ser equilibrada, pois o Flamengo vem com um retrospecto todo da primeira fase, e toda a sua tradição no basquete, do lado do Uberlândia, o fato de ter a experiência do técnico Hélio Rubens, que fez o time não perder fora de casa nos playoffs e tem em seu filho, Helinho, uma das forças do time.
Jogão, e que vai passar sábado na tv aberta, segundo o que estão dizendo, então vale a pena acompanhar a final do NBB, que promete!
Todo o retrospecto, e todos os dados do campeonato deste ano, você confere no site oficial da LNB, a Liga Nacional de Basquete, clicando AQUI.


Quem leva?


Até mais!

terça-feira, 30 de abril de 2013

O Terceiro Manto

Salve Salve nerds!

Virou moda no futebol, ou mania, ou até ação de marketing, mas vamos falar dos sucesso e dos insucessos das terceiras camisas feitas por alguns times de futebol.
Alguns discutem ainda, se é válida a ideia de fugir das tradicionais cores e formas do clube para aumentar as rendas do clube, e pode se dizer que é mais do que válido, na medida certa é claro. Na Espanha, Inglaterra, Alemanha, e outros gigantes do futebol europeu, a renda com camisas de seus clubes, inclusas as terceiras camisas, geram receitas milionárias e se tornaram uma grande fonte financeira. No Brasil, a compra de camisas se torna algo deficitário, devido aos altos preços praticados, que encarecem qualquer marketing bem feito pelos clubes.
Falando agora mais do lado estético, recentemente tivemos produções marcantes, como a camisa roxa do Corinthians, ou a verde limão do Palmeiras, e nem podemos falar da especial do dia do rock que o Brasiliense apresentou... bom, confira abaixo elas:

corinthiano roxo...

quase brilha no escuro

a original, e as duas obras primas homenageando o rock

No final de semana, inclusive, tivemos uma nova camisa que gerou discussão. A camisa do São Paulo foi lançada, para ser usada por apenas uma partida, pois o estatuto do clube não autoriza o uso além das duas camisas previstas nele. A camisa, vermelha, sinceramente parecia estar ao avesso, quando segundo os criadores e o clube foi para lembrar a finalização da instalação das cadeiras vermelhas no estádio do Morumbi.
O curioso é que o primeiro lote produzido já foi vendido, vai entender...
Confira e tire suas próprias conclusões:




Outro que inovou no uso do uniforme foi o Olympique de Marseille, e eles foram bem criativos, pois a camisa do time pode ser usada dos dois lados, estilo aquela jaqueta que você teve quando era adolescente, ou que você sempre quis ter. E os franceses capricharam no equipamento, e ficou bonita, confira:


A intenção era das melhores, homenagear as origens do Flamengo, que usava como cores o azul e o amarelo. Entretanto, a produção não foi requintada, nem refinada, e nem o próprio time continuou utilizando a terceira camisa.
Abaixo o uniforme:





E se falam que no Brasil não se produzem terceiros uniformes bonitos e estilosos, podemos dizer que isso é um engano. O Corinthians, aprendendo com o erro da camisa roxa, produziu novo uniforme em homenagem a São Jorge, padroeiro do clube. Na lateral da camisa há uma imagem do santo, e a camisa é cor vinho, diferente do normal também. Foi tão bem vista fora do país que foi eleita a camisa mais bonita de 2011 por um site inglês.
Confira a camisa campeã:



Quem abusa sempre das cores extravagantes, ou de combinações bem diferenciadas é o Barcelona. Os catalães não poupam no estilo e já chegaram a lançar camisetas estilo marca texto, e hoje apostam no estilo monocromático. Confira:


Com camiseta diferente ou não, o que queremos é o bom futebol e bons jogadores não é mesmo?


Até mais!

sábado, 2 de março de 2013

Zico x (60)

Salve Salve!
Nessa semana, um dos maiores jogadores da história do Brasil, e do mundo, completa 60 anos. Foi ele, o maior craque da história do Flamengo, Zico, ou Arthur Antunes Coimbra.
Em sua carreira, Zico atuou por Flamengo, Udinese e Kashima Antlers. Marcou mais de 700 gols, e apenas no Flamengo, anotou mais de 500. Os números são controversos, por isso o arredondamento.
No quesito títulos, apenas a Copa do Mundo não foi vencida pelo galinho, porém enquanto jogador de clubes, venceu tudo pelo Flamengo. Dentre os títulos estão: 1 Copa Libertadores, 1 Mundial de Clubes, 4 Campeonatos Brasileiros e 6 campeonatos cariocas.
Zico foi também técnico, e o maior destaque foi quando levou o Japão para uma Copa do Mundo, e quando foi técnico do Fenerbahce e do CSKA da Rússia.
Eu, e talvez você, não teve a oportunidade de ter visto o galinho jogar, mas o Globo Esporte deu uma força, e abaixo temos 60 lances importantes da carreira desse astro do nosso futebol.
Confira:


Até mais!
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