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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Favoritos começando a Copa com dificuldades



No final de semana de Copa do Mundo, tivemos a estreia de França, Argentina, Alemanha e Brasil. As campeãs mundiais não tiveram vida fácil contra Austrália, Islândia, México e Suíça, adversários teoricamente superáveis por seleções colocadas por muitos como favoritas para a conquista do mundial. A primeira fase serve para se classificar, não para apresentar logo de cara o melhor futebol, mas no caso dessa Copa, o equilíbrio nos jogos parece ser uma tônica. 

França

Foto: Twitter/FIFA

Os franceses vieram com a expectativa nos talentos de Mbappé, Griezmann e Pogba, que comandam uma seleção de jogadores com renome nos principais clubes europeus. No entanto, o que o time apresentou em campo foi aquém do imaginado. Se percebia pouca mobilidade dos jogadores para buscar mais a tabela e os avanços, fazendo com que o time apenas rodasse a bola a procura de espaços e não os criasse. Tanto que o time iniciou o jogo sem uma referência no ataque, com Griezmann sendo o homem centralizado, e depois colocou Giroud para tentar mais efetividade.

Diante da Austrália, que tem suas qualidades, mas no papel não superaria os franceses, o time campeão de 1998 ficou devendo e saiu com muito lucro com a vitória, porque pelo futebol não foi tão merecido o triunfo. Destaque também para o fator decisivo do VAR, que colaborou para a marcação dos dois pênaltis e a tecnologia da linha do gol, que confirmou o gol contra australiano. 


Argentina

Foto: Twitter/FIFA

Os hermanos encararam a Islândia na estreia e tiveram bastante dificuldade. Jogando sempre buscando Lionel Messi, a Argentina encontrou os adversários e estreantes na Copa jogando totalmente fechados e apostando no contra ataque. Como os lances procuravam excessivamente o camisa 10 argentino, os islandeses cercavam o jogador e evitavam que ele criasse mais perigo. Messi precisava começar, conduzir e chegar para finalizar as jogadas tamanha a dificuldade de jogo dos argentinos.

O time poderia ter dado até mais sorte, mas Messi perdeu o pênalti que daria a vitória. Nos números, a Argentina teve 27 chutes feitos, com 7 indo pro gol, enquanto a Islândia chutou 8 e mandou 2 pro gol. A posse de bola argentina foi de 77%, mas que não se converteu em perigo real aos islandeses pela verdadeira muralha defensiva que conseguiu ter sucesso em bloquear os adversários. Para os próximos jogos, a Argentina precisará jogar com os outros jogadores e não centralizar tudo em Messi, para que o 10 apareça no momento certo para decidir. 

Alemanha

Foto: Twitter/FIFA

Na estreia da atual campeã mundial, muitas surpresas e a vitória mexicana. Os alemães jogaram durante o tempo todo na base dos toques e procurando o melhor espaço para o chute, mas encontraram uma defesa mexicana bem postada e o goleiro Ochoa, que na seleção parece outro goleiro, salvando tudo. Foram nove chutes a gol alemães contra quatro mexicanos. O que os alemães não esperavam era o estilo de jogo do México, que conseguia ser perigosíssimo nos contra golpes, saindo com muita velocidade e encontrando a defesa alemã aberta, já que o time joga adiantado. 

Se os atletas mexicanos tivessem mais paciência e qualidade o placar poderia ter sido até maior, tamanha a quantidade de contra ataques e chances de gol perdidas. Muito se fala da efetividade alemã e da paciência para criar e encontrar o gol, não vimos isso acontecer de maneira concreta e poderemos ver alguma mudança no time para os próximos jogos, que precisarão ser vencidos caso a seleção queira passar de fase. 

Brasil

Foto: Twitter/FIFA

A seleção brasileira estreou ontem e fez dois tempos bem distintos. No primeiro, tinha o futebol que nos acostumamos na era Tite, com passes, chances boas criadas, criatividade e efetividade. A Suíça pouco conseguiu fazer diante do bom volume de jogo brasileiro. Mas, na segunda etapa, o espaço para o time suíço ficou maior e o adversário dos brasileiros começou a criar maior perigo, culminando no gol de Zuber. Após o gol, a equipe brasileira se transformou e ficou muito pouco criativa, jogando muito com Neymar, que chamava os lances para a individualidade e era parado pelos marcadores suíços, muitas vezes com falta. O atacante sofreu 10 das 19 faltas que a seleção sofreu no jogo. 

Além do abalo sofrido com o gol, Tite acabou tirando Casemiro para ele não levar outro cartão e colocou Fernandinho, além de colocar Renato Augusto e mais a frente, aos 30 minutos já, escalar Firmino. Principalmente Renato e Fernandinho foram opções que não colaboraram para que o Brasil tivesse mais volume e efetividade para buscar a vitória. Muito se criticou a arbitragem e que o VAR não teria sido chamado para os lances polêmicos, mas o Brasil ficou devendo em campo e a arbitragem não pode ser culpada pelo empate. 


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Copa do Mundo - Dia 20



Salve Salve Nerds!



Último dia de oitavas de final, com mais emoção no pacote e dois jogos com goleiros brilhando. Confira, mas antes consulte o cardiologista:





Na Arena Corinthians, a Argentina encarou a Suíça. O começo de confronto foi equilibrado, com os times se estudando e tentando encontrar espaços. Com a partida morna, o balão do zagueiro Rodriguez sobre Lavezzi virou atração. Messi era bem marcado, então conseguiu fazer um lance de destaque na bola parada, levantando para Higuaín cabecear por cima do gol. Shaqiri, o craque suíço, fez ótima jogada na lateral e tocou para Xhaka, que chutou para ótima defesa de Romero. Lichtsteiner tentou de longe e o goleiro argentino defendeu também. Os hermanos não conseguiam manter um jogo intenso, Di Maria era o destaque do time mas sozinho não fazia o time jogar. Em outra grande jogada de Shaqiri, o jogador lançou Drmic, que na diagonal poderia dominar, chutar, mas quis encobrir o goleiro, chutando fraco e praticamente recuando a bola nas mãos do goleiro Romero. 
Na segunda etapa a Argentina seguia procurando o jogo centralizado em Messi, que distribuía os passes mas esbarrava na boa marcação adversária. Romero, não tão atento assim, defendeu em dois tempos uma falta cobrada por Shaqiri, assustando a torcida argentina. Os argentinos começaram a ter espaço nas laterais, principalmente com Rojo e Di Maria, que quis até inventar um cruzamento de letra. O mesmo Rojo cruzou para Higuaín, que cabeceou e Benaglio precisou trabalhar pela primeira vez. Messi, enfim, conseguiu fazer a sua tradicional jogada, limpando os marcadores na entrada da área, chutou rasteiro e Benaglio espalmou, voltando a bola para Palacio, que chutou nos marcadores. No fim de jogo Messi começou a ter espaços, porém os companheiros não ajudavam e não completavam bem as assistências do craque argentino. E, mais uma vez, fomos para a prorrogação. A Suíça começou melhor, com posse de bola e bons dribles, mas o juiz não ajudava e chegou a atrapalhar o contra golpe suíço. No segundo tempo da prorrogação, Di Maria quase passou por Benaglio, que fez mais uma ótima intervenção e salvou a pátria. Messi avançou com a bola da intermediária, conseguiu se livrar do marcador, chegou na entrada da área e tocou para Di Maria chutar, de primeira, pro fundo do gol, 1 a 0. No desespero suíço, até Benaglio foi pra área adversária, em cruzamento ele desviou, a bola parou em Shaqiri, que cruzou para cabeçada de Dzmaili na trave, a bola voltou e caprichosamente bateu na perna do jogador, indo pra fora. No último lance de jogo, Shaqiri ainda cobrou muito mal uma falta, na barreira, fechando a participação da Suíça na Copa. Final 1 a 0 Argentina.
O gol salvador:



Argentina passa sufoco contra Suíça e ganha na... por LANCETV





É, não tinha a imagem do mesmo tipo das outras que usamos normalmente....

Na Fonte dos Gols, Bélgica e Estados Unidos brigaram até o fim pela última vaga nas quartas de final. Logo no primeiro minuto, Origi recebeu passe e ficou cara a cara com Howard, mas chutou em cima do goleiro e perdeu a boa chance. Os belgas começaram o jogo em cima dos americanos, sem dar respiros e querendo logo o primeiro gol. A posse de bola trocou de lado e os americanos buscavam espaços na defesa adversária, porém ainda sem conseguir ameaçar. O time europeu tinha o seu jogo forte com Mertens, que ligava a defesa ao ataque. Era um desperdício de oportunidades, De Bruyne recebeu em boa posição passe de Vertonghen, chutando pra fora. Só dava Bélgica na partida, mas o recuado time americano cortava os passes com sua defesa recuada. O time americano atacava nos poucos contra-ataques que conseguia, mesmo assim pouco efetivos. 
Howard era o nome dos Estados Unidos no jogo, o goleiro tratou de salvar o chute de De Bruyne na sobra de bola. Na segunda etapa, a mesma história, Howard salvou cabeçada não tão certeira porém perigosa de Mertens. Alderweireld cruzou para Origi, que cabeceou na trave americana. O bombardeio se seguiu, Vertonghen chegou na diagonal e chutou forte, mas Howard estava lá para defender. Origi fez a jogada e tocou para Mertens, que quase marcou de letra um belo gol. Logo depois, um dos destaques do time na partida foi substituído por Mirallas. Na metade da segunda etapa, os belgas já tinham 20 chutes a gol, contra 2 americanos apenas, uma pressão que não terminava em gols. Em sobra de bola, Origi novamente ficou cara a cara com Howard e o goleiro estava impossível, novo milagre americano. Com o pé, o arqueiro estadunidense defendeu outra chegada de Mirallas, outra ótima chance desperdiçada. Hazard, o 10 belga, recebeu e chutou de primeira, parando no goleiro inspirado do outro lado. Origi, quase um brasileiro que não desiste nunca, chutou e Howard usou seus superpoderes para defender de novo. Quase no último lance de jogo, um ataque americano mais eficiente, Jones desviou de cabeça e a bola sobrou na outra trave para Wondolowski, que do lado do gol perdeu a chance de marcar. Seguindo o dilema destas oitavas, prorrogação para dar emoção extra ao jogo.
Buscando melhorar os ataques, o treinador da Bélgica tirou Origi, o guerreiro que não desistia, para a entrada de Lukaku. E o atacante deu resultado, em plenas condições físicas arrancou da intermediária, tocou para De Bruyne, a bola desviou no zagueiro mas ficou com o belga, que tirou dois marcadores antes de chutar e enfim passar por Howard, 1 a 0. Foram impressionantes 30 chutes para o gol sair. Lukaku estava inspirado, serviu Vertonghen, porém ele perdeu. No lançamento de Hazard, Lukaku recebeu em boa posição e chutou, parando em Howard, bem posicionado. Mirallas ainda teve tempo, na primeira etapa da prorrogação, para desafiar Howard, que se tornou santo depois desta partida. Um minuto depois, Lukaku recebeu ótimo passe de De Bruyne e não desperdiçou, 2 a 0.
No segundo tempo da prorrogação, logo depois de ter entrado, Green aproveitou a sobra de bola na área belga e mandou um chute certeiro para diminuir a vantagem, 2 a 1. Os americanos acordaram, quase empatando com Jones, que perto do gol chutou pra fora na sobra de bola. Aproveitando o time adiantado, a Bélgica seguia dando seus contra golpes e Lukaku parou em São Howard, que intercedeu novamente no gol. O lance capital da partida foi em uma falta para os Estados Unidos. Na cobrança ensaidada, Bradley achou Dempsey livre no meio da área, o jogador chegou de cara com Courtois mas o goleiro se agigantou e fez o seu milagre na partida. Final 2 a 1, um dos melhores jogos desta Copa, uma partida sem palavras para descrever o desempenho de Howard no gol. A Bélgica agora joga com a Argentina.
Confira o show:



Na prorrogação, Bélgica leva sufoco, mas vence EUA por LANCETV










Até mais!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 14



Salve Salve Nerds!


Décimo quarto dia de Copa do Mundo, quase metade da competição e definição dos grupos E e F. Confira no replay:





Em Porto Alegre, lotada de argentinos, a seleção de Messi recebeu a Nigéria. A partida começou eletrizante, com Mascherano encontrando Di Maria em ótimo passe cara a cara com o goleiro. O meia chutou, a bola bateu na trave, no goleiro e voltou para a entrada da área, onde Lionel Messi mandou uma bomba sem chances para Enyeama salvar, 1 a 0. Na jogada nigeriana pós saída de bola, Babatunde tocou para Musa, que aproveitou a brecha na intermediária e chutou pra empatar o jogo. Inspirado, Enyeama evitou dois gols argentinos nas finalizações de Di Maria e Higuaín. A Argentina seguia tocando a bola e segurando o jogo para si, arriscando apenas quando tinha mais espaços. No entanto, o goleiro nigeriano estava inspirado, evitando novo gol dos hermanos em finalização de Di Maria. Aguero, depois de queda, sentiu e não continuou na partida, dando lugar a Lavezzi no ataque. 
Messi, cobrando falta, obrigou Enyeama a buscar a bola no ângulo para evitar o gol da virada. No entanto, na segunda tentativa, o craque argentino cobrou de novo no canto e Enyeama nem pulou para defender, 2 a 1. Se na primeira parte tivemos começo eletrizante, podemos falar o mesmo da segunda. Logo aos 2 minutos, Musa tabelou com Emenike, recebeu de volta e mandou o chute para o gol, 2 a 2. Di Maria tentou de longe fazer a nova virada, parando no goleiro nigeriano. Em seguida, Messi cobrou escanteio e a bola sobrou para Rojo, de joelho, completar para as redes, 3 a 2. A Argentina queria trabalhar seu ataque, ao contrário da defesa, e em rebatida, Di Maria tentou novamente em vão passar por Enyeama. Higuaín recebeu livre e cara a cara com Enyeama chutou, o goleiro defendeu incrivelmente com o pé e a bola subiu, Higuaín ainda tentou tocar para o gol mas mandou pra fora. Vendo a vitória nas mãos, Sabella retirou Messi de campo e colocou Ricky Álvarez. Depois de ser atingido pela bola em um chute, Babatunde precisou ser retirado de campo e ainda teve seu braço imobilizado com alguma lesão ou osso quebrado.
Di Maria, não conseguindo ele marcar, serviu Lavezzi, que mandou belo chute de primeira defendido pelo destaque nigeriano. Em uma das poucas chances nigerianas, Musa recebeu, cortou o zagueiro Zabaleta, chutou, mas o defensor argentino se recuperou a tempo de cortar a finalização. Higuaín fez outro passe para Di Maria desencantar, mas Enyeama, gigante em campo mesmo levando 3 gols, defendeu. E assim terminou, 3 a 2 Argentina. Mesmo derrotada, a Nigéria se classificou no grupo F. 
Os gols:



Messi comanda a vitória da Argentina sobre a... por LANCETV






No outro jogo do grupo, Bósnia e Irã fizeram um jogo com poucas expectativas, mas na Fonte Nova todo jogo tem gols de sobra. Desde o começo a Bósnia mostrou que mandaria na partida, jogando com atitude, algo que não manifestou muito nos dois jogos anteriores, indo pra cima e criando perigo. Aos 3 minutos, Dzeko recebeu na área, girou e chutou para defesaça de Haghighi. O Irã tentou equilibrar, conseguindo manter a posse de bola em alguns momentos, mas era o dia bósnio. Dzeko recebeu na entrada da área, avançou e chutou rasteiro, no canto, sem alcance para Haghighi, 1 a 0. A vontade de vencer era tanta que Sunjic deu um carrinho no companheiro de seleção Besic. O restante do primeiro tempo foi baseado na alegria bósnia de estar vencendo, segurando assim o jogo e evitando maiores perigos do Irã, que não parecia a mesma seleção que havia jogado muito bem contra a Argentina.
O Irã, mesmo na base da força de vontade, pois pela técnica eles estavam muito mal, chegou a mostrar perigo no começo da segunda etapa. De frente para o gol, Dejagah furou o chute e perdeu ótima oportunidade. Em um exemplo de falta de qualidade do elenco, o Irã perdeu a bola na defesa para o ataque bósnio. A bola sobrou com Pjanic, que chutou sem chances para o goleiro, 2 a 0. Com o segundo gol levado, a seleção do oriente médio se fechou e viu-se cercada pelos bósnios na defesa. Em dois lances isolados, Ghoochannejhad chegou ao gol bósnio. No primeiro deles passou perto da trave, mas na segunda oportunidade não desperdiçou e diminuiu o vexame da sua seleção. 
A animação iraniana foi tão grande que, no minuto seguinte Vrsajevic avançou da intermediária até a grande área para chutar e ampliar o marcador, 3 a 1. E assim terminou a participação bósnia no seu primeiro mundial, com vitória e vontade de maior sucesso na próxima participação. Já o Irã não conseguiu manter um bom nível em todos os jogos e saiu com apenas 1 gol marcado na Copa. 
Os gols:



Bósnia se despede da Copa com vitoria sobre o Irã por LANCETV





No Maracanã novamente com ótimo público, mais de 73 mil presentes, França e Equador se encontraram. Os franceses foram melhores, criaram mais na partida e mostraram o porque de serem favoritos para chegar longe nesta Copa. O destaque equatoriano foi o goleiro Dominguez, que fez verdadeiros milagres e mais de dez defesas na partida toda, evitando que o placar saísse do zero. Os sul-americanos, por incrível que pareça, cresceram na partida depois da expulsão de Antonio Valencia, quando se organizaram mais e quase chegaram a marcar gols, principalmente com Enner Valencia, Arroyo e Montero. Final zero a zero e França classificada. Os equatorianos dão adeus, mas provaram muita vontade e qualidade de alguns jogadores até então desconhecidos do público em geral. A França enfrentará a Nigéria na próxima fase.



França para no goleiro e fica no zero com o... por LANCETV







Em Manaus, Honduras e Suíça jogaram na outra partida do grupo. Logo aos 3 minutos, sobra de bola dentro da área e chute de Shaqiri, mas Valladares fez bela defesa a queima roupa. Dois minutos depois, Shaqiri dominou a bola na intermediária e chutou no ângulo, um golaço, sem chances para Valladares, 1 a 0. Os suíços seguiram com ampla posse de bola e não deixando os hondurenhos respirarem. No contra golpe, Drmic lança Shaqiri entre os defensores, o jogador avança e chuta pro gol sem chances para o goleiro, 2 a 0. Incrivelmente os hondurenhos conseguiram reverter a posse de bola e começar a pensar no planejamento de jogadas, porém as oportunidades claras de gol foram novamente dos suíços. Drmic chutou da intermediária mas desta vez Valladares estava bem postado e salvou o gol. A dupla Shaqiri e Drmic funcionava como poucas, atormentando Valladares, que defendeu de novo uma finalização de Drmic em passe do companheiro de seleção. Na segunda etapa, o exemplo de Van Persie seguiu sendo copiado nesta Copa, mas o hondurenho Bengston furou a cabeçada e perdeu ótima chance. 
Em outra chance de Bengston, o jogador recebeu, driblou o goleiro e chutou para comemorar. Quase em cima da linha, o zagueiro Rodriguez tirou a bola e a alegria de Honduras. Drmic novamente chutou para o gol, no cantinho, e o goleiro hondurenho desviou. No avanço hondurenho ao ataque, Jerry Palacios foi derrubado por Djourou, no entanto o árbitro não marcou penalidade. Aos 25 minutos, Drmic fez grande jogada, limpou um defensor hondurenho e tocou para Shaqiri, de novo ele, marcar o seu terceiro no jogo, 3 a 0. Ainda querendo o gol de honra, honduras chegou em cruzamento de Chávez que Bengston obrigou Benaglio a fazer grande defesa. E assim terminou, 3 a 0 Suíça. Os hondurenhos voltam para casa e os suíços tem um grandioso desafio enfrentando a Argentina nas oitavas de final.
Os gols de Shaqiri:



Shaqiri coloca a Suíça nas oitavas de final da... por LANCETV


O craque do dia






Até mais!

sábado, 21 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 9



Salve Salve Nerds!





Nono dia de Copa do Mundo e não cansamos de dizer que essa é a Copa das Copas, justificados é claro pelas partidas que temos presenciado. Confira o que tivemos ontem:




Na Arena Pernambuco, Itália e Costa Rica fizeram o duelo pela liderança do grupo, uma partida que prometia, já que a seleção tetracampeã e que havia vencido os ingleses vinha empolgada e encontrou uma seleção surpresa e que derrotou o Uruguai com propriedade. No começo de partida, a Costa Rica mostrou que continuaria sua boa atuação, pressionando na marcação adiantada e quase fazendo o primeiro gol em cabeçada de Borges. O jogo italiano se concentrou muito nos lançamentos forçados para Balotelli, que sozinho não conseguia fazer o papel de pivô e servir os companheiros no ataque. Os lançamentos continuavam a ser feitos para o super Mario, que era bem marcado pela defesa costarriquenha. A equipe da América Central segurava os ímpetos italianos e mostrava que não era apenas uma zebra, era um realidade dura de encarar.
Em um lance de gênio, Pirlo lançou Balotelli, que tentou encobrir o goleiro Navas, mas acabou tirando muito a bola no chute, seria um golaço. Em seguida, o atacante italiano mandou de longe o chute e Navas trabalhou bem. Mostrando que iria dar trabalho, a Costa Rica respondeu com Bolaños, que chutou de longe e obrigou Buffon a se esticar para salvar o gol. E era só o time caribenho na partida, no escanteio Duarte quase encobriu Buffon ao cabecear na saída errada do goleiro. Logo depois, um lance polêmico e que o juiz errou, em avanço de Campbell, o jogador entrou na área e se preparava para chutar, mas foi derrubado por Chiellini de forma claríssima. No entanto, o juiz seguiu o jogo e gerou revolta da torcida e dos jogadores costarriquenhos.
Mas, a justiça estava presente na partida. logo depois, Díaz cruzou para Ruíz, que cabeceou certeiro para a bola bater no travessão e entrar, mas sair depois e gerar dúvida de alguns quanto a ter passado da linha. O juiz confirmou e o replay com goal line technology também. Sem polêmicas maiores, 1 a 0 Costa Rica. Segunda etapa e os italianos tentaram reagir, avançar mais e chegaram a ter mais espaço no ataque, fazendo alguma pressão na defesa adversária. Darmian mandou forte chute e Navas defendeu. Nem o maestro Pirlo, cobrando falta, conseguiu passar por Navas, que fez defesaça novamente.
A Itália colocou 3 atacantes em campo para tentar reagir, mas a quantidade não se transformou em qualidade. Tranquila na partida, a Costa Rica chegou a causar gritos de "olé" da torcida, que apoiou mais ainda a seleção depois do gol no primeiro tempo. Se havia algo ou alguém para se elogiar no time italiano este era Chiellini, muito bem na marcação dos atacantes, sempre bem atento e esperando a jogada se definir, sem se afobar. Porém, no geral, a fase não era boa, Insigne tentou um voleio razoável e mandou a bola pra arquibancada.
Os costarriquenhos se fecharam e permitiram um avanço italiano, porém a criatividade estava baixa. Cassano tentou marcar mas bem marcado chutou mal. Já a Costa Rica chegou com Brenes, que mandou um chutaço colocado, que passou muito perto do gol. E assim acabou, 1 a 0 Costa Rica! Classificada no temido grupo da morte! Com o resultado a Inglaterra é eliminada da Copa!
O gol:


Grupo da morte? Costa Rica vence a Itália e se... por LANCETV






Na Fonte Nova, ou bom, daqui a pouco falamos, Suíça e França fizeram mais um dos jogos do grupo E. O jogo entre os favoritos do grupo começou animador, com a França indo pra cima da Suíça, que não parecia a mesma equipe que enfrentou o Equador, jogavam muito lentos e pouco motivados. Logo aos 5 minutos, Benzema chegou próximo de marcar em chute de média distância que passou perto do gol. Em desentendimento entre Giroud e Von Bergen, o francês atingiu o suíço no olho, obrigando o jogador a sair de campo e ser substituído para um atendimento melhor.
A pressão francesa era grande, os suíços mal conseguiam sair do meio de campo, sendo mantidos na própria defesa. O volume de jogo deu resultado, aos 16 minutos cruzamento para o gigante Giroud, que cabeceou e tirou a bola do alcance do goleiro Benaglio, 1 a 0. Logo depois, o ataque francês mostrou que o jogo seria interessante, Matuidi recebeu toque e na entrada da área mandou forte chute, que Benaglio não segurou, 2 a 0. Matuidi, o melhor camisa 14 da copa até agora. E não tinha moleza para os suíços, que viam a França não se contentar com os seus dois gols já marcados e queriam mais, marcando em cima e jogando forte. Em rara chance suíça, Mehmedi chutou, Lloris defendeu, no rebote Shaqiri chutou de novo e Lloris fez milagre. Aos 30 minutos, Benzema avança na área e é derrubado, pênalti para a França. Na cobrança, o goleiro Benaglio fez bela defesa e salvou, o rebote ficou fácil, tranquilo para Cabaye marcar, mas o francês perdeu a chance claríssima chutando por cima do gol.
Em boa triangulação do ataque francês, a bola sobrou para Valbuena, que havia começado a jogada, completar pro gol e fazer 3 a 0 em 39 minutos de jogo. Eles estavam jogando fácil, Matuidi driblou quatro jogadores, tocou para Benzema, que serviu Valbuena e o jogador parou na defesa de Benaglio. Na segunda parte, a Suíça seguiu muito lenta no jogo, tentando reagir contra um time bem postado e atento na partida. O time tentou algumas vezes, não chegando muito perto de marcar um gol e ameaçar a vitória adversária.
Se a partida estava um pouco parada, a França tratou de dar nova emoção. Pogba, que havia entrado a pouco em campo, lançou perfeitamente Benzema, que chutou por baixo do goleiro e marcou. Seguiu o massacre, com espaço na entrada da área, Cabaye tocou de lado para na diagonal Sissoko chegar e chutar de lado, colocado, no cantinho sem chances para Benaglio, 5 a 0. No começo do relato da partida falamos da Fonte Nova, pois agora podemos dizer que é a Fonte dos Gols, confirmando os bons resultados, já que anteriormente tivemos Holanda 5x1 Espanha e Alemanha 4x0 Portugal.  Os blues seguiram pressionando e um próximo gol parecia bem natural, o time jogava pra cima e os suíços apenas assistiam.
Neste panorama, eis que Dzemaili arriscou um chute rasteiro, de longe, que passou por todo mundo e inclusive por Lloris, fazendo o gol de honra suíço no momento. Para não sair tão por baixo, a Suíça resolveu fazer gols e conseguiu mais um com Xhaka, um belo gol. No último lance do jogo, Benzema chegou a marcar outro gol, mas por pura falta de atenção, o juiz apitou o fim de jogo antes que saísse o gol, ou seja, ele não valeu e ficou mesmo 5x2.
O chocolate francês:



França faz mais uma vítima e goleia Suíça em... por LANCETV





Último jogo do dia e as pessoas não esperavam muito de Honduras e Equador, ainda mais em Curitiba, palco do primeiro zero a zero da Copa do Mundo. A partida começou movimentada, os equatorianos atacaram e foram já rebatidos por duas boas chances de Honduras. Diante desse equilíbrio, o jogo não fluía, bem truncado e com uma cara de que não saíria do zero. Aos 18 minutos, Enner Valencia recebeu bom lançamento na área, dominou de peito, caprichou, chutou e mandou pra fora a boa chance. Honduras estava gostando do jogo e Bengston recebeu cruzamento para cabecear muito perto do gol, assustando o goleiro Dominguez. Com 30 minutos, lançamento longo de Beckeles para Costly, que limpou o marcador e chutou forte no canto sem chances para o goleiro, 1 a 0 Honduras.
Mas, o gol não afugentou os equatorianos, que 3 minutos depois já reagiram. Paredes recebeu e chutou, chutou mal o suficiente para a bola desviar e ficar com o oportunista Enner Valencia, do lado da trave, marcar o gol do empate, 1 a 1. O Equador cresceu na partida, pressionando a partir de então e fechando Honduras na defesa, porém chegando pouco, apenas com Noboa cabeceando e quase desempatando o jogo. Chutando de longe e tomando muita distância, Bernardez mandou um forte chute e obrigou Dominguez a fazer boa defesa e mandar a bola para escanteio. Na cobrança, Costly cabeceou na trave e no rebote mandou a bola pra rede, porém o juiz já havia marcado toque de mão do hondurenho. 
Na segunda etapa, Beckeles já quis dar trabalho para o goleiro Dominguez, que precisou se esticar para salvar o gol. Em lance polêmico, Caicedo foi derrubado na área, mas o juiz não marcou nada, no replay percebe-se que foi pênalti, erro do juiz. Em mais um avanço hondurenho, Bengston quase marca depois de chutar e a bola desviar em Erazo e obrigar Dominguez a salvar no cantinho a finalização. Falta para o Equador, Ayoví cobra certeiro na cabeça de Enner Valencia, que não perdoa, marca, 2 a 1 e virada equatoriana. Valencia agora tem 3 gols na Copa, os 3 gols da sua seleção na competição.
O jogo seguiu truncado, principalmente com os jogadores de Honduras não tirando  o pé nas divididas, sem dó de chegar forte nas jogadas. Se antes um pênalti não havia sido marcado para o Equador, desta vez Costly foi seguro por Erazo e o juiz não marcou nada. Final 2 a 1 Equador, que precisa vencer a França ou torcer por uma vitória de Honduras contra a Suíça para se classificar. 
Não conseguimos os gols desta partida para colocar aqui, mas clicando AQUI você vê todos os lances e muito mais.



Até mais!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 4




Salve Salve Nerds!

Quarto dia de Copa do Mundo e aqui no Nerd Esporte você não perde os detalhes dos 3 jogos que tivemos no domingo.



Jogo sem muitas expectativas entre Suíça e Equador, mas na Copa das Copas não tem jogo chato, como veremos a seguir. No Mané Garrincha, agora acertei o estádio, o jogo começou parado e com suíços e equatorianos se estudando. Depois da tensão inicial, o Equador mostrou que não daria moleza, chegando com perigo e principalmente nas bolas paradas. A Suíça acordou e foi pra cima, barrada apenas pelo bom posicionamento da zaga, que cortou chute de Stocker. Xhaka arriscou de longe para os europeus, mas a bola não assustou o goleiro Domínguez.
Meio de tempo com jogo aberto, jogadas boas do Equador paradas pelos erros no último passe e os avanços suíços chutando de muito longe e fraco. Aos 21 minutos mais uma bola parada, especialidade da Copa do Mundo, cobrança de Ayoví e cabeceio sozinho de Enner Valencia no meio dos gigantes suíços, 1 a 0. Com o gol a Suíça se encolheu e viu o time teoricamente pior conseguir criar mais jogadas e chegar mais próximo do segundo gol do que os adversários de empatar. A Suíça chegou com Behrami de cabeça mas Domínguez salvou no gol equatoriano.
Com mais espaço, a Suíça chegou mais e parou também no inspirado goleiro do Equador, que impediu um placar igualado novamente. Na segunda parte do jogo, Mehmedi entrou e deu conta do recado. Aos 2 minutos, o jogador recebeu bom cruzamento e cabeceou livre para empatar a partida, 1 a 1. No minuto seguinte quase saiu a virada em forte chute de Inler, que passou perto do gol. O ataque equatoriano até chegou, mas isoladamente, pois o time não conseguiu mais ter o domínio da posse de bola, que era muito mais dos suíços.
Aos 20 minutos enfim uma chance mais clara na partida, com Montero em jogada individual e defesaça do goleiro Benaglio. Quatro minutos depois um lance duvidoso, Rodriguez passou para Mehmedi, que fez corta luz e Drmic recebeu e marcou o gol. No entanto, o árbitro marcou impedimento dizendo que Mehmedi tocou na bola e participou da jogada estando impedido, portanto gol anulado. Logo após, Shaqiri tentou dar outra resposta mas o chute passou pela rede do lado de fora. Anote aí, aos 29 minutos Seferovic entrou no lugar de Drmic na Suíça. O Equador acordou e conseguiu arrumar algumas faltas que geraram perigo para o goleiro Benaglio, mas nada que criasse uma pressão maior, jogo morno no momento e que caminhava para o empate, seria o primeiro da competição.
Na bacia das almas, no último minuto de partida, aos 47, o Equador teve grande chance, o atacante Arroyo estava livre na área, mas com extremo preciosismo quis driblar mais um zagueiro e perdeu a bola. No contra golpe eis que a Suíça arma bem a jogada com Behrami, que no meio do caminho sofreu a falta mas continuou a jogada. Ele toca para Rodriguez, que avança pela lateral e cruza rasteiro para Seferovic, aquele que entrou e avisamos, marcar e salvar a Suíça do primeiro empate da Copa. Final 2 a 1.
Os gols:


[FULL HD] Switzerland vs Ecuador 2-1 ~ All... por Hadota14




No segundo jogo do dia, a França jogou contra a modesta seleção de Honduras no Beira-Rio. Antes do jogo, os hinos foram esquecidos em algum problema técnico e não foram exibidos. O começo de partida foi com um medo francês de ser mais uma vítima da zebra que pegou o Uruguai. Honduras jogava com vontade, vontade de mais até, muitas faltas cometidas. A torcida, ao lado dos mais fracos e oprimidos, chegou a gritar "olé" na troca de passes de Honduras, que conseguia até avançar ao ataque.
Depois desse ímpeto hondurenho inicial, a França começou a tomar conta do jogo, com Benzema já cabeceando cruzamento para fora e o time francês ocupando o campo de ataque. Aos 15 minutos, Matuidi deu o primeiro susto no goleiro Valladares, que defendeu chute do atacante e a bola tocou no travessão antes de sair para escanteio. Com mais pressão, outra bola na trave sete minutos depois, quando Cabaye cruzou para Benzema carimbar.
Jogando sempre sem tirar o pé nas divididas, Honduras quase arrumou uma confusão grande na partida. Palacios dividiu forte com Pogba e os dois se estranharam, ganhando ambos cartão amarelo. Depois da confusão, a França seguiu melhor e criando chances. Aos 42 minutos, novo encontro entre Pogba e Palacios, desta vez com total sucesso para o francês, que viu o adversário ser expulso e um pênalti ser marcado para a França. Benzema não desperdiçou e abriu o placar, 1 a 0 França. Ainda no primeiro tempo Valladares salvou Honduras defendendo cobrança de falta de Valbuena.
Na segunda etapa, em 2 minutos a primeira vez que a bola com chip e a tecnologia com câmeras para saber se a bola atravessou a linha do gol foram enfim utilizadas para algo importante. Benzema chutou, a bola bateu na trave, não entrou e voltou para o lado da outra trave, onde Valladares bobeou e mandou a bola para dentro do gol, gerando a polêmica de se a bola havia entrado ou não. Com o recurso, foi confirmado o gol contra, 2 a 0 França. Sete minutos depois, Benzema novamente desafiou Valladares com um chute, mas o hondurenho salvou.
A pressão francesa seguiu, a defesa hondurenha não tinha descanso. Matuidi recebeu passe em ótima posição e perdeu o gol, com direito a bola tocando na rede pelo lado de fora. Em falta violenta sofrida por Valbuena, o mesmo cobrou e tocou para Matuidi, a bola rebateu na barreira e sobrou para Benzema marcar mais um em forte chute, 3 a 0 França. No quarto final de jogo, a França ainda teve outras chances, mas administrou o resultado construído e assim garante a liderança no grupo.




Os gols sem hino:


Sem hino e com tecnologia, França vence Honduras por LANCETV




Sete da noite, o jogo que todos esperávamos, a estreia da seleção que está no nosso coração, ela, Bósnia-Herzegovina. A estreia era difícil, jogo contra a Argentina, desafio de encarar Lionel Messi e companhia, logo na primeira Copa do Mundo disputada pelos dragões dos balcãs. O começo de jogo foi o pior possível para os 4 milhões de bósnios, logo no primeiro lance mais perigoso, o zagueiro Kolasinac marcou contra depois de cabeçada de Rojas, um banho de água fria. Depois do gol, os jogadores sentiram o baque e um grande público argentino já imaginava uma partida fácil e tranquila. 
Quando imaginava-se uma Argentina jogando pra cima e querendo o segundo gol, pouco fez e não precisou de muito também para segurar os bósnios, que pareciam mais do que nervosos para organizar jogadas. A torcida chegou a entoar cantos de apoio para a seleção dos balcãs, porém o efeito pouco foi sentido e os avanços ao ataque eram sempre falhos. Mascherano chutou de longe e testou Begovic e o primeiro ataque mais forte bósnio foi na cabeçada de Lulic salva por Romero. 
A segunda etapa começou com a entrada de Gago e Higuaín nos lugares de Campagnaro e Maxi Rodriguez. Seguindo o que prevaleceu na primeira etapa, o jogo foi marcado por tentativas frustradas da Bósnia ao ataque e avanços argentinos parados pela defesa bem postada. Aos 19 minutos, o segundo banho de água fria. Messi resolveu acordar e em jogada individual chutou da entrada da área no canto, sem chances para Begovic, 2 a 0. Era o fim, a esperança de vitória se esvaia ao ver o gol do craque argentino diante do Maracanã azulado e lotado de argentinos. 
A Argentina novamente esboçou fazer o 3 a 0, ampliar a vitória, porém quando pouco esperava-se da Bósnia, Ibisevic fez história. O atacante fez grande jogada e chutou a bola no meio das pernas do goleiro Romero, golaço, o primeiro gol desta sofrida nação na história das Copas do Mundo. O final de partida ganhou um ânimo maior, porém a Bósnia pecou no nervosismo quando teve chances de gol maiores. Final 2 a 1 Argentina e agora a Bósnia precisa vencer Nigéria e Irã no grupo para se classificar. 
Os gols:



Argentina vs Bosnia&Herzegovina 2:1 all Goals... por ntpflora


Até mais!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Copa do Mundo - Grupo E



Salve Salve nerds!!!!




Mais um post desta saga histórica que iniciamos ano passado e avança em 2014. Hoje conversaremos sobre o grupo E, que contém as seleções da Suíça, Equador, França e Honduras. As favoritas são as europeias Suíça e França, pois o Equador não é uma potência sulamericana e muito menos Honduras tem qualidade suficiente para se classificar. É um grupo bem morno, que não deverá ter zebras e disputas acirradas pelas duas vagas, apenas pelo primeiro lugar.
Vamos agora para a análise de cada seleção e suas qualidades:


Suíça:




A seleção suíça tem uma média de idade razoável, contando com jogadores experientes, além de atletas conhecidos no cenário internacional, como Shaqiri, do Bayern de Munique, Barnetta, do Shalcke 04, Lichtsteiner, meia da Juventus e Djourou, defensor do Arsenal. Fica também a lembrança de 3 jogadores do Napoli: Inler, Behrami e Dzemaili, os 3 meias. Outro da Juventus é Ziegler, defensor.
O time suíço ficou conhecido pela sólida defesa, com 551 minutos sem tomar gols entre as Copas de 2006 e 2010, inclusive vencendo a Espanha em 2010 na primeira partida da equipe. Nesta mesma Copa, 2010, um dos adversários na primeira fase foi a seleção de Honduras, que se fechou e não deixou os suíços passarem de fase com um empate em zero a zero no último jogo.
Para esta equipe imagino que também ficará o legado de ter passado da fase de grupos, como experiência, do que qualquer outra coisa, pois se passar em segundo pode encarar a Argentina logo de cara, caso os hermanos passem em primeiro lugar.


Equador:





O elenco do Equador tem poucos nomes de conhecimento geral do público. Podemos ressaltar 3 atletas: Caicedo, do Lokomotiv Moscou, Noboa, do Dínamo Moscou e Valencia, meia do Manchester United. Já o restante do elenco se espalha grande parte no próprio país natal e nas redondezas. A talvez era de ouro da seleção, quando Tenório era o astro, parece ter acabado e assim esta seleção sul-americana não deverá passar de 3 jogos no Brasil este ano.


França:






Os blues sofreram para chegar nesta Copa do Mundo. Após ficarem em segundo lugar no seu grupo das eliminatórias europeias, a seleção francesa necessitou disputar a repescagem contra a Ucrânia, em dois jogos dramáticos. No primeiro confronto, em solo ucraniano, a seleção local surpreendeu e venceu por 2 a 0, deixando um enorme peso nas corcundas francesas. Porém, na volta, o jogo foi todo francês, com vitória por 3 a 0 e classificação garantida.
São vários os destaques franceses, vamos por área. No gol o goleiro Lloris, com experiência no gol do Tottenham, figura carimbada desta seleção. A zaga tem a experiência de Koscielny e Abidal, com reservas bem jovens. Os laterais são Clichy ou Evra na esquerda e na direita Debuchy. No meio o astro e principal jogador, Ribéry, acompanhado por Nasri, Pogba, a revelação do momento e Valbuena. Na parte ofensiva temos o principal atacante, Benzema, podendo ser acompanhado de Giroud ou Rémy.
Pelo elenco podemos ver a vasta qualidade desta seleção, mas falta entrosamento maior entre os jogadores, pois ao mesmo tempo em que demonstram um grande futebol em outras partidas são um time fraco e sem brilho. Em Copas do Mundo o histórico recente é bom, então podemos esperar a França indo longe no mundial deste ano.


Honduras:



Esta seleção de uma pequena nação vem com pouquíssimos acreditando ao menos em uma vitória da equipe na Copa. São poucos os jogadores que conseguiram sair de Honduras para grandes centros do futebol. O único em uma equipe grande é Wilson Palacios, volante do PSG. No Wigan estão Figueroa e Thomas e no restante do elenco vários estão atuando em Honduras mesmo ou nas proximidades. Os outros que chegaram a Europa estão em equipes pequenas e de pouca expressão.
Assim, baseado no elenco e nos últimos resultados, como a derrota para o Brasil por 5 a 0, com direito a golaço de Hulk. Aquele fantasma da Copa América de 2001 que eliminou o Brasil parece ter sido exterminado, fazendo dos hondurenhos meros participantes do mundial.
Ficamos por aqui e semana que vem grupo F pra vocês.


Até mais!
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