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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 13



Salve Salve Nerds!



Última rodada para os integrantes dos grupos C e D, com bons jogos novamente e emoção até o final na briga pela classificação. Confira:





Primeiro jogo que falaremos foi entre Costa Rica e Inglaterra, no Mineirão. A partida foi bem morna e a Costa Rica, a melhor do grupo, só precisou garantir o empate para passar em primeiro lugar com 7 pontos. O time até criou algumas chances, mas a Inglaterra foi melhor e teve mais posse de bola durante o jogo. No entanto, não foi o suficiente para superar o goleiro Navas e sair do Brasil com ao menos uma vitória. Final zero a zero.



Inglaterra empata com a Costa Rica no adeus à Copa por LANCETV






No outro jogo do grupo, Itália e Uruguai protagonizaram um jogo com cara de Libertadores da América. Desde o começo a partida já estava truncada e os dois times não conseguiam espaços para criar. A primeira chance mais clara veio com Pirlo, cobrando falta de longe e direto para o gol de Muslera, que defendeu bem. Assim como contra a Costa Rica, a Itália insistia muito no jogo com Balotelli, que não estava em um bom dia de novo, pois arrumou um cartão amarelo em falta boba. Os italianos conseguiam mais posse de bola, porém o espaço era pouco para jogadas próximas da área uruguaia, possibilitando apenas chutes de longa distância, pouco eficientes.
O Uruguai apareceu com boa jogada entre Suárez e Lodeiro, e o atacante chutou para defesaça de Buffon, que no rebote fez outro milagre no chute de Lodeiro. O time celeste cresceu na partida, conseguindo os espaços e tentando surpreender Buffon, como tentou Cáceres, chutando de longe ao ver Buffon adiantado. Para o segundo tempo, Balotelli saiu para a entrada de Parolo, já que o atacante estava nervoso em campo e já tinha um amarelo. Na área, Cavani e Bonucci disputaram a bola e o uruguaio pediu penalidade, o comentarista da TV disse que foi e os comentaristas do Nerd Esporte que os dois estavam se agarrando e assim não foi pênalti, mas como o juiz disse que não foi a discussão se encerra aqui. Só dava Uruguai na partida, Cristian Rodriguez avançou e chutou em boa posição, mas mandou pra fora. Em tentativa de assassinato, Marchisio chegou muito forte em Arévalo Rios, cartão vermelho direto para o italiano.
Suárez, em boa jogada entre zagueiros, invadiu a área e chegou chutando contra Buffon, que fez outra defesa espetacular. O jogo era todo uruguaio, pressão total e agora com um a mais, porém os italianos tentavam resistir. No ápice da confusão, Suárez e Chiellini se desentenderam, o uruguaio mordeu o ombro do italiano e após isso Chiellini deu uma cotovelada no atacante. O juiz não marcou nada. Logo em seguida, escanteio cobrado e ele, o herói das decisões em 2014, Godín, cabeceou certeiro contra o gol de Buffon e marcou, 1 a 0 Uruguai.
O desespero tomou conta dos italianos, que foram com todos os jogadores ao ataque, tentando um gol milagroso. Com todo esse espaço, Suárez bobeou e gastou uma chance que poderia ter custado caro, ao enrolar em um lance de contra-ataque uruguaio com chance de gol claríssima. No fim, nem os 5 minutos de acréscimos e Buffon indo pra área tentar marcar o gol na cobrança de falta resolveram. Uruguai classificado e Itália fora. Foi a última Copa do Mundo para Buffon e Pirlo, ídolos da esquadra italiana e que deixarão saudades aos fãs do bom futebol.
O gol:



No sufoco, Uruguai vence Itália e se classifica... por LANCETV







No grupo C, jogo entre Grécia e Costa do Marfim e os dois poderiam se garantir na próxima fase caso vencessem e se o Japão não passasse pela Colômbia. Começo de partida e os gregos apareceram com uma atitude diferente das duas últimas partidas, onde jogaram apáticos, desta vez procuraram o gol primeiro que os marfinenses. A Costa do Marfim equilibrou o jogo e avançou principalmente com Yaya Touré na armação, tentando encontrar Drogba e Gervinho na frente. Kone, sentindo a coxa, deixou o time grego antes dos 20 minutos para a entrada de Samaris, que fez companhia a Samaras no setor ofensivo grego.
Mas a bruxa estava solta no campo grego, pois Kanezis, o goleiro, sentiu as costas e precisou ser substituído para a entrada de Glykos. Na primeira chance mais clara, já aos 32 minutos de jogo, ótimo contra golpe grego e Cholevas recebeu ótimo passe entre os zagueiros para chutar a bola no travessão. Em seguida, Karagounis chutou rasteiro e Barry apareceu para evitar o gol. Na saída de bola marfinenses, pressão grega e tomada de bola. Samaras viu Samaris adiantado e tocou a bola para o atacante marcar, 1 a 0. Os africanos tentaram reagir com Yaya Touré, porém depois de driblar dois adversários o chute parou na defesa grega.
Na segunda etapa, gregos voltaram melhores, mas tomaram susto em chute de Gervinho. Christodoulopoulos, que nominho, limpou da defesa marfinense e chutou, a bola passou perto e os gregos quase fizeram assim o segundo gol. O bombardeio continuou com Salpingidis, que isolou um chutaço para defesa incrível de Barry no ângulo. O nervosismo atrapalhava os marfinenses, que colecionavam cartões amarelos em campo. Salpingidis, o pesadelo de Barry, arriscou de novo um chute e dessa vez o travessão salvou o goleiro africano. Christodoulopoulos novamente tentou e a bola passou muito próxima do ângulo, era pressão total grega.
No meio dessa pressão toda, eis que Gervinho recebeu passe de Kalou e lançou Bony, que não perdoou e marcou, 1 a 1. Com este resultado, os africanos se classificavam. Buscando mais energia no ataque, o treinador da Costa do Marfim tirou Drogba e Gervinho. A pressão europeia seguia e os marfinenses se seguravam para manter o empate e assim ficar com a vaga. Porém, contudo, entretanto, todavia, na bacia das almas, eis que...Sio foi marcar Samaras, que chutou a perna do marcador e caiu, de maneira bem simulada. O juiz marcou pênalti e Samaras converteu, para delírio dos companheiros e torcedores presentes. Final 2 a 1 Grécia e seleção classificada para enfrentar a temida Costa Rica.
Os gols:



Com emoção! No último minuto, Grécia vira o... por LANCETV






No outro jogo do grupo, o Japão precisava vencer a boa seleção da Colômbia para se classificar. A impressão inicial era de que os japoneses poderiam dificultar os trabalhos, com boas jogadas e chegadas ao gol. Contrária a este momento bom dos asiáticos na partida, a Colômbia foi para o ataque e conseguiu um pênalti, cometido por Konno em Adrian Ramos. Cuadrado, o Romarinho colombiano, cobrou e converteu a penalidade em gol, 1 a 0. Mesmo com o gol levado, o time japonês quase marcou com Kagawa, que chutou e obrigou Ospina a praticar boa defesa. Honda, cobrando falta, novamente assustou Ospina, mas não marcou. Em cruzamento de Uchida, Okubo tentou fazer um golaço de voleio, mas a bola subiu muito. Ao melhor estilo Van Persie, Okazaki pulou de peixinho no cruzamento de Honda e marcou o gol de empate, 1 a 1.
Cuadrado, o Romarinho colombiano, saiu, mas James Rodriguez entrou para comandar o meio campo da seleção. Aos 10 minutos, Arias tocou para James Rodriguez, que engana a marcação e ao invés de chutar toca para Jackson Martinez completar para as redes, 2 a 1. Precisando virar o placar, o Japão tentou novamente ir para cima do organizado time colombiano. Com espaço, os sul-americanos desperdiçavam chances nos contra golpes, podendo ampliar o placar. De tanto tentar e errar, eis que eles acertaram. Em mais um contra-ataque puxado, Jackson Martinez recebeu, cortou do marcador e chutou tranquilo, no canto, fazendo 3 a 1. Para fazer história, Mondragon entrou em campo no lugar do goleiro titular colombiano, Ospina. Mondragon entrou em campo e se tornou o jogador mais velho a atuar em uma Copa do Mundo, com 43 anos e 3 dias contra os 42 de Roger Milla em 1994, Copa que Mondragon disputou inclusive.
E ainda houve tempo para mais um gol colombiano. James Rodriguez recebeu lançamento, driblou o zagueiro no gingado e chutou por cobertura sobre o goleiro, um golaço. Final 4 a 1 e a Colômbia agora tem uma parada dura contra o Uruguai na próxima fase.
Os gols:



De goleada! Colômbia derrota o Japão e está 100... por LANCETV


Mondragon fazendo história aos 43 anos!






Até mais!

sábado, 21 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 9



Salve Salve Nerds!





Nono dia de Copa do Mundo e não cansamos de dizer que essa é a Copa das Copas, justificados é claro pelas partidas que temos presenciado. Confira o que tivemos ontem:




Na Arena Pernambuco, Itália e Costa Rica fizeram o duelo pela liderança do grupo, uma partida que prometia, já que a seleção tetracampeã e que havia vencido os ingleses vinha empolgada e encontrou uma seleção surpresa e que derrotou o Uruguai com propriedade. No começo de partida, a Costa Rica mostrou que continuaria sua boa atuação, pressionando na marcação adiantada e quase fazendo o primeiro gol em cabeçada de Borges. O jogo italiano se concentrou muito nos lançamentos forçados para Balotelli, que sozinho não conseguia fazer o papel de pivô e servir os companheiros no ataque. Os lançamentos continuavam a ser feitos para o super Mario, que era bem marcado pela defesa costarriquenha. A equipe da América Central segurava os ímpetos italianos e mostrava que não era apenas uma zebra, era um realidade dura de encarar.
Em um lance de gênio, Pirlo lançou Balotelli, que tentou encobrir o goleiro Navas, mas acabou tirando muito a bola no chute, seria um golaço. Em seguida, o atacante italiano mandou de longe o chute e Navas trabalhou bem. Mostrando que iria dar trabalho, a Costa Rica respondeu com Bolaños, que chutou de longe e obrigou Buffon a se esticar para salvar o gol. E era só o time caribenho na partida, no escanteio Duarte quase encobriu Buffon ao cabecear na saída errada do goleiro. Logo depois, um lance polêmico e que o juiz errou, em avanço de Campbell, o jogador entrou na área e se preparava para chutar, mas foi derrubado por Chiellini de forma claríssima. No entanto, o juiz seguiu o jogo e gerou revolta da torcida e dos jogadores costarriquenhos.
Mas, a justiça estava presente na partida. logo depois, Díaz cruzou para Ruíz, que cabeceou certeiro para a bola bater no travessão e entrar, mas sair depois e gerar dúvida de alguns quanto a ter passado da linha. O juiz confirmou e o replay com goal line technology também. Sem polêmicas maiores, 1 a 0 Costa Rica. Segunda etapa e os italianos tentaram reagir, avançar mais e chegaram a ter mais espaço no ataque, fazendo alguma pressão na defesa adversária. Darmian mandou forte chute e Navas defendeu. Nem o maestro Pirlo, cobrando falta, conseguiu passar por Navas, que fez defesaça novamente.
A Itália colocou 3 atacantes em campo para tentar reagir, mas a quantidade não se transformou em qualidade. Tranquila na partida, a Costa Rica chegou a causar gritos de "olé" da torcida, que apoiou mais ainda a seleção depois do gol no primeiro tempo. Se havia algo ou alguém para se elogiar no time italiano este era Chiellini, muito bem na marcação dos atacantes, sempre bem atento e esperando a jogada se definir, sem se afobar. Porém, no geral, a fase não era boa, Insigne tentou um voleio razoável e mandou a bola pra arquibancada.
Os costarriquenhos se fecharam e permitiram um avanço italiano, porém a criatividade estava baixa. Cassano tentou marcar mas bem marcado chutou mal. Já a Costa Rica chegou com Brenes, que mandou um chutaço colocado, que passou muito perto do gol. E assim acabou, 1 a 0 Costa Rica! Classificada no temido grupo da morte! Com o resultado a Inglaterra é eliminada da Copa!
O gol:


Grupo da morte? Costa Rica vence a Itália e se... por LANCETV






Na Fonte Nova, ou bom, daqui a pouco falamos, Suíça e França fizeram mais um dos jogos do grupo E. O jogo entre os favoritos do grupo começou animador, com a França indo pra cima da Suíça, que não parecia a mesma equipe que enfrentou o Equador, jogavam muito lentos e pouco motivados. Logo aos 5 minutos, Benzema chegou próximo de marcar em chute de média distância que passou perto do gol. Em desentendimento entre Giroud e Von Bergen, o francês atingiu o suíço no olho, obrigando o jogador a sair de campo e ser substituído para um atendimento melhor.
A pressão francesa era grande, os suíços mal conseguiam sair do meio de campo, sendo mantidos na própria defesa. O volume de jogo deu resultado, aos 16 minutos cruzamento para o gigante Giroud, que cabeceou e tirou a bola do alcance do goleiro Benaglio, 1 a 0. Logo depois, o ataque francês mostrou que o jogo seria interessante, Matuidi recebeu toque e na entrada da área mandou forte chute, que Benaglio não segurou, 2 a 0. Matuidi, o melhor camisa 14 da copa até agora. E não tinha moleza para os suíços, que viam a França não se contentar com os seus dois gols já marcados e queriam mais, marcando em cima e jogando forte. Em rara chance suíça, Mehmedi chutou, Lloris defendeu, no rebote Shaqiri chutou de novo e Lloris fez milagre. Aos 30 minutos, Benzema avança na área e é derrubado, pênalti para a França. Na cobrança, o goleiro Benaglio fez bela defesa e salvou, o rebote ficou fácil, tranquilo para Cabaye marcar, mas o francês perdeu a chance claríssima chutando por cima do gol.
Em boa triangulação do ataque francês, a bola sobrou para Valbuena, que havia começado a jogada, completar pro gol e fazer 3 a 0 em 39 minutos de jogo. Eles estavam jogando fácil, Matuidi driblou quatro jogadores, tocou para Benzema, que serviu Valbuena e o jogador parou na defesa de Benaglio. Na segunda parte, a Suíça seguiu muito lenta no jogo, tentando reagir contra um time bem postado e atento na partida. O time tentou algumas vezes, não chegando muito perto de marcar um gol e ameaçar a vitória adversária.
Se a partida estava um pouco parada, a França tratou de dar nova emoção. Pogba, que havia entrado a pouco em campo, lançou perfeitamente Benzema, que chutou por baixo do goleiro e marcou. Seguiu o massacre, com espaço na entrada da área, Cabaye tocou de lado para na diagonal Sissoko chegar e chutar de lado, colocado, no cantinho sem chances para Benaglio, 5 a 0. No começo do relato da partida falamos da Fonte Nova, pois agora podemos dizer que é a Fonte dos Gols, confirmando os bons resultados, já que anteriormente tivemos Holanda 5x1 Espanha e Alemanha 4x0 Portugal.  Os blues seguiram pressionando e um próximo gol parecia bem natural, o time jogava pra cima e os suíços apenas assistiam.
Neste panorama, eis que Dzemaili arriscou um chute rasteiro, de longe, que passou por todo mundo e inclusive por Lloris, fazendo o gol de honra suíço no momento. Para não sair tão por baixo, a Suíça resolveu fazer gols e conseguiu mais um com Xhaka, um belo gol. No último lance do jogo, Benzema chegou a marcar outro gol, mas por pura falta de atenção, o juiz apitou o fim de jogo antes que saísse o gol, ou seja, ele não valeu e ficou mesmo 5x2.
O chocolate francês:



França faz mais uma vítima e goleia Suíça em... por LANCETV





Último jogo do dia e as pessoas não esperavam muito de Honduras e Equador, ainda mais em Curitiba, palco do primeiro zero a zero da Copa do Mundo. A partida começou movimentada, os equatorianos atacaram e foram já rebatidos por duas boas chances de Honduras. Diante desse equilíbrio, o jogo não fluía, bem truncado e com uma cara de que não saíria do zero. Aos 18 minutos, Enner Valencia recebeu bom lançamento na área, dominou de peito, caprichou, chutou e mandou pra fora a boa chance. Honduras estava gostando do jogo e Bengston recebeu cruzamento para cabecear muito perto do gol, assustando o goleiro Dominguez. Com 30 minutos, lançamento longo de Beckeles para Costly, que limpou o marcador e chutou forte no canto sem chances para o goleiro, 1 a 0 Honduras.
Mas, o gol não afugentou os equatorianos, que 3 minutos depois já reagiram. Paredes recebeu e chutou, chutou mal o suficiente para a bola desviar e ficar com o oportunista Enner Valencia, do lado da trave, marcar o gol do empate, 1 a 1. O Equador cresceu na partida, pressionando a partir de então e fechando Honduras na defesa, porém chegando pouco, apenas com Noboa cabeceando e quase desempatando o jogo. Chutando de longe e tomando muita distância, Bernardez mandou um forte chute e obrigou Dominguez a fazer boa defesa e mandar a bola para escanteio. Na cobrança, Costly cabeceou na trave e no rebote mandou a bola pra rede, porém o juiz já havia marcado toque de mão do hondurenho. 
Na segunda etapa, Beckeles já quis dar trabalho para o goleiro Dominguez, que precisou se esticar para salvar o gol. Em lance polêmico, Caicedo foi derrubado na área, mas o juiz não marcou nada, no replay percebe-se que foi pênalti, erro do juiz. Em mais um avanço hondurenho, Bengston quase marca depois de chutar e a bola desviar em Erazo e obrigar Dominguez a salvar no cantinho a finalização. Falta para o Equador, Ayoví cobra certeiro na cabeça de Enner Valencia, que não perdoa, marca, 2 a 1 e virada equatoriana. Valencia agora tem 3 gols na Copa, os 3 gols da sua seleção na competição.
O jogo seguiu truncado, principalmente com os jogadores de Honduras não tirando  o pé nas divididas, sem dó de chegar forte nas jogadas. Se antes um pênalti não havia sido marcado para o Equador, desta vez Costly foi seguro por Erazo e o juiz não marcou nada. Final 2 a 1 Equador, que precisa vencer a França ou torcer por uma vitória de Honduras contra a Suíça para se classificar. 
Não conseguimos os gols desta partida para colocar aqui, mas clicando AQUI você vê todos os lances e muito mais.



Até mais!

domingo, 15 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 3



Salve Salve Nerds!



Terrrrceiro dia de competição rolando pelo Brasil, é a Copa do Mundo ocupando as nossas atenções cada vez mais. Hoje, falaremos dos 4 jogos que tivemos ontem, então começamos pelo primeiro, entre Colômbia e Grécia.


Grécia e Colômbia entraram em campo  e os gregos pareceram sentir que o jogo não seria fácil, pois o estádio estava lotado de colombianos, que a exemplo de Brasil e Chile continuaram cantando o seu hino nacional mesmo após o corte da Fifa. No jogo, a Colômbia começou melhor e não sentia a falta de seu astro Falcao Garcia, que inclusive estava no estádio assistindo o jogo. Já nos primeiros minutos a pressão foi colombiana, com gregos recuados e sem posse de bola.
Como prêmio para esta dedicação, em bom lance do ataque colombiano, a bola ficou com Armero, aquele mesmo do Palmeiras, que chutou, a bola desviou e entrou no canto. Como de costume, Armero comemorou com a sua dança, o Armeration, sendo seguido pelos companheiros de seleção. O jogo seguiu todo com a seleção sulamericana, que não dava espaços aos gregos, que pareciam estátuas em campo. A tônica do jogo seguiu a mesma por todo o resto de primeiro tempo, a Colômbia marcando muito bem e não dando espaços e a Grécia recuada sem chances de criar jogadas.
Começo de segundo tempo melhor para os gregos, que tiveram mais espaço, no entanto sem criar perigo. Grécia apelou bastante nas faltas, recebendo vários cartões amarelos pela impaciência. Na cobrança de escanteio, a bola sobrou na área para Gutiérrez, que não desperdiçou e ampliou o placar aos 12 minutos. Cinco minutos depois, a Grécia mandou uma bola no travessão com Gekas, mas pouco para uma pressão maior nos colombianos. No minuto seguinte, inclusive, Rodriguez perdeu um gol feito para a Colômbia. Vencendo a partida, os colombianos pareceram satisfeitos com o jogo, dando espaços ao ataque adversário, que criou mais, porém ainda não conseguia chegar com perigo. Já no fim do jogo, Samaras quase chegou a marcar em bom chute que passou próximo do gol. A resposta colombiana chegou com James Rodriguez, aos 47 do segundo tempo, em cobrança de falta Cuadrado tocou para ele chutar colocado, sem chances para o goleiro grego. Final 3 a 0.
Os gols e o armeration:





No Castelão, Uruguai e Costa Rica fizeram o que não se acreditava e esperava, mas a maioria ficou feliz no final. A partida entre as duas seleções tão diferentes começou equilibrada, com a Costa Rica conseguindo até criar jogadas, enquanto o Uruguai pressionava mas sem assustar. O time celeste era melhor e chegou, tendo um gol anulado aos 15 minutos por conta de impedimento. Cavani recebeu cruzamento desviado e chutou, mas a bola veio girando e o chute foi errado. Aos 20 minutos, cruzamento na área e Lugano foi abraçado pelo zagueiro costarriquenho, ou seja, pênalti. Na cobrança, Cavani não desperdiçou e marcou, 1 a 0.
Lances depois, Campbell mandou um forte chute, que passou perto do gol do uruguaio Muslera. A Costa Rica acordou com o chute de Campbell, criando mais e chegando perto de marcar em duas oportunidades devido a falhas do goleiro Muslera, que deu rebote em finalizações. Com 43 minutos, Forlán mandou um chute despretensioso, mas que desviou e obrigou o goleiro Navas a fazer uma defesaça. Na segunda etapa, o jogo seguiu bom para a Costa Rica, que pressionava e começava a deixar os uruguaios nervosos em campo. Em outra bola parada, outra boa chance com Duarte em duas finalizações seguidas, mas salvas por Muslera. Minutos depois, novo ataque de caribenho, a zaga rebateu e Campbell mandou um canhão na direção do gol, 1 a 1 para delírio dos brasileiros e costarriquenhos.
Logo em seguida, outro forte golpe da Costa Rica. No cruzamento de Bolaños, Duarte subiu entre os zagueiros uruguaios e virou o jogo, inacreditável, impensável, espetacular virada da Costa Rica! Após o gol Lodeiro entrou no lugar de Forlán, tentando mudar o jogo uruguaio e deixar o time mais rápido. No entanto, quem seguiu dominando o jogo foi a Costa Rica, que chegou de novo com Campbell, cabeceando em cruzamento de Bolaños. Aos 24 minutos, Cavani cabeceou e Navas novamente trabalhou bem e salvou a Costa Rica. Nada passaria por Navas, esta era a partida da Costa Rica.
Ureña entrou no lugar de Bryan Ruiz aos 37 minutos, aos 39 ele recebeu grande lançamento de Campbell, o craque do jogo, e tocou para Ureña de primeira apenas desviar do goleiro e marcar o terceiro gol e matar o jogo, 3 a 1. Ainda houve tempo para Maxi Pereira ser expulso por se irritar com o jogador costarriquenho segurando a bola para o final de jogo. Final 3 a 1 e Costa Rica podendo se classificar!!!
El show:






Terceiro jogo do dia e um clássico entre Itália e Inglaterra. O jogo começou equilibrado mas com susto italiano no chute de Sterling que bateu na rede pelo lado de fora, gerando gritos de gol precipitados. Dois minutos depois, Henderson testou o goleiro Sirigu, que substituiu o machucado Buffon, obrigando o reserva italiano a realizar grande defesa. Depois de dois sustos, a Itália enfim começou a criar mais espaços, deixando o jogo bem aberto entre as equipes, ou seja, jogo legal. Se havia espaço na intermediária, os ingleses arriscavam os chutes, pareciam imaginar que o goleiro Sirigu não seguraria chutes de longa distância.
Aos 18 minutos, Candreva foi quem resolveu testar o goleiro inglês, Hart, que rebateu mas o rebote ficou com a defesa. Itália com mais posse de bola, mas os ingleses conseguiam chegar perigosamente pelas laterais, perdendo boas oportunidades pelo posicionamento não tão bom dos atacantes na área. Em um dos cruzamentos, finalização inglesa e Barzagli salvou a bola de entrar próxima da linha do gol. Pirlo era o destaque italiano, fazendo ótimos passes como sempre e alimentando o ataque que pouco pressionava. Quando este espaço apareceu, Candreva tocou para Pirlo, que fez um belo corta-luz e deixou a bola para Marchisio, que teve tempo para pensar e mandar um forte chute, sem chances para Hart defender, 1 a 0 italianos. Mas, o jogo estava aberto e os ingleses não demoraram para responder. Rooney avançou pelo lado da área e cruzou em meia altura para Sturridge, no outro lado da área, completar para as redes, 1 a 1. Aos 46 minutos, já no finzinho do primeiro tempo, Balotelli fez um lance que prova a sua capacidade criativa. Recebeu a bola, o goleiro Hart no modo desespero foi tentar abafar o lance, mas não voltou a tempo de defender o toque magistral por cobertura do atacante, que foi salvo pelo zagueiro em cima da linha. Logo após, Candreva mandou forte chute na trave inglesa.
Na segunda etapa, os ingleses foram pra cima e Sturridge chutou para Sirigu salvar. Os dois goleiros não pareciam muito seguros na partida, diga-se de passagem. Logo após, ataque italiano e Candreva, inspirado, cruzou a bola como se tocasse, mandando certeira para Balotelli cabecear e virar o placar novamente para os italianos, 2 a 1. Na pressa, Gerrard tropeçou no juiz, que também não estava bem posicionado em campo. Os ingleses esboçaram uma reação com Rooney, mas o calor parecia afetar mais os ingleses do que os italianos. Aos 15 minutos, Sturridge arriscou o chute e a bola passou perto do gol, Sirigu tirou com os olhos.
Dois minutos depois, Rooney, que nunca marcou gols em Copas do Mundo, teve ótima chance livre e dentro da área, mas mandou uma finalização meio torta e pra fora. Ingleses seguiam a pressão, mas cansaço pesava, inclusive com Sterling tendo que ser atendido fora de campo sentindo câimbras. Cobrando falta, Baines chegou próximo de marcar, mas Sirigu salvou os italianos novamente. Não era o dia inglês, tanto que o ídolo Gerrard não conseguiu acertar a precisão na cobrança de falta. Quem quase fez o dele foi Pirlo, cobrando grande falta que na curva enganou Hart e bateu no travessão. Final 2 a 1 Itália e Costa Rica líder do grupo da morte pelo saldo de gols!
Os gols do clássico:






Último jogo de ontem, Japão contra Costa do Marfim. Uma partida mais amena, depois de dois grandes jogos no dia. O páreo começou com os africanos pressionando os japoneses, que se fecharam na defesa, tentando os contra golpes. Em meio a chuva que chegou em Pernambuco, eis que para surpresa de todos, o Japão conseguiu a jogada que precisava, conseguiu espaço e Honda mandou um belo chute para o gol, 1 a 0 Japão. Depois do gol, o Japão enfim começou a gostar do jogo, desestabilizando os marfinenses em campo com um jogo rápido e uma esquema tático bem armado.
Em escanteio, Honda quase surpreendeu o goleiro Barry. A Costa do Marfim atacava, porém faltava alguém para organizar melhor as jogadas, os atacantes e meias jogavam com nervosismo.Aos 35 minutos, sobra de bola na intermediária e chute forte de Boka para defesa de Kawashima. No finalzinho de primeiro tempo Boka novamente tentou passar por Kawashima, mas o goleiro defendeu de novo o forte chute. Na segunda etapa, jogo bem morno, parado, com os japoneses segurando o resultado e os marfinenses pouco criativos.
Jogo truncado e cartões amarelos para os marfinenses. Do lado japonês trocas e substituições para um time que já estava cansado. Aos 16 minutos, o acontecimento que pareceu ter mudado a partida, Drogba entrou em campo no lugar de Serey Die. Três minutos depois, a mudança já aconteceu. Touré lançou Aurier, o jogador avançou e cruzou para Bony cabecear e empatar a partida. Dois minutos depois a virada já aconteceu, Aurier novamente caprichou no cruzamento e desta vez Gervinho foi quem cabeceou certeiro para fazer 2 a 1 Costa do Marfim. Depois dos gols relâmpago, a Costa do Marfim dominou completamente o jogo, pareceu voltar a ser o time que se esperava, mostrou qualidade e poderia ter ampliado o placar contra o Japão. Mesmo Drogba quase marcou em chute rasteiro, que Kawashima salvou. Já no finzinho de jogo o astro marfinense serviu Kalou, que obrigou Kawashima a trabalhar mais uma vez. Final 2 a 1 e continuamos com ótima média de gols na Copa do Mundo e sem empates. São 4 viradas de partidas em 8 jogos.
Os gols:




Até mais!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Copa do Mundo - Grupo D



Salve Salve nerds!



Estamos de volta depois das festividades de ano novo. Aliás, um grande, ótimo, incrível e totalmente excelente 2014 pra vocês!
Deixando as formalidades de lado, continuamos a nossa saga falando dos grupos da saudosa Copa do Mundo deste ano. Hoje comentamos sobre o Grupo D, composto por Uruguai, Costa Rica, Inglaterra e Itália. Este nem precisaríamos recordar, é o grupo da morte, onde apenas a Costa Rica está a passeio e veio conhecer o Brasil, pois os outros 3 são campeões mundiais e querem mostrar que não estão mortos para o futebol.
É realmente difícil prever as 2 das 3 seleções que passarão no Grupo D, pois o momento delas não é tão bom, porém Uruguai e Itália viveram coisas boas nos últimos anos, vide Uruguai campeão continental e Itália na Copa das Confederações. A Inglaterra vive a sombra de 1966, mas tem grandes jogadores que poderão desta vez levar a seleção da rainha mais longe. Vamos ao comentário de cada equipe e seus atributos:

Uruguai:


Os nossos vizinhos do extremos sul desembarcam em terras canarinhas buscando a repetição do Maracanaço, a repetição da Copa de 1950, quando foram campeões frente ao Brasil em um Maracanã lotado com 200 mil pessoas. Atualmente, os uruguaios contam com um bom elenco. No gol o seguro goleiro Muslera, que era revelação em 2010 e hoje já é uma boa realidade. A zaga tem experiência com Lugano, Godín e Coates, mas é a lentidão que preocupa.
Já os laterais Cáceres e Álvaro Pereira não tem um talento ofensivo muito grande, são mais defensivos, apoiando pouco os ataques com qualidade.Os meias talvez sejam a parte mais jovem da celeste, com revelações como Gargano, Lodeiro, Cristian Rodriguez e outros. No ataque a força desta seleção, composto por Cavani, Forlán e Suárez. Cavani brilhou no Napoli e por lá se tornou ídolo, hoje está no PSG e vem encontrando seu espaço em uma equipe de estrelas comandada por Ibrahimovic. Diego Forlán é uma grande incógnita, pois no Internacional não vem fazendo boas atuações, porém na seleção parece mais à vontade e ajuda muito no apoio dos ataques.
Fechando a parte ofensiva falamos de Suárez, talvez o melhor uruguaio da atualidade no futebol. O atacante do Liverpool vem quebrando paradigmas e jogando o fio da bola na Inglaterra. No campeonato inglês o jogador tem 20 gols em 15 jogos, além de 5 assistências, números de invejar e que comprovam o momento do uruguaio. Assim com todas as qualidades dos nossos vizinhos, é de se esperar muita vontade de passar para a segunda fase.


Costa Rica:


A seleção costarriquenha se classificou para a Copa nas eliminatórias da Concacaf, mas pelo baixo nível não é de se esperar qualquer resultado mais exorbitante no mundial. Não participaram da última Copa e no histórico recente foram eliminados na fase de grupos mesmo. Seu maior destaque é o jovem atacante Joel Campbell, do Arsenal. A outra parte da equipe atua em equipes menores da Europa, na própria Costa Rica e nos Estados Unidos.
Em 2002 inclusive foram goleados pela nossa seleção por 5 a 0, com direito a voleio/bicicleta de Edmilson. Guardadas as proporções com o Taiti, ganharão o carinho dos torcedores para uma possível zebra no grupo da morte.


Inglaterra:



A seleção da rainha chega ao Brasil tentando o que procura desde quando foi campeã na distante Copa de 1966. O título parece bem distante, mesmo chegar longe como em uma semi-final também é um tanto improvável mesmo para o mais arrojado apostador inglês. Todos os atletas, ao menos das últimas listagens de convocados, atuam na própria Inglaterra, porém no futebol globalizado os astros da Liga Inglesa são estrangeiros, baixando a qualidade da seleção local.
No gol está o goleiro Hart, do Manchester City, que parece estar em uma fase melhor do que seus antecessores na meta inglesa, que ficaram conhecidos por frangos históricos. As laterais são comandadas por Glenn Johnson, além de Ashley Cole. A zaga é composta pelos experientes Terry e Lescott. O meio tem os experientes Lampard e Gerrard com seu toque de bola preciso. Além dos dois também entram na escalação o ponta Walcott e Milner ou Ashley Young. Vale lembrar no ataque, de Wayne Rooney, principal jogador do setor ofensivo, acompanhado por Defoe e Welbeck. Um problema são as peças de reposição do elenco, que não estão a altura dos principais jogadores, dificultando para algumas situações onde possa haver a necessidade de trocas na equipe.
Esperemos para saber se os ingleses trarão surpresas boas ao Brasil para ao menos passarem da fase de grupos.


Itália:



Os tetracampeões mundiais chegarão por aqui com vários destaques, mas assim como os ingleses terão que provar sua capacidade de jogo. Já no gol o respeito pela tradição italiana pode ser visto, com Buffon, goleiro que está desde 1997 no gol italiano. A experiência parece parte do currículo desta seleção, tanto que na defesa estão Chiellini, Barzagli e Abate, o mais novo com 27 anos.
O meio de campo segue a risca o currículo, com De Rossi, Montolivo, o mito Pirlo Norris, Giaccherini e Diamanti. Somente o ataque é um pouco mais jovem, comandado por Balotelli, El Shaarawy e Giovinco. Surgiu a possibilidade da volta do meia atacante Totti, com declarações do treinador Cesare Prandelli dizendo que confia no potencial do jogador, mas nada definido ainda para a Copa.
Este elenco é bom, mas como várias vezes ressaltado, bem experiente. Claro que lembramos de 2006, quando havia uma experiente seleção e que foi campeã, mas na exigência física e no calor de algumas cidades brasileiras o desempenho dos mais velhos poderá decair. Talvez a seleção mais perigosa deste grupo, pois ao mesmo tempo em que não se confia no seu desempenho, chega e surpreende a todos com forças extraídas do fundo do Etna para vencer. Vejamos qual dos dois lados teremos, o surpreendente ou o cansado e desanimado.


Lembramos da mais nova parceria do Nerd Esporte, os nossos novos amigos do Bloggou, um blog que tem muito conteúdo, bem variado e que nós recomendamos bastante!


Até mais e obrigado pelos mais de 15 mil acessos de 2013!

terça-feira, 9 de julho de 2013

Supermercado da Bola Europeu

Salve Salve nerds!




Semana passada relatamos a situação mercadológica do futebol brasileiro, e hoje, falaremos um pouco do mercado que atrai os olhares de todo fã do futebol, o mercado europeu. Falamos de algumas especulações e de várias confirmações que abalaram e surpreenderam a todos. Confira no replay:

Espanha:




Atlético de Madrid: O time vem aproveitando bem o mercado nos últimos anos, principalmente na contratação de atacantes. Se houve a saída do ídolo Falcão Garcia, quem aparece no Vicente Calderón é David Villa, que saiu do Barcelona por 5 milhões de euros, bem abaixo dos valores astronômicos habituais.

Barcelona: O time catalão contou com a chegada de Neymar, já tão falada aqui e nos mais diversos meios.  Saindo do clube, além de Villa, Abidal foi para o Mônaco, o novo clube rico da Europa. O interesse é também em contar com David Luiz ou Thiago Silva, para compor uma defesa mais sólida.

Real Madrid: Os merengues são conhecidos por abrirem os cofres, e desta vez não parece ser diferente. Confirmados como novos jogadores estão Isco, do Málaga, Carvajal, do Bayern Leverkusen e o técnico Carlo Ancelotti que estava no PSG. Continua o grande interesse na contratação de Bale, do Tottenham, porém os ingleses não tem facilitado as coisas para os espanhóis. 
Dando adeus e buscando novos ares estão José Mourinho, que volta ao Chelsea, e Ricardo Carvalho, que vai para o Mônaco.

Inglaterra:





Arsenal: O clube que vem sofrendo com as perdas de seus craques, continua apostando em revelações francesas, e trouxe Sanogo, do Auxerre. Há o interesse em Higuaín, do Real Madrid, porém faltam detalhes. Houve rumores da contratação de Luís Suárez, mas a negociação não andou. Temporada difícil para os Gunners.

Chelsea: A maior luta do Chelsea é para repor suas perdas, pois nesta janela vários jogadores encerraram seus contratos com o clube e deixam o time sem muitas peças. Há também a intenção de tentar manter David Luiz, um dos destaques do time, que interessa muito ao Barcelona. De contratações podemos destacar a volta de Mourinho, que promete um bom trabalho, e do atacante Schürrle do Bayern Leverkusen. Há o grande sonho de contratar Rooney, porém os valores são altíssimos e a rivalidade entre os clubes pode atrapalhar nos negócios.

Manchester United: Nos Reds inicia-se a era pós-Ferguson, e é difícil prever como serão os trabalhos depois dessa era tão vitoriosa ao clube. O clube parece estar com a mão fechada, pois pouco se especulou em suas contratações e a maior confirmação foi do pouco conhecido Varela, do Peñarol, além do habitual interesse na volta de Cristiano Ronaldo. Fora isso o desafio é manter Rooney.

Liverpool: O clube dos Beatles anda com a aparente falta de verbas, já que fez apenas contratações de composição de elenco e prevendo perdas nele. Junto ao Sunderland veio o goleiro Mignolet e do Celta de Vigo o meia Iago Aspas. O temor é da perda de Suárez, que é o grande artilheiro do time.

Manchester City: Ao contrário dos rivais, o City contratou, e foi inteligente no que fez. Trouxe o técnico Manuel Pellegrini do Málaga, e os meias Fernandinho e Jesús Navas, do Shakhtar Donetsk e do Sevilla. São contratações de valores médios e de jogadores com qualidade, além do técnico ter feito bom trabalho no Málaga. A perda maior do elenco foi Tévez, contratado pela Juventus.

Itália:





Internazionale de Milão: A Inter pouco foi atrás de contratar, e trocou Cassano por Belfodil, da Parma. No comando técnico aparece Walter Mazarri, ex-Napoli. 

Juventus: A Juventus atirou para todos os lados, e conseguiu duas boas contratações para o ataque, que vinha há um bom tempo sem um destaque que desse resultados. Chegaram para isso Llorente, do Athletic Bilbao, e Tévez, do Manchester City. Quem mal chegou e já saiu foi Anelka, que vai jogar no West Bromwich. 

Milan: Os milaneses andam tão parados quanto a água que dá dengue, e apenas Ambrosini saiu por fim de contrato, e ninguém foi contratado. Há o antigo desejo na volta de Kaká, porém os valores para isso são elevados, e outras contratações de peso também não estão ajudando no quesito financeiro ao clube.

Roma: Os romanos apenas especulam, e sonham com a contratação do lateral Maicon e do goleiro Júlio César. De saída do clube podem estar Leandro Castán e Osvaldo, que interessam respectivamente ao Flamengo e a clubes ingleses.

Alemanha:




Bayern de Munique: Os bávaros parecem animados para contratar, e já confirmaram Gotze, do Borussia, e possivelmente devem fechar com Lewandowski. Quem volta a treinar um clube e logo um super time é Joseph Guardiola, que foi contratado antes do fim da temporada, porém vai estrear só em agosto. Sem tanto espaço no clube, Mario Gómez decidiu por sair, e vai jogar na Fiorentina. 

Borussia Dortmund: Se a grande sensação da temporada perdeu e pode perder mais craques e do herói Felipe Santana, para o Schalke 04, o clube tratou de logo ir atrás de reforços. Os que chegam são Papastathopoulos, do Werder Bremen, Aubameyang, do Saint Etienne, e Mkhitaryan do Shakhtar Donetsk. Bons reforços que são as novas promessas de sucesso desse time que provou que sabe revelar jogadores até então desconhecidos para o mundo do futebol.

França:



Mônaco: O mais novo rico do futebol mundial e europeu chegou com tudo, e não economizou nada no dinheiro para ter um elenco suficientemente bom para as disputas da temporada. Chegaram Ricardo Carvalho, Falcão, Touré, Abidal, Ricardo Carvalho, João Moutinho e James Rodriguez, além de outros 5 reforços menos conhecidos. A intenção, um tanto óbvia, é ter resultados imediatos com esse altíssimo valor investido, veremos como será.

Paris Saint German: Depois do maciço investimento da temporada passada, o PSG não foi muito atrás de reforços, até porque tem um bom elenco presente, e contou apenas com a perda do seu técnico Carlo Ancelotti. Os rumores são da saída de Thiago Silva, para o Barcelona, e do descontentamento de Ibrahimovic, que é especulado na Juventus.


Até mais!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Combo de Final de Semana

Salve Salve nerds!

Está no ar mais um... Combo de Final de Semana!!!

Com um combo cheio de emoções, vamos direto para as pistas pelo mundo. Na Inglaterra GP de Silverstone de Fórmula 1, e com muita emoção, pneus furados e belas ultrapassagens na parte final da corrida, Nico Rosberg levou o troféu Santander pra casa, acompanhado de Mark Webber e Ferrrrnando Alonso das Astúrias. Felipe Massa fez ótima corrida de recuperação e terminou em sexto. Muito mais detalhes sobre a corrida você confere na Colúnia Esportiva.



Na Moto GP, maior categoria do motociclismo, eis que tivemos o retorno de um supercampeão das motos, que não vencia a quase 3 anos. Após largar em quarto lugar, Valentino Rossi logo nas primeiras voltas assumiu o primeiro posto, e de lá não saiu. Com o resultado, Rossi conquistou sua 47ª vitória pela Yamaha, e recorda seus áureos tempos. Outro destaque ficou com Jorge Lorenzo, que após ser operado, 30 horas depois foi para as pistas, com a clavícula bem debilitada. Mesmo com toda essa mobilidade comprometida Lorenzo conquistou o quinto lugar na corrida, e saiu chorando de dor de sua moto, aplaudido por todos.
Detalhes maiores você confere AQUI.


O doutor voltou


Ontem, tivemos os jogos finais da Copa das Confederações, com a decisão do 3º lugar e a pelo título. Começamos com Uruguai e Itália, que jogaram no calor mortal de Salvador, em um jogo 1 hora da tarde, pra torrar de vez. A Itália começou com mais atitude, e controlava a partida, sem dar tanto espaço ao ataque tríplice celeste, com Cavani, Forlán e Suárez. De tanto martelar, os italianos conseguiram chegar ao gol, graças a bela cobrança de falta de Diamanti, que bateu na trave, nas costas do goleiro Muslera, e sobrou limpa para Astori chutar em cima da linha, 1 a 0.
Mantendo ainda a posse maior da pelota, a azurra continuou dominando o jogo, e encontrava os adversários sem inspiração diante do escaldante calor de Salvador. No intervalo, o cansaço pareceu ser transferido de lado, e o Uruguai começou a comandar a partida, tendo espaço para jogar e fazer jogadas perigosas, contra italianos cansados. Aos 12 minutos, eis que Cavani aproveitou e empatou, dando a entender que os uruguaios teriam condições de virar com tranquilidade o jogo.
Aos 27 minutos, em chance quase isolada na partida, a Itália novamente tomou a frente no placar, em nova cobrança de Diamanti, dessa vez direta para o gol. Porém, o cansaço continuava a pesar para os europeus, e em outra cobrança de falta, Cavani empatou o jogo, e deu números finais a partida no tempo normal. Na prorrogação nenhum time se arriscou, e até os uruguaios já se mostravam cansados tanto quanto os adversários.
Nas penalidades, eis que Buffon brilhou, e superou sua falha em um dos gols uruguaios, pegando 3 penalidades das 4 cobradas pelo Uruguai. Os italianos erraram apenas uma penalidade, e levaram o bronze para casa.
Os gols e pênaltis:



Já na decisão, Maracanã lotado para a grande final entre Brasil e Espanha. E se o jogo prometia ser equilibrado, com dificuldades para o Brasil, foi o contrário, com a nossa seleção dando uma aula de futebol aos espanhóis, que saíram atordoados de campo. Desde o começo o time brasileiro demonstrava atitude, e conseguiu aplicar uma marcação de pressão eficiente na Fúria, que estava bem calminha por sinal, rs. 
E como resultado do bom jogo, logo com um minuto e meio Fred marcou o primeiro do time, após cruzamento, sobra de bola e chute deitado do artilheiro. Ao longo do primeiro tempo a Espanha teve poucas chances, e não conseguia acertar os seus tão famosos passes, no estilo consagrado nos últimos anos. O Brasil, pelo contrário, aproveitava os espaços deixados e ameaçava com Neymar, Fred e Hulk, apoiados por Oscar. Nos 40 minutos, em jogada de Pedro, o gol espanhol quase saiu, e com Júlio César sem chances de defesa, David Luiz salvou quase em cima da linha, e milagrosamente mandou a bola por cima do gol. Com o susto tomado, o time acordou e aos 44 minutos Neymar, voltando rapidamente do impedimento, recebeu em condições a bola de Oscar, e chutou um balaço de esquerda, sem chances para Casillas. 2 a 0 com autoridade.
O segundo tempo mal havia começado, e Fred, de novo ele, ampliou e carimbou a vitória brasileira no jogo, após receber passe e chutar tirando a bola do goleiro espanhol. Era a derrota confirmada, e o restante do segundo tempo reservado para gritos de Olé e outros dos torcedores. Pra fechar com chave de ouro, Sérgio Ramos perdeu um pênalti sofrido por Jesús Navas.
 Uma partida para a história do futebol, um show da seleção canarinho, que mostrou realmente um futebol que há muito tempo não se via.
Sem mais delongas, os gols e o espetáculo brasileiro:




Até mais!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Copa das Confederações - Al Final

Salve Salve nerds!


Ontem, tivemos a segunda semi-final da Copa das Confederações, entre Itália e Espanha, Espanha e Itália. A partida começou com expectativa de show espanhol, contra uma Itália enfraquecida e sem Balotelli, que se lesionou contra o Brasil. Porém, o técnico Cesare Prandelli armou um esquema tático especial para essa partida. Logo no começo, mesmo marcando em pressão, como sempre faz, a Espanha encontrou um adversário que não iria facilitar, e que teve 4 minutos de pura pressão contra a atual campeã mundial. No esquema de Prandelli, dois meias jogavam como os antigos pontas, Giaccherini e Maggio, e assim passavam por trás da marcação adversária.
Com esse avanço, as jogadas fluíam, e além dos dois meias, Pirlo aparecia para completar o trio que fazia as jogadas para o fraco atacante Gilardino. Com algumas chances perdidas, os italianos acabaram o primeiro tempo até melhores que a Fúria espanhola, que mesmo equlibrando o jogo não chegou com perigo.
Na segunda etapa os espanhóis voltaram melhores, porém encontraram uma Itália mais fechada, que não deu grandes chances ao rápido time comandado por Iniesta. Quem assustou mais foi Fernando Torres, que parece ter realmente recuperado seu bom futebol, e chegou com perigo em alguns chutes. Do lado italiano nada de muito expressivo. A partida caminhava para a prorrogação, e cansada a Itália esperava os minutos finais. A Espanha parecia desesperada por um gol, parecia temer qualquer coisa na prorrogação, mas não evitou mais 30 minutos de jogo.
A prorrogação mostrou que a parte física da azurra anda bem em baixa, pois o cansaço dos jogadores era mais do que evidente, e se refletiu em um jogo de um só time, defesa contra ataque, com a Espanha bombardeando Buffon. Para susto espanhol, em um lance praticamente isolado a Itália mandou um chute na trave, com Giaccherini. O restante foi pressão da Fúria, que também carimbou a trave de Buffon, em chute de Xavi. Ainda com energias, a Espanha criou mais jogadas, mas Piqué, Sérgio Ramos e Cia. perderam os gols. 
Para fechar com dramaticidade total, as penalidades máximas. No lado italiano Candreva, Aquilani, De Rossi, Giovinco e Pirlo converteram suas cobranças. Para a Espanha converteram: Xavi, Iniesta, Piqué, Sérgio Ramos e Mata. Na sexta rodada de penalidades, eis que Bonucci se inspirou em Roberto Baggio e mandou a bola para a lua, jogando para o espaço as chances italianas. Restou para Jesús Navas cobrar e colocar a Espanha em mais um final, agora contra o Brasil.
Os gols, aliás, os pênaltis, no replay:



Para a final contra a nossa seleção, ficam as dúvidas sobre como se comportará o time da Espanha, que pode expressar o cansaço de uma decisão de 120 minutos contra a Itália, e vem sofrendo com o calor. Contra Nigéria e Itália mostraram-se espaços nas laterais, o que pode ser um dos caminhos para o time de Felipão. Não dá para mudar o estilo de jogo brasileiro apenas para uma partida, porém é de se imaginar bons resultados, pois temos bons jogadores que atuam pelos lados. 
A vantagem espanhola se dá na posse de bola e no domínio do jogo, além da velocidade nas jogadas próximas da área, que apenas com uma defesa bem postada pode ser evitada, pois jogadores como Iniesta e Xavi são imprevisíveis. Sem maiores delongas, será um grande jogo, com duas equipes que não tem medo de atacar. 

Até mais!

domingo, 23 de junho de 2013

Copa das Confederações - Brigas Opostas

Salve Salve nerds!




Ontem tivemos a terceira e última rodada do Grupo A da Copa das Confederações, com Brasil x Itália e Japão x México. O primeiro jogo valia a liderança do grupo, e a possível fuga de pegar a Espanha na segunda fase, já o segundo jogo não valia muita coisa, pois os dois times estavam eliminados precocemente.
Iniciamos com o jogo dos eliminados. No primeiro tempo o domínio foi nipônico, jogando assim como na partida anterior contra a Itália. Os contra-ataques e o jogo rápido faziam do Japão melhor em campo, mas mesmo assim não criou chances claras e que pudesse ameaçar. Já no finalzinho do primeiro tempo os mexicanos acordaram, e cabecearam na trave com Guardado.
O segundo tempo foi o contrário, com México tomando conta do jogo. Antes dos dez minutos duas chances claras de gol, na primeira Kawashima salvou, e na segunda Chicharito se adiantou e cabeçou certeiro sem chances para o goleiro, 1 a 0 México. O técnico do Japão, Zaccheroni, tentou alterações, e mudou o estilo de jogo do time para o 3-4-3. Porém, de nada adiantou, e aos 20 minutos de novo Chicharito cabeceou para garantir a vitória de sua seleção.
Aos 40 minutos, em lampejo, o Japão diminuiu com Kagawa fazendo boa jogada para Okazaki marcar, mas o México estava melhor, e perdeu a chance de aumentar a diferença, em pênalti perdido por Chicharito, que no rebote isolou a bola no travessão. Final 2 a 1 e fim de competição para ambos.
Os gols:



Em Salvador, na Arena Fonte Nova, Brasil e Itália decidiram o primeiro lugar do grupo. Mesmo com desfalque de Paulinho, e lesão de David Luiz durante a partida, o Brasil conseguiu imprimir grande ritmo de jogo. Do lado italiano, as ausências de Pirlo e outros foram bem mais sentidas, e o meio campo da azurra foi pouco criativo. Logo no começo de jogo, a Itália sofreu bastante com a marcação brasileira, e demorou um bom tempo para conseguir sair de sua defesa, com tanta pressão que sofria. O Brasil conseguiu criar algumas chances já nesse começo, mas não se concretizaram em gol.
Equilibrando o jogo, a Itália tentou chegar com Balotelli, entretanto ele estava bem marcado, e isolado não rendia o mesmo. Já no último lance do primeiro tempo, em cruzamento que Buffon não conseguiu desviar o suficiente, Dante apareceu na segunda trave para completar, e abrir o placar para a seleção. Logo no começo da segunda etapa, Balotelli, mesmo sofrendo falta, deu belo passe para Giaccherini empatar e colocar panos quentes no jogo brasileiro. 
Se a Itália empatou aos 5 minutos, em cobrança de falta Neymar conseguiu tirar totalmente a bola de Buffon, anotando belo gol. Muito melhor em campo, o Brasil ampliou com Fred, que estava em jejum de gols, e vencendo dividida com o zagueiro fez o terceiro gol da seleção no jogo. Em bobeada da defesa brasileira, os italianos reagiram, e Chiellini marcou. Já no finzinho de jogo, Fred carimbou a vitória brasileira após receber passe de Bernard, e no rebote do primeiro chute marcar. Final 4 a 2 e Brasil esperando provavelmente o Uruguai, se tudo ocorrer normalmente.
A bela vitória do Brasil, no replay:



Até mais!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Copa das Confederações - Queda Nissei e Levante Brasileiro

Salve Salve nerds!







Voltamos com o início da segunda rodada da fase de grupos da Copa das Confederações, com as partidas do grupo A.
Começamos com a partida do Brasil, contra o México, no Castelão em Fortaleza. Estádio lotado e com direito a hino cantado mesmo após o corte feito pela organização, dando um belo show por parte dos torcedores.
No jogo, Brasil pra cima, com mais atitude e empolgado. Sem dar chances aos mexicanos, a nossa seleção não demorou para abrir o placar com Neymar, que em belo chute de primeira, e de esquerda não deu chances ao arqueiro mexicano. Após o gol o placar poderia ter sido aumentado, de novo em jogada de Neymar, que dessa vez chutou para fora após belo drible. O restante do primeiro tempo foi de apagão brasileiro, e com o México avançando seu jogo, começando a criar chances, principalmente pelas laterais e em cima de Marcelo, que sozinho não conseguia marcar, e deixava espaço para perigosos cruzamentos na área brasileira.
O segundo tempo começou igual, com pouca criatividade brasileira e pressão mexicana, mas sem chutes perigosos ao gol de Júlio César. Mesmo com o nariz quebrado, David Luiz tirava os cruzamentos na área, e em um lampejo do Brasil, Paulinho fez bela jogada, driblando meio time adversário, e tocando para Neymar, mas o jogador chutou muito fraco.
Sofrendo pressão, quase no final do jogo, eis que o Brasil vai ao ataque, Neymar recebe a bola na ponta esquerda, e chama a marcação de dois mexicanos. Fazendo o inesperado, ele dribla os dois, passando pelo meio deles, e dá de presente o gol para Jô, que esperava livre na área. Era o gol pra matar o jogo, e elevar a moral do time. Brasil classificado, México dando adios.
Os gols:


No segundo jogo do grupo, Itália e Japão se encontraram em Recife para um jogo que entrou para a história. Os italianos vinham tranquilos, e não esperavam um Japão tão bem depois da derrota para o Brasil, porém foi totalmente o contrário do que a lógica poderia prever. Marcando adiantado, a seleção nipônica começou com tudo, e com as melhores oportunidades do jogo, mesmo com a Itália tendo a posse de bola no começo de partida.
E não demorou para o esforço japonês virar gols, após bobeada da defesa, em recuo mal feito pelo zagueiro, Buffon fez pênalti no atacante Okazaki. Honda cobrou e abriu o placar para o Japão, para delírio e surpresa de todos.  Aos 32 minutos, eis que nova bobeada da defesa italiana, depois de um escanteio, e a bola sobrou para Kagawa chutar de meio voleio e fazer 2 a 0 Japão, parecia o fim para a Itália.
Desesperado, Prandelli, o técnico da Itália, colocou Giovinco em campo, e o time pareceu acordar. Aos 40 minutos, em escanteio perfeito cobrado por Pirlo, De Rossi completou de cabeça e diminuiu o placar. No último lance do primeiro tempo o empate quase veio, no chute de Giaccherini na trave.
Na segunda etapa quem apagou momentaneamente foi o Japão, que viu a virada italiana em um piscar de olhos, Logo aos 4 minutos, Giaccherini tomou a bola na linha de fundo, cruzou para a área rasteiro, e o zagueirão Uchida cortou para o gol, gol contra. Um minuto depois, novo ataque da azzurra, e pênalti após bola batendo na mão do zagueiro dentro da área. Balotelli, que nunca errou um pênalti, marcou e virou a partida para a sua seleção, pela primeira vez na partida.
Aos 23 minutos, novamente com o domínio do jogo, o Japão marcou com Okazaki, de cabeça, e reacendeu as esperanças de virada. Em lance impressionante, inacreditável, impensável de errar, Okazaki chutou a bola na trave, e no rebote, de cabeça, Kagawa, com o gol livríssimo, mandou a bola no travessão, foi o decreto para a queda nipônica.
Mas, para piorar as coisas, aos 40 minutos do segundo tempo, quando a Itália estava mais do que sumida do jogo, após bela triangulação e passe de De Rossi, Giovinco, o mesmo que havia entrado no primeiro tempo, completou para as redes, e classificou de forma espetacular a Itália. O Japão, após fantástica partida, dá adeus a competição, e cumpre tabela com o México.
Veja os gols desse espetáculo do esporte, no replay:




Até mais!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Combo de Final de Semana

Salve Salve nerds!

Está no ar mais um... mini COMBO DE FINAL DE SEMANA!

Começamos com a Stock Car, que foi realizada em Cascavel, e teve como vencedor Marcos Gomes, após 4 anos sem vencer. Todos os detalhes você pode ver, com direito a uma galeria de fotos, clicando AQUI.


Seguimos, falando agora de Copa das Confederações, onde foram realizados 3 jogos sábado e domingo. No sábado, na abertura, o Brasil recebeu o Japão em Brasília, e em meio a desconfiança, superou a seleção nipônica com tranquilidade. O único destaque dos japoneses foi Honda, que conseguiu alguns chutes ao gol, mas de resto foi total superioridade tupiniquim. 
Já no primeiro tempo, após ajeitada de Fred, Neymar deu belo chute, e colocou a bola quase no ângulo, para marcar 1 a 0. Na segunda etapa o ritmo não caiu, e Paulinho ampliou para o Brasil. Já no finzinho de jogo, não muito após entrar, Jô recebeu pela primeira vez a bola e chutou ao gol, fechando a conta, e marcando o terceiro gol do Brasil. Final 3 a 0, e quarta enfrentamos os mexicanos.
Os gols:


Falando em mexicanos, os campeões da Concacaf enfrentaram a Itália no Maracanã, e foram apresentados a um certo jogador irreverente. Jogando melhor boa parte do tempo, a Itália tomou as rédeas da partida, e quase chegou ao gol com Balotelli. Mas, quem abriu o placar para os italianos foi Pirlo, que em cobrança caprichadíssima de falta colocou a bola onde a coruja dorme, e fez um golaço.
Não muito depois, em pênalti bobo, o México chegou ao empate, com Chicharito Hernandéz, que cobrou tirando Buffon do lance. No segundo tempo, após mais marteladas na defesa mexicana, Balotelli apareceu novamente, e dessa vez em jogada de raça e determinação, venceu dividida com o zagueiro e chutou meio travado para o gol no canto, sem chances para o goleiro. Final 2 a 1, e Itália sem sustos até agora.
Os gols, no replay:




E pra fechar com chave de ouro, a partida mais esperada da rodada, Espanha x Uruguai em Recife. Jogando o fio da bola no primeiro tempo, com sua tradicional marcação por pressão, a Fúria dominou o centro do campo e as ações do jogo, dando poucas chances aos uruguaios, que apostavam no contra-ataque. Com todo o domínio, os gols saíram naturalmente, com Pedro e em gol contra.
No segundo tempo, mais cansados, os espanhóis seguraram o jogo, e mesmo melhores em campo, não arriscaram tanto um terceiro gol, o que quase custou caro. Já nos minutos finais, em cobrança de falta perfeita, Suárez diminuiu para a Celeste, que em vão tentou o empate na empolgação do primeiro gol.
Final 2 a 1, e Espanha líder do grupo, esperando a partida de hoje entre Nigéria e Taiti.
O show de bola espanhol e a bela cobrança de Suárez:


Até mais!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Deu Zebra!

Salve Salve nerds!



Hoje falamos de um fenômeno conhecido no futebol, e que ataca os grandes clubes pelo mundo, e até seleções em dias não muito inspirados, é a temida Zebra, que ataca quando menos se espera, e faz vítimas por aí. Citaremos alguns dos diversos casos em que o futebol pregou uma de suas peças e surpreendeu a todos.
O primeiro caso foi em um jogo da Copa do Brasil de 2005, em que o desconhecido Cianorte recebia o Corinthians, com Tévez, Carlos Alberto, Roger, Gustavo Nery, Nilmar e cia. E se alguém imaginava classificação corinthiana, e festa dos milhares de torcedores presentes, se enganou, e viu um surpreendente Cianorte, jogando melhor e criando as melhores chances.
O resultado foi brutal, um 3 a 0 com autoridade, e com direito a um golaço de bicicleta do atacante Márcio Machado. Na volta, 5 a 1 para o timão, que acabou passando de fase.

trágico...

Na Copa América de 2001, Brasil e Honduras se enfrentaram pelas quartas-de-final da competição, e os então favoritos, já que a Argentina não estava participando, acabaram conhecendo o pequeno país da América Central.
Jogando mal, muito mal, a nossa seleção, já comandada por Felipão, perdeu por 2 a 0 para os hondurenhos, e protagonizaram a maior zebra da competição, já que Honduras aceitou participar como convidada em cima da hora, com a desistência da Argentina. Martinez marcou os dois gols da seleção.
A atuação da zebra caribenha:


Na Copa de 2002, jogo de abertura da competição, entre França, a atual campeã do mundo, e Senegal, desconhecida seleção africana, que estreava em copas. Sem Zidane, os franceses tinham as esperanças em Henry, e no resto do time favorito para passar em primeiro no grupo, porém acabou encontrando um time que jogava com raça e que não queria fazer feio na estreia.
E não fez, pois Diop tratou de marcar, já sentado no chão, o gol senegalês, e fazer muita dança para comemorar. A França até teve chances, mas parou na trave, e no mal desempenho. Confira:


Voltando ao Brasil, neste ano Nacional do Amazonas e Coritiba jogaram pela segunda fase da Copa do Brasil. E se perder de 3 a 0, como o Corinthians para o Cianorte, já é ruim, imagina ter que reverter esse placar, e não conseguir. Foi o que aconteceu ao coxa, que fora de casa fez fiasco e não teve chances, perdendo por 4 a 1, mas, decidindo em casa, deu vexame, com direito a pênalti perdido por Alex, e deu adeus a competição mais democrática do nosso futebol.
Foi a primeira vez na história que uma equipe amazonense se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil.
Confira os gols do primeiro jogo:


Ontem, em São Januário, a Itália fez amistoso contra o Haiti, em prol das vítimas do terremoto acontecido por lá e pela reconstrução da pequena ilha. Dentro de campo muitos reservas no lado italiano, mas nada comparável ao Haiti, que mal consegue ter a prática do esporte em suas terras.
Logo aos 17 segundos, os italianos fizeram o primeiro gol, e a goleada parecia estar chegando. O dois a zero veio no segundo tempo, com Marchisio, e tudo parecia resolvido. Mas, de maneira guerreira, o Haiti correu atrás do placar, e de pênalti diminuiu com Squrel. Já nos acréscimos, lançamento perfeito para o atacante Peguero, que recebeu a bola, entrou na área e completou para as redes, dando o heroico empate a seleção de seu país. Uma zebra mais do que comemorada pela maioria dos presentes em São Januário.
Os gols do jogo:



Até mais!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Copa das Confederações - Grupo A

Salve Salve nerds!


Falamos de Copa das Confederações, que daqui a mais ou menos 1 mês agitará o Brasil. Em dois posts, retrataremos como estão as 8 seleções participantes da competição. Começamos com o grupo A, que terá Brasil, Itália, Japão e México.
O Brasil atravessa um momento de transição, como sabemos, e a seleção anda por altos e baixos nos amistosos que disputa. O vice-campeonato olímpico foi um banho de água fria para os novos jogadores, que buscavam espaço na seleção principal. Uma competição de peso, como essa, pode dar nova cara ao Brasil, que não terá vida fácil em nenhum dos jogos da fase de grupos.
Com os jogadores que vem sido convocados e não tem feito bons jogos, a moral do time não anda muito alta pelas terras tupiniquins, e as vaias têm sido companheiras nas apresentações em casa. A lista final de convocados não deve sofrer alterações em relação aos últimos convocados, então sem prováveis surpresas.


Mais ou menos...


A Itália vem de um vice-campeonato da Eurocopa, e sofre com a transição, pois os atletas campeões mundiais de 2006 já estão se aposentando, e a nova geração ainda não conseguiu repor todas as necessidades do time. A esperança está em Balotelli, que é o primeiro jogador negro da história da seleção italiana, e na hora da decisão normalmente faz a diferença.
Nos mata-matas, a Azzurra sabe como poucos chegar longe, e quando não se deposita confiança na seleção, é aí que eles ganham. Conseguiram a vaga por serem vice da Espanha, já que os espanhóis são os atuais campeões mundiais, o que mostra até onde as oportunidades podem ser aproveitadas pelos italianos descrentes.
Não apresentam um grande poder de ataque, entretanto sempre prezaram muito pela marcação. Prova disso foi a total anulação da Alemanha na semi-final da Euro 2012. Teoricamente, no papel, deve passar junto com o Brasil para a próxima fase. Até agora, o jogo com mais ingressos vendidos foi para Itália x México, que será no Maracanã, e conta já com 63 mil ingressos com donos.


Super Mário



Outro integrante do grupo, o Japão vem credenciado por ter vencido a Copa da Ásia, contra a Austrália na final, e já está praticamente garantido na Copa do Mundo ano que vem. Os nisseis, me corrijam os japoneses se eu estiver errado, não tem uma seleção favorita, mas vem evoluindo gradativamente no futebol.
Um exemplo disso é a presença de japoneses da seleção atuando na Europa, com destaque recente para Kagawa, que é do Manchester United.  Sempre incomodando os grandes, não podemos nos surpreender com uma zebra japonesa.

Os samurais...


Fechando o grupo, temos o México. Os latino-americanos do norte mais uma vez levaram a Copa Concacaf, contra os Estados Unidos, e tem mais uma vez o direito de jogar contra as melhores seleções dos continentes. 
Sempre incomodando o Brasil em todas as competições, os mexicanos sagraram-se campeões olímpicos em cima de nossa seleção, mesmo não tendo jogadores acima de 23 anos. Jogando sem muito medo do adversário, o México vai dar trabalho, mas não é favorito, teoricamente, assim como o Japão, de tirar a vaga de Brasil ou Itália na próxima fase.
O destaque atual é o atacante Chicharito, do Manchester, que não vem em uma grande fase, mas é o ídolo de sua seleção.


A pedra na chuteira brasileira...

Até mais!
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