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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Prévia das quartas de final da Copa



Chegamos na reta final da Copa do Mundo e os oito melhores da competição se enfrentam em confrontos equilibrados. Confira as prévias:

Uruguai x França

Foto: Twitter/FIFA

No confronto que envolve três títulos mundiais, um duelo que promete bastante na manhã de sexta-feira. De um lado está o Uruguai, com a melhor defesa da Copa junto ao Brasil, com a penas um gol tomado, diante de Portugal. Gimenez e Godin são talvez a melhor zaga desse mundial e dão enorme segurança para que o time jogue no resto do campo. O meio campo não é tão criativo, mas a função dele é conseguir que a bola chegue de algum modo em Suarez e Cavani, que é dúvida para o jogo de amanhã e não foi confirmado ou descartado ainda. A dupla de atacantes se entende muito bem e pode ser capaz de decidir o jogo a favor da celeste. A equipe não deverá dominar a partida e ser perigosa o tempo todo, mas a disposiçao tática e a vontade dos jogadores em campo dificilmente não são vistos. 

No outro lado, a França vem com uma equipe de grandiosos nomes e que até se imaginava melhor para uma próxima Copa do Mundo talvez. Quando foram testados e levaram a provisória virada da Argentina, souberam buscar o resultado e viraram com propriedade, mostrando poder de reação e que o time tem equilíbrio. Um dos pilares do time e que foi de grande importância no time foi o volante Kanté, que recupera as bolas no meio campo e ajuda no início das jogadas de ataque  dos franceses. Se diante dos nossos hermanos havia mais espaço para os contra golpes e jogadas em velocidade com Mbappé, diante dos uruguaios esse espaço deverá ser menor e, além disso, como já falado, a defesa celeste conta com peças mais qualificadas. Deverá ser um jogo de paciência entre as equipes, que não encontrarão facilidade e nem muito espaço. A França provavelmente tenha que propor mais o jogo e o Uruguai buscará esperar a hora de dar o contra ataque.

Brasil x Bélgica

Foto: Twitter/FIFA

Repetindo o confronto das oitavas de final de 2002, as duas seleções se encontram na Rússia. O Brasil vem com um time equilibrado. Levou apenas um gol, não sofreu muito com a defesa, sabendo controlar a presão inicial que sofreu do México, e reagiu na segunda etapa com o meio e o ataque trabalhando. Depois de Filipe Luis jogar, Marcelo retorna ao time e fica a preocupação dos espaços que podem ser deixados por ele, já que o lateral é mais ofensivo que Filipe Luis. Na frente, mesmo sem ainda ter marcado na Copa, Gabriel Jesus é bancado por Tite e segue titular ao lado de Neymar e Willian. A seleção deverá encontrar espaços no time belga, que quando vai ao ataque cede espaços grandes ao adversário, como visto diante dos japoneses. Portanto, as jogadas dos pontas brasileiros deverão ser importantes, além do fato de os defensores belgas não terem tanta velocidade. 

Falando nas forças belgas, do meio pra frente é um time com muito perigo. De Bruyne e Hazard vem sendo os articuladores do jogo, com apoio dos alas Carrasco e Meunier, e Lukaku é quem decide lá na frente. É uma equipe com muita qualidade nos passes e que tem muita criatividade. Apesar disso, na hora em que precisou decidir contra o Japão, o time buscou os tradicionais chuveirinhos na área para conseguir se salvar, com os gols de Vertonghen e Fellaini de cabeça. Se os belgas conseguirem controlar os ímpetos de ataque, já que chegam com muitos jogadores, poderá ter um jogo mais igual contra o Brasil. Porque se não conseguir realizar essa recomposição da defesa, ficará complicado para segurar o ataque brasileiro.

Rússia x Croácia

Foto: Twitter/FIFA

Jogando em casa e depois de ter eliminado de maneira surpreendente a Espanha, agora a Rússia encara a Croácia, que teve trabalho para eliminar a Dinamarca. Os russos vem com a filosofia de o que vier já é lucro, porque havia muita desconfiança na equipe e agora estão nas quartas de final da competição. A força da equipe se encontra no bom posicionamento defensivo, que conseguiu conter a Espanha jogando com a famosa linha de cinco jogadores na frente da área, além do inspiradíssimo goleiro Akinfeev. Falta criatividade e mais qualidade para o time, mas a Rússia joga apostando nos contra ataques e espaços deixados pelas equipes adversárias. Conforme apurado, os gols levados pelos russos foram todos vindos de jogadas de bola parada, que devem ser a fonte de preocupação dos donos da casa.

Já é clichê nessa Copa, mas a Croácia dependerá mais do que nunca de Rakitic e Modric para conseguir sair vencedora desse duelo. Os meias precisão trabalhar para arrumar espaços no ferrolho russo que deverá ser armado, num jogo que poderá ser parecido com o feito diante da Espanha. A diferença talvez se encontre na eficiência de Mandzukic nas jogadas pelo alto, que podem ser uma arma alternativa da equipe para furar o bloqueio adversário, além das jogadas pelas pontas com Rebic e Perisic. Os croatas deverão ter que propor o jogo e se controlar para não dar espaços aos contra golpes, já que contam com defensores não tão velozes.

Suécia x Inglaterra

Foto: Twitter/Federação Inglesa

Voltando para as quartas de final após 24 anos, a Suécia fará um duelo de estilos contra a Inglaterra, que não esperava muito dessa Copa mas agora se coloca como candidata ao título. A grande força da Suécia nesse mundial se encontra na defesa. O selecionado levou apenas dois gols e consegue neutralizar muito bem os adversários já no meio campo, com duas linhas de quatro jogadores que fecham os espaços. A fraqueza do time fica no ataque, onde Berg e Toivonen não conseguiram ainda ser eficientes e não acertaram a pontaria diante da Suíça. O nome que faz a diferença lá na frente é Forsberg, que chama as jogadas e cria espaços. Talvez, como ocorreu diante da Alemanha, os suecos consigam os espaços para os contra golpes, já que os ingleses deverão vir com tudo para tentar furar a defesa adversária.

Mostrando bastante qualidade e com um artilheiro em grande fase, a Inglaterra vem do sufoco contra a Colômbia para esse duelo. Jogando com dois alas/pontas, mais dois meias ofensivos e dois atacantes, os ingleses vem com uma armada toda pra cima dos suecos. Mesmo com todas essas opções e variações para o ataque, a maioria dos gols veio de bolas paradas ou dos pênaltis convertidos por Harry Kane. O time demonstrou muita qualidade e organização para aproveitar bem as bolas aéreas dos escanteios e faltas. Para esse jogo, o desafio será fazer o time encontrar espaços com bola rolando e não só pelo alto, já que os suecos tem uma defesa muito bem postada e com boa média de altura. Além disso, não poderão deixar os espaços para os contra ataques, já que ficará um espaço grande para essas jogadas dos suecos.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

No placar mínimo, Portugal, Espanha e Uruguai vencem




Segunda rodada dos grupos A e B com três placares iguais, três 1x0. Jogos em que os artilheiros brilharam e evitaram um desastre maior de suas equipes na rodada.

Portugal x Marrocos

Foto: Twitter/FIFA
Na primeira partida do dia, expectativas sobre Cristiano Ronaldo e os portugueses contra o Marrocos, que queria mostrar serviço depois da doída derrota para o Irã em um gol contra. Logo aos quatro minutos, Cristiano mostrou a que veio e apareceu de cabeça para marcar o único gol do jogo. Com o tento anotado, são 85 gols pela seleção, se tornando o maior artilheiro de uma seleção europeia na história, superando Puskás que tem 84. Em Copas do Mundo, o camisa sete soma também sete gols, ficando a apenas dois de igualar Eusébio.



Mesmo com mais posse, 55%, mais passes e mais chutes a gol,  um deles com bela defesa de Rui Patrício em um cabeceio, o Marrocos não conseguiu furar a defesa lusitana para evitar a segunda derrota e a consequente eliminação do mundial.






Uruguai x Arábia Saudita

Foto: Twitter/FIFA

Precisando vencer se quisesse brigar pela liderança do grupo, o Uruguai encarou a desacreditada Arábia Saudita. Mesmo criando mais e jogando melhor que a seleção árabe, os nossos vizinhos tinham dificuldades para chegar e o velho estilo uruguaio, dos longos passes e cruzamentos se fez presente novamente. Inclusive na escalação o criativo Arrascaeta deu lugar a Cristian Cebolla no meio campo.

Se no primeiro jogo ele perdeu grandes chances, nesse Suarez conseguiu acertar o gol uma vez, aos 23 minutos. Assim, Luisito é o primeiro uruguaio a marcar gols em três copas seguidas, três em 2010, dois em 2014 e um até agora em 2018. Agora, Suarez está a apenas dois gols de igualar os oito de Oscar Miguez como maior artilheiro da celeste em Copas, hoje ele está empatado com Forlan na vice-artilharia, com seis gols.

A Arábia Saudita teve mais espaço e até mais posse de bola que os uruguaios, porém novamente esbarrou na falta de qualidade técnica para criar mais perigo. Destaque para o Uruguai que, com apenas dois gols marcados, se classifica para a segunda fase da Copa.




Irã x Espanha

Foto: Twitter/FIFA
Após um empate contra os portugueses, a Espanha vinha para o tudo ou nada contra o Irã, que buscava ao menos um empate para seguir bem no grupo, depois de ter superado o Marrocos na primeira rodada. Como se imaginava, o jogo foi controlado pelos espanhóis, que rodavam a bola em passes dos dois lados do campo e não encontravam espaços na área iraniana, como mostra o mapa de calor abaixo. Na primeira etapa, a Espanha trocou 363 passes, o Irã 55 e Isco sozinho 56. Restou para a Espanha abusar dos cruzamentos para Diego Costa e companhia nas tentativas de gol.



Na base da insistência e do oportunismo de Diego Costa, aos 9 minutos o camisa 19 dividiu a bola na área e marcou o gol da vitória espanhola. Os iranianos tentaram bastante, mas o único chute que "foi" pro gol foi um gol anulado por impedimento. Faltou capricho pro Irã buscar o empate, mas o time segue vivo e joga pelo tudo ou nada diante de Portugal na última rodada. A Espanha encara o eliminado Marrocos. 





domingo, 29 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 17



Salve Salve Nerds!



Começo de oitavas de final da Copa das Copas e muita emoção. Duas partidas entre sul-americanos que fizeram história. Confira, no replay:



Muita expectativa quanto a esta partida, já que o Brasil não apresentou um futebol tão convincente nesta Copa, enquanto o Chile parecia em um melhor momento, depois de passar no grupo vencendo a Espanha. A nossa seleção começou melhor, jogando em cima e não dando espaço para os contra golpes chilenos e o toque de bola rápido dos atacantes. O Chile seguia recuado, via o Brasil ocupar espaços e tentar chegar para chutar, porém as finalizações vieram apenas de longe. Na cobrança de escanteio, Thiago Silva desviou para o outro zagueiro, David Luiz, atrapalhar o jogador chileno e ele mandar a bola pro fundo do gol, 1 a 0. Seguíamos melhores, mesmo sem aquele futebol envolvente, porém sem ameaças dos adversários. O perigo era maior pois os laterais avançavam muito e outros jogadores precisavam chegar para tirar a bola dos chilenos. Em bobeada impressionante de Hulk, recuando a bola muito fraco para trás, Vargas interceptou e tocou para Sanchez chutar da entrada da área, 1 a 1. O Brasil quase virou com Neymar cabeceando e Fred, que chutou muito mal quando a bola sobrou pra ele de cara para o gol. Na segunda etapa, logo aos 5 minutos, Hulk recebeu bom lançamento, dominou de braço, segundo o juiz e marcou o gol, que pelo domínio duvidoso foi anulado. Abrimos um parentese especial com relação ao árbitro, que estava em uma péssima atuação, marcando qualquer contato entre os jogadores e deixando de marcar contatos maiores e faltas claras. 
Felipão tirou Fred e colocou Jô para tentar resolver o problema dos gols, porém não via que o meio campo é que estava perdido, não o ataque. Aranguiz tentou estragar a festa brasileira, mas Júlio Cesar defendeu. Em lance que poderia custar caro, Jô perdeu um gol depois de ótimo lançamento de Hulk, pois perdeu o tempo da bola e chutou o ar. Hulk parecia um dos únicos em campo que estavam atuando bem, muito diferente do primeiro tempo, onde errou no gol sofrido pelo Brasil. O atacante tentou dois chutes e parou em Bravo, o goleiro que fez grandes defesas na partida. Os 90 minutos não foram suficientes, pedindo a prorrogação, que teve a seleção canarinho melhor durante todo o tempo, mas pecando no último passe, o time estava nervoso e não produzia o suficiente. Tivemos algumas chances brasileiras, com Hulk desafiando novamente Bravo inclusive, mas o grande susto foi no último lance do segundo tempo, quando Pinilla chutou a bola na trave e quase matou todos do coração. 
Nos pênaltis, David Luiz cobrou e converteu. Júlio Cesar pulou bem e defendeu a cobrança de Pinilla. Na segunda rodada, Willian tirou do goleiro, porém mandou pra fora e Alexis Sánchez parou em Júlio Cesar. Marcelo cobrou na terceira rodada e converteu, enquanto Aranguiz também marcou, deixando o arqueiro brasileiro parado. Hulk começou a quarta rodada e cobrou muito mal, no meio, nas pernas de Bravo. Díaz converteu e empatou a série em 2 a 2. Na última cobrança brasileira, Neymar não desperdiçou e marcou. A última cobrança chilena tinha Jara contra Júlio Cesar, que pulou errado e viu a bola bater na trave, para classificar no sufoco a nossa seleção, 3 a 2. Final incrível, quase morremos do coração mas o Brasil segue vivo na Copa das Copas.
Os gols e pênaltis:



Que sufoco! Julio Cesar brilha e Brasil vence... por LANCETV



A bola que não entrou





No segundo confronto entre sul-americanos, o Maracanã recebeu Colômbia e Uruguai. O time celeste tentava superar a perda de Suárez, suspenso, enquanto a Colômbia queria manter o bom desempenho dos 3 jogos da fase de grupos. A partida começou disputada e pegada, porém com impressionante posse de bola colombiana, que chegou a 71%. A seleção de Valderrama avançava bastante com Cuadrado, que distribuía o jogo da equipe e buscava os laterais e James Rodriguez, o 10 colombiano. Os uruguaios estavam fechados em campo, tendo que apelar para os chutões como forma de tirar a bola da defesa. A marcação era forte em Cavani, o centro-avante celeste, que pouco conseguia jogar. Eis que, no bate rebate na intermediária, um jogador colombiano cabeceou a bola para James Rodriguez, que dominou no peito e mandou de primeira, no ar, um chute sem chances de defesa para Muslera, que golaço, 1 a 0. 
O time celeste acordou após o gol, chegando mais e conseguindo colocar a bola para Cavani, que inclusive cobrou falta perto do gol. Ospina, muito seguro no gol colombiano, fez bela defesa no chute de González e que Cavani, impedido, atrapalhou a visão do arqueiro. No segundo tempo, o Uruguai começou melhor, conseguindo chegar a linha de fundo e criando o que pouco fez na etapa anterior. Quando conseguiu sair do aperto, a Colômbia avançou bem com Armero, que viu os companheiros na segunda trave, cruzou precisamente e Cuadrado desviou para o meio, onde James Rodriguez, novo artilheiro da Copa, completou para o gol, 2 a 0. Após o segundo tento marcado, os colombianos seguraram mais o jogo, tocando a bola e fazendo a alegria da torcida, que voltou a gritar "olé", mesmo quando a bola retornava até o goleiro Ospina. Rodríguez tentou diminuir o sofrimento uruguaio com forte chute de longe, que Ospina salvou. Na melhor chance uruguaia da partida, Máxi Rodriguez recebeu, ficou na diagonal cara a cara com o goleiro e acabou chutando em cima dele. Cavani tentou chutando rasteiro, Ospina pegou no canto, não era o dia da Celeste, que viveu o seu próprio Maracanazo. Final 2 a 0 e os colombianos agora tem o time da casa pela frente, um jogaço que promete.
Os gols:



James faz dois, é artilheiro e Colômbia elimina... por LANCETV



Até mais!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 13



Salve Salve Nerds!



Última rodada para os integrantes dos grupos C e D, com bons jogos novamente e emoção até o final na briga pela classificação. Confira:





Primeiro jogo que falaremos foi entre Costa Rica e Inglaterra, no Mineirão. A partida foi bem morna e a Costa Rica, a melhor do grupo, só precisou garantir o empate para passar em primeiro lugar com 7 pontos. O time até criou algumas chances, mas a Inglaterra foi melhor e teve mais posse de bola durante o jogo. No entanto, não foi o suficiente para superar o goleiro Navas e sair do Brasil com ao menos uma vitória. Final zero a zero.



Inglaterra empata com a Costa Rica no adeus à Copa por LANCETV






No outro jogo do grupo, Itália e Uruguai protagonizaram um jogo com cara de Libertadores da América. Desde o começo a partida já estava truncada e os dois times não conseguiam espaços para criar. A primeira chance mais clara veio com Pirlo, cobrando falta de longe e direto para o gol de Muslera, que defendeu bem. Assim como contra a Costa Rica, a Itália insistia muito no jogo com Balotelli, que não estava em um bom dia de novo, pois arrumou um cartão amarelo em falta boba. Os italianos conseguiam mais posse de bola, porém o espaço era pouco para jogadas próximas da área uruguaia, possibilitando apenas chutes de longa distância, pouco eficientes.
O Uruguai apareceu com boa jogada entre Suárez e Lodeiro, e o atacante chutou para defesaça de Buffon, que no rebote fez outro milagre no chute de Lodeiro. O time celeste cresceu na partida, conseguindo os espaços e tentando surpreender Buffon, como tentou Cáceres, chutando de longe ao ver Buffon adiantado. Para o segundo tempo, Balotelli saiu para a entrada de Parolo, já que o atacante estava nervoso em campo e já tinha um amarelo. Na área, Cavani e Bonucci disputaram a bola e o uruguaio pediu penalidade, o comentarista da TV disse que foi e os comentaristas do Nerd Esporte que os dois estavam se agarrando e assim não foi pênalti, mas como o juiz disse que não foi a discussão se encerra aqui. Só dava Uruguai na partida, Cristian Rodriguez avançou e chutou em boa posição, mas mandou pra fora. Em tentativa de assassinato, Marchisio chegou muito forte em Arévalo Rios, cartão vermelho direto para o italiano.
Suárez, em boa jogada entre zagueiros, invadiu a área e chegou chutando contra Buffon, que fez outra defesa espetacular. O jogo era todo uruguaio, pressão total e agora com um a mais, porém os italianos tentavam resistir. No ápice da confusão, Suárez e Chiellini se desentenderam, o uruguaio mordeu o ombro do italiano e após isso Chiellini deu uma cotovelada no atacante. O juiz não marcou nada. Logo em seguida, escanteio cobrado e ele, o herói das decisões em 2014, Godín, cabeceou certeiro contra o gol de Buffon e marcou, 1 a 0 Uruguai.
O desespero tomou conta dos italianos, que foram com todos os jogadores ao ataque, tentando um gol milagroso. Com todo esse espaço, Suárez bobeou e gastou uma chance que poderia ter custado caro, ao enrolar em um lance de contra-ataque uruguaio com chance de gol claríssima. No fim, nem os 5 minutos de acréscimos e Buffon indo pra área tentar marcar o gol na cobrança de falta resolveram. Uruguai classificado e Itália fora. Foi a última Copa do Mundo para Buffon e Pirlo, ídolos da esquadra italiana e que deixarão saudades aos fãs do bom futebol.
O gol:



No sufoco, Uruguai vence Itália e se classifica... por LANCETV







No grupo C, jogo entre Grécia e Costa do Marfim e os dois poderiam se garantir na próxima fase caso vencessem e se o Japão não passasse pela Colômbia. Começo de partida e os gregos apareceram com uma atitude diferente das duas últimas partidas, onde jogaram apáticos, desta vez procuraram o gol primeiro que os marfinenses. A Costa do Marfim equilibrou o jogo e avançou principalmente com Yaya Touré na armação, tentando encontrar Drogba e Gervinho na frente. Kone, sentindo a coxa, deixou o time grego antes dos 20 minutos para a entrada de Samaris, que fez companhia a Samaras no setor ofensivo grego.
Mas a bruxa estava solta no campo grego, pois Kanezis, o goleiro, sentiu as costas e precisou ser substituído para a entrada de Glykos. Na primeira chance mais clara, já aos 32 minutos de jogo, ótimo contra golpe grego e Cholevas recebeu ótimo passe entre os zagueiros para chutar a bola no travessão. Em seguida, Karagounis chutou rasteiro e Barry apareceu para evitar o gol. Na saída de bola marfinenses, pressão grega e tomada de bola. Samaras viu Samaris adiantado e tocou a bola para o atacante marcar, 1 a 0. Os africanos tentaram reagir com Yaya Touré, porém depois de driblar dois adversários o chute parou na defesa grega.
Na segunda etapa, gregos voltaram melhores, mas tomaram susto em chute de Gervinho. Christodoulopoulos, que nominho, limpou da defesa marfinense e chutou, a bola passou perto e os gregos quase fizeram assim o segundo gol. O bombardeio continuou com Salpingidis, que isolou um chutaço para defesa incrível de Barry no ângulo. O nervosismo atrapalhava os marfinenses, que colecionavam cartões amarelos em campo. Salpingidis, o pesadelo de Barry, arriscou de novo um chute e dessa vez o travessão salvou o goleiro africano. Christodoulopoulos novamente tentou e a bola passou muito próxima do ângulo, era pressão total grega.
No meio dessa pressão toda, eis que Gervinho recebeu passe de Kalou e lançou Bony, que não perdoou e marcou, 1 a 1. Com este resultado, os africanos se classificavam. Buscando mais energia no ataque, o treinador da Costa do Marfim tirou Drogba e Gervinho. A pressão europeia seguia e os marfinenses se seguravam para manter o empate e assim ficar com a vaga. Porém, contudo, entretanto, todavia, na bacia das almas, eis que...Sio foi marcar Samaras, que chutou a perna do marcador e caiu, de maneira bem simulada. O juiz marcou pênalti e Samaras converteu, para delírio dos companheiros e torcedores presentes. Final 2 a 1 Grécia e seleção classificada para enfrentar a temida Costa Rica.
Os gols:



Com emoção! No último minuto, Grécia vira o... por LANCETV






No outro jogo do grupo, o Japão precisava vencer a boa seleção da Colômbia para se classificar. A impressão inicial era de que os japoneses poderiam dificultar os trabalhos, com boas jogadas e chegadas ao gol. Contrária a este momento bom dos asiáticos na partida, a Colômbia foi para o ataque e conseguiu um pênalti, cometido por Konno em Adrian Ramos. Cuadrado, o Romarinho colombiano, cobrou e converteu a penalidade em gol, 1 a 0. Mesmo com o gol levado, o time japonês quase marcou com Kagawa, que chutou e obrigou Ospina a praticar boa defesa. Honda, cobrando falta, novamente assustou Ospina, mas não marcou. Em cruzamento de Uchida, Okubo tentou fazer um golaço de voleio, mas a bola subiu muito. Ao melhor estilo Van Persie, Okazaki pulou de peixinho no cruzamento de Honda e marcou o gol de empate, 1 a 1.
Cuadrado, o Romarinho colombiano, saiu, mas James Rodriguez entrou para comandar o meio campo da seleção. Aos 10 minutos, Arias tocou para James Rodriguez, que engana a marcação e ao invés de chutar toca para Jackson Martinez completar para as redes, 2 a 1. Precisando virar o placar, o Japão tentou novamente ir para cima do organizado time colombiano. Com espaço, os sul-americanos desperdiçavam chances nos contra golpes, podendo ampliar o placar. De tanto tentar e errar, eis que eles acertaram. Em mais um contra-ataque puxado, Jackson Martinez recebeu, cortou do marcador e chutou tranquilo, no canto, fazendo 3 a 1. Para fazer história, Mondragon entrou em campo no lugar do goleiro titular colombiano, Ospina. Mondragon entrou em campo e se tornou o jogador mais velho a atuar em uma Copa do Mundo, com 43 anos e 3 dias contra os 42 de Roger Milla em 1994, Copa que Mondragon disputou inclusive.
E ainda houve tempo para mais um gol colombiano. James Rodriguez recebeu lançamento, driblou o zagueiro no gingado e chutou por cobertura sobre o goleiro, um golaço. Final 4 a 1 e a Colômbia agora tem uma parada dura contra o Uruguai na próxima fase.
Os gols:



De goleada! Colômbia derrota o Japão e está 100... por LANCETV


Mondragon fazendo história aos 43 anos!






Até mais!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 8



Salve Salve Nerds!


Oitaaavo dia de Copa do Mundo, com mais 3 jogos importantes e bem movimentados. Confira:




Primeira partida do dia pelo grupo C no dia, entre Colômbia e Costa do Marfim. Já no hino uma cena emocionante, o jogador Serey Die, que perdeu o pai e se emocionou durante a exibição do hino marfinense. No jogo, partida equilibrada e com as equipes buscando ainda encontrar espaços para jogadas com maior perigo. O jogo estava tão emocionante que quando um balão em forma de bola de futebol invadiu o campo acabou chamando mais a atenção que os jogadores. O primeiro chute mais perigoso da partida foi com Tioté, que chutou por cima do gol. Gutierrez fez o favor de trazer o inacreditável para o campo, perdendo um gol sozinho depois de boa jogada de Rodriguez. 
Aurier assustou de novo o goleiro colombiano em mais uma finalização. A Costa do Marfim conseguia chegar mais ao campo de ataque, porém erros como a furada na hora de chutar cometida por Bony mostraram que Drogba, no banco, fazia falta. Segunda etapa novamente equilibrada, poucas chances mais claras, apenas uma falta cobrada por Yaya Touré que passou do lado do gol. Bony recebeu bom cruzamento de Yaya Touré, mas tentou acrobaticamente um voleio e não acertou a bola. A Colômbia acordou quando James Rodriguez serviu Quadrado, que chutou a redonda na trave. Para alegria dos torcedores da Costa do Marfim, aos 15 minutos Drogba entrou em campo no lugar de Bony. E se Drogba deu sorte quando entrou contra o Japão, ontem foi o contrário, deu azar. Três minutos depois, Cuadrado cobrou escanteio e a bola ficou para James Rodríguez cabecear certeiro, 1 a 0 Colômbia.
Kalou também entrou no time marfinense, porém assim como Drogba pouco produziu e não fez sua experiência valer no jogo. Serey, o jogador que infelizmente perdeu o pai, falhou e na dividida perdeu a bola, gerando contra-ataque mortal colombiano, puxado por Rodriguez, que serviu Quintero e o volante só teve o trabalho de tirar a bola do goleiro, 2 a 0.
Em um lampejo africano na partida, Gervinho fez bela jogada, deixou três marcadores para trás e chutou certeiro sem chances para o goleiro, 2 a 1. Com o gol, várias chegadas dos africanos no ataque, porém sem ameaçar realmetente o gol de Ospina, que defendeu apenas chutes rasteiros e fracos. No pouco que aconteceu no final de jogo, Quintero arriscou do meio de campo e quase venceu o goleiro Barry, que estava adiantado e bobeou na defesa, mas salvou o gol. E esta foi a segunda vitória colombiana na copa, seleção classificada para a próxima fase. 




O clássico do dia foi na Arena Corinthians, entre Uruguai e Inglaterra. Neste jogo pela sobrevivência na Copa do Mundo, até Ibrahimovic não perdeu a chance de assistir, vendo no começo as duas equipes sedentas por chances de gol No lado inglês o goleiro uruguaio, sim, o uruguaio Muslera quase entregou um gol para Rooney. Suárez voltava de lesão, não estando 100%, mas já no começo mostrou a que veio e quase marcou um gol olímpico. Rooney, perseguindo o seu primeiro gol na Copa do Mundo, cobrou falta que tirou tinta da trave, com o goleiro Muslera tirando a bola com os olhos apenas. 
As duas equipes queriam jogar, um verdadeiro espírito a altura do clássico, com muitos avanços laterais e cruzamentos tentando encontrar alguém nas áreas. Depois da pressão inicial, a seleção celeste começou a tomar conta do jogo, criando mais e chegando com perigo no cruzamento de Suárez que Cavani chutou e quase marcou. A fase não era boa, em cobrança de falta do maestro Gerrard, Rooney cabeceou encostado no gol e conseguiu mandar a bola no travessão. 
Quando a Inglaterra novamente tomava conta do jogo, com mais posse de bola, Lodeiro tomou a bola no meio de campo, lançou Cavani, que avançou para perto da linha de fundo e cruzou certeiro para Suárez marcar de cabeça, 1 a 0. Em resposta, Sturridge mandou forte chute defendido por Muslera. Na segunda etapa, Suárez continuou infernizando nos escanteios, quase marcando gol olímpico sobre o goleiro Hart. Em outra oportunidade uruguaia, Cavani recebeu a bola e ficou frente a frente com o goleiro, mas perdeu a ótima chance de gol.
Novamente Rooney tentou sair do zero em Copas do Mundo, mas Muslera fez milagre e salvou o gol do inglês. Depois de dividida pelo alto, Álvaro Pereira desmaia, mas ao acordar não deixa o retirarem do jogo e continua na partida. Vendo a vaga fugir, a Inglaterra começou a pressionar e jogar melhor que os sul-americanos, com Gerrard conseguindo distribuir as jogadas. A insistência deu certo, Rooney subiu mais que os jogadores uruguaios no escanteio e enfim marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo. Minutos depois, Sturridge quase virou mas Muslera cresceu no gol uruguaio e salvou de novo a meta. Atordoado pelo gol tomado, o time celeste demorou alguns minutos para criar novamente e parecia mais próximo da derrota do que da vitória, os ingleses seguravam bem o jogo e os avanços.
Mas, havia um craque que estava com muita vontade de jogar na Copa do Mundo, que quase ficou fora dela, se recuperou e precisou abdicar da partida contra a Costa Rica para contra a Inglaterra apresentar seus cartões de visita. Após bola rebatida, Gerrard rebateu sem querer para trás e a bola ficou com ele, Luis Suárez, que avançou e mandou um chute indefensável para Hart, 2 a 1 e a virada uruguaia, a virada de Suárez.
Após o tento tomado, até o goleiro Hart tentou marcar de cabeça em escanteio, mas não conseguiu evitar o placar adverso, além da eliminação precoce da seleção inglesa, que junta da Espanha vai embora do Brasil antes da hora.

Na terceira e última partida do dia, Japão e Grécia fizeram um jogo equilibrado no começo, mas aí aos 37 minutos do primeiro tempo Katsouranis foi expulso, deixando o Japão tomar conta do jogo. Isto seguiu-se pelo restante da partida, mas faltava criatividade e um atacante mais eficiente para a seleção nipônica, que desperdiçou muitas chances e tocava a bola sem encontrar espaços suficientes para chutar a gol de longe. Mesmo com um jogador a menos, os gregos chegaram a assustar os japoneses e Kawashima precisou fazer boas defesas. Sendo assim, placar de zero a zero e ambas as equipes bem próximas da eliminação.



Até mais!

domingo, 15 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 3



Salve Salve Nerds!



Terrrrceiro dia de competição rolando pelo Brasil, é a Copa do Mundo ocupando as nossas atenções cada vez mais. Hoje, falaremos dos 4 jogos que tivemos ontem, então começamos pelo primeiro, entre Colômbia e Grécia.


Grécia e Colômbia entraram em campo  e os gregos pareceram sentir que o jogo não seria fácil, pois o estádio estava lotado de colombianos, que a exemplo de Brasil e Chile continuaram cantando o seu hino nacional mesmo após o corte da Fifa. No jogo, a Colômbia começou melhor e não sentia a falta de seu astro Falcao Garcia, que inclusive estava no estádio assistindo o jogo. Já nos primeiros minutos a pressão foi colombiana, com gregos recuados e sem posse de bola.
Como prêmio para esta dedicação, em bom lance do ataque colombiano, a bola ficou com Armero, aquele mesmo do Palmeiras, que chutou, a bola desviou e entrou no canto. Como de costume, Armero comemorou com a sua dança, o Armeration, sendo seguido pelos companheiros de seleção. O jogo seguiu todo com a seleção sulamericana, que não dava espaços aos gregos, que pareciam estátuas em campo. A tônica do jogo seguiu a mesma por todo o resto de primeiro tempo, a Colômbia marcando muito bem e não dando espaços e a Grécia recuada sem chances de criar jogadas.
Começo de segundo tempo melhor para os gregos, que tiveram mais espaço, no entanto sem criar perigo. Grécia apelou bastante nas faltas, recebendo vários cartões amarelos pela impaciência. Na cobrança de escanteio, a bola sobrou na área para Gutiérrez, que não desperdiçou e ampliou o placar aos 12 minutos. Cinco minutos depois, a Grécia mandou uma bola no travessão com Gekas, mas pouco para uma pressão maior nos colombianos. No minuto seguinte, inclusive, Rodriguez perdeu um gol feito para a Colômbia. Vencendo a partida, os colombianos pareceram satisfeitos com o jogo, dando espaços ao ataque adversário, que criou mais, porém ainda não conseguia chegar com perigo. Já no fim do jogo, Samaras quase chegou a marcar em bom chute que passou próximo do gol. A resposta colombiana chegou com James Rodriguez, aos 47 do segundo tempo, em cobrança de falta Cuadrado tocou para ele chutar colocado, sem chances para o goleiro grego. Final 3 a 0.
Os gols e o armeration:





No Castelão, Uruguai e Costa Rica fizeram o que não se acreditava e esperava, mas a maioria ficou feliz no final. A partida entre as duas seleções tão diferentes começou equilibrada, com a Costa Rica conseguindo até criar jogadas, enquanto o Uruguai pressionava mas sem assustar. O time celeste era melhor e chegou, tendo um gol anulado aos 15 minutos por conta de impedimento. Cavani recebeu cruzamento desviado e chutou, mas a bola veio girando e o chute foi errado. Aos 20 minutos, cruzamento na área e Lugano foi abraçado pelo zagueiro costarriquenho, ou seja, pênalti. Na cobrança, Cavani não desperdiçou e marcou, 1 a 0.
Lances depois, Campbell mandou um forte chute, que passou perto do gol do uruguaio Muslera. A Costa Rica acordou com o chute de Campbell, criando mais e chegando perto de marcar em duas oportunidades devido a falhas do goleiro Muslera, que deu rebote em finalizações. Com 43 minutos, Forlán mandou um chute despretensioso, mas que desviou e obrigou o goleiro Navas a fazer uma defesaça. Na segunda etapa, o jogo seguiu bom para a Costa Rica, que pressionava e começava a deixar os uruguaios nervosos em campo. Em outra bola parada, outra boa chance com Duarte em duas finalizações seguidas, mas salvas por Muslera. Minutos depois, novo ataque de caribenho, a zaga rebateu e Campbell mandou um canhão na direção do gol, 1 a 1 para delírio dos brasileiros e costarriquenhos.
Logo em seguida, outro forte golpe da Costa Rica. No cruzamento de Bolaños, Duarte subiu entre os zagueiros uruguaios e virou o jogo, inacreditável, impensável, espetacular virada da Costa Rica! Após o gol Lodeiro entrou no lugar de Forlán, tentando mudar o jogo uruguaio e deixar o time mais rápido. No entanto, quem seguiu dominando o jogo foi a Costa Rica, que chegou de novo com Campbell, cabeceando em cruzamento de Bolaños. Aos 24 minutos, Cavani cabeceou e Navas novamente trabalhou bem e salvou a Costa Rica. Nada passaria por Navas, esta era a partida da Costa Rica.
Ureña entrou no lugar de Bryan Ruiz aos 37 minutos, aos 39 ele recebeu grande lançamento de Campbell, o craque do jogo, e tocou para Ureña de primeira apenas desviar do goleiro e marcar o terceiro gol e matar o jogo, 3 a 1. Ainda houve tempo para Maxi Pereira ser expulso por se irritar com o jogador costarriquenho segurando a bola para o final de jogo. Final 3 a 1 e Costa Rica podendo se classificar!!!
El show:






Terceiro jogo do dia e um clássico entre Itália e Inglaterra. O jogo começou equilibrado mas com susto italiano no chute de Sterling que bateu na rede pelo lado de fora, gerando gritos de gol precipitados. Dois minutos depois, Henderson testou o goleiro Sirigu, que substituiu o machucado Buffon, obrigando o reserva italiano a realizar grande defesa. Depois de dois sustos, a Itália enfim começou a criar mais espaços, deixando o jogo bem aberto entre as equipes, ou seja, jogo legal. Se havia espaço na intermediária, os ingleses arriscavam os chutes, pareciam imaginar que o goleiro Sirigu não seguraria chutes de longa distância.
Aos 18 minutos, Candreva foi quem resolveu testar o goleiro inglês, Hart, que rebateu mas o rebote ficou com a defesa. Itália com mais posse de bola, mas os ingleses conseguiam chegar perigosamente pelas laterais, perdendo boas oportunidades pelo posicionamento não tão bom dos atacantes na área. Em um dos cruzamentos, finalização inglesa e Barzagli salvou a bola de entrar próxima da linha do gol. Pirlo era o destaque italiano, fazendo ótimos passes como sempre e alimentando o ataque que pouco pressionava. Quando este espaço apareceu, Candreva tocou para Pirlo, que fez um belo corta-luz e deixou a bola para Marchisio, que teve tempo para pensar e mandar um forte chute, sem chances para Hart defender, 1 a 0 italianos. Mas, o jogo estava aberto e os ingleses não demoraram para responder. Rooney avançou pelo lado da área e cruzou em meia altura para Sturridge, no outro lado da área, completar para as redes, 1 a 1. Aos 46 minutos, já no finzinho do primeiro tempo, Balotelli fez um lance que prova a sua capacidade criativa. Recebeu a bola, o goleiro Hart no modo desespero foi tentar abafar o lance, mas não voltou a tempo de defender o toque magistral por cobertura do atacante, que foi salvo pelo zagueiro em cima da linha. Logo após, Candreva mandou forte chute na trave inglesa.
Na segunda etapa, os ingleses foram pra cima e Sturridge chutou para Sirigu salvar. Os dois goleiros não pareciam muito seguros na partida, diga-se de passagem. Logo após, ataque italiano e Candreva, inspirado, cruzou a bola como se tocasse, mandando certeira para Balotelli cabecear e virar o placar novamente para os italianos, 2 a 1. Na pressa, Gerrard tropeçou no juiz, que também não estava bem posicionado em campo. Os ingleses esboçaram uma reação com Rooney, mas o calor parecia afetar mais os ingleses do que os italianos. Aos 15 minutos, Sturridge arriscou o chute e a bola passou perto do gol, Sirigu tirou com os olhos.
Dois minutos depois, Rooney, que nunca marcou gols em Copas do Mundo, teve ótima chance livre e dentro da área, mas mandou uma finalização meio torta e pra fora. Ingleses seguiam a pressão, mas cansaço pesava, inclusive com Sterling tendo que ser atendido fora de campo sentindo câimbras. Cobrando falta, Baines chegou próximo de marcar, mas Sirigu salvou os italianos novamente. Não era o dia inglês, tanto que o ídolo Gerrard não conseguiu acertar a precisão na cobrança de falta. Quem quase fez o dele foi Pirlo, cobrando grande falta que na curva enganou Hart e bateu no travessão. Final 2 a 1 Itália e Costa Rica líder do grupo da morte pelo saldo de gols!
Os gols do clássico:






Último jogo de ontem, Japão contra Costa do Marfim. Uma partida mais amena, depois de dois grandes jogos no dia. O páreo começou com os africanos pressionando os japoneses, que se fecharam na defesa, tentando os contra golpes. Em meio a chuva que chegou em Pernambuco, eis que para surpresa de todos, o Japão conseguiu a jogada que precisava, conseguiu espaço e Honda mandou um belo chute para o gol, 1 a 0 Japão. Depois do gol, o Japão enfim começou a gostar do jogo, desestabilizando os marfinenses em campo com um jogo rápido e uma esquema tático bem armado.
Em escanteio, Honda quase surpreendeu o goleiro Barry. A Costa do Marfim atacava, porém faltava alguém para organizar melhor as jogadas, os atacantes e meias jogavam com nervosismo.Aos 35 minutos, sobra de bola na intermediária e chute forte de Boka para defesa de Kawashima. No finalzinho de primeiro tempo Boka novamente tentou passar por Kawashima, mas o goleiro defendeu de novo o forte chute. Na segunda etapa, jogo bem morno, parado, com os japoneses segurando o resultado e os marfinenses pouco criativos.
Jogo truncado e cartões amarelos para os marfinenses. Do lado japonês trocas e substituições para um time que já estava cansado. Aos 16 minutos, o acontecimento que pareceu ter mudado a partida, Drogba entrou em campo no lugar de Serey Die. Três minutos depois, a mudança já aconteceu. Touré lançou Aurier, o jogador avançou e cruzou para Bony cabecear e empatar a partida. Dois minutos depois a virada já aconteceu, Aurier novamente caprichou no cruzamento e desta vez Gervinho foi quem cabeceou certeiro para fazer 2 a 1 Costa do Marfim. Depois dos gols relâmpago, a Costa do Marfim dominou completamente o jogo, pareceu voltar a ser o time que se esperava, mostrou qualidade e poderia ter ampliado o placar contra o Japão. Mesmo Drogba quase marcou em chute rasteiro, que Kawashima salvou. Já no finzinho de jogo o astro marfinense serviu Kalou, que obrigou Kawashima a trabalhar mais uma vez. Final 2 a 1 e continuamos com ótima média de gols na Copa do Mundo e sem empates. São 4 viradas de partidas em 8 jogos.
Os gols:




Até mais!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Copa do Mundo - Grupo D



Salve Salve nerds!



Estamos de volta depois das festividades de ano novo. Aliás, um grande, ótimo, incrível e totalmente excelente 2014 pra vocês!
Deixando as formalidades de lado, continuamos a nossa saga falando dos grupos da saudosa Copa do Mundo deste ano. Hoje comentamos sobre o Grupo D, composto por Uruguai, Costa Rica, Inglaterra e Itália. Este nem precisaríamos recordar, é o grupo da morte, onde apenas a Costa Rica está a passeio e veio conhecer o Brasil, pois os outros 3 são campeões mundiais e querem mostrar que não estão mortos para o futebol.
É realmente difícil prever as 2 das 3 seleções que passarão no Grupo D, pois o momento delas não é tão bom, porém Uruguai e Itália viveram coisas boas nos últimos anos, vide Uruguai campeão continental e Itália na Copa das Confederações. A Inglaterra vive a sombra de 1966, mas tem grandes jogadores que poderão desta vez levar a seleção da rainha mais longe. Vamos ao comentário de cada equipe e seus atributos:

Uruguai:


Os nossos vizinhos do extremos sul desembarcam em terras canarinhas buscando a repetição do Maracanaço, a repetição da Copa de 1950, quando foram campeões frente ao Brasil em um Maracanã lotado com 200 mil pessoas. Atualmente, os uruguaios contam com um bom elenco. No gol o seguro goleiro Muslera, que era revelação em 2010 e hoje já é uma boa realidade. A zaga tem experiência com Lugano, Godín e Coates, mas é a lentidão que preocupa.
Já os laterais Cáceres e Álvaro Pereira não tem um talento ofensivo muito grande, são mais defensivos, apoiando pouco os ataques com qualidade.Os meias talvez sejam a parte mais jovem da celeste, com revelações como Gargano, Lodeiro, Cristian Rodriguez e outros. No ataque a força desta seleção, composto por Cavani, Forlán e Suárez. Cavani brilhou no Napoli e por lá se tornou ídolo, hoje está no PSG e vem encontrando seu espaço em uma equipe de estrelas comandada por Ibrahimovic. Diego Forlán é uma grande incógnita, pois no Internacional não vem fazendo boas atuações, porém na seleção parece mais à vontade e ajuda muito no apoio dos ataques.
Fechando a parte ofensiva falamos de Suárez, talvez o melhor uruguaio da atualidade no futebol. O atacante do Liverpool vem quebrando paradigmas e jogando o fio da bola na Inglaterra. No campeonato inglês o jogador tem 20 gols em 15 jogos, além de 5 assistências, números de invejar e que comprovam o momento do uruguaio. Assim com todas as qualidades dos nossos vizinhos, é de se esperar muita vontade de passar para a segunda fase.


Costa Rica:


A seleção costarriquenha se classificou para a Copa nas eliminatórias da Concacaf, mas pelo baixo nível não é de se esperar qualquer resultado mais exorbitante no mundial. Não participaram da última Copa e no histórico recente foram eliminados na fase de grupos mesmo. Seu maior destaque é o jovem atacante Joel Campbell, do Arsenal. A outra parte da equipe atua em equipes menores da Europa, na própria Costa Rica e nos Estados Unidos.
Em 2002 inclusive foram goleados pela nossa seleção por 5 a 0, com direito a voleio/bicicleta de Edmilson. Guardadas as proporções com o Taiti, ganharão o carinho dos torcedores para uma possível zebra no grupo da morte.


Inglaterra:



A seleção da rainha chega ao Brasil tentando o que procura desde quando foi campeã na distante Copa de 1966. O título parece bem distante, mesmo chegar longe como em uma semi-final também é um tanto improvável mesmo para o mais arrojado apostador inglês. Todos os atletas, ao menos das últimas listagens de convocados, atuam na própria Inglaterra, porém no futebol globalizado os astros da Liga Inglesa são estrangeiros, baixando a qualidade da seleção local.
No gol está o goleiro Hart, do Manchester City, que parece estar em uma fase melhor do que seus antecessores na meta inglesa, que ficaram conhecidos por frangos históricos. As laterais são comandadas por Glenn Johnson, além de Ashley Cole. A zaga é composta pelos experientes Terry e Lescott. O meio tem os experientes Lampard e Gerrard com seu toque de bola preciso. Além dos dois também entram na escalação o ponta Walcott e Milner ou Ashley Young. Vale lembrar no ataque, de Wayne Rooney, principal jogador do setor ofensivo, acompanhado por Defoe e Welbeck. Um problema são as peças de reposição do elenco, que não estão a altura dos principais jogadores, dificultando para algumas situações onde possa haver a necessidade de trocas na equipe.
Esperemos para saber se os ingleses trarão surpresas boas ao Brasil para ao menos passarem da fase de grupos.


Itália:



Os tetracampeões mundiais chegarão por aqui com vários destaques, mas assim como os ingleses terão que provar sua capacidade de jogo. Já no gol o respeito pela tradição italiana pode ser visto, com Buffon, goleiro que está desde 1997 no gol italiano. A experiência parece parte do currículo desta seleção, tanto que na defesa estão Chiellini, Barzagli e Abate, o mais novo com 27 anos.
O meio de campo segue a risca o currículo, com De Rossi, Montolivo, o mito Pirlo Norris, Giaccherini e Diamanti. Somente o ataque é um pouco mais jovem, comandado por Balotelli, El Shaarawy e Giovinco. Surgiu a possibilidade da volta do meia atacante Totti, com declarações do treinador Cesare Prandelli dizendo que confia no potencial do jogador, mas nada definido ainda para a Copa.
Este elenco é bom, mas como várias vezes ressaltado, bem experiente. Claro que lembramos de 2006, quando havia uma experiente seleção e que foi campeã, mas na exigência física e no calor de algumas cidades brasileiras o desempenho dos mais velhos poderá decair. Talvez a seleção mais perigosa deste grupo, pois ao mesmo tempo em que não se confia no seu desempenho, chega e surpreende a todos com forças extraídas do fundo do Etna para vencer. Vejamos qual dos dois lados teremos, o surpreendente ou o cansado e desanimado.


Lembramos da mais nova parceria do Nerd Esporte, os nossos novos amigos do Bloggou, um blog que tem muito conteúdo, bem variado e que nós recomendamos bastante!


Até mais e obrigado pelos mais de 15 mil acessos de 2013!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Joel e o Fantasma de 50



Salve Salve nerds!

Ele it's de volta, from left to behind, é o carismático Joel Santana, em mais uma propaganda da empresa de shampoos. Porém, desta vez, ele veio acompanhado do rei do futebol, e de um carequeition famoso. Confira:

O Uruguai se classificou para a Copa do Mundo, após vencer a Jordânia na repescagem em duas partidas. E para iniciar o clima de rivalidade, os uruguaios resolveram aprontar e trazer à tona o fantasma da última Copa do Mundo realizada no Brasil, onde perdemos para os uruguaios em pleno Maracanã. Veja o fantasma de 50 fazendo vítimas no Rio de Janeiro. Espero que ele não apronte em 2014... 





Até mais!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Combo de Final de Semana

Salve Salve nerds!

Está no ar mais um... Combo de Final de Semana!!!

Com um combo cheio de emoções, vamos direto para as pistas pelo mundo. Na Inglaterra GP de Silverstone de Fórmula 1, e com muita emoção, pneus furados e belas ultrapassagens na parte final da corrida, Nico Rosberg levou o troféu Santander pra casa, acompanhado de Mark Webber e Ferrrrnando Alonso das Astúrias. Felipe Massa fez ótima corrida de recuperação e terminou em sexto. Muito mais detalhes sobre a corrida você confere na Colúnia Esportiva.



Na Moto GP, maior categoria do motociclismo, eis que tivemos o retorno de um supercampeão das motos, que não vencia a quase 3 anos. Após largar em quarto lugar, Valentino Rossi logo nas primeiras voltas assumiu o primeiro posto, e de lá não saiu. Com o resultado, Rossi conquistou sua 47ª vitória pela Yamaha, e recorda seus áureos tempos. Outro destaque ficou com Jorge Lorenzo, que após ser operado, 30 horas depois foi para as pistas, com a clavícula bem debilitada. Mesmo com toda essa mobilidade comprometida Lorenzo conquistou o quinto lugar na corrida, e saiu chorando de dor de sua moto, aplaudido por todos.
Detalhes maiores você confere AQUI.


O doutor voltou


Ontem, tivemos os jogos finais da Copa das Confederações, com a decisão do 3º lugar e a pelo título. Começamos com Uruguai e Itália, que jogaram no calor mortal de Salvador, em um jogo 1 hora da tarde, pra torrar de vez. A Itália começou com mais atitude, e controlava a partida, sem dar tanto espaço ao ataque tríplice celeste, com Cavani, Forlán e Suárez. De tanto martelar, os italianos conseguiram chegar ao gol, graças a bela cobrança de falta de Diamanti, que bateu na trave, nas costas do goleiro Muslera, e sobrou limpa para Astori chutar em cima da linha, 1 a 0.
Mantendo ainda a posse maior da pelota, a azurra continuou dominando o jogo, e encontrava os adversários sem inspiração diante do escaldante calor de Salvador. No intervalo, o cansaço pareceu ser transferido de lado, e o Uruguai começou a comandar a partida, tendo espaço para jogar e fazer jogadas perigosas, contra italianos cansados. Aos 12 minutos, eis que Cavani aproveitou e empatou, dando a entender que os uruguaios teriam condições de virar com tranquilidade o jogo.
Aos 27 minutos, em chance quase isolada na partida, a Itália novamente tomou a frente no placar, em nova cobrança de Diamanti, dessa vez direta para o gol. Porém, o cansaço continuava a pesar para os europeus, e em outra cobrança de falta, Cavani empatou o jogo, e deu números finais a partida no tempo normal. Na prorrogação nenhum time se arriscou, e até os uruguaios já se mostravam cansados tanto quanto os adversários.
Nas penalidades, eis que Buffon brilhou, e superou sua falha em um dos gols uruguaios, pegando 3 penalidades das 4 cobradas pelo Uruguai. Os italianos erraram apenas uma penalidade, e levaram o bronze para casa.
Os gols e pênaltis:



Já na decisão, Maracanã lotado para a grande final entre Brasil e Espanha. E se o jogo prometia ser equilibrado, com dificuldades para o Brasil, foi o contrário, com a nossa seleção dando uma aula de futebol aos espanhóis, que saíram atordoados de campo. Desde o começo o time brasileiro demonstrava atitude, e conseguiu aplicar uma marcação de pressão eficiente na Fúria, que estava bem calminha por sinal, rs. 
E como resultado do bom jogo, logo com um minuto e meio Fred marcou o primeiro do time, após cruzamento, sobra de bola e chute deitado do artilheiro. Ao longo do primeiro tempo a Espanha teve poucas chances, e não conseguia acertar os seus tão famosos passes, no estilo consagrado nos últimos anos. O Brasil, pelo contrário, aproveitava os espaços deixados e ameaçava com Neymar, Fred e Hulk, apoiados por Oscar. Nos 40 minutos, em jogada de Pedro, o gol espanhol quase saiu, e com Júlio César sem chances de defesa, David Luiz salvou quase em cima da linha, e milagrosamente mandou a bola por cima do gol. Com o susto tomado, o time acordou e aos 44 minutos Neymar, voltando rapidamente do impedimento, recebeu em condições a bola de Oscar, e chutou um balaço de esquerda, sem chances para Casillas. 2 a 0 com autoridade.
O segundo tempo mal havia começado, e Fred, de novo ele, ampliou e carimbou a vitória brasileira no jogo, após receber passe e chutar tirando a bola do goleiro espanhol. Era a derrota confirmada, e o restante do segundo tempo reservado para gritos de Olé e outros dos torcedores. Pra fechar com chave de ouro, Sérgio Ramos perdeu um pênalti sofrido por Jesús Navas.
 Uma partida para a história do futebol, um show da seleção canarinho, que mostrou realmente um futebol que há muito tempo não se via.
Sem mais delongas, os gols e o espetáculo brasileiro:




Até mais!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Copa das Confederações - Brasil na Final!

Salve Salve nerds!



Vamos para o relato de mais uma partida da seleção brasileira, que ontem enfrentou o Uruguai em Belo Horizonte, coisa que não acontecia haviam 48 anos. No citado ano, 1965, o Brasil enfrentou a Celeste Olímpica na inauguração do estádio, e o curioso foi que todo o time do Palmeiras representou nossa nação, com direito a comissão técnica, sendo o único técnico estrangeiro a comandar o Brasil. Naquele dia, o Palmeiras/Brasil venceu os nosso vizinhos por 3 a 0, com alguma facilidade.
Porém, ontem, a história foi bem diferente da citada acima, com direito a emoção até o final. No começo, partida truncada, com meio campo enrolado e sem domínio de bola por parte dos dois times, que erravam muito seus passes. O Uruguai conseguiu ter alguns avanços ao ataque, e em um escanteio cobrado por Forlán, Lugano foi segurado por David Luiz na área, pênalti logo aos 12 minutos.
A chance de abrir o placar era tão clara quanto o azul uruguaio, mas ao ver Júlio César no gol, Forlán percebeu que as coisas não seriam tão simples. Cobrando rasteiro e no canto, Forlán só pode se lamentar e ir cobrar outro escanteio, pois Júlio César fez bela defesa da penalidade.
O Brasil acordou com o baque, e procurou mais o ataque, e assim tendo a atitude e o domínio do jogo. O primeiro chute a gol foi apenas aos 16 minutos, com Oscar. No restante da primeira etapa era o Brasil quem ditava as cartas, e tentava chegar a um lance mais agudo, pois os uruguaios jogavam fechados, inclusive com seus atacantes voltando para marcar na defesa.
Caminhando para o final do primeiro tempo, aos 40 minutos, eis que Paulinho faz um belo lançamento para Neymar, que chega na área chutando, para defesa do goleiro Muslera. Para sorte brasileira, a bola voltou para o meio da área, onde Fred, ao maior estilo samurai completou para o gol, 1 a 0.
Na segunda etapa, eis que a nossa seleção começou desacordada, e em uma lambança total da defesa, onde a bola rebateu 3 vezes entre os jogadores brasileiros, acabou sobrando para Cavani, com espaço, chutar no canto, sem chances para Júlio César.
Mais um susto para os jogadores voltarem para a realidade, porém mais uma vez a defesa celeste estava fechada, esperando um contra-ataque. Poucas foram as chances dos nosso vizinhos, e as nossas também não foram muitas além de uma tabela de Neymar com Oscar, e outra de Bernard, que entrou para incendiar o jogo, com Fred. Quando o empate parecia inevitável, eis que a alegria uruguaia acabou. Em escanteio, já aos 40 minutos do segundo tempo, Neymar cobrou na segunda trave, e lá estava Paulinho, que cabeceou perfeito para as redes, era a virada e a vaga em mais uma final de Copa das Confederações.
O restante de partida foi apenas para cumprir regulamento, e para a festa dos torcedores que compareceram ao Mineirão.
Os gols da semi-final, no replay:


E o pênalti defendido por Júlio César







Hoje Itália e Espanha decidem quem enfrenta o Brasil na grande final, as 4 da tarde.

Até mais!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Combo de Final de Semana

Salve Salve nerds!

Está no ar mais um.... Combo de Final de Semana!

Iniciamos os trabalhos com mais uma corrida da Fórmula Indy, desta vez em Iowa. Na qualificação, que foi em mini-corridas, Hélio Castroneves fez a pole position, porém por trocar o motor de seu carro largou em décimo. Com isso, quem largou em primeiro foi Will Power, Tony Kanaan foi o oitavo e Bia Figueiredo décimo oitavo lugar.
Já na corrida, quem teve facilidade foi James Hinchcliffe, que de segundo pulou para primeiro já na primeira volta e de lá não saiu mais para vencer sua terceira corrida na temporada. Hélio Castroneves se contentou apenas com a liderança mantida do campeonato, pois a corrida não foi boa, se comparada com a qualificação. Bia Figueiredo abandonou, e Tony Kanaan continua em boa fase, e terminou em terceiro, ultrapassando Graham Rahal na penúltima volta para garantir o lugarzinho no pódio. Maiores detalhes AQUI.

E não foi um banho de água fria (badumtss)


Das pistas para os gramados, com o final da fase de grupos da Copa das Confederações, nos jogos do Grupo B. Em Recife, mais uma vez o Taiti entrou em campo, e para sua despedida enfrentou o time misto do Uruguai. Em campo o mesmo dos jogos anteriores da seleção da Oceania, que lutou bastante, tentou algumas jogadas mais perigosas, e segurou o placar no 1 a 0 por grande parte da primeira etapa. Porém, quando os uruguaios desencantaram, a porteira abriu e já no primeiro tempo o placar fechou em 4 a 0. Na segunda etapa o jogo seguiu igual, apenas com uma diferença, um pênalti defendido pelo goleiro taitiano, para alegria dos torcedores presentes. No final 8 a 0, com 4 gols de Hernandéz, 2 de Suárez, 1 de Lodeiro e 1 de Diego Pérez. 
O Taiti se despede de cabeça erguida, e tenta tirar boas lições dessa competição, para que seu futebol tenha um valor maior dentro e fora de campo. 
Os gols:


No segundo jogo, Espanha e Nigéria fizeram um bom jogo em Fortaleza, no Castelão. A partida começou equilibrada, com a Nigéria conseguindo ter bons contra-ataques, com velocidade, e uma marcação com alguma qualidade. Porém, no susto, a Nigéria tomou um gol em bela jogada de Jordi Alba, que costurou toda a defesa nigeriana, com direito a drible por baixo das pernas do zagueiro, para fazer 1 a 0 Espanha. Mesmo tendo tomado o gol, os africanos continuavam insistindo em jogadas, principalmente na velocidade, porém nada tão agudo. 
Já no segundo tempo, mais oportunidades perdidas, com os atacantes pecando bastante na hora de finalizar, o que custou caro, pois o segundo gol da Fúria veio aos 16 minutos, com Torres, de cabeça, para esfriar a partida. Com a vitória praticamente garantida, a Espanha enrolou o jogo com seus toques, e teve tranquilidade diante de um time nigeriano bem cansado. O golpe de misericórdia aconteceu aos 43 minutos, com Jordi Alba novamente. Final 3 a 0, e Espanha enfrentando a Itália na semi-final.
Os gols, no replay:


Voltando para as pistas, a maior prova de carros de turismo, se assim pode se dizer, do mundo. As 24 horas de Le Mans. Na pista de Sarthe, os perigos da pista se mostraram, quando Allan Simonsen sofreu gravíssimo acidente e acabou falecendo no local, logo na segunda volta da corrida. Tivemos brasileiros na prova, Bruno Senna acabou abandonando, após acidente de seu companheiro de equipe, e Lucas Di Grassi teve grande desempenho, e em sua estreia ficou em terceiro lugar com o carro da Audi. Em segundo ficou a Toyota, com os ex-F1 Antony Davidson, Sébastien Buemi e Stéphane Sarrazin, e em primeiro, também com um Audi, e dando uma volta nos segundos colocados, Allan McNish, Loic Duval e o nove vezes campeão Tom Kristentensen.
Kristensen lamentou bastante a morte de seu compatriota, Simonsen, os dois são dinamarqueses, e o hino do país foi tocado com bandeira em meio mastro, homenageando Simonsen. Maiores detalhes da prova AQUI. 




Até mais!
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