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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Prévia das quartas de final da Copa



Chegamos na reta final da Copa do Mundo e os oito melhores da competição se enfrentam em confrontos equilibrados. Confira as prévias:

Uruguai x França

Foto: Twitter/FIFA

No confronto que envolve três títulos mundiais, um duelo que promete bastante na manhã de sexta-feira. De um lado está o Uruguai, com a melhor defesa da Copa junto ao Brasil, com a penas um gol tomado, diante de Portugal. Gimenez e Godin são talvez a melhor zaga desse mundial e dão enorme segurança para que o time jogue no resto do campo. O meio campo não é tão criativo, mas a função dele é conseguir que a bola chegue de algum modo em Suarez e Cavani, que é dúvida para o jogo de amanhã e não foi confirmado ou descartado ainda. A dupla de atacantes se entende muito bem e pode ser capaz de decidir o jogo a favor da celeste. A equipe não deverá dominar a partida e ser perigosa o tempo todo, mas a disposiçao tática e a vontade dos jogadores em campo dificilmente não são vistos. 

No outro lado, a França vem com uma equipe de grandiosos nomes e que até se imaginava melhor para uma próxima Copa do Mundo talvez. Quando foram testados e levaram a provisória virada da Argentina, souberam buscar o resultado e viraram com propriedade, mostrando poder de reação e que o time tem equilíbrio. Um dos pilares do time e que foi de grande importância no time foi o volante Kanté, que recupera as bolas no meio campo e ajuda no início das jogadas de ataque  dos franceses. Se diante dos nossos hermanos havia mais espaço para os contra golpes e jogadas em velocidade com Mbappé, diante dos uruguaios esse espaço deverá ser menor e, além disso, como já falado, a defesa celeste conta com peças mais qualificadas. Deverá ser um jogo de paciência entre as equipes, que não encontrarão facilidade e nem muito espaço. A França provavelmente tenha que propor mais o jogo e o Uruguai buscará esperar a hora de dar o contra ataque.

Brasil x Bélgica

Foto: Twitter/FIFA

Repetindo o confronto das oitavas de final de 2002, as duas seleções se encontram na Rússia. O Brasil vem com um time equilibrado. Levou apenas um gol, não sofreu muito com a defesa, sabendo controlar a presão inicial que sofreu do México, e reagiu na segunda etapa com o meio e o ataque trabalhando. Depois de Filipe Luis jogar, Marcelo retorna ao time e fica a preocupação dos espaços que podem ser deixados por ele, já que o lateral é mais ofensivo que Filipe Luis. Na frente, mesmo sem ainda ter marcado na Copa, Gabriel Jesus é bancado por Tite e segue titular ao lado de Neymar e Willian. A seleção deverá encontrar espaços no time belga, que quando vai ao ataque cede espaços grandes ao adversário, como visto diante dos japoneses. Portanto, as jogadas dos pontas brasileiros deverão ser importantes, além do fato de os defensores belgas não terem tanta velocidade. 

Falando nas forças belgas, do meio pra frente é um time com muito perigo. De Bruyne e Hazard vem sendo os articuladores do jogo, com apoio dos alas Carrasco e Meunier, e Lukaku é quem decide lá na frente. É uma equipe com muita qualidade nos passes e que tem muita criatividade. Apesar disso, na hora em que precisou decidir contra o Japão, o time buscou os tradicionais chuveirinhos na área para conseguir se salvar, com os gols de Vertonghen e Fellaini de cabeça. Se os belgas conseguirem controlar os ímpetos de ataque, já que chegam com muitos jogadores, poderá ter um jogo mais igual contra o Brasil. Porque se não conseguir realizar essa recomposição da defesa, ficará complicado para segurar o ataque brasileiro.

Rússia x Croácia

Foto: Twitter/FIFA

Jogando em casa e depois de ter eliminado de maneira surpreendente a Espanha, agora a Rússia encara a Croácia, que teve trabalho para eliminar a Dinamarca. Os russos vem com a filosofia de o que vier já é lucro, porque havia muita desconfiança na equipe e agora estão nas quartas de final da competição. A força da equipe se encontra no bom posicionamento defensivo, que conseguiu conter a Espanha jogando com a famosa linha de cinco jogadores na frente da área, além do inspiradíssimo goleiro Akinfeev. Falta criatividade e mais qualidade para o time, mas a Rússia joga apostando nos contra ataques e espaços deixados pelas equipes adversárias. Conforme apurado, os gols levados pelos russos foram todos vindos de jogadas de bola parada, que devem ser a fonte de preocupação dos donos da casa.

Já é clichê nessa Copa, mas a Croácia dependerá mais do que nunca de Rakitic e Modric para conseguir sair vencedora desse duelo. Os meias precisão trabalhar para arrumar espaços no ferrolho russo que deverá ser armado, num jogo que poderá ser parecido com o feito diante da Espanha. A diferença talvez se encontre na eficiência de Mandzukic nas jogadas pelo alto, que podem ser uma arma alternativa da equipe para furar o bloqueio adversário, além das jogadas pelas pontas com Rebic e Perisic. Os croatas deverão ter que propor o jogo e se controlar para não dar espaços aos contra golpes, já que contam com defensores não tão velozes.

Suécia x Inglaterra

Foto: Twitter/Federação Inglesa

Voltando para as quartas de final após 24 anos, a Suécia fará um duelo de estilos contra a Inglaterra, que não esperava muito dessa Copa mas agora se coloca como candidata ao título. A grande força da Suécia nesse mundial se encontra na defesa. O selecionado levou apenas dois gols e consegue neutralizar muito bem os adversários já no meio campo, com duas linhas de quatro jogadores que fecham os espaços. A fraqueza do time fica no ataque, onde Berg e Toivonen não conseguiram ainda ser eficientes e não acertaram a pontaria diante da Suíça. O nome que faz a diferença lá na frente é Forsberg, que chama as jogadas e cria espaços. Talvez, como ocorreu diante da Alemanha, os suecos consigam os espaços para os contra golpes, já que os ingleses deverão vir com tudo para tentar furar a defesa adversária.

Mostrando bastante qualidade e com um artilheiro em grande fase, a Inglaterra vem do sufoco contra a Colômbia para esse duelo. Jogando com dois alas/pontas, mais dois meias ofensivos e dois atacantes, os ingleses vem com uma armada toda pra cima dos suecos. Mesmo com todas essas opções e variações para o ataque, a maioria dos gols veio de bolas paradas ou dos pênaltis convertidos por Harry Kane. O time demonstrou muita qualidade e organização para aproveitar bem as bolas aéreas dos escanteios e faltas. Para esse jogo, o desafio será fazer o time encontrar espaços com bola rolando e não só pelo alto, já que os suecos tem uma defesa muito bem postada e com boa média de altura. Além disso, não poderão deixar os espaços para os contra ataques, já que ficará um espaço grande para essas jogadas dos suecos.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Suécia, Bélgica e Inglaterra saem vitoriosas na primeira rodada



Segunda-feira de Copa do Mundo e três jogos para animar o dia. A Suécia conseguiu superar a forte marcação coreana, a Bélgica venceu bem a modesta seleção do Panamá e a Inglaterra suou para conseguir o triunfo sobre a Tunísia. 

Coreia do Sul x Suécia

Foto: Twitter/FIFA

Aos trancos e barrancos, a Coreia do Sul chegou para a Copa do Mundo. A seleção vinha em uma campanha ruim e trouxe o treinador Shin Tae-yong, que veio com uma mentalidade diferente e ousada. Shin, ao invés de trabalhar com uma equipe mais moderada nas jogadas, busca bastante ofensividade do escrete sul-coreano, trabalhando sempre com a referência do time, Son, jogador do Tottenham. O problema do estilo de jogo do treinador coreano fica na defesa, já que o time se torna bastante exposto a contra ataques e fica muito vulnerável. 

No lado sueco, a ausência que todos discutiram foi a de Zlatan Ibrahimovic. O atacante sueco se aposentou da seleção, mas com a aproximação do torneio muito se especulou na volta dele, que não se concretizou. Sem Ibra, a Suécia apostou no jogo coletivo e em jogadores campeões do europeu sub 21 de 2009, a dupla Berg e Toivonen é quem constrói o ataque sueco hoje. O time europeu aposta bastante na força física e na bola aérea, se aproveitando da média de altura dos atletas.

Na partida de hoje não houveram muitas emoções. jogo muito truncado e sem tanta criatividade. Foram 43 faltas, 20 da Suécia e 23 da Coreia do Sul. Se os coreanos, no papel, viriam para o ataque, as chances não aconteceram, já que a equipe não conseguiu um chute certo no gol, todos os cinco chutes foram em outra direção. Os suecos, apesar de terem chutado quatro vezes na meta adversária, conseguiram o gol apenas no pênalti cobrado por Granqvist, que teve novamente auxílio do VAR para a marcação. 




Bélgica x Panamá

Foto: Twitter/FIFA

Estreante em Copas do Mundo, o Panamá veio como a surpresa nas eliminatórias da Concacaf, após superar os Estados Unidos. Com campanha inconstante nas eliminatórias e vitórias históricas na reta final para se classificar, a seleção panamenha encontrou dificuldades para acertar um esquema de jogo e poder render mais contra times mais fortes, sem sofrer tanto. No entanto, a falta de qualidade técnica parece ser um fator forte e que influencia muito o desempenho insatisfatório do time, para não se esperar muito deles na Copa, como já pudemos ver contra a Bélgica.

A Bélgica vem mais experiente e testada para a Copa 2018, após a participação em 2014 com jovens talentos. O time segue com os mesmos destaques, Hazard, De Bruyne, Lukaku, Mertens, Courtois e companhia. No esquema belga, Lukaku fica centralizado e a dupla Mertens e Hazard alimenta o ataque, com Hazard tendo mais liberdade e não precisando ficar apenas na ponta. E, centralizado no meio fica De Bruyne, que se tornou mais um meia recuado do que antes, mas sem deixar de aparecer na frente. O ponto mais sensível do time é a defesa, que pode ficar mais exposta com todo o avanço da parte da frente. 

Mas, contra o Panamá, a defesa belga não teve muitas preocupações, já que os panamenhos chutaram apenas quatro vezes e duas no gol. A equipe da América Central pouco incomodou e apostava muito mais nos contra ataques, quando conseguia espaços deixados pelos belgas, mas faltava eficiência para aproveitar as chances. Se a Bélgica tinha mais posse, 62%, na primeira etapa, principalmente, o time errou bastante. Hazard e De Bruyne não se acertavam e erravam muitos passes, fazendo com que o ataque não fosse chamado pra resolver com Lukaku. Quando os passes começaram a chegar, na segunda etapa, Lukaku fez dois e Mertens um, com assistências justamente de Hazard e De Bruyne, para coroarem o bom futebol do time no geral.






Tunísia x Inglaterra

Foto: Twitter/FIFA

Após ficar duas edições do mundial sem participar, a Tunísia está de volta. O time que era mais conhecido por um futebol mais defensivo se transformou e hoje é uma equipe que trabalha mais a bola. O problema da equipe fica com o ataque, onde dois atacantes ficaram fora por lesão, Khenissi e Msakni. Assim, o meia Khazri poderia fazer a função de atacante e jogar como um falso nove para alimentar as jogadas no ataque. A Tunísia não tem jogadores de renome, mas é um time com alguma organização e dependendo do estilo do adversário pode dar trabalho.

Os ingleses vem para a Copa com um time em renovação. Gareth Southgate trouxe os jovens talentos para a seleção e falou antes do torneio começar que a meta era ganhar experiência. Com todos os jogadores atuando na Premier League, Southgate pôde observar de perto os atletas e tentou misturar os estilos usados pelos principais times ingleses na seleção. A seleção joga em um 5-3-2, com três zagueiros e dois alas para apoiar no ataque. O trio perigoso dos ingleses tem Dele Alli no meio e Sterling e Kane na frente. Ainda há as opções de Vardy e Rashford para um jogo diferente. A ausência sentida pelos ingleses foi a do lesionado Chamberlain, que se machucou às vésperas da competição. 

No jogo de hoje, a Inglaterra foi soberana das ações e chegou a ter três grandes chances já nos primeiros minutos, salvas pelo goleiro Hassen, que se machucou e precisou ser substituído. Se os ingleses vem mudando o estilo de jogo e saindo cada vez mais do tão marcante jogo baseado nos cruzamentos pra área, foi assim que a equipe conseguiu superar a Tunísia. Harry Kane foi oportunista em uma defesa do goleiro e em desvio de bola do companheiro para marcar os gols ingleses. A Tunísia chegou ao empate ainda no primeiro tempo com Sassi de pênalti, mas pouco produziu e apesar disso quase conseguiu ficar com um ponto diante de uma seleção favorita para uma das vagas no grupo. Faltava acertar os passes na finalização das jogadas por parte dos ingleses, que tinham Sterling em um dia pouco inspirado e que foi trocado por Rashford na segunda etapa. Sorte inglesa que Kane apareceu novamente e garantiu o triunfo importante, que deixa os três leões em segundo e com o mesmo número de pontos que a Bélgica.

domingo, 27 de março de 2016

A "ótima geração inglesa"



Salve Salve Nerds!

Foto: Divulgação/Twitter


Se já falamos algumas vezes sobre a "ótima geração belga", que encantou muitos com o futebol de De Bruyne, Lukaku, Benteke, Courtois e companhia, temos que voltar nossas atenções para a grande geração de jogadores surgindo na Inglaterra. Um país com uma das ligas mais globalizadas do futebol e que sofreu muito com a falta de espaço dos jogadores revelados por lá contra os astros estrangeiros das principais equipes inglesas.

Nos últimos anos, quem sabe até última década, poucos jogadores de maior renome conseguiram prestígio para estar entre os grandes do futebol mundial. A última grande estrela talvez foi Wayne Rooney, revelado no Everton e que virou astro da seleção e do Manchester nos anos 2000. Logicamente, que para uma seleção ser vencedora não necessita de supercraques no elenco inteiro, mas sim de bons nomes que possam juntos tornar aquele selecionado um time de verdade. 

Os investimentos estrangeiros, com muitos times tendo donos multimilionários, cotas de TV que permitem investir em contratações e distribuição de dinheiro mais igualitária, trouxeram reforços estrangeiros de todos os continentes e nacionalidades, como já citamos.

Mesmo com todo esse problema, que podemos também presenciar no futebol italiano, o qual não consegue revelar mais tanto da base e sofre com o envelhecimento da seleção local, vemos um renascimento dos leões ingleses.

No elenco atual da seleção, temos sete jovens jogadores convocados por Roy Hodgson, que vem mostrando protagonismo na Premier League e dando conta do recado na seleção. São eles: Harry Kane (22), Eric Dier (22), Dele Alli (19), Ross Barkley (22), Raheem Sterling (21),  Jack Butland (23) e John Stones (21). São sete nomes em 23 convocados, o que corresponde a 30% do elenco do english team. Desses sete, Butland, Dier, Kane e Alli foram titulares ontem no amistoso diante da Alemanha.

Imagem - Divulgação/Twitter


Dos sete citados, vale o destaque para Kane, Sterling e Dele Alli. Kane tem nada menos que 21 gols na atual temporada da Premier League, artilheiro absoluto da competição, e ontem, jogando em amistoso contra a Alemanha, deixou mais um gol. Sterling, uma das vendas mais caras entre clubes ingleses, não conseguiu ainda evoluir para contribuir na seleção, mas tem muito talento e se não marca tantos gols é um bom garçom no Manchester City. 
Dele Alli é provavelmente a jóia dessa seleção. Com apenas 19 anos é um dos protagonistas do Tottenham, com sete gols e nove assistências na temporada. Um meia com grande habilidade e que se derem tempo vai evoluir muito. 

São jogadores muito jovens e que vem conseguindo mostrar ótimo futebol, mesmo com tanta pressão que se tem em uma das maiores seleções do mundo. Já em junho esse grupo tem um grande desafio na Eurocopa e ficaremos de olho no que eles vão fazer por lá. 



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domingo, 4 de outubro de 2015

Copa do Mundo de Rugby 2015



Salve Salve Nerds!


Infelizmente, não estou conseguindo acompanhar a Copa do Mundo de Rugby, que começou no dia 18 de setembro na Inglaterra e no País de Gales. Por duas razões, falta de tempo e falta de conhecimento do esporte para fazer uma análise ao menos razoável. Por isso, vou falar aqui meio por cima dos resultados e do que aconteceu até agora, mas você pode conferir tudo com maiores detalhes no Portal do Rugby, que faz a cobertura de todos os jogos.

A Copa do Mundo ainda está na fase de grupos. São 20 seleções divididas em quatro grupos com cinco seleções cada.

Grupo A: Austrália, Gales, Inglaterra, Fiji e Uruguai.
Grupo B: África do Sul, Escócia, Japão, Samoa e Estados Unidos.
Grupo C: Nova Zelândia, Tonga, Argentina, Geórgia e Namíbia.
Grupo D: França, Irlanda, Itália, Canadá e Romênia.

No Grupo A, a Austrália lidera com 13 pontos, cada vitória vale quatro e as equipes ganham mais um ponto se vencerem marcando quatro ou mais tries, que é quando o jogador atravessa o campo e passa da linha de fundo adversária com a bola. Em segundo, com os mesmos 13 pontos está o País de Gales. A Inglaterra, anfitriã, perdeu para a Austrália ontem e foi eliminada antecipadamente da competição e está com seis pontos. Sem vencerem nenhum jogo, Fiji e Uruguai apenas completam o grupo.

Confira como foi a eliminação inglesa diante da Austrália:




Pelo Grupo B, mais equilíbrio. A África do Sul lidera vencendo dois jogos e perdendo um, para o Japão. Apesar da derrota, por duas partidas os sul-africanos marcaram mais que quatro tries, o que lhes deu mais dois pontos extras. E ainda perderam para o Japão por menos de sete pontos, o que dá mais um pontinho na conta. Assim, somando tudo, são 11 pontos para a seleção de Mandela. A Escócia vem em segundo com 10 pontos e o Japão em terceiro com oito. Todos com duas vitórias, mas os pontos extras fazem a diferença. Com quatro pontos está Samoa e zerado os Estados Unidos, o saco de pancadas do grupo.

Veja os melhores momentos de África do Sul e Japão:



No Grupo C, a Nova Zelândia sobra com 14 pontos e três vitórias. Em segundo está Tonga, com apenas seis pontos, seguida por Argentina com cinco e Geórgia com quatro. Apenas a Namíbia, zerada em pontos, está fora da briga pela segunda vaga do grupo.

Confira os lances de Nova Zelândia x Argentina:




Fechando, no Grupo D, a França é quem comanda as atividades. Somam 14 pontos e também estão 100% na Copa. A Irlanda está praticamente classificada, com 10 pontos, enquanto a Itália soma quatro, Canadá um ponto e Romênia zero.

E confira os lances entre França e Itália:




O Rugby é um esporte em que os melhores dificilmente são surpreendidos por seleções pequenas. Portanto, nada de muito surpreendente ver Austrália, África do Sul, Nova Zelândia e França liderando seus grupos. Ao mesmo tempo, já se imaginam os grandes jogos que acontecerão entre os grandes no mata-mata.

Falando dos números, vemos a Nova Zelândia novamente atropelando. Tem o melhor ataque, com 127 pontos marcados. O melhor saldo de pontos é o da Austrália, 97, fez 126 e levou apenas 29 pontos. A pior defesa é a do Uruguai, que em apenas dois jogos disputados levou incríveis 119 pontos, gerando um saldo negativo de 107. A seleção mais "equilibrada" é a escocesa, fez 106 pontos e levou 106 pontos, saldo zero.

Veja a tabela completa AQUI.
Veja todos os resultados AQUI.

Se você conhece alguém que está acompanhando ou você mesmo acompanha a Copa do Mundo de Rugby, entre em contato com a gente pelo nerdesporte@gmail.com. Mesmo que não consigamos alguém que possa nos ajudar, faremos posts futuros falando das próximas fases da Copa do Mundo de Rugby.

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sábado, 8 de agosto de 2015

Fazendo o feijão com arroz, United estreia com vitória na Premier League



Por João Vitor Rezende

United faz o básico e vence Tottenham (Foto: Manchester United)

No início de seu trabalho no Manchester United, Louis Van Gaal pediu paciência. Ao menos, quatro meses de testes, que acabaram durando toda a temporada. Só nos últimos jogos de 2014-15, o time teve boas atuações. A melhor delas contra o Tottenham, em casa, na 29ª rodada da última Premier League. 3 a 0, ótimas atuações de Mata e Rooney, com gol até de Fellaini.

Abrindo os trabalhos em 2015-16, os dois times se reencontraram no mesmo Old Trafford. Os Spurs a base do elenco passado, vendendo jogadores que não convenceram, como Paulinho, Capoue e Chiriches, e com Alderweireld como reforço. O United teve as estreias de Romero, Schneiderlin e Depay entre os 11 iniciais.

Por ter mais entrosamento, os visitantes começaram melhor, avançando a marcação e jogando no campo do adversário. Com os zagueiros pressionados, Romero foi acionado em várias oportunidades. Na maioria delas, o goleiro deu chutão quando Eriksen ou Kane pressionavam. Quando tentou trabalhar a bola, o argentino proporcionou momentos de emoção a seus torcedores. Mas, compensou o perigo fazendo boas defesas quando exigido.

Rooney e Depay jogaram como atacantes no 4-4-2 de Van Gaal. O jovem holandês teve atuação discreta. Talvez, por estar mais acostumado a jogar pelos lados. Por não serem atacantes de referência, os dois se movimentaram bastante, e por terem velocidade, contribuíram para os contra-ataques. Em um desses, Bentaleb deu bobeira e entregou no pé de Juan Mata. Rooney se movimentou pelo meio e teve o chute desviado por Walker. Devagarinho, Vorm viu a bola entrar em sua meta.

Depois do gol, o Tottenham se retraiu e os mandantes avançaram a linha de marcação. Com isso, o jogo esfriou. Um dos poucos que tentava ser incisivo, Young teve boa atuação, incomodando Welker e acompanhando o lateral, ajudando na defesa. Mata foi mais efetivo no segundo tempo do que não primeiro. Jogando aberto pela direita, o espanhol perde o seu poder de pensar o jogo. Posição que pode mudar até o fim da janela de transferências, neste mês.

Se o fim do primeiro tempo foi morno, o segundo foi geladíssimo. Com exceção do abafa do Tottenham no fim do jogo, pouco se viu. A zaga dos Red Devils foi pouco exigida. Entre os defensores, Darmian era estreante. Com a responsabilidade de ser a salvação da lateral-direita, o italiano fez boa atuação, foi preciso, seguro, ajudou na defesa e apoiou no ataque. Pela esquerda, depois de conviver com as lesões no último campeonato, Luke Shaw voltou com boa atuação.

Os volantes precisam de mais tempo, e também, de uma definição que só acontecerá no decorrer dos jogos. Carrick e Schneiderlin começaram como titulares. Principal reforço da temporada, Bastian entrou em campo na segunda etapa. Fez o básico. Normal para uma estreia. Herrera substituiu Depay, para jogar a frente dos zagueiros, fazendo a ligação com o ataque.

Do meio pra frente, Chicharito, James Wilson, Fellaini, Januzaj e Andreas Pereira foram nomes que não estiveram em campo. A concorrência pode aumentar ainda mais, caso se concretize a chegada de Pedro, do Barcelona. Pode surgir um 4-3-3 ou 4-2-3-1. Em qualquer um dos esquemas, a objetividade e o último passe, devem ser trabalhados. Por muitas vezes, o United rodou, rodou e não chegou a lugar algum.

Como diria a sabedoria popular, "é o que tem pra hoje". A compactação e a rápida saída no contra golpe são pontos positivos para o Manchester. Mais uma vez lidando com saídas e chegadas, Van Gaal novamente vai ter que pedir calma aos seus adeptos. No aniversário do chefe, seus jogadores lhe deram um pequeno mimo, ainda longe de ser um grande presente.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 13



Salve Salve Nerds!



Última rodada para os integrantes dos grupos C e D, com bons jogos novamente e emoção até o final na briga pela classificação. Confira:





Primeiro jogo que falaremos foi entre Costa Rica e Inglaterra, no Mineirão. A partida foi bem morna e a Costa Rica, a melhor do grupo, só precisou garantir o empate para passar em primeiro lugar com 7 pontos. O time até criou algumas chances, mas a Inglaterra foi melhor e teve mais posse de bola durante o jogo. No entanto, não foi o suficiente para superar o goleiro Navas e sair do Brasil com ao menos uma vitória. Final zero a zero.



Inglaterra empata com a Costa Rica no adeus à Copa por LANCETV






No outro jogo do grupo, Itália e Uruguai protagonizaram um jogo com cara de Libertadores da América. Desde o começo a partida já estava truncada e os dois times não conseguiam espaços para criar. A primeira chance mais clara veio com Pirlo, cobrando falta de longe e direto para o gol de Muslera, que defendeu bem. Assim como contra a Costa Rica, a Itália insistia muito no jogo com Balotelli, que não estava em um bom dia de novo, pois arrumou um cartão amarelo em falta boba. Os italianos conseguiam mais posse de bola, porém o espaço era pouco para jogadas próximas da área uruguaia, possibilitando apenas chutes de longa distância, pouco eficientes.
O Uruguai apareceu com boa jogada entre Suárez e Lodeiro, e o atacante chutou para defesaça de Buffon, que no rebote fez outro milagre no chute de Lodeiro. O time celeste cresceu na partida, conseguindo os espaços e tentando surpreender Buffon, como tentou Cáceres, chutando de longe ao ver Buffon adiantado. Para o segundo tempo, Balotelli saiu para a entrada de Parolo, já que o atacante estava nervoso em campo e já tinha um amarelo. Na área, Cavani e Bonucci disputaram a bola e o uruguaio pediu penalidade, o comentarista da TV disse que foi e os comentaristas do Nerd Esporte que os dois estavam se agarrando e assim não foi pênalti, mas como o juiz disse que não foi a discussão se encerra aqui. Só dava Uruguai na partida, Cristian Rodriguez avançou e chutou em boa posição, mas mandou pra fora. Em tentativa de assassinato, Marchisio chegou muito forte em Arévalo Rios, cartão vermelho direto para o italiano.
Suárez, em boa jogada entre zagueiros, invadiu a área e chegou chutando contra Buffon, que fez outra defesa espetacular. O jogo era todo uruguaio, pressão total e agora com um a mais, porém os italianos tentavam resistir. No ápice da confusão, Suárez e Chiellini se desentenderam, o uruguaio mordeu o ombro do italiano e após isso Chiellini deu uma cotovelada no atacante. O juiz não marcou nada. Logo em seguida, escanteio cobrado e ele, o herói das decisões em 2014, Godín, cabeceou certeiro contra o gol de Buffon e marcou, 1 a 0 Uruguai.
O desespero tomou conta dos italianos, que foram com todos os jogadores ao ataque, tentando um gol milagroso. Com todo esse espaço, Suárez bobeou e gastou uma chance que poderia ter custado caro, ao enrolar em um lance de contra-ataque uruguaio com chance de gol claríssima. No fim, nem os 5 minutos de acréscimos e Buffon indo pra área tentar marcar o gol na cobrança de falta resolveram. Uruguai classificado e Itália fora. Foi a última Copa do Mundo para Buffon e Pirlo, ídolos da esquadra italiana e que deixarão saudades aos fãs do bom futebol.
O gol:



No sufoco, Uruguai vence Itália e se classifica... por LANCETV







No grupo C, jogo entre Grécia e Costa do Marfim e os dois poderiam se garantir na próxima fase caso vencessem e se o Japão não passasse pela Colômbia. Começo de partida e os gregos apareceram com uma atitude diferente das duas últimas partidas, onde jogaram apáticos, desta vez procuraram o gol primeiro que os marfinenses. A Costa do Marfim equilibrou o jogo e avançou principalmente com Yaya Touré na armação, tentando encontrar Drogba e Gervinho na frente. Kone, sentindo a coxa, deixou o time grego antes dos 20 minutos para a entrada de Samaris, que fez companhia a Samaras no setor ofensivo grego.
Mas a bruxa estava solta no campo grego, pois Kanezis, o goleiro, sentiu as costas e precisou ser substituído para a entrada de Glykos. Na primeira chance mais clara, já aos 32 minutos de jogo, ótimo contra golpe grego e Cholevas recebeu ótimo passe entre os zagueiros para chutar a bola no travessão. Em seguida, Karagounis chutou rasteiro e Barry apareceu para evitar o gol. Na saída de bola marfinenses, pressão grega e tomada de bola. Samaras viu Samaris adiantado e tocou a bola para o atacante marcar, 1 a 0. Os africanos tentaram reagir com Yaya Touré, porém depois de driblar dois adversários o chute parou na defesa grega.
Na segunda etapa, gregos voltaram melhores, mas tomaram susto em chute de Gervinho. Christodoulopoulos, que nominho, limpou da defesa marfinense e chutou, a bola passou perto e os gregos quase fizeram assim o segundo gol. O bombardeio continuou com Salpingidis, que isolou um chutaço para defesa incrível de Barry no ângulo. O nervosismo atrapalhava os marfinenses, que colecionavam cartões amarelos em campo. Salpingidis, o pesadelo de Barry, arriscou de novo um chute e dessa vez o travessão salvou o goleiro africano. Christodoulopoulos novamente tentou e a bola passou muito próxima do ângulo, era pressão total grega.
No meio dessa pressão toda, eis que Gervinho recebeu passe de Kalou e lançou Bony, que não perdoou e marcou, 1 a 1. Com este resultado, os africanos se classificavam. Buscando mais energia no ataque, o treinador da Costa do Marfim tirou Drogba e Gervinho. A pressão europeia seguia e os marfinenses se seguravam para manter o empate e assim ficar com a vaga. Porém, contudo, entretanto, todavia, na bacia das almas, eis que...Sio foi marcar Samaras, que chutou a perna do marcador e caiu, de maneira bem simulada. O juiz marcou pênalti e Samaras converteu, para delírio dos companheiros e torcedores presentes. Final 2 a 1 Grécia e seleção classificada para enfrentar a temida Costa Rica.
Os gols:



Com emoção! No último minuto, Grécia vira o... por LANCETV






No outro jogo do grupo, o Japão precisava vencer a boa seleção da Colômbia para se classificar. A impressão inicial era de que os japoneses poderiam dificultar os trabalhos, com boas jogadas e chegadas ao gol. Contrária a este momento bom dos asiáticos na partida, a Colômbia foi para o ataque e conseguiu um pênalti, cometido por Konno em Adrian Ramos. Cuadrado, o Romarinho colombiano, cobrou e converteu a penalidade em gol, 1 a 0. Mesmo com o gol levado, o time japonês quase marcou com Kagawa, que chutou e obrigou Ospina a praticar boa defesa. Honda, cobrando falta, novamente assustou Ospina, mas não marcou. Em cruzamento de Uchida, Okubo tentou fazer um golaço de voleio, mas a bola subiu muito. Ao melhor estilo Van Persie, Okazaki pulou de peixinho no cruzamento de Honda e marcou o gol de empate, 1 a 1.
Cuadrado, o Romarinho colombiano, saiu, mas James Rodriguez entrou para comandar o meio campo da seleção. Aos 10 minutos, Arias tocou para James Rodriguez, que engana a marcação e ao invés de chutar toca para Jackson Martinez completar para as redes, 2 a 1. Precisando virar o placar, o Japão tentou novamente ir para cima do organizado time colombiano. Com espaço, os sul-americanos desperdiçavam chances nos contra golpes, podendo ampliar o placar. De tanto tentar e errar, eis que eles acertaram. Em mais um contra-ataque puxado, Jackson Martinez recebeu, cortou do marcador e chutou tranquilo, no canto, fazendo 3 a 1. Para fazer história, Mondragon entrou em campo no lugar do goleiro titular colombiano, Ospina. Mondragon entrou em campo e se tornou o jogador mais velho a atuar em uma Copa do Mundo, com 43 anos e 3 dias contra os 42 de Roger Milla em 1994, Copa que Mondragon disputou inclusive.
E ainda houve tempo para mais um gol colombiano. James Rodriguez recebeu lançamento, driblou o zagueiro no gingado e chutou por cobertura sobre o goleiro, um golaço. Final 4 a 1 e a Colômbia agora tem uma parada dura contra o Uruguai na próxima fase.
Os gols:



De goleada! Colômbia derrota o Japão e está 100... por LANCETV


Mondragon fazendo história aos 43 anos!






Até mais!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 8



Salve Salve Nerds!


Oitaaavo dia de Copa do Mundo, com mais 3 jogos importantes e bem movimentados. Confira:




Primeira partida do dia pelo grupo C no dia, entre Colômbia e Costa do Marfim. Já no hino uma cena emocionante, o jogador Serey Die, que perdeu o pai e se emocionou durante a exibição do hino marfinense. No jogo, partida equilibrada e com as equipes buscando ainda encontrar espaços para jogadas com maior perigo. O jogo estava tão emocionante que quando um balão em forma de bola de futebol invadiu o campo acabou chamando mais a atenção que os jogadores. O primeiro chute mais perigoso da partida foi com Tioté, que chutou por cima do gol. Gutierrez fez o favor de trazer o inacreditável para o campo, perdendo um gol sozinho depois de boa jogada de Rodriguez. 
Aurier assustou de novo o goleiro colombiano em mais uma finalização. A Costa do Marfim conseguia chegar mais ao campo de ataque, porém erros como a furada na hora de chutar cometida por Bony mostraram que Drogba, no banco, fazia falta. Segunda etapa novamente equilibrada, poucas chances mais claras, apenas uma falta cobrada por Yaya Touré que passou do lado do gol. Bony recebeu bom cruzamento de Yaya Touré, mas tentou acrobaticamente um voleio e não acertou a bola. A Colômbia acordou quando James Rodriguez serviu Quadrado, que chutou a redonda na trave. Para alegria dos torcedores da Costa do Marfim, aos 15 minutos Drogba entrou em campo no lugar de Bony. E se Drogba deu sorte quando entrou contra o Japão, ontem foi o contrário, deu azar. Três minutos depois, Cuadrado cobrou escanteio e a bola ficou para James Rodríguez cabecear certeiro, 1 a 0 Colômbia.
Kalou também entrou no time marfinense, porém assim como Drogba pouco produziu e não fez sua experiência valer no jogo. Serey, o jogador que infelizmente perdeu o pai, falhou e na dividida perdeu a bola, gerando contra-ataque mortal colombiano, puxado por Rodriguez, que serviu Quintero e o volante só teve o trabalho de tirar a bola do goleiro, 2 a 0.
Em um lampejo africano na partida, Gervinho fez bela jogada, deixou três marcadores para trás e chutou certeiro sem chances para o goleiro, 2 a 1. Com o gol, várias chegadas dos africanos no ataque, porém sem ameaçar realmetente o gol de Ospina, que defendeu apenas chutes rasteiros e fracos. No pouco que aconteceu no final de jogo, Quintero arriscou do meio de campo e quase venceu o goleiro Barry, que estava adiantado e bobeou na defesa, mas salvou o gol. E esta foi a segunda vitória colombiana na copa, seleção classificada para a próxima fase. 




O clássico do dia foi na Arena Corinthians, entre Uruguai e Inglaterra. Neste jogo pela sobrevivência na Copa do Mundo, até Ibrahimovic não perdeu a chance de assistir, vendo no começo as duas equipes sedentas por chances de gol No lado inglês o goleiro uruguaio, sim, o uruguaio Muslera quase entregou um gol para Rooney. Suárez voltava de lesão, não estando 100%, mas já no começo mostrou a que veio e quase marcou um gol olímpico. Rooney, perseguindo o seu primeiro gol na Copa do Mundo, cobrou falta que tirou tinta da trave, com o goleiro Muslera tirando a bola com os olhos apenas. 
As duas equipes queriam jogar, um verdadeiro espírito a altura do clássico, com muitos avanços laterais e cruzamentos tentando encontrar alguém nas áreas. Depois da pressão inicial, a seleção celeste começou a tomar conta do jogo, criando mais e chegando com perigo no cruzamento de Suárez que Cavani chutou e quase marcou. A fase não era boa, em cobrança de falta do maestro Gerrard, Rooney cabeceou encostado no gol e conseguiu mandar a bola no travessão. 
Quando a Inglaterra novamente tomava conta do jogo, com mais posse de bola, Lodeiro tomou a bola no meio de campo, lançou Cavani, que avançou para perto da linha de fundo e cruzou certeiro para Suárez marcar de cabeça, 1 a 0. Em resposta, Sturridge mandou forte chute defendido por Muslera. Na segunda etapa, Suárez continuou infernizando nos escanteios, quase marcando gol olímpico sobre o goleiro Hart. Em outra oportunidade uruguaia, Cavani recebeu a bola e ficou frente a frente com o goleiro, mas perdeu a ótima chance de gol.
Novamente Rooney tentou sair do zero em Copas do Mundo, mas Muslera fez milagre e salvou o gol do inglês. Depois de dividida pelo alto, Álvaro Pereira desmaia, mas ao acordar não deixa o retirarem do jogo e continua na partida. Vendo a vaga fugir, a Inglaterra começou a pressionar e jogar melhor que os sul-americanos, com Gerrard conseguindo distribuir as jogadas. A insistência deu certo, Rooney subiu mais que os jogadores uruguaios no escanteio e enfim marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo. Minutos depois, Sturridge quase virou mas Muslera cresceu no gol uruguaio e salvou de novo a meta. Atordoado pelo gol tomado, o time celeste demorou alguns minutos para criar novamente e parecia mais próximo da derrota do que da vitória, os ingleses seguravam bem o jogo e os avanços.
Mas, havia um craque que estava com muita vontade de jogar na Copa do Mundo, que quase ficou fora dela, se recuperou e precisou abdicar da partida contra a Costa Rica para contra a Inglaterra apresentar seus cartões de visita. Após bola rebatida, Gerrard rebateu sem querer para trás e a bola ficou com ele, Luis Suárez, que avançou e mandou um chute indefensável para Hart, 2 a 1 e a virada uruguaia, a virada de Suárez.
Após o tento tomado, até o goleiro Hart tentou marcar de cabeça em escanteio, mas não conseguiu evitar o placar adverso, além da eliminação precoce da seleção inglesa, que junta da Espanha vai embora do Brasil antes da hora.

Na terceira e última partida do dia, Japão e Grécia fizeram um jogo equilibrado no começo, mas aí aos 37 minutos do primeiro tempo Katsouranis foi expulso, deixando o Japão tomar conta do jogo. Isto seguiu-se pelo restante da partida, mas faltava criatividade e um atacante mais eficiente para a seleção nipônica, que desperdiçou muitas chances e tocava a bola sem encontrar espaços suficientes para chutar a gol de longe. Mesmo com um jogador a menos, os gregos chegaram a assustar os japoneses e Kawashima precisou fazer boas defesas. Sendo assim, placar de zero a zero e ambas as equipes bem próximas da eliminação.



Até mais!

domingo, 15 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 3



Salve Salve Nerds!



Terrrrceiro dia de competição rolando pelo Brasil, é a Copa do Mundo ocupando as nossas atenções cada vez mais. Hoje, falaremos dos 4 jogos que tivemos ontem, então começamos pelo primeiro, entre Colômbia e Grécia.


Grécia e Colômbia entraram em campo  e os gregos pareceram sentir que o jogo não seria fácil, pois o estádio estava lotado de colombianos, que a exemplo de Brasil e Chile continuaram cantando o seu hino nacional mesmo após o corte da Fifa. No jogo, a Colômbia começou melhor e não sentia a falta de seu astro Falcao Garcia, que inclusive estava no estádio assistindo o jogo. Já nos primeiros minutos a pressão foi colombiana, com gregos recuados e sem posse de bola.
Como prêmio para esta dedicação, em bom lance do ataque colombiano, a bola ficou com Armero, aquele mesmo do Palmeiras, que chutou, a bola desviou e entrou no canto. Como de costume, Armero comemorou com a sua dança, o Armeration, sendo seguido pelos companheiros de seleção. O jogo seguiu todo com a seleção sulamericana, que não dava espaços aos gregos, que pareciam estátuas em campo. A tônica do jogo seguiu a mesma por todo o resto de primeiro tempo, a Colômbia marcando muito bem e não dando espaços e a Grécia recuada sem chances de criar jogadas.
Começo de segundo tempo melhor para os gregos, que tiveram mais espaço, no entanto sem criar perigo. Grécia apelou bastante nas faltas, recebendo vários cartões amarelos pela impaciência. Na cobrança de escanteio, a bola sobrou na área para Gutiérrez, que não desperdiçou e ampliou o placar aos 12 minutos. Cinco minutos depois, a Grécia mandou uma bola no travessão com Gekas, mas pouco para uma pressão maior nos colombianos. No minuto seguinte, inclusive, Rodriguez perdeu um gol feito para a Colômbia. Vencendo a partida, os colombianos pareceram satisfeitos com o jogo, dando espaços ao ataque adversário, que criou mais, porém ainda não conseguia chegar com perigo. Já no fim do jogo, Samaras quase chegou a marcar em bom chute que passou próximo do gol. A resposta colombiana chegou com James Rodriguez, aos 47 do segundo tempo, em cobrança de falta Cuadrado tocou para ele chutar colocado, sem chances para o goleiro grego. Final 3 a 0.
Os gols e o armeration:





No Castelão, Uruguai e Costa Rica fizeram o que não se acreditava e esperava, mas a maioria ficou feliz no final. A partida entre as duas seleções tão diferentes começou equilibrada, com a Costa Rica conseguindo até criar jogadas, enquanto o Uruguai pressionava mas sem assustar. O time celeste era melhor e chegou, tendo um gol anulado aos 15 minutos por conta de impedimento. Cavani recebeu cruzamento desviado e chutou, mas a bola veio girando e o chute foi errado. Aos 20 minutos, cruzamento na área e Lugano foi abraçado pelo zagueiro costarriquenho, ou seja, pênalti. Na cobrança, Cavani não desperdiçou e marcou, 1 a 0.
Lances depois, Campbell mandou um forte chute, que passou perto do gol do uruguaio Muslera. A Costa Rica acordou com o chute de Campbell, criando mais e chegando perto de marcar em duas oportunidades devido a falhas do goleiro Muslera, que deu rebote em finalizações. Com 43 minutos, Forlán mandou um chute despretensioso, mas que desviou e obrigou o goleiro Navas a fazer uma defesaça. Na segunda etapa, o jogo seguiu bom para a Costa Rica, que pressionava e começava a deixar os uruguaios nervosos em campo. Em outra bola parada, outra boa chance com Duarte em duas finalizações seguidas, mas salvas por Muslera. Minutos depois, novo ataque de caribenho, a zaga rebateu e Campbell mandou um canhão na direção do gol, 1 a 1 para delírio dos brasileiros e costarriquenhos.
Logo em seguida, outro forte golpe da Costa Rica. No cruzamento de Bolaños, Duarte subiu entre os zagueiros uruguaios e virou o jogo, inacreditável, impensável, espetacular virada da Costa Rica! Após o gol Lodeiro entrou no lugar de Forlán, tentando mudar o jogo uruguaio e deixar o time mais rápido. No entanto, quem seguiu dominando o jogo foi a Costa Rica, que chegou de novo com Campbell, cabeceando em cruzamento de Bolaños. Aos 24 minutos, Cavani cabeceou e Navas novamente trabalhou bem e salvou a Costa Rica. Nada passaria por Navas, esta era a partida da Costa Rica.
Ureña entrou no lugar de Bryan Ruiz aos 37 minutos, aos 39 ele recebeu grande lançamento de Campbell, o craque do jogo, e tocou para Ureña de primeira apenas desviar do goleiro e marcar o terceiro gol e matar o jogo, 3 a 1. Ainda houve tempo para Maxi Pereira ser expulso por se irritar com o jogador costarriquenho segurando a bola para o final de jogo. Final 3 a 1 e Costa Rica podendo se classificar!!!
El show:






Terceiro jogo do dia e um clássico entre Itália e Inglaterra. O jogo começou equilibrado mas com susto italiano no chute de Sterling que bateu na rede pelo lado de fora, gerando gritos de gol precipitados. Dois minutos depois, Henderson testou o goleiro Sirigu, que substituiu o machucado Buffon, obrigando o reserva italiano a realizar grande defesa. Depois de dois sustos, a Itália enfim começou a criar mais espaços, deixando o jogo bem aberto entre as equipes, ou seja, jogo legal. Se havia espaço na intermediária, os ingleses arriscavam os chutes, pareciam imaginar que o goleiro Sirigu não seguraria chutes de longa distância.
Aos 18 minutos, Candreva foi quem resolveu testar o goleiro inglês, Hart, que rebateu mas o rebote ficou com a defesa. Itália com mais posse de bola, mas os ingleses conseguiam chegar perigosamente pelas laterais, perdendo boas oportunidades pelo posicionamento não tão bom dos atacantes na área. Em um dos cruzamentos, finalização inglesa e Barzagli salvou a bola de entrar próxima da linha do gol. Pirlo era o destaque italiano, fazendo ótimos passes como sempre e alimentando o ataque que pouco pressionava. Quando este espaço apareceu, Candreva tocou para Pirlo, que fez um belo corta-luz e deixou a bola para Marchisio, que teve tempo para pensar e mandar um forte chute, sem chances para Hart defender, 1 a 0 italianos. Mas, o jogo estava aberto e os ingleses não demoraram para responder. Rooney avançou pelo lado da área e cruzou em meia altura para Sturridge, no outro lado da área, completar para as redes, 1 a 1. Aos 46 minutos, já no finzinho do primeiro tempo, Balotelli fez um lance que prova a sua capacidade criativa. Recebeu a bola, o goleiro Hart no modo desespero foi tentar abafar o lance, mas não voltou a tempo de defender o toque magistral por cobertura do atacante, que foi salvo pelo zagueiro em cima da linha. Logo após, Candreva mandou forte chute na trave inglesa.
Na segunda etapa, os ingleses foram pra cima e Sturridge chutou para Sirigu salvar. Os dois goleiros não pareciam muito seguros na partida, diga-se de passagem. Logo após, ataque italiano e Candreva, inspirado, cruzou a bola como se tocasse, mandando certeira para Balotelli cabecear e virar o placar novamente para os italianos, 2 a 1. Na pressa, Gerrard tropeçou no juiz, que também não estava bem posicionado em campo. Os ingleses esboçaram uma reação com Rooney, mas o calor parecia afetar mais os ingleses do que os italianos. Aos 15 minutos, Sturridge arriscou o chute e a bola passou perto do gol, Sirigu tirou com os olhos.
Dois minutos depois, Rooney, que nunca marcou gols em Copas do Mundo, teve ótima chance livre e dentro da área, mas mandou uma finalização meio torta e pra fora. Ingleses seguiam a pressão, mas cansaço pesava, inclusive com Sterling tendo que ser atendido fora de campo sentindo câimbras. Cobrando falta, Baines chegou próximo de marcar, mas Sirigu salvou os italianos novamente. Não era o dia inglês, tanto que o ídolo Gerrard não conseguiu acertar a precisão na cobrança de falta. Quem quase fez o dele foi Pirlo, cobrando grande falta que na curva enganou Hart e bateu no travessão. Final 2 a 1 Itália e Costa Rica líder do grupo da morte pelo saldo de gols!
Os gols do clássico:






Último jogo de ontem, Japão contra Costa do Marfim. Uma partida mais amena, depois de dois grandes jogos no dia. O páreo começou com os africanos pressionando os japoneses, que se fecharam na defesa, tentando os contra golpes. Em meio a chuva que chegou em Pernambuco, eis que para surpresa de todos, o Japão conseguiu a jogada que precisava, conseguiu espaço e Honda mandou um belo chute para o gol, 1 a 0 Japão. Depois do gol, o Japão enfim começou a gostar do jogo, desestabilizando os marfinenses em campo com um jogo rápido e uma esquema tático bem armado.
Em escanteio, Honda quase surpreendeu o goleiro Barry. A Costa do Marfim atacava, porém faltava alguém para organizar melhor as jogadas, os atacantes e meias jogavam com nervosismo.Aos 35 minutos, sobra de bola na intermediária e chute forte de Boka para defesa de Kawashima. No finalzinho de primeiro tempo Boka novamente tentou passar por Kawashima, mas o goleiro defendeu de novo o forte chute. Na segunda etapa, jogo bem morno, parado, com os japoneses segurando o resultado e os marfinenses pouco criativos.
Jogo truncado e cartões amarelos para os marfinenses. Do lado japonês trocas e substituições para um time que já estava cansado. Aos 16 minutos, o acontecimento que pareceu ter mudado a partida, Drogba entrou em campo no lugar de Serey Die. Três minutos depois, a mudança já aconteceu. Touré lançou Aurier, o jogador avançou e cruzou para Bony cabecear e empatar a partida. Dois minutos depois a virada já aconteceu, Aurier novamente caprichou no cruzamento e desta vez Gervinho foi quem cabeceou certeiro para fazer 2 a 1 Costa do Marfim. Depois dos gols relâmpago, a Costa do Marfim dominou completamente o jogo, pareceu voltar a ser o time que se esperava, mostrou qualidade e poderia ter ampliado o placar contra o Japão. Mesmo Drogba quase marcou em chute rasteiro, que Kawashima salvou. Já no finzinho de jogo o astro marfinense serviu Kalou, que obrigou Kawashima a trabalhar mais uma vez. Final 2 a 1 e continuamos com ótima média de gols na Copa do Mundo e sem empates. São 4 viradas de partidas em 8 jogos.
Os gols:




Até mais!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Copa do Mundo - Grupo D



Salve Salve nerds!



Estamos de volta depois das festividades de ano novo. Aliás, um grande, ótimo, incrível e totalmente excelente 2014 pra vocês!
Deixando as formalidades de lado, continuamos a nossa saga falando dos grupos da saudosa Copa do Mundo deste ano. Hoje comentamos sobre o Grupo D, composto por Uruguai, Costa Rica, Inglaterra e Itália. Este nem precisaríamos recordar, é o grupo da morte, onde apenas a Costa Rica está a passeio e veio conhecer o Brasil, pois os outros 3 são campeões mundiais e querem mostrar que não estão mortos para o futebol.
É realmente difícil prever as 2 das 3 seleções que passarão no Grupo D, pois o momento delas não é tão bom, porém Uruguai e Itália viveram coisas boas nos últimos anos, vide Uruguai campeão continental e Itália na Copa das Confederações. A Inglaterra vive a sombra de 1966, mas tem grandes jogadores que poderão desta vez levar a seleção da rainha mais longe. Vamos ao comentário de cada equipe e seus atributos:

Uruguai:


Os nossos vizinhos do extremos sul desembarcam em terras canarinhas buscando a repetição do Maracanaço, a repetição da Copa de 1950, quando foram campeões frente ao Brasil em um Maracanã lotado com 200 mil pessoas. Atualmente, os uruguaios contam com um bom elenco. No gol o seguro goleiro Muslera, que era revelação em 2010 e hoje já é uma boa realidade. A zaga tem experiência com Lugano, Godín e Coates, mas é a lentidão que preocupa.
Já os laterais Cáceres e Álvaro Pereira não tem um talento ofensivo muito grande, são mais defensivos, apoiando pouco os ataques com qualidade.Os meias talvez sejam a parte mais jovem da celeste, com revelações como Gargano, Lodeiro, Cristian Rodriguez e outros. No ataque a força desta seleção, composto por Cavani, Forlán e Suárez. Cavani brilhou no Napoli e por lá se tornou ídolo, hoje está no PSG e vem encontrando seu espaço em uma equipe de estrelas comandada por Ibrahimovic. Diego Forlán é uma grande incógnita, pois no Internacional não vem fazendo boas atuações, porém na seleção parece mais à vontade e ajuda muito no apoio dos ataques.
Fechando a parte ofensiva falamos de Suárez, talvez o melhor uruguaio da atualidade no futebol. O atacante do Liverpool vem quebrando paradigmas e jogando o fio da bola na Inglaterra. No campeonato inglês o jogador tem 20 gols em 15 jogos, além de 5 assistências, números de invejar e que comprovam o momento do uruguaio. Assim com todas as qualidades dos nossos vizinhos, é de se esperar muita vontade de passar para a segunda fase.


Costa Rica:


A seleção costarriquenha se classificou para a Copa nas eliminatórias da Concacaf, mas pelo baixo nível não é de se esperar qualquer resultado mais exorbitante no mundial. Não participaram da última Copa e no histórico recente foram eliminados na fase de grupos mesmo. Seu maior destaque é o jovem atacante Joel Campbell, do Arsenal. A outra parte da equipe atua em equipes menores da Europa, na própria Costa Rica e nos Estados Unidos.
Em 2002 inclusive foram goleados pela nossa seleção por 5 a 0, com direito a voleio/bicicleta de Edmilson. Guardadas as proporções com o Taiti, ganharão o carinho dos torcedores para uma possível zebra no grupo da morte.


Inglaterra:



A seleção da rainha chega ao Brasil tentando o que procura desde quando foi campeã na distante Copa de 1966. O título parece bem distante, mesmo chegar longe como em uma semi-final também é um tanto improvável mesmo para o mais arrojado apostador inglês. Todos os atletas, ao menos das últimas listagens de convocados, atuam na própria Inglaterra, porém no futebol globalizado os astros da Liga Inglesa são estrangeiros, baixando a qualidade da seleção local.
No gol está o goleiro Hart, do Manchester City, que parece estar em uma fase melhor do que seus antecessores na meta inglesa, que ficaram conhecidos por frangos históricos. As laterais são comandadas por Glenn Johnson, além de Ashley Cole. A zaga é composta pelos experientes Terry e Lescott. O meio tem os experientes Lampard e Gerrard com seu toque de bola preciso. Além dos dois também entram na escalação o ponta Walcott e Milner ou Ashley Young. Vale lembrar no ataque, de Wayne Rooney, principal jogador do setor ofensivo, acompanhado por Defoe e Welbeck. Um problema são as peças de reposição do elenco, que não estão a altura dos principais jogadores, dificultando para algumas situações onde possa haver a necessidade de trocas na equipe.
Esperemos para saber se os ingleses trarão surpresas boas ao Brasil para ao menos passarem da fase de grupos.


Itália:



Os tetracampeões mundiais chegarão por aqui com vários destaques, mas assim como os ingleses terão que provar sua capacidade de jogo. Já no gol o respeito pela tradição italiana pode ser visto, com Buffon, goleiro que está desde 1997 no gol italiano. A experiência parece parte do currículo desta seleção, tanto que na defesa estão Chiellini, Barzagli e Abate, o mais novo com 27 anos.
O meio de campo segue a risca o currículo, com De Rossi, Montolivo, o mito Pirlo Norris, Giaccherini e Diamanti. Somente o ataque é um pouco mais jovem, comandado por Balotelli, El Shaarawy e Giovinco. Surgiu a possibilidade da volta do meia atacante Totti, com declarações do treinador Cesare Prandelli dizendo que confia no potencial do jogador, mas nada definido ainda para a Copa.
Este elenco é bom, mas como várias vezes ressaltado, bem experiente. Claro que lembramos de 2006, quando havia uma experiente seleção e que foi campeã, mas na exigência física e no calor de algumas cidades brasileiras o desempenho dos mais velhos poderá decair. Talvez a seleção mais perigosa deste grupo, pois ao mesmo tempo em que não se confia no seu desempenho, chega e surpreende a todos com forças extraídas do fundo do Etna para vencer. Vejamos qual dos dois lados teremos, o surpreendente ou o cansado e desanimado.


Lembramos da mais nova parceria do Nerd Esporte, os nossos novos amigos do Bloggou, um blog que tem muito conteúdo, bem variado e que nós recomendamos bastante!


Até mais e obrigado pelos mais de 15 mil acessos de 2013!

terça-feira, 9 de julho de 2013

Supermercado da Bola Europeu

Salve Salve nerds!




Semana passada relatamos a situação mercadológica do futebol brasileiro, e hoje, falaremos um pouco do mercado que atrai os olhares de todo fã do futebol, o mercado europeu. Falamos de algumas especulações e de várias confirmações que abalaram e surpreenderam a todos. Confira no replay:

Espanha:




Atlético de Madrid: O time vem aproveitando bem o mercado nos últimos anos, principalmente na contratação de atacantes. Se houve a saída do ídolo Falcão Garcia, quem aparece no Vicente Calderón é David Villa, que saiu do Barcelona por 5 milhões de euros, bem abaixo dos valores astronômicos habituais.

Barcelona: O time catalão contou com a chegada de Neymar, já tão falada aqui e nos mais diversos meios.  Saindo do clube, além de Villa, Abidal foi para o Mônaco, o novo clube rico da Europa. O interesse é também em contar com David Luiz ou Thiago Silva, para compor uma defesa mais sólida.

Real Madrid: Os merengues são conhecidos por abrirem os cofres, e desta vez não parece ser diferente. Confirmados como novos jogadores estão Isco, do Málaga, Carvajal, do Bayern Leverkusen e o técnico Carlo Ancelotti que estava no PSG. Continua o grande interesse na contratação de Bale, do Tottenham, porém os ingleses não tem facilitado as coisas para os espanhóis. 
Dando adeus e buscando novos ares estão José Mourinho, que volta ao Chelsea, e Ricardo Carvalho, que vai para o Mônaco.

Inglaterra:





Arsenal: O clube que vem sofrendo com as perdas de seus craques, continua apostando em revelações francesas, e trouxe Sanogo, do Auxerre. Há o interesse em Higuaín, do Real Madrid, porém faltam detalhes. Houve rumores da contratação de Luís Suárez, mas a negociação não andou. Temporada difícil para os Gunners.

Chelsea: A maior luta do Chelsea é para repor suas perdas, pois nesta janela vários jogadores encerraram seus contratos com o clube e deixam o time sem muitas peças. Há também a intenção de tentar manter David Luiz, um dos destaques do time, que interessa muito ao Barcelona. De contratações podemos destacar a volta de Mourinho, que promete um bom trabalho, e do atacante Schürrle do Bayern Leverkusen. Há o grande sonho de contratar Rooney, porém os valores são altíssimos e a rivalidade entre os clubes pode atrapalhar nos negócios.

Manchester United: Nos Reds inicia-se a era pós-Ferguson, e é difícil prever como serão os trabalhos depois dessa era tão vitoriosa ao clube. O clube parece estar com a mão fechada, pois pouco se especulou em suas contratações e a maior confirmação foi do pouco conhecido Varela, do Peñarol, além do habitual interesse na volta de Cristiano Ronaldo. Fora isso o desafio é manter Rooney.

Liverpool: O clube dos Beatles anda com a aparente falta de verbas, já que fez apenas contratações de composição de elenco e prevendo perdas nele. Junto ao Sunderland veio o goleiro Mignolet e do Celta de Vigo o meia Iago Aspas. O temor é da perda de Suárez, que é o grande artilheiro do time.

Manchester City: Ao contrário dos rivais, o City contratou, e foi inteligente no que fez. Trouxe o técnico Manuel Pellegrini do Málaga, e os meias Fernandinho e Jesús Navas, do Shakhtar Donetsk e do Sevilla. São contratações de valores médios e de jogadores com qualidade, além do técnico ter feito bom trabalho no Málaga. A perda maior do elenco foi Tévez, contratado pela Juventus.

Itália:





Internazionale de Milão: A Inter pouco foi atrás de contratar, e trocou Cassano por Belfodil, da Parma. No comando técnico aparece Walter Mazarri, ex-Napoli. 

Juventus: A Juventus atirou para todos os lados, e conseguiu duas boas contratações para o ataque, que vinha há um bom tempo sem um destaque que desse resultados. Chegaram para isso Llorente, do Athletic Bilbao, e Tévez, do Manchester City. Quem mal chegou e já saiu foi Anelka, que vai jogar no West Bromwich. 

Milan: Os milaneses andam tão parados quanto a água que dá dengue, e apenas Ambrosini saiu por fim de contrato, e ninguém foi contratado. Há o antigo desejo na volta de Kaká, porém os valores para isso são elevados, e outras contratações de peso também não estão ajudando no quesito financeiro ao clube.

Roma: Os romanos apenas especulam, e sonham com a contratação do lateral Maicon e do goleiro Júlio César. De saída do clube podem estar Leandro Castán e Osvaldo, que interessam respectivamente ao Flamengo e a clubes ingleses.

Alemanha:




Bayern de Munique: Os bávaros parecem animados para contratar, e já confirmaram Gotze, do Borussia, e possivelmente devem fechar com Lewandowski. Quem volta a treinar um clube e logo um super time é Joseph Guardiola, que foi contratado antes do fim da temporada, porém vai estrear só em agosto. Sem tanto espaço no clube, Mario Gómez decidiu por sair, e vai jogar na Fiorentina. 

Borussia Dortmund: Se a grande sensação da temporada perdeu e pode perder mais craques e do herói Felipe Santana, para o Schalke 04, o clube tratou de logo ir atrás de reforços. Os que chegam são Papastathopoulos, do Werder Bremen, Aubameyang, do Saint Etienne, e Mkhitaryan do Shakhtar Donetsk. Bons reforços que são as novas promessas de sucesso desse time que provou que sabe revelar jogadores até então desconhecidos para o mundo do futebol.

França:



Mônaco: O mais novo rico do futebol mundial e europeu chegou com tudo, e não economizou nada no dinheiro para ter um elenco suficientemente bom para as disputas da temporada. Chegaram Ricardo Carvalho, Falcão, Touré, Abidal, Ricardo Carvalho, João Moutinho e James Rodriguez, além de outros 5 reforços menos conhecidos. A intenção, um tanto óbvia, é ter resultados imediatos com esse altíssimo valor investido, veremos como será.

Paris Saint German: Depois do maciço investimento da temporada passada, o PSG não foi muito atrás de reforços, até porque tem um bom elenco presente, e contou apenas com a perda do seu técnico Carlo Ancelotti. Os rumores são da saída de Thiago Silva, para o Barcelona, e do descontentamento de Ibrahimovic, que é especulado na Juventus.


Até mais!
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