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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Favoritos começando a Copa com dificuldades



No final de semana de Copa do Mundo, tivemos a estreia de França, Argentina, Alemanha e Brasil. As campeãs mundiais não tiveram vida fácil contra Austrália, Islândia, México e Suíça, adversários teoricamente superáveis por seleções colocadas por muitos como favoritas para a conquista do mundial. A primeira fase serve para se classificar, não para apresentar logo de cara o melhor futebol, mas no caso dessa Copa, o equilíbrio nos jogos parece ser uma tônica. 

França

Foto: Twitter/FIFA

Os franceses vieram com a expectativa nos talentos de Mbappé, Griezmann e Pogba, que comandam uma seleção de jogadores com renome nos principais clubes europeus. No entanto, o que o time apresentou em campo foi aquém do imaginado. Se percebia pouca mobilidade dos jogadores para buscar mais a tabela e os avanços, fazendo com que o time apenas rodasse a bola a procura de espaços e não os criasse. Tanto que o time iniciou o jogo sem uma referência no ataque, com Griezmann sendo o homem centralizado, e depois colocou Giroud para tentar mais efetividade.

Diante da Austrália, que tem suas qualidades, mas no papel não superaria os franceses, o time campeão de 1998 ficou devendo e saiu com muito lucro com a vitória, porque pelo futebol não foi tão merecido o triunfo. Destaque também para o fator decisivo do VAR, que colaborou para a marcação dos dois pênaltis e a tecnologia da linha do gol, que confirmou o gol contra australiano. 


Argentina

Foto: Twitter/FIFA

Os hermanos encararam a Islândia na estreia e tiveram bastante dificuldade. Jogando sempre buscando Lionel Messi, a Argentina encontrou os adversários e estreantes na Copa jogando totalmente fechados e apostando no contra ataque. Como os lances procuravam excessivamente o camisa 10 argentino, os islandeses cercavam o jogador e evitavam que ele criasse mais perigo. Messi precisava começar, conduzir e chegar para finalizar as jogadas tamanha a dificuldade de jogo dos argentinos.

O time poderia ter dado até mais sorte, mas Messi perdeu o pênalti que daria a vitória. Nos números, a Argentina teve 27 chutes feitos, com 7 indo pro gol, enquanto a Islândia chutou 8 e mandou 2 pro gol. A posse de bola argentina foi de 77%, mas que não se converteu em perigo real aos islandeses pela verdadeira muralha defensiva que conseguiu ter sucesso em bloquear os adversários. Para os próximos jogos, a Argentina precisará jogar com os outros jogadores e não centralizar tudo em Messi, para que o 10 apareça no momento certo para decidir. 

Alemanha

Foto: Twitter/FIFA

Na estreia da atual campeã mundial, muitas surpresas e a vitória mexicana. Os alemães jogaram durante o tempo todo na base dos toques e procurando o melhor espaço para o chute, mas encontraram uma defesa mexicana bem postada e o goleiro Ochoa, que na seleção parece outro goleiro, salvando tudo. Foram nove chutes a gol alemães contra quatro mexicanos. O que os alemães não esperavam era o estilo de jogo do México, que conseguia ser perigosíssimo nos contra golpes, saindo com muita velocidade e encontrando a defesa alemã aberta, já que o time joga adiantado. 

Se os atletas mexicanos tivessem mais paciência e qualidade o placar poderia ter sido até maior, tamanha a quantidade de contra ataques e chances de gol perdidas. Muito se fala da efetividade alemã e da paciência para criar e encontrar o gol, não vimos isso acontecer de maneira concreta e poderemos ver alguma mudança no time para os próximos jogos, que precisarão ser vencidos caso a seleção queira passar de fase. 

Brasil

Foto: Twitter/FIFA

A seleção brasileira estreou ontem e fez dois tempos bem distintos. No primeiro, tinha o futebol que nos acostumamos na era Tite, com passes, chances boas criadas, criatividade e efetividade. A Suíça pouco conseguiu fazer diante do bom volume de jogo brasileiro. Mas, na segunda etapa, o espaço para o time suíço ficou maior e o adversário dos brasileiros começou a criar maior perigo, culminando no gol de Zuber. Após o gol, a equipe brasileira se transformou e ficou muito pouco criativa, jogando muito com Neymar, que chamava os lances para a individualidade e era parado pelos marcadores suíços, muitas vezes com falta. O atacante sofreu 10 das 19 faltas que a seleção sofreu no jogo. 

Além do abalo sofrido com o gol, Tite acabou tirando Casemiro para ele não levar outro cartão e colocou Fernandinho, além de colocar Renato Augusto e mais a frente, aos 30 minutos já, escalar Firmino. Principalmente Renato e Fernandinho foram opções que não colaboraram para que o Brasil tivesse mais volume e efetividade para buscar a vitória. Muito se criticou a arbitragem e que o VAR não teria sido chamado para os lances polêmicos, mas o Brasil ficou devendo em campo e a arbitragem não pode ser culpada pelo empate. 


sábado, 8 de julho de 2017

O Brasil na Copa Ouro



Não é muito raro que países de outros continentes ou federações participem como convidados de uma copa continental. E com a seleção brasileira não foi diferente, o escrete canarinho já participou da Copa Ouro, organizada pela Concacaf. 

A Copa Ouro é a maior competição da Concacaf, a Confederação de Futebol da América Central e do Norte. Foi criada em 1991, unificando os campeonatos que existiam entre as federações caribenha e norte americana. 

O torneio garantia vaga ao campeão na Copa Rei Fahd, que precedeu a Copa das Confederações. O maior campeão da Copa Ouro é o México, com 7 títulos, seguido pelos Estados Unidos com 5 e o Canadá uma vez. A Copa Ouro é sempre disputada nos Estados Unidos, sendo que duas vezes o México foi sede ao mesmo tempo e em outra o Canadá. 

Além do Brasil, o qual falaremos adiante, a Coreia do Sul, em 2007, a Colômbia, 2005, o Peru, 2001, Equador em 2002 e África do Sul em 2005 foram seleções de fora da Concacaf que jogaram a competição. A seleção canarinho participou três vezes, em 1996, 1998 e 2003. Confira agora como foram essas campanhas da seleção:


1996

Foto via www.taringa.net/Los-10-mejores-triunfos-de-Mexico-vs-Brasil 

Participando pela primeira vez do torneio, o Brasil resolveu testar seus talentos e não levou o time principal. A seleção olímpica da época representou as cores nacionais, com o time base tendo Dida, Zé Maria, Narciso, Carlinhos Paulista, André Luiz, Flávio Conceição, Amaral, Arilson, Caio Ribeiro, Jamelli e Sávio. Entre os reservas estavam Danrlei, Zé Roberto e Zé Elias.  

Na fase de grupos, o escrete canarinho encarou Canadá e Honduras. Contra os canadenses, vitória por 4 a 1, gols de André Luiz, Caio, Sávio e Leandro Machado. Diante de Honduras a vitória foi até maior, 5 a 0. Os tentos foram anotados por Caio, duas vezes, Paulo Roberto também duas vezes e Sávio. Pela semifinal, jogo contra os Estados Unidos e Balboa, não o Rocky, marcou contra para classificar o Brasil para a decisão. Na finalíssima, diante de mais de 88 mil presentes no Memorial Coliseum, o México bateu o Brasil por 2 a 0, gols de García e Blanco. 






1998

Foto: www.gettyimages.fi/Vince-Bucci/AFP

Dois anos depois da primeira participação e em ano de Copa do Mundo, a seleção canarinho levou um time misto para a Copa Ouro, mas com vários nomes fortes e conhecidos. A equipe base tinha Taffarel, Zé Maria, Júnior Baiano, Gonçalves, Júnior, Mauro Silva, Flávio Conceição, Zinho, Denilson, Edmundo e Romário. Na reserva estavam Carlos Germano, Russo, César Michelon, Sylvinho, Doriva, Marcos Assunção, Sérgio Manoel, Donizete e Élber. 

Na primeira partida da fase de grupos, contra a Jamaica, a seleção não conseguiu superar o time comandado por Renê Simões e ficou no zero a zero. Júnior Baiano foi expulso no finalzinho do jogo e Zagallo era o comandante canarinho. Dois dias depois, contra a Guatemala, novo tropeço. A seleção abriu o marcador com Romário, mas levou o empate no último minuto com gol de Plata. No último jogo do grupo, diante de El Salvador, enfim a vitória. Placar de 4 a 0, gols de Edmundo, Romário e Élber duas vezes. 
Na semifinal, jogo diante dos Estados Unidos e novamente a seleção não se encaixou, perdendo por 1 a 0, gol de Preki Radosavljevic para os americanos. Na decisão de terceiro lugar, vitória brasileira sobre a Jamaica por 1 a 0, gol de Romário. 







2003

Foto: UOL

Depois do penta e quatorze anos atrás, a última participação brasileira na Copa Ouro. Com a competição em julho, foi chamado um time de jovens talentos sub-23 brasileiros para jogar. Os titulares eram Gomes, Maicon, Luisão, Alex, Adriano, Paulo Almeida, Júlio Baptista, Kaká, Diego, Robinho e Éwerthon. Na reserva, o time comandado por Ricardo Gomes tinha Alexandre Negri, Coelho, André Bahia, Nilmar, Nádson, Carlos Alberto e Thiago Motta, que viria a defender a Itália depois. 

No primeiro jogo do torneio, a seleção enfrentou o México e perdeu com gol dele, Borgetti. Na partida seguinte do grupo, contra Honduras, vitória por 2 a 1, gols brasileiros de Maicon e Diego e de De León para os hondurenhos. Fechando o grupo, a seleção canarinho jogou contra a Colômbia e saiu vencedora com dois gols de Kaká, um na primeira e outro na segunda etapa. 
Na fase semifinal, jogo de novo com os Estados Unidos. Partida complicada e que a seleção sofreu, começando perdendo com gol de Bocanegra no primeiro tempo. Aos 43 do segundo tempo, na bacia das almas, Kaká empatou e levou o jogo para a prorrogação. Na prorrogação, Diego fez de pênalti e deu a vitória para o Brasil. Vale lembrar que no campeonato existia a regra da morte súbita, quem marcasse na prorrogação primeiro vencia. 
Na final contra o México, partida equilibrada e nova prorrogação. Mas, dessa vez, quem marcou primeiro e ganhou foi o México, que fez com Osorio. 





A Copa Ouro 2017 começou ontem, mas sem países convidados participando. O torneio vai até o dia 26 de julho. Fica a reflexão que essa é a única competição oficial que o Brasil talvez tenha participado e não tenha vencido ainda.

Fontes: Wikipedia e https://jogosdaselecaobrasileira.wordpress.com 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 18



Salve Salve Nerds!


Mais duas partidas pelas oitavas de final desta Copa do Mundo, com emoção garantida no pacote! Esta é a Copa das Copas e você não sai decepcionado do espetáculo. Confira:


No Castelão e debaixo de um calor estonteante, Holanda e México fizeram um duelo de estilos táticos. A Holanda apostava na velocidade de Robben e o seu poderoso ataque, enquanto os mexicanos apertavam a marcação e não davam espaços. O time azteca começou melhor, conseguindo impor a sua marcação e chegar ao gol. Os holandeses não estavam com sorte, o goleiro quase fez uma lambança e De Jong, o xerife do futebol (eufemismo) sentiu lesão e foi substituído por Indi. Cilessen não estava bem no gol, tanto que no cruzamento caçou borboletas e Giovani dos Santos quase completou para as redes. Robben, com velocidade, avançou e entrou na área, sofreu falta duas vezes, porém o juiz não marcou nada. 
Logo após, em triangulação mexicana, os passes no ataque funcionavam como nunca, a defesa adversária não estava atenta, Herrera quase marcou em chute que passou tirando tinta da trave. Salcido, do meio da rua, resolveu testar o goleiro e Cilessen precisou espalmar para fora. A Holanda estava acuada, além de a bola não chegar nos meias e em Van Persie, apagado no jogo. Diante do forte calor, tivemos parada técnica aos 30 minutos de jogo. Giovani dos Santos tentou de novo, em bom chute, mas Cilessen defendeu de novo. No segundo tempo, pressão mexicana novamente e Giovani dos Santos caprichou o suficiente para chutar fora do alcance do goleiro, 1 a 0 México. O time europeu esboçou reagir, mas foi pouco, até porque Peralta quase marcou novamente logo após. 
Em escanteio cobrado, De Vrij subiu, cabeceou certeiro e Ochoa fez incrível defesa e espalmou a bola para ela bater na trave antes de sair. Robben, enfim com mais espaço, achou Sneijder, que chegou chutando, a bola desviou e quase enganou Ochoa. Pensando em segurar o meio, o treinador mexicano tirou Giovani dos Santos e colocou Aquino. O time holandês cresceu na partida e Robben quase marcou, depois de driblar Rafa Marquez, porém Ochoa estava novamente pegando tudo e salvou a finalização. Chicharito, o reserva de luxo, entrou no lugar de Peralta e Huntelaar substituiu Van Persie, que mal falamos aqui. Depois de mais uma parada técnica, Salcido desperdiçou boa chance após fazer ótima jogada. Impedido, Huntelaar cabeceou cara a cara com Ochoa, que fez uma defesaça novamente. 
No bate rebate na área, na bacia das almas, Huntelaar escora a bola para trás e ela sobra com Sneijder, que mandou um chute forte, rasteiro, no canto e sem chances para o goleiro, 1 a 1. O jogo ficou tenso, com o gol todos imaginavam uma prorrogação com holandeses mandando e mexicanos sofrendo, mas o juiz tratou de ser generoso nos acréscimos e deu logo 5, não que fosse injusto, mas são 5 minutos. Robben, novamente muito rápido, mesmo com 30 anos de idade, entrou na área e foi parado apenas por Rafa Marquez, que o derrubou e fez pênalti, aos 47 minutos. Huntelaar foi escolhido pelo treinador, ficou com uma cara não esboçando muita confiança, porém cobrou certeiro e colocou a Holanda na próxima fase! Final 2 a 1!




Na Arena Pernambuco, a Costa Rica enfrentou a Grécia em um jogo que valia o emprego do treinador grego, já que o contrato dele termina hoje. A equipe sensação da competição, a Costa Rica, começou melhor, marcando por pressão e diminuindo os espaços gregos. No entanto, a primeira chance de gol foi grega, com Cristodoulopoulos chutando pra fora. A resposta costarriquenha veio no trio Campbell, Ruiz e Bolaños, que chutou perto do gol. O jogo estava truncado, enrolado, com aquela cara de zero a zero, mas os gregos estavam melhores e a Costa Rica apática, diferente de quando enfrentou os gigantes do grupo da morte. Já quase no final da primeira etapa, Salpingidis cabeceou e Navas fez seu primeiro milagre. Na segunda parte, Navas apareceu em cabeceio de Samaras depois da falta cobrada por Cholevas. Em meio a torcedores descontentes com o jogo ruim e a Grécia melhor, eis que Bolaños encontrou Bryan Ruiz livre na entrada da área e o meia recebeu para chutar de primeira, fraquinho, no canto, 1 a 0.
Os costarriquenhos cresceram no jogo e fizeram a partida melhorar um pouco, com mais avanços ao ataque. Em uma falta idiota, no meio do campo, Duarte foi expulso depois de derrubar Cholevas, deixando a Costa Rica mais recuada ainda. A partir daí o jogo foi grego, com Navas trabalhando para tirar cruzamento perigoso de Samaras em dois tempos. O treinador da Costa Rica colocou mais um zagueiro para suportar a pressão, enquanto o campo de ataque grego era cada vez maior. Já aos 42 minutos do segundo tempo, Navas era o zagueiro e o goleiro ao mesmo tempo, tendo que cortar os cruzamentos perigosos nos atacantes altos do adversário. Três minutos depois, outro cruzamento, a bola ficou com Mitroglou, que chutou para milagre de Navas, mas a bola sobrou mais atrás com Sokratis, que não desperdiçou e marcou o gol do empate, 1 a 1. Aos 48, quase uma virada parecida com o jogo anterior contra a Costa do Marfim, com gol no último instante, mas Navas salvou o cabeceio de Mitroglou. 
Na prorrogação, os gregos estavam melhores, porém as duas equipes estavam cansadas e lances mais perigosos não foram tão presentes quanto nos 90 minutos de tempo normal. Para fechar com chave de ouro, a decisão foi para os pênaltis. Nas cobranças, 3 acertos para cada lado, aí Campbell marcou para a Costa Rica o quarto gol. Na cobrança grega, Gekas cobrou bem, mas Navas foi melhor e fez uma espetacular defesa. Aí ficou tranquilo, ou não, para Umaña cobrar e acertar, 5 a 3 nas penalidades. Costa Rica classificada, fazendo história e agora encontrará a temida Holanda.
Os gols e penalidades:



Nos pênaltis, Costa Rica vence e elimina Grécia por LANCETV







Até mais!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 12



Salve Salve Nerds!



Décimo segundo dia de atividades em gramados brasileiros e começo da terceira e última rodada da primeira fase da Copa do Mundo. Veja como foram os 4 jogos de fechamento dos grupos A e B:






Em Curitiba, Austrália e Espanha fizeram o jogo dos eliminados, em ritmo de amistoso. No jogo, a Austrália começou pressionando mais os espanhóis, tentando surpreender e querendo ao menos sair com pontos do mundial. Os espanhóis começaram a se soltar e trabalhar mais a bola, porém sofriam com a forte marcação australiana, que não poupava nas divididas. Na primeira chance mais clara, Torres recebeu, tocou para Alba e ele chutou contra o gol de Ryan, que salvou. A torcida fazia festa, mas em campo os jogadores erravam muitos passes, não produzindo jogadas mais aguçadas.
Quando Juanfran conseguiu avançar até a linha de fundo, cruzou rasteiro para a área e Villa fez bonito, tocou de letra para a rede, 1 a 0. A Austrália tentou reagir, mas quem quase marcou de novo foi o ataque espanhol, Koke chutou de longe e Ryan desviou para fora. Na segunda etapa, australianos tentaram mudar a tática no ataque, no entanto a Espanha fazia marcação adiantada, evitando os avanços do time da Oceania. Villa, autor do gol, foi substituído para a entrada de Juan Mata. O atacante saiu emocionado, pois deve ter sido a sua última participação em Copas do Mundo. Em chance isolada, Mckay chutou para o gol de Reina, sim, Casillas ficou de fora, e mandou por cima. Os australianos sentiam a falta de Cahill para chamar a responsabilidade no jogo, muito perdidos no ataque.
Em grande jogada de Iniesta, com visão apurada do lance, o meia tocou precisamente para Torres que recebeu de frente para o goleiro e não desperdiçou, 2 a 0. O jogo seguiu dominado pelos espanhóis, que enfim faziam uma partida com atitude no jogo. Aos 36 minutos, Juan Mata recebeu cruzamento para chutar por baixo das pernas do goleiro Ryan, 3 a 0. Mata quase marcou o seu segundo gol, mas se o time australiano não estava tão bem, o goleiro do time ainda rendia e defendeu o chute. E final de Copa do Mundo para as duas equipes! Espanha e Austrália vão juntas para casa!
Os gols:



Espanha goleia a Austrália e Villa se emociona... por LANCETV






Em São Paulo, na Arena Corinthians, Holanda e Chile fizeram o jogo valendo a liderança do grupo B. Começo de jogo bem estudado, Holanda não atacando com tudo e Chile buscando espaços no bom esquema tático adversário. Na primeira oportunidade da partida, Mena cruzou bola para Vargas, que cabeceou mal para fora. O Chile conseguiu os espaços e a posse de bola, fechando a Holanda mais na defesa. Sneijder, que não está tão ativo nesta Copa, arriscou e Bravo precisou defender em dois tempos para garantir o lance salvo. Aranguiz invadiu a área holandesa e Blind foi pra cima dele com um carrinho, o chileno caiu pedindo pênalti duvidoso.
Era lá e cá, Robben cobrou falta e De Vrij cabeceou para fora, mas logo depois os chilenos tentaram e reclamaram novamente de pênalti, desta vez em Sanchez. Robben, o destaque holandês na Copa junto com Van Persie, que suspenso não jogou, avançou e cortou para o meio em chute que passou perto do gol. Em uma daquelas chances que não podem ser desperdiçadas, Gutierrez subiu sozinho para cabecear na área holandesa e mandou por cima do gol. Na segunda parte, Holanda no comando do jogo, com avanços bem mais frequentes do que os chilenos. Em bela jogada, Sanchez mandou a bola por baixo das pernas do marcador e chutou para o gol, mas o goleiro defendeu.
Depois dos pedidos dos torcedores, Valdívia entrou na equipe chilena. Depay tentou de longe o chute para o gol de Bravo, que espalmou para escanteio. Robben cobrou preciso o escanteio e Leroy Fer cabeceou no canto, sem chances para Bravo, 1 a 0. O golpe final chegou com Robben, que avançou e cruzou na medida para Depay chutar e marcar o segundo gol, 2 a 0. Final 2 a 0 e Holanda primeira colocada do grupo B.
Os gols holandeses:



Holanda vence o Chile e mantém 100% de... por LANCETV





Falamos agora da terceira partida brasileira nesta Copa. O jogo contra Camarões prometia ser calmo e mais tranquilo que os outros dois, porém o nervosismo atrapalhou bastante. O Brasil chegou primeiro em tentativa de cruzamento de Daniel Alves, que sobrou para Fred e o atacante rolou para Luiz Gustavo quase marcar. As laterais não eram bem cobertas por Daniel Alves, principalmente e Marcelo, o que proporcionou avanços camaroneses perigosos e cruzamentos na área. Nyom, que havia se desentendido com Neymar anteriormente, perdeu a bola para Luiz Gustavo, que avançou e cruzou rasteiro na área para o mesmo Neymar, aparecendo entre dois zagueiros, completar para o gol, 1 a 0.
Empolgado, Neymar pegou uma sobra de bola no ar e mandou um belo chute, que Itandje (Mr. T) salvou com bela defesa. Em seguida, Fred tentou novamente um gol deitado, de cabeça, mas não chegou a tocar na bola. Camarões começou a aproveitar as avenidas das laterais e chegou com perigo, Thiago Silva salvou uma das chances desviando a bola no chute camaronês. Com mais perigo ainda chegou Matip, que cabeceou no travessão, para susto geral da nação. Depois de mandar na trave, Matip mandou pro gol. Nyom passou por Daniel Alves e cruzou rasteiro na área para Matip empatar, 1 a 1. Quando Camarões parecia perto até de virar a partida, Marcelo fez boa jogada, tocou para Neymar, o atacante limpou o zagueiro e chutou no canto, sem chances para Mr. T, 2 a 1. Quarto gol de Neymar na Copa, artilheiro isolado.
Hulk, bem perdido em campo, chutou de longe, sua especialidade, dando trabalho para Itandje defender. Pra fechar o primeiro tempo com chave de ouro, Neymar fez espetacular jogada, com direito a drible desconcertante, toque de letra e tudo. No fim, a bola chegou em Hulk, que chutou horrivelmente e estragou o que seria um golaço coletivo. Mal na primeira etapa, Paulinho saiu e deu lugar para Fernandinho. O segundo tempo começou com o Brasil em cima, Fred testou Itandje de longe e deu trabalho, Neymar em falta obrigou o goleiro camaronês a fazer a famosa ponte para tirar a bola do gol. Em boa jogada, Fernandinho lançou o novo ponta David Luiz, que viu Fred na área e cruzou a bola, o atacante cabeceou e assim marcou o seu primeiro gol na Copa, 3 a 1.
O jogo ficou mais cadenciado e calmo para o Brasil, dando a Felipão a chance de testar novamente Ramires no lugar de Hulk. Outro que entrou foi Willian, depois de Neymar sentir a perna em uma falta e também por ter um cartão amarelo e assim estar pendurado. Na boa jogada de Oscar e Fred, Fernandinho apareceu como o elemento surpresa para completar chutando e marcando o quarto gol brasileiro. Fechando, Willian quase deixou o dele também. Final 4 a 1 Brasil, que ganhou algum ânimo contra a pior equipe da Copa mas precisa corrigir os seus laterais. Outro bom fator foi a entrada de Fernandinho, melhor que Paulinho, bem apagado nesta Copa do Mundo. A nossa seleção agora enfrentará o Chile no sábado.
Os gols:



Avante! Brasil goleia Camarões e pega Chile nas... por LANCETV






No jogo que quase nenhum brasileiro assistiu, nem o estagiário, Croácia e México jogaram pela segunda vaga do grupo A. Os croatas começaram até melhores, com mais posse de bola e criando oportunidades de gol. Em chegada de Olic cabeceando, Aguilar salvou antes da chegada do atacante Mandzukic para completar ao gol. A resposta mexicana veio na tabelinha de Peralta com Herrera, que mandou um chutaço na trave. Depois de receber lançamento e ficar cara a cara com o goleiro Pletikosa, Peralta escorregou e perdeu a chance de marcar. A Croácia acordou e voltou a criar, mas nada próximo do susto que levaram nos ataques mexicanos. Jogo nervoso, depois de dividida os jogadores das duas equipes se desentenderam.
Na segunda parte, jogo muito equilibrado e parado no meio, muitos desarmes e passes errados das duas equipes. Buscando a ofensividade, o treinador mexicano tirou Giovani dos Santos e colocou Chicharito para centralizar mais o ataque. Aos 18 minutos, a polêmica da partida. Depois de cruzamento rebatido pela defesa croata, a bola sobrou com Guardado, que chutou e a bola bateu na mão de Srna na área, mas o juiz não marcou nada e gerou revolta dos mexicanos presentes. Esta Copa já viu belos gols, mas quase viu um gol olímpico. Guardado cobrou muito bem o escanteio e a bola passou pelo goleiro Pletikosa, no entanto o zagueiro Corluka tirou e evitou o golaço.
Não muito depois, Aguilar recebeu bom passe e chutou, mas Pletikosa fez um milagre defendendo com o pé. Na base da insistência, enfim o gol, Herrera cobrou escanteio e Rafa Marquez cabeceou no chão. Pletikosa não alcançou o suficiente e a bola entrou, gol do México, 1 a 0. A porteira se abriu, porque 3 minutos depois Peralta cruzou e Guardado chutou com categoria para ampliar, 2 a 0. Rebic, o inimigo dos caminhoneiros, fez ótima jogada e chutou tirando a bola do goleiro Ochoa, mas, em cima da linha, Moreno tira a bola para o México. Em outro escanteio, Rafa Marquez desta vez apenas desviou a bola para ela chegar na segunda trave em Chicharito, que completou para a rede, 3 a 0. O gol de honra croata veio do belo toque de calcanhar de Rakitic para Perisic, que chutou forte e sem chances para Ochoa. Final 3 a 1 México, classificado e agora enfrentará a Holanda domingo.
Los golos:



México vence a Croácia e pega a Holanda nas... por LANCETV









Até mais!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 6



Salve Salve Nerds!



Sexto dia da Copa das Copas, mais uma vez aqui para falar sobre como foram as partidas, inclusive do segundo jogo brasileiro.


Começamos com o primeiro jogo do dia, Bélgica e Argélia no Mineirão. A estreia belga era bem esperada, até pelo potencial de jogadores como Hazard, Courtois, Fellaini, Van Buyten, Lukaku e outros. No entanto, o começo de partida foi bem diferente, os jogadores pareciam sentir o peso da estreia, enquanto os argelinos conseguiam espaço para fazerem suas jogadas e equilibrarem forças. Poucos foram os chutes a gol, tanto que apenas aos 17 minutos um chute argelino passou próximo ao gol e aos 21 minutos Witsel testou o goleiro M'Bolhi. Logo após, para dar uma emoção a mais na partida, bom ataque argelino e Feghouli foi derrubado por Vertonghen na área, pênalti! Na cobrança, o mesmo Feghouli converteu a cobrança e abriu o placar, 1 a 0.
Mesmo com posse de bola muito maior, a Bélgica pouco produziu e chegava com dificuldade ao ataque, muitas vezes nos chutes de fora da área, até porque o recuo argelino foi bem grande, com todos os jogadores atrás da linha da bola normalmente nos ataques belgas. A falta de velocidade também ajudava na manutenção do resultado para a Argélia. E assim foi o primeiro tempo, bem diferente do que os torcedores esperavam.
Na segunda etapa, Mertens entrou e já ajudou em cruzamento para Witsel cabecear por cima do gol e animar os belgas. A resposta argelina, uma das poucas na segunda etapa, foi com Medjani cabeceando e quase ampliando o placar. Depois de Mertens, Fellaini também entrou e mudou a dinâmica do jogo belga na partida, boas substituições do treinador. Origi, outro que entrou, no lugar de Lukaku, recebeu cara a cara com o goleiro M'Bolhi e o argelino se deu melhor, defendendo. Aos 24 minutos, Fellaini recebeu ótimo cruzamento de De Bruyne e com sua cabeleira estilo Dante, marcou de cabeça no alto de seu 1,93 metro de altura. Depois do gol, a defesa da Argélia se abriu e os avanços nas laterais eram frequentes, com Fellaini jogando como ponta e Mertens também chamando a responsabilidade no jogo. Como consequência do bom jogo, em contra-ataque rápido, Hazard lançou Mertens, que na entrada da área não desperdiçou e marcou o gol da virada, 2 a 1 Bélgica. Logo depois, aos 38 minutos, Fellaini quase marcou novamente de cabeça, mas o goleirão argelino fez uma defesaça. E assim foi mais uma virada de placar na Copa das Copas, a sexta em 15 jogos.
Os gols da virada:


Nada de zebra! Bélgica vira e vence a Argélia... por LANCETV







No jogo mais importante do dia, Brasil e México se encontraram no Castelão. Foi uma partida nervosíssima, um jogo com pouca criatividade por parte dos brasileiros, que erravam muito e não conseguiam passar da defesa mexicana bem armada. Conforme o jogo passava o México começou a gostar do jogo, criando e avançando com facilidade pelas laterais, já que Marcelo e Daniel Alves avançavam muito ao ataque. O Brasil tinha o jogo truncado e atuações muito ruins de vários jogadores, bem aquém da estreia, como Neymar, muito fominha no jogo, Fred errando passes e pouco participativo, Paulinho e os laterais já citados. Quando as jogadas aconteciam, faltava alguém para receber os passes e os jogadores ficavam isolados. 
O México chegou a se aproximar de marcar, Júlio César tomou vários sustos com chutes que passaram próximos ao gol, mas o destaque ficou por conta do goleiro mexicano, Ochoa. O arqueiro mexicano salvou tudo e mais um pouco nas chances criadas pelo Brasil. Na principal delas Neymar cabeceou certeiro e Ochoa salvou ao estilo Gordon Banks em 1970 contra Pelé. Com o goleiro salvando tudo e mais um pouco, ficou complicado, acumulando-se os problemas técnicos da equipe. Final zero a zero e uma partida para se repensar os erros. 



Brasil para em Ochoa e empata com México no... por LANCETV






Último confronto do dia, entre Rússia e Coréia do Sul na Arena Pantanal. Foi uma partida bem equilibrada desde o começo, a Coréia menos importante (badumtss) mostrou vontade e jogava melhor que os russos, que não pareciam se encontrar em campo, estavam devagar em campo. Kobarov tentou dois cruzamentos para a área coreana, porém os atacantes não chegaram a tempo e as bolas não tiveram endereço. No lado asiático, Son arriscou de longe mas não assustou o goleiro Akinfeev. Jogo bem equilibrado, com avanços russos tentando furar o bloqueio coreano, mas ao mesmo tempo há algum espaço deixado pela defesa que ajuda a Coréia. 
O primeiro chute com maior perigo foi dado por Ignashevich defendido de peito pelo goleiro Jung. Logo após outro chute com Zhirkov, que ao invés de tentar continuar o lance tocando a bola preferiu chutar e a bola passou do lado do gol, sem muito perigo. Em um lance perigoso coreano, Koo chutou, a bola desviou e por muito, mas muito pouco não entrou, deixando o goleiro russo sem reação. Assim terminou a primeira etapa, com direito a vaias dos torcedores, insatisfeitos com o empate sem gols. 
Na segunda etapa, bombardeio russo já no primeiro minuto, com Fayzulin obrigando Jung a mandar a bola para escanteio e em seguida Berezutsky cabeceando o escanteio e quase marcando. A Coréia chegou com Koo, que fez Akinfeev espalmar e quase entregar a bola aos adversários. Yun tentou e o goleirão russo apelou novamente para a defesa em dois tempos, sem muita segurança. Minutos depois, chute de Kim e Akinfeev espalmou e se obrigou a defender em dois tempos novamente. Quando estava pior em campo, a Rússia voltou a atacar com Kombarov, mas Jung salvou bem. Justo na hora que os russos pareciam melhorar, um lance que foi previsto pelas vezes em que Akinfeev defendeu em dois tempos. Na finalização tranquila de Lee Keun, o arqueiro russo foi tentar segurar a bola, mas espalmou, a bola bateu em seu rosto, passou e entrou no gol, ou seja, um frangaço.
Akinfeev ainda deveria estar se lamentando da falha grotesca quando Kerzakhov, que recém tinha entrado em campo, depois do bate rebate na área ficou com a bola e não desperdiçou, 1 a 1. Após o gol foi a vez da Rússia dominar o jogo e buscar a virada, quase conseguindo na pressão que fazia na área adversária e em chute de longe feito por Dzagoev. Vendo que poderia levar outro gol, o time coreano se recolheu e fechou os espaços para o adversário, que apostou na ligação direta, já que corria contra o tempo para tentar o gol. Mas, faltou qualidade e o jogo terminou 1 a 1 mesmo, com esperanças de classificação para as duas equipes.
Os gols:


Em jogo morno, Coreia do Sul e Rússia empatam... por LANCETV

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Até mais!

sábado, 14 de junho de 2014

Copa do Mundo - Dia 2



Salve Salve Nerds!



Segundo dia de jogos na Copa do Mundo, a #CopaDosNerds aqui no Nerd Esporte. Ontem, tivemos 3 partidas que movimentaram as atividades, sendo a primeira delas entre México e Camarões.


Na novíssima Arena das Dunas, em Natal, a drenagem trabalhou e se mostrou eficiente frente ao dilúvio que caiu por lá. Já na partida, o México começou melhor e pressionando a equipe africana, que não parecia muito inspirada. As oportunidades de ataque mais claras vinham dos mexicanos, com poucas subidas camaronesas, sendo que o lance de maior perigo foi um chute de Eto'o que resvalou na trave, e só.
No lado mexicano, foram DOIS gols mal anulados, os dois marcados por Giovani dos Santos. No primeiro, o toque foi feito em posição legal, mesma linha da bola, mas o bandeirinha viu impedimento e no segundo após cobrança de escanteio, a qual desconsidera impedimento assim como cobranças de lateral, a bola sobrou para Giovani dos Santos marcar e o tento ser anulado. Assim foi o primeiro tempo, dominado pela arbitragem e pelos mexicanos.
Na segunda etapa, logo aos dois minutos Giovani dos Santos lançou Peralta, que cara a cara com o goleiro Itandje perdeu a oportunidade. O México seguia forte e pressionando os africanos na defesa, porém a chance perigosa aconteceu do lado camaronês, com Assou-Ekotto cobrando falta rente a trave. Três minutos depois, como resposta, Giovani dos Santos recebeu novamente cara a cara com o goleiro Itandje, o goleirão defendeu, mas no rebote Peralta estava alerta e marcou, 1 a 0. Depois do gol a partida caiu em qualidade, já não estava aquelas coisas, mas ali o México se contentou com o resultado e Camarões atacava sem eficiência. Apenas aos 45 minutos do segundo tempo, Moukandjo recebeu cruzamento de Assou-Ekotto e cabeceou no canto para boa defesa de Ochoa. Final 1 a 0 e México será o próximo adversário do Brasil no grupo A.
O gol:






Na segunda partida do dia, não apenas um jogo, um espetáculo, 90 minutos que vão para a história do futebol mundial. A Espanha começou melhor contra a Holanda, tentando o seu famoso estilo baseado na posse de bola, que até funcionou no primeiro tempo, 62% contra 38%. Aos 7 minutos Robben recebeu boa bola, mas acabou perdendo a chance cara a cara com Casillas, que esperou o chute do meia para se movimentar depois. Em campo, Diego Costa pouco fazia, além de ser vaiado pelos torcedores por sua escolha de defender a seleção espanhola.
O jogo seguia equilibrado, com avanços maiores por parte da Espanha e pouca bola no pé holandês. Eis que ele, Diego Costa, cavou vorazmente um pênalti, mais cavado que o do Fred, marcado pelo juizão. Na cobrança, Xabi Alonso converteu e abriu o placar. Depois do gol tomado, a Holanda acordou, avançando meio sem rumo para o ataque, com cruzamentos sem endereço e jogadas pela lateral atrapalhadas. Aos 42 minutos, David Silva recebeu de Iniesta grande passe e tentou por cobertura, mas o goleiro Cillessen defendeu.
No minuto seguinte, contra golpe holandês e cruzamento açucarado para Van Peixe, digo, Persie, que deu um peixinho e enganou Casillas, empatando o jogo. E assim terminou a primeira etapa, empatada. A chuva que caiu lavou a alma dos jogadores holandeses, que entraram com a faca nos dentes no segundo tempo. Começo de segunda etapa nervoso, mas mais aberto do que o primeiro tempo. Logo aos 7 minutos, em sua jogada tradicional, puxando a bola para o meio e chutando com a perna esquerda, Robben tratou de virar o placar. Holanda ganhou confiança no jogo e foi pra cima dos espanhóis, que erravam passes de tão nervosos que estavam.
Van Persie, impedido, mandou um chutaço no travessão, provando que aquela partida seria diferente. A Espanha colocou mais um atacante no esquema tático para tentar uma reação, mas Torres e Pedro pouco produziram e Diego Costa saiu vaiado. Em escanteio, Casillas perdeu a briga pelo alto e a bola passou, sobrando para De Vrij colocar de cabeça para o fundo das redes, 3 a 1 Holanda. Minutos depois, Van Persie marcou mais um depois de lambança incrível de Casillas, que perdeu a dividida com o atacante e o viu marcar sozinho o gol, 4 a 1.  Impedido, David Silva marcou para os espanhóis logo depois, mas o gol foi anulado acertadamente. Espanhóis reagiram cobrando falta com Sergio Ramos e com Torres pedindo pênalti inexistente, mas nada muito perigoso.
O herói Van Persie foi substituído aos 33 minutos, mas no minuto seguinte Robben não perdeu tempo e venceu Sergio Ramos na corrida, limpou Casillas do lance e mandou para as redes, era a goleada se consolidando, 5 a 1. Depois do quinto gol ainda houveram mais chances para os holandeses, que erraram no último passe, até porque 5 a 1 já estava bom também. Final de jogo, goleada magistral holandesa, um jogo para a história do futebol, um show, algo sem palavras para descrever, como diria Luciano do Valle.
O espetáculo:











Terceiro jogo do dia com Chile e Austrália em Cuiabá. Parecia uma partida sem muitas expectativas, mas logo de cara os mais de 20 mil chilenos presentes no estádio trouxeram um novo ânimo ao jogo, inclusive cantando o hino ao estilo dos brasileiros que cantaram mesmo após o corte da Fifa. Na partida, jogo começou com chilenos empolgados e australianos recuados e jogando como time pequeno. Chile começou buscando espaço na defesa adversária, que tinha quase o time todo segurando. Os nosso quase vizinhos contavam com a presença de Valdívia e Aranguiz, do Palmeiras e Internacional e de Vargas, ex-Grêmio.
Eis que em uma bobeada da defesa oceânica e quase perda de gol dos chilenos, Alexis Sanchez marcou para o Chile aos 10 minutos. Dois minutos depois, a bola sobrou na entrada da área depois de muita confusão e gol perdido, mas Valdívia não perdeu e mandou bom chute sem chances de defesa para o goleiro, 2 a 0.
Com o gol marcado, a torcida até começou os gritos de "olé", havia o domínio total dos chilenos na partida e a goleada parecia próxima. A pressão seguia na defesa australiana, o time não passava do meio campo. Para surpresa de todos, aos 34 minutos, boa jogada lateral australiana e cruzamento para Cahill, que subiu mais do que a defesa adversária e marcou o gol, 2 a 1. Três minutos depois, Cahill quase empatou o jogo, porém Bravo salvou.
Na segunda etapa, a Austrália voltou com atitude, querendo buscar o empate. Ele quase chegou quando Cahill, impedido, marcou de cabeça aos 7 minutos. Três minutos depois outro lance australiano, Leckie cruzou e Bresciano mandou um belo chute de primeira, salvo mais uma vez por Bravo. A resposta uruguaia também quase veio com um gol, quando Sanchez tocou para Vargas na pequena área, o atacante chutou e o zagueiro Wilkinson salvou em cima da linha literalmente, com direito a recurso tecnológico da Fifa provando que a bola passou perto de entrar.
A Austrália seguiu tentando, quase sempre com Cahill e quase sempre nas jogadas aéreas. O Chile não sofria perigo e também não criava, também vendo os australianos sentirem câimbras e não poderem trocar jogadores, pois já havia trocado os 3 jogadores. De tão cansados, os oceânicos não conseguiam nem pressionar os adversários e o habitual chuveirinho de final de partida nem chegou a acontecer. Para fechar, Beasejour aproveitou o cansaço e no rebote do goleiro mandou um chute bem colocado, para fazer 3 a 1 e terminar a partida. O próximo jogo do Chile é contra a Espanha e o da Austrália contra a Holanda.
Os gols:





Amanhã nós voltamos com o que aconteceu nos 4 jogos de hoje. Se você ainda não está participando da nossa promoção valendo um PES 2014 novinho para PS3, não perca tempo e clique AQUI para saber como participar!


Até mais!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Copa do Mundo - Grupo A



Salve Salve nerds!

Conforme prometido, vamos para a análise dos grupos da Copa do Mundo 2014. Iniciamos com ele, o grupo A, composto pela seleção brasileira, Croácia, Camarões e México. Alguns torciam por um grupo da morte com o Brasil, outros já temiam e sonhavam com as piores seleções presentes. Eis que os componentes estão equilibrados, sem favoritismo para a segunda vaga, até porque é difícil imaginar o Brasil eliminado na primeira fase. Vamos agora para uma análise individual de cada equipe:

Brasil:





A nossa seleção vem com total favoritismo em seu grupo. Após a Copa das Confederações o Brasil provou o seu potencial e de que tem condições de lutar contra as melhores seleções do mundo. Apesar da responsabilidade ser bastante colocada em Neymar, há vários jogadores aos quais as qualidades aparecem nos momentos difíceis. Desde o experiente goleiro Júlio César, os zagueiros David Luiz e Thiago Silva, os volantes Paulinho e Luis Gustavo. A parte ofensiva comandada mais por Oscar e apoiado pelos quase pontas Neymar e Hulk, como na foto acima, ou por outros, mas mantendo o estilo, além do centro avante na área, com boas experiências de Fred e Jô. Há talvez lugar no meio para Ronaldinho Gaúcho e/ou Kaká, que vem em boa fase, mas assim o estilo da equipe poderia mudar em função da presença de mais um meia centralizado do que ponta direita ou esquerda. 
Não havendo lesões e maiores problemas físicos nos atletas a crença em uma boa campanha da seleção nacional é grande. Felipão sabe como ser campeão e como colocar os pés dos jogadores no chão, mesmo após termos batido a Espanha. 


Croácia:





Até joguei no videogame com essa seleção para tentar lembrar dos destaques do time, rs. O goleiro é o experientíssimo Pletikosa, que jogou contra o Brasil em 2006. Os destaques ficam do meio para frente, com Modric armando a equipe mais avançado e sendo o principal jogador croata da atualidade. Ascendente também está Mandzukic, porém este não jogará contra o Brasil, pois foi expulso na repescagem contra a Islândia. 
O brasileiro Eduardo da Silva deverá jogar e compor o ataque croata com Jelavic, do Everton. Por ser um país novo e não tão extenso, a Croácia ainda tenta evoluir seu futebol a partir das categorias de base, apostando nas futuras Copas do Mundo e não agora em 2014. No entanto, podemos apostar nos eslavos como favoritos para a segunda vaga no grupo.


Camarões:






Camarões não anda muito bem das pernas, tanto dentro quanto fora de campo. Fora das quatro linhas o elenco se dividiu e Eto'o até mudou de posição em campo para poder ajudar mais a equipe que mal realizava passes para o atacante. A classificação veio, no entanto a qualidade da equipe vem decaindo. Poucos atletas tem um destaque maior, como o já citado Eto'o, do Chelsea e que vem recuperando o bom futebol, Song, volante do Barcelona e Webo, veterano atacante do Fenerbahce. 
Com uma equipe não tão qualificada deverá persistir o jogo pegado das seleções africanas e a velocidade nos contra ataques para suprir a dificuldade técnica. Não é a melhor seleção africana como já foi algum tempo atrás e pouco inspira confiança.




México:



Os mexicanos são uma pedra no sapato brasileiro e normalmente dão muito trabalho quando enfrentam a seleção canarinho. Com um jogo fechado e não muito parecido com o estilo brasileiro e europeu, a seleção do México consegue se sobressair diante do Brasil. Nas olimpíadas eles nos venceram, provando revelarem bons jogadores da base, porém não nos superaram na Copa das Confederações.
O cenário não é tão bom para esta seleção, pois houve confusão entre o treinador e os jogadores, com o treinador convocando para várias partidas apenas atletas que atuavam no próprio México, deixando estrelas como Chicharito e Giovani dos Santos de fora. A classificação para a Copa foi sofrida, na repescagem contra a Nova Zelândia. Para brigar pela segunda vaga no grupo será preciso reunir os dois lados mexicanos e tentar fazer o pouco tempo para a competição não ser um problema, o que é difícil.

Ficamos por aqui e semana que vem tem Grupo B aqui!
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Até mais!

domingo, 23 de junho de 2013

Copa das Confederações - Brigas Opostas

Salve Salve nerds!




Ontem tivemos a terceira e última rodada do Grupo A da Copa das Confederações, com Brasil x Itália e Japão x México. O primeiro jogo valia a liderança do grupo, e a possível fuga de pegar a Espanha na segunda fase, já o segundo jogo não valia muita coisa, pois os dois times estavam eliminados precocemente.
Iniciamos com o jogo dos eliminados. No primeiro tempo o domínio foi nipônico, jogando assim como na partida anterior contra a Itália. Os contra-ataques e o jogo rápido faziam do Japão melhor em campo, mas mesmo assim não criou chances claras e que pudesse ameaçar. Já no finalzinho do primeiro tempo os mexicanos acordaram, e cabecearam na trave com Guardado.
O segundo tempo foi o contrário, com México tomando conta do jogo. Antes dos dez minutos duas chances claras de gol, na primeira Kawashima salvou, e na segunda Chicharito se adiantou e cabeçou certeiro sem chances para o goleiro, 1 a 0 México. O técnico do Japão, Zaccheroni, tentou alterações, e mudou o estilo de jogo do time para o 3-4-3. Porém, de nada adiantou, e aos 20 minutos de novo Chicharito cabeceou para garantir a vitória de sua seleção.
Aos 40 minutos, em lampejo, o Japão diminuiu com Kagawa fazendo boa jogada para Okazaki marcar, mas o México estava melhor, e perdeu a chance de aumentar a diferença, em pênalti perdido por Chicharito, que no rebote isolou a bola no travessão. Final 2 a 1 e fim de competição para ambos.
Os gols:



Em Salvador, na Arena Fonte Nova, Brasil e Itália decidiram o primeiro lugar do grupo. Mesmo com desfalque de Paulinho, e lesão de David Luiz durante a partida, o Brasil conseguiu imprimir grande ritmo de jogo. Do lado italiano, as ausências de Pirlo e outros foram bem mais sentidas, e o meio campo da azurra foi pouco criativo. Logo no começo de jogo, a Itália sofreu bastante com a marcação brasileira, e demorou um bom tempo para conseguir sair de sua defesa, com tanta pressão que sofria. O Brasil conseguiu criar algumas chances já nesse começo, mas não se concretizaram em gol.
Equilibrando o jogo, a Itália tentou chegar com Balotelli, entretanto ele estava bem marcado, e isolado não rendia o mesmo. Já no último lance do primeiro tempo, em cruzamento que Buffon não conseguiu desviar o suficiente, Dante apareceu na segunda trave para completar, e abrir o placar para a seleção. Logo no começo da segunda etapa, Balotelli, mesmo sofrendo falta, deu belo passe para Giaccherini empatar e colocar panos quentes no jogo brasileiro. 
Se a Itália empatou aos 5 minutos, em cobrança de falta Neymar conseguiu tirar totalmente a bola de Buffon, anotando belo gol. Muito melhor em campo, o Brasil ampliou com Fred, que estava em jejum de gols, e vencendo dividida com o zagueiro fez o terceiro gol da seleção no jogo. Em bobeada da defesa brasileira, os italianos reagiram, e Chiellini marcou. Já no finzinho de jogo, Fred carimbou a vitória brasileira após receber passe de Bernard, e no rebote do primeiro chute marcar. Final 4 a 2 e Brasil esperando provavelmente o Uruguai, se tudo ocorrer normalmente.
A bela vitória do Brasil, no replay:



Até mais!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Copa das Confederações - Queda Nissei e Levante Brasileiro

Salve Salve nerds!







Voltamos com o início da segunda rodada da fase de grupos da Copa das Confederações, com as partidas do grupo A.
Começamos com a partida do Brasil, contra o México, no Castelão em Fortaleza. Estádio lotado e com direito a hino cantado mesmo após o corte feito pela organização, dando um belo show por parte dos torcedores.
No jogo, Brasil pra cima, com mais atitude e empolgado. Sem dar chances aos mexicanos, a nossa seleção não demorou para abrir o placar com Neymar, que em belo chute de primeira, e de esquerda não deu chances ao arqueiro mexicano. Após o gol o placar poderia ter sido aumentado, de novo em jogada de Neymar, que dessa vez chutou para fora após belo drible. O restante do primeiro tempo foi de apagão brasileiro, e com o México avançando seu jogo, começando a criar chances, principalmente pelas laterais e em cima de Marcelo, que sozinho não conseguia marcar, e deixava espaço para perigosos cruzamentos na área brasileira.
O segundo tempo começou igual, com pouca criatividade brasileira e pressão mexicana, mas sem chutes perigosos ao gol de Júlio César. Mesmo com o nariz quebrado, David Luiz tirava os cruzamentos na área, e em um lampejo do Brasil, Paulinho fez bela jogada, driblando meio time adversário, e tocando para Neymar, mas o jogador chutou muito fraco.
Sofrendo pressão, quase no final do jogo, eis que o Brasil vai ao ataque, Neymar recebe a bola na ponta esquerda, e chama a marcação de dois mexicanos. Fazendo o inesperado, ele dribla os dois, passando pelo meio deles, e dá de presente o gol para Jô, que esperava livre na área. Era o gol pra matar o jogo, e elevar a moral do time. Brasil classificado, México dando adios.
Os gols:


No segundo jogo do grupo, Itália e Japão se encontraram em Recife para um jogo que entrou para a história. Os italianos vinham tranquilos, e não esperavam um Japão tão bem depois da derrota para o Brasil, porém foi totalmente o contrário do que a lógica poderia prever. Marcando adiantado, a seleção nipônica começou com tudo, e com as melhores oportunidades do jogo, mesmo com a Itália tendo a posse de bola no começo de partida.
E não demorou para o esforço japonês virar gols, após bobeada da defesa, em recuo mal feito pelo zagueiro, Buffon fez pênalti no atacante Okazaki. Honda cobrou e abriu o placar para o Japão, para delírio e surpresa de todos.  Aos 32 minutos, eis que nova bobeada da defesa italiana, depois de um escanteio, e a bola sobrou para Kagawa chutar de meio voleio e fazer 2 a 0 Japão, parecia o fim para a Itália.
Desesperado, Prandelli, o técnico da Itália, colocou Giovinco em campo, e o time pareceu acordar. Aos 40 minutos, em escanteio perfeito cobrado por Pirlo, De Rossi completou de cabeça e diminuiu o placar. No último lance do primeiro tempo o empate quase veio, no chute de Giaccherini na trave.
Na segunda etapa quem apagou momentaneamente foi o Japão, que viu a virada italiana em um piscar de olhos, Logo aos 4 minutos, Giaccherini tomou a bola na linha de fundo, cruzou para a área rasteiro, e o zagueirão Uchida cortou para o gol, gol contra. Um minuto depois, novo ataque da azzurra, e pênalti após bola batendo na mão do zagueiro dentro da área. Balotelli, que nunca errou um pênalti, marcou e virou a partida para a sua seleção, pela primeira vez na partida.
Aos 23 minutos, novamente com o domínio do jogo, o Japão marcou com Okazaki, de cabeça, e reacendeu as esperanças de virada. Em lance impressionante, inacreditável, impensável de errar, Okazaki chutou a bola na trave, e no rebote, de cabeça, Kagawa, com o gol livríssimo, mandou a bola no travessão, foi o decreto para a queda nipônica.
Mas, para piorar as coisas, aos 40 minutos do segundo tempo, quando a Itália estava mais do que sumida do jogo, após bela triangulação e passe de De Rossi, Giovinco, o mesmo que havia entrado no primeiro tempo, completou para as redes, e classificou de forma espetacular a Itália. O Japão, após fantástica partida, dá adeus a competição, e cumpre tabela com o México.
Veja os gols desse espetáculo do esporte, no replay:




Até mais!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Combo de Final de Semana

Salve Salve nerds!

Está no ar mais um... mini COMBO DE FINAL DE SEMANA!

Começamos com a Stock Car, que foi realizada em Cascavel, e teve como vencedor Marcos Gomes, após 4 anos sem vencer. Todos os detalhes você pode ver, com direito a uma galeria de fotos, clicando AQUI.


Seguimos, falando agora de Copa das Confederações, onde foram realizados 3 jogos sábado e domingo. No sábado, na abertura, o Brasil recebeu o Japão em Brasília, e em meio a desconfiança, superou a seleção nipônica com tranquilidade. O único destaque dos japoneses foi Honda, que conseguiu alguns chutes ao gol, mas de resto foi total superioridade tupiniquim. 
Já no primeiro tempo, após ajeitada de Fred, Neymar deu belo chute, e colocou a bola quase no ângulo, para marcar 1 a 0. Na segunda etapa o ritmo não caiu, e Paulinho ampliou para o Brasil. Já no finzinho de jogo, não muito após entrar, Jô recebeu pela primeira vez a bola e chutou ao gol, fechando a conta, e marcando o terceiro gol do Brasil. Final 3 a 0, e quarta enfrentamos os mexicanos.
Os gols:


Falando em mexicanos, os campeões da Concacaf enfrentaram a Itália no Maracanã, e foram apresentados a um certo jogador irreverente. Jogando melhor boa parte do tempo, a Itália tomou as rédeas da partida, e quase chegou ao gol com Balotelli. Mas, quem abriu o placar para os italianos foi Pirlo, que em cobrança caprichadíssima de falta colocou a bola onde a coruja dorme, e fez um golaço.
Não muito depois, em pênalti bobo, o México chegou ao empate, com Chicharito Hernandéz, que cobrou tirando Buffon do lance. No segundo tempo, após mais marteladas na defesa mexicana, Balotelli apareceu novamente, e dessa vez em jogada de raça e determinação, venceu dividida com o zagueiro e chutou meio travado para o gol no canto, sem chances para o goleiro. Final 2 a 1, e Itália sem sustos até agora.
Os gols, no replay:




E pra fechar com chave de ouro, a partida mais esperada da rodada, Espanha x Uruguai em Recife. Jogando o fio da bola no primeiro tempo, com sua tradicional marcação por pressão, a Fúria dominou o centro do campo e as ações do jogo, dando poucas chances aos uruguaios, que apostavam no contra-ataque. Com todo o domínio, os gols saíram naturalmente, com Pedro e em gol contra.
No segundo tempo, mais cansados, os espanhóis seguraram o jogo, e mesmo melhores em campo, não arriscaram tanto um terceiro gol, o que quase custou caro. Já nos minutos finais, em cobrança de falta perfeita, Suárez diminuiu para a Celeste, que em vão tentou o empate na empolgação do primeiro gol.
Final 2 a 1, e Espanha líder do grupo, esperando a partida de hoje entre Nigéria e Taiti.
O show de bola espanhol e a bela cobrança de Suárez:


Até mais!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Copa das Confederações - Grupo A

Salve Salve nerds!


Falamos de Copa das Confederações, que daqui a mais ou menos 1 mês agitará o Brasil. Em dois posts, retrataremos como estão as 8 seleções participantes da competição. Começamos com o grupo A, que terá Brasil, Itália, Japão e México.
O Brasil atravessa um momento de transição, como sabemos, e a seleção anda por altos e baixos nos amistosos que disputa. O vice-campeonato olímpico foi um banho de água fria para os novos jogadores, que buscavam espaço na seleção principal. Uma competição de peso, como essa, pode dar nova cara ao Brasil, que não terá vida fácil em nenhum dos jogos da fase de grupos.
Com os jogadores que vem sido convocados e não tem feito bons jogos, a moral do time não anda muito alta pelas terras tupiniquins, e as vaias têm sido companheiras nas apresentações em casa. A lista final de convocados não deve sofrer alterações em relação aos últimos convocados, então sem prováveis surpresas.


Mais ou menos...


A Itália vem de um vice-campeonato da Eurocopa, e sofre com a transição, pois os atletas campeões mundiais de 2006 já estão se aposentando, e a nova geração ainda não conseguiu repor todas as necessidades do time. A esperança está em Balotelli, que é o primeiro jogador negro da história da seleção italiana, e na hora da decisão normalmente faz a diferença.
Nos mata-matas, a Azzurra sabe como poucos chegar longe, e quando não se deposita confiança na seleção, é aí que eles ganham. Conseguiram a vaga por serem vice da Espanha, já que os espanhóis são os atuais campeões mundiais, o que mostra até onde as oportunidades podem ser aproveitadas pelos italianos descrentes.
Não apresentam um grande poder de ataque, entretanto sempre prezaram muito pela marcação. Prova disso foi a total anulação da Alemanha na semi-final da Euro 2012. Teoricamente, no papel, deve passar junto com o Brasil para a próxima fase. Até agora, o jogo com mais ingressos vendidos foi para Itália x México, que será no Maracanã, e conta já com 63 mil ingressos com donos.


Super Mário



Outro integrante do grupo, o Japão vem credenciado por ter vencido a Copa da Ásia, contra a Austrália na final, e já está praticamente garantido na Copa do Mundo ano que vem. Os nisseis, me corrijam os japoneses se eu estiver errado, não tem uma seleção favorita, mas vem evoluindo gradativamente no futebol.
Um exemplo disso é a presença de japoneses da seleção atuando na Europa, com destaque recente para Kagawa, que é do Manchester United.  Sempre incomodando os grandes, não podemos nos surpreender com uma zebra japonesa.

Os samurais...


Fechando o grupo, temos o México. Os latino-americanos do norte mais uma vez levaram a Copa Concacaf, contra os Estados Unidos, e tem mais uma vez o direito de jogar contra as melhores seleções dos continentes. 
Sempre incomodando o Brasil em todas as competições, os mexicanos sagraram-se campeões olímpicos em cima de nossa seleção, mesmo não tendo jogadores acima de 23 anos. Jogando sem muito medo do adversário, o México vai dar trabalho, mas não é favorito, teoricamente, assim como o Japão, de tirar a vaga de Brasil ou Itália na próxima fase.
O destaque atual é o atacante Chicharito, do Manchester, que não vem em uma grande fase, mas é o ídolo de sua seleção.


A pedra na chuteira brasileira...

Até mais!
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