quinta-feira, 30 de junho de 2016

Esgrima - História e Regras



Salve Salve Nerds!



A luta com espadas existe desde os primórdios da humanidade. Logicamente, as pessoas não lutavam por esporte e sim pela sobrevivência, seja contra outros indivíduos ou para a caça. Na idade média e período renascentista, surgiu um começo do que se tornou a esgrima, já com escolas na Espanha, Itália, Alemanha e Portugal.

No período moderno, com os primeiros Jogos Olímpicos, em 1896, a Esgrima esteve representada, sendo uma das quatro modalidades que estão nos jogos desde a primeira edição até hoje. No masculino, foram disputadas as categorias sabre e florete, sendo que a espada foi entrar como categoria nos jogos seguintes, em 1900. As mulheres começaram a participar dos Jogos em 1924, no florete. Em 1996 puderam disputar na espada e apenas em 2004 estiveram também representadas no sabre.



Florete

O florete é a arma mais leve das três. É recomendado para iniciantes, pois não exige tanta força e permite praticar os movimentos com mais facilidade. Ele tem 90 centímetros de comprimento e uma leve proteção para as mãos.


Fencing foil valid surfaces 2009.svg
Região em que vale pontuação no florete - Imagem: Wikipedia

Espada

É mais pesada que o florete e exige mais força. Recomendada para quem não tem tanta agilidade especialmente os mais altos. Por ser mais pesada e difícil de se manejar, qualquer toque no corpo do adversário é válido na pontuação.


Fencing epee valid surfaces.svg
Superfície para pontuação da espada - Imagem: Wikipedia
Sabre

No sabre, a luta tende a ser muito rápida. A lâmina dele é a mais flexível das três, permitindo quase chicotear o outro sabre para se defender ou atacar. Para tanta agilidade, é exigido um ótimo preparo físico. Como os toques são muito rápidos, algumas vezes o atleta que foi atacado não sente os toques do sabre adversário, por ser muito leve e rápido.





Fencing saber valid surfaces.svg
Superfície de pontuação do sabre


A pista onde os atletas competem tem 14 metros de comprimento por até 2 metros de largura. A pista é elevada para abaixo dela estarem os equipamentos eletrônicos de controle dos toques para marcar as pontuações durante os jogos.



Piste d'escrime.svg
R: zona de recuo D: zona de dois metros G: linha de guarda C: linha central - Imagem: Wikipédia
Equipamentos utilizados para a proteção dos atletas

Regras

Como mostrado nas figuras acima, as regiões em laranja são as que podem ser tocadas e onde valem pontos quando o atleta toca com a ponta da arma. Apenas no sabre que o lado da arma pode ser tocado no corpo do adversário. No caso de ataques com toques simultâneos, quem iniciou o movimento primeiro ganha a pontuação. Na espada, os toques simultâneos valem um ponto para cada esgrimista e se a luta terminar empatada há uma espécie de prorrogação com o "toque desempate", onde quem acerta um toque primeiro ganha. 

Nos campeonatos, nas fases preliminares o vencedor é quem acerta cinco vezes o adversário primeiro ou quem tem mais toques em três minutos de disputa. Na fase eliminatória, são necessários normalmente nove toques ou 15 minutos de disputa. Em combates não elétricos, que não há equipamentos eletrônicos para aferir os toques, há um juiz principal e outros quatro árbitros, dois atrás de cada competidor para conferir se houve toque ou não. Caso um dos atletas deixar cair a arma durante o combate, a pontuação do outro lutador que acertar o toque só valerá se ele tiver iniciado o ataque e o realizado durante o processo de queda. Caso a arma tenha caído e o ataque tenha sido feito depois ele não valerá. 

Na esgrima elétrica, que é a utilizada em competições maiores, a ponta das armas tem um sensor que marca o toque na roupa do adversário. No florete, a ponta precisa ser pressionada contra o adversário para o ponto valer, não é apenas o toque que conta. 


Saiba mais sobre a esgrima AQUI e abaixo:







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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Os convocados olímpicos



Salve Salve Nerds!

Micale, o comandante olímpico - Imagem: Reprodução/CBF


Nessa manhã de quarta-feira, o treinador Rogério Micale anunciou os convocados para os Jogos Olímpicos, que acontecem daqui 37 dias no Rio de Janeiro. Vamos a lista:

Goleiros: Fernando Prass e Uilson
Zagueiros: Luan, Rodrigo Caio e Marquinhos
Laterais: William, Douglas Santos e Zeca
Meias: Thiago Maia, Rodrigo Dourado, Fred, Rafinha e Felipe Anderson 
Atacantes: Neymar, Douglas Costa, Gabigol, Gabriel Jesus e Luan

Imagem: CBF
Imagem: CBF
Imagem: CBF
Imagem: CBF

Imagem: CBF
Imagem: CBF
Imagem: CBF
Imagem: CBF
Dentre os chamados, os três acima dos 23 anos são Neymar, já confirmadíssimo na lista, Fernando Prass, convocado pela primeira vez na carreira para a seleção, e Douglas Costa. Prass foi chamado também porque o goleiro Ederson, do Benfica, não foi liberado pelo time e assim não haviam nomes fortes com menos de 23 anos para serem titulares. Douglas Costa ganhou espaço com a não liberação de jogadores pelos clubes, como Miranda e Thiago Silva.

Da pré-lista, William, do Chelsea, também ficou de fora. Valdívia e Vitinho, do Internacional, eram outros jogadores sub-23 cotados para atuarem pela seleção, mas o primeiro provavelmente ficou de fora muito por conta de lesão sofrida em que se recuperou durante seis meses. Vitinho tinha concorrentes fortes, só poderia tirar Luan entre os atacantes. Fabinho, do Mônaco, era um dos laterais cotados e dos favoritos a estar entre os 18, mas não se sabe se ficou de fora por critério ou porque o time não o liberou.


Analisando a equipe que poderia ser titular, poderíamos jogar com:

Goleiro: Fernando Prass - O jovem Uilson não está no nível do arqueiro palmeirense e não atua muito pelo Atlético Mineiro.

Zagueiros: Marquinhos e  Rodrigo Caio. Marquinhos é dos grandes zagueiros brasileiros e Rodrigo Caio é do elenco comandado por Micale no mundial sub-20.

Laterais: William e Zeca. William é o único dos três convocados que é lateral direito, enquanto Zeca é o melhor esquerdo.

Meias: Rafinha, Felipe Anderson e Fred. O meio, com três jogadores, teria Rafinha mais recuado e Felipe Anderson jogando com Fred na ligação.

Atacantes: Neymar, Gabigol/Gabriel Jesus e Douglas Costa. Neymar jogaria numa ponta, enquanto Douglas Costa iria na outra. Ficaria a dúvida entre escalar Gabigol ou Gabriel Jesus, pois os dois estão em excelente fase.

Como o elenco é limitado, 18 nomes apenas, todos deverão estar em campo durante os Jogos, pois o desgaste é grande em apenas duas semanas com partidas em sequência. Fica a grande expectativa pelo título que falta para a seleção. Vemos melhores condições que em outros anos em que a preparação foi atrapalhada, mas também não tivemos essa seleção jogando muitas partidas junta nesse período de preparação. 

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terça-feira, 28 de junho de 2016

Craques Bicentenários #2



Salve Salve Nerds!


Tempos atrás, havíamos feito a primeira parte desse post, AQUI, falando de jogadores que conseguiram marcar mais de 100 gols por mais de uma equipe, algo bem raro. Vamos agora com o restante dos jogadores que faltavam nessa lista. Confira:


Carlos Bianchi



O ex-jogador e supercampeão pelo Boca Juniors como treinador, fez história por duas equipes como atleta. Bianchi começou no Velez Sarsfield, time da foto, onde marcou 206 gols nas duas passagens. Jogou no PSG e no Strasbourg, mas foi no Reims que Bianchi passou dos 100 gols novamente por um clube, marcando 115 também em duas passagens. 

Alfredo Di Stefano



Outro craque de origem argentina, Di Stefano, fez história no futebol colombiano e no poderoso Real Madrid. Pelo Millionarios, o jogador marcou impressionantes 267 gols em 294 jogos. Na sua passagem pelos merengues, Di Stefano fez 307 gols em 396 jogos. O curioso do argentino é que ele defendeu a sua seleção de origem, a Colômbia e depois a Espanha. Fez parte do esquadrão do Real que ganhou cinco Ligas dos Campeões de 1956 até 1960. É o terceiro maior artilheiro do time espanhol, atrás apenas de Raúl González e Cristiano Ronaldo. 

Jimmy Greaves



James Peter Greaves, ou Jimmy Greaves, fez história no futebol inglês. Além dos 124 gols em 157 jogos pelo Chelsea e os 220 em 321 jogos pelo Tottenham, Greaves é o quarto maior artilheiro da seleção inglesa, atrás de Rooney, Bobby Charlton e Gary Lineker. Ele detém o recorde de maior artilheiro de uma edição do Campeonato Inglês, com 41 gols, além de ser o maior artilheiro da história do futebol inglês. 

Sergio Aguero



Se na primeira parte tínhamos jogador ainda em atividade, aqui também temos um craque bicentenário ainda atuando. Aguero começou a carreira no Independiente, mas novo já foi para o Atlético de Madrid. Nos colchoneros, virou ídolo e marcou nada menos que 104 gols em 237 jogos. Em 2011, foi para o Manchester City, onde também vem conseguindo ótimas marcas e até o momento soma 136 gols em 208 participações.

Diego Maradona



Nessa lista bem hermana, não poderia faltar o nome dele, el pibe, Maradona. O maior jogador da história da Argentina começou a carreira no famoso Argentino Juniors, o qual marcou 149 gols em 166 jogos, número impressionante. Jogou pelo Boca Juniors, seu clube de coração, mas nem lá e nem no Barcelona, onde jogou depois, conseguiu ter uma sequência longa o suficiente para passar de 100 gols. No Napoli, se encontrou e fez 199 gols em 259 jogos. Nos clubes, seguintes, Sevilla, Newell's Old Boys e Boca novamente, não encontrou o mesmo futebol e uma sequência longa para pensar em passar de 100 gols por essas equipes. 

Alan Shearer


Um dos grandes atacantes da história do futebol inglês, Shearer começou a carreira no Southampton, onde não obteve marcas tão expressivas, 23 gols em 118 jogos. Foi para o Blackburn Rovers, onde se consagrou e fez 112 gols em 138 jogos e marcando na temporada 94/95 34 gols em 42 jogos disputados da Premier League, recorde para uma temporada com 42 partidas. No ano seguinte, fez 31 em 35 jogos, recorde para uma temporada com 38 jogos. Foi vendido pela histórica marca de 15 milhões de libras, recorde para a época, para o Newcastle. Por lá, foram 148 gols em 303 jogos e quatro vezes em que marcou mais de 20 gols em uma temporada da Premier League. É o maior artilheiro da Premier com 260 gols e detém também o maior número de hat-tricks, com 11. 

Sabe de algum artilheiro que faltou nos nossos posts? Deixe nos comentários que poderemos fazer uma terceira parte se for preciso.

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Copa América Centenário - O jejum e o bicampeonato



Salve Salve Nerds!


Foto: Divulgação

Nesse domingo a noite, Argentina e Chile jogaram para a segunda final consecutiva de Copa América entre as seleções. Os nossos vizinhos argentinos buscavam quebrar com o longo jejum de 23 anos sem títulos, enquanto os chilenos queriam repetir o título e mostrar que o primeiro não foi por acaso. 

A partida começou com a Argentina melhor, tomando mais a iniciativa do jogo e chegando com perigo já com Banega no primeiro lance. O Chile equilibrou as ações com um marcação forte no meio campo, evitando que os argentinos tivessem a bola chegando em Messi para a armação de jogadas mais perigosas. Já no início o destaque negativo da partida era o árbitro, o brasileiro Héber Roberto Lopes. O juiz não estava apitando com critérios muito plausíveis e vinha tornando o jogo nervoso.

Aos 20 minutos, Higuaín teve a grande chance argentina no jogo. Em passe errado de Medel, o atacante argentino avançou sozinho e, de cara para o goleiro Bravo, chutou cruzado para fora. Quando a Argentina era melhor e parecia próxima do gol, eis que Díaz foi expulso pelo Chile. O jogador chileno trombou com Messi e foi expulso por Heber Roberto Lopes, para revolta dos jogadores. Aos 33, Di Maria recebeu bem posicionado e testou o goleiro Bravo em forte chute. Em lance forte, Vidal e Mascherano se desentenderam e o juiz deu amarelo para os dois, tentando evitar que o jogo virasse uma briga generalizada. E, aos 41, Rojo fez forte falta em Vidal e ganhou o vermelho direto, times novamente com o mesmo número de jogadores em campo. Primeiro tempo de Argentina melhor, seis chutes contra nenhum do Chile no gol hermano.

Na segunda etapa, as chances foram menos intensas, mas Isla foi o primeiro a assustar mais o gol de Romero. A Argentina buscava as jogadas trabalhadas, mas não achava espaços na defesa adversária. Já a Roja apostava nos contra golpes e quase marcou com Vargas, que recebeu passe de Sanchez e obrigou Romero a fazer boa intervenção. Aguero entrou no jogo e conseguiu um lance perigoso, mas chutou muito forte e mandou por cima do gol.

O Chile foi perigoso com Beausejour tocando para Alexis Sanchez, mas o atacante chutou travado de frente pro gol. Logo em seguida, Messi avançou sozinho, encontrou espaço e chutou perto do gol com perigo.

Com o jogo empatado, prorrogação. Na primeira etapa, o primeiro lance de perigo foi aos oito minutos. Puch avançou na lateral esquerda e cruzou para Vargas, que cabeceou e Romero defendeu bem. A respostas veio com Messi, que cruzou certeiro para Aguero, o atacante cabeceou e Bravo fez uma defesaça. Na segunda etapa, nada de emoções e lances perigosos, todos no aguardo das penalidades.

Nos pênaltis, Vidal foi o primeiro no Chile e errou, parando em Romero. Messi foi o primeiro da Argentina e também errou, isolando a bola por cima do gol. Castillo fez para os chilenos e Mascherano para os argentinos na segunda rodada. Aránguiz e Aguero na terceira. Na quarta rodada, Beausejour fez para os chilenos e Biglia perdeu para os argentinos. Silva foi para a bola e não desperdiçou a penalidade, Chile bicampeão da Copa América!



 


Para fechar o pesadelo argentino, no final do jogo, muito abalado, Lionel Messi anunciou que deverá se aposentar da seleção argentina, já que essa foi a quarta final seguida que ele perdeu pela seleção. Lembrando novamente que a Argentina não é campeã no futebol profissional desde 1993, quando ganhou a Copa América diante do México. 

É compreensível o sentimento de Messi, já que a pressão dos argentinos sobre ele é enorme e uma certa sombra de tudo o que Maradona já deu pela seleção também o perseguem. Messi é o maior jogador do nosso tempo e essa desistência não apagará o que ele fez pelo futebol. No entanto, não parece a melhor atitude desistir de algo tão grande que é defender a sua seleção nacional. Ninguém é obrigado a vestir a camisa de sua seleção e de seu país, mas para alguém como Messi, que essa semana inclusive se tornou o maior artilheiro da Argentina, não parece algo tão interessante. 

Poderíamos falar que milhões de pessoas queriam estar no lugar de Messi, como protagonistas de uma seleção, e que ele está jogando tudo isso fora, mas também seríamos egoístas com ele. Como alguém que ama o esporte e acredita no quanto ele pode nos ensinar, como ele propõe superações de paradigmas e de desafios, acho que Lionel Messi pode ainda se levantar e buscar o que tanto sonhou, que é ser campeão pela seleção argentina. Torçamos para que ele mude de ideia e retorne, pois o futebol argentino e mundial perdem muito sem ele. 


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domingo, 26 de junho de 2016

América x Europa



Salve Salve Nerds!



Nessa semana, o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, resolveu desafiar a UEFA para uma partida entre o campeão da Copa América Centenário, Argentina ou Chile, e o campeão da Eurocopa desse ano. Inspirados por essa declaração do presidente, resolvemos ir um pouco mais além e pensar em um jogo dos sonhos de muitos torcedores, uma partida entre os selecionados da América do Sul contra uma seleção da Europa.

Confira quem João e Arthur imaginaram para as duas equipes:

Seleção da América do Sul:

Goleiros: Bravo, Diego Alves, Romero
Laterais: Marcelo, Filipe Luís, Rojo, Daniel Alves
Zagueiros: Thiago Silva, Mascherano, Miranda, Godín, Otamendi
Meias: James Rodriguez, Di Maria, Douglas Costa, Vidal, Coutinho,
Atacantes: Messi, Suárez, Neymar, Dybala, Higuaín, Aguero.
Técnico:  Diego Simeone


Na equipe titular, o meio campo sul-americano tem opções excelentes na reserva, além do próprio ataque, que tem o trio MSN de titular e grandes craques na reserva, como Higuaín, dos artilheiros da Europa na temporada, Dybala, revelação importante argentina, e Aguero.

Seleção da Europa:

Goleiros: Neuer, Courtois, Buffon
Zagueiros: Sergio Ramos, Piqué, Hummels, Boateng
Laterais: Alaba, Lahm, Carvajal, Juanfran
Meias: Pogba, Modric, Rakitic, Iniesta, Kroos, Koke, De Bruyne.
Atacantes: Cristiano Ronaldo, Bale, Griezmann, Lewandowski, Ibrahimovic
Técnico: Pep Guardiola


Também podem haver boas alterações do meio e do ataque nesse time. Um meio campo com jogadores de tanto potencial e criatividade é até maldade ter apenas três para escolhermos, mas Iniesta, Pogba e De Bruyne não estão nem perto de serem escolhas ruins. Para o ataque, Cristiano Ronaldo e mais dois. No caso, Ibrahimovic ganhou de Lewandowski nas escolhas e Griezmann, pelo momento excelente que vive, ganha uma chance entre os titulares contra Bale. 

Quem venceria?

Entre os goleiros, Neuer está melhor que Bravo, ponto para a Europa. A zaga, preferimos a zaga sul-americana. Laterais vamos com Europa, já que tem mais consciência de marcação e não formam verdadeiras avenidas como os brasileiros quando defendem a seleção. Meio campo também europeu, ter Iniesta faz diferença em qualquer equipe, apesar de a briga com o restante ser equilibrada. E para o ataque, América do Sul, um trio que já joga junto e marcou mais de uma centena de gols em uma temporada. O trio europeu também é fortíssimo, mas o entrosamento e o fato de termos dois dos três melhores do mundo e o artilheiro da Europa também acumulam mais para o lado sul-americano. Entre os treinadores, nossa preferência é por Diego Simeone, o cara que mudou o Atlético de Madrid e faz seus jogadores se entregarem com o coração em campo. Portanto, empate em 3 a 3 nos critérios. 

Como vimos, o equilíbrio predominou nessa disputa, mas com certeza seria muito melhor se esse jogo realmente acontecesse e pudéssemos ver todos esses craques se enfrentando, em um jogo que seria histórico. Ficamos na torcida por isso.

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sábado, 25 de junho de 2016

F1 2016



Salve Salve Nerds!


Durante a E3, foi anunciado também o Fórmula 1 2016, jogo da maior categoria do automobilismo mundial e que deverá ser lançado dia 19 de agosto. F1 2016 será lançado para PC, Xbox One e PS4. O jogo segue a linha da simulação que as edições anteriores já privilegiavam, buscando cada vez mais realismo das pistas e do comportamento dos complexos carros da categoria. Os gráficos estão muito bonitos, do que pudemos ver nos gameplays e o jogo vem se aproximando bastante do estilo do Gran Turismo e do Forza. Jogos que conseguem atingir um alto nível de simulação e gráficos e que são desafiadores para os jogadores mais experientes, mas ao mesmo tempo proporcionam modos mais tranquilos aos novatos. 

Como novidades para esta edição, a principal delas é o modo carreira, o qual você pode correr durante 10 temporadas na categoria e buscar o estrelato ao lado dos pilotos reais da F1. Você pode customizar o avatar do seu piloto, escolher o número do carro e a equipe que vai começar a correr, desde a Mercedes até a estreante do ano Haas. No modo carreira ainda, você pode escolher um rival, o qual competirá de maneira mais acirrada e isso afetará o modo de direção dos dois nas provas, conforme o retrospecto da disputa entre ambos. Nos modos de corrida sem compromisso, é possível customizar algumas partes das pistas e mudar o clima, seja para a noite, dia, ensolarado, chuvoso, etc.  

Voltando para a jogabilidade, é preciso ter alguma prática para pegar melhor o jeito dos jogos da franquia F1, pois mesmo com modos mais simples e fáceis você precisa estar atento a vários detalhes do carro e acertar os traçados para ganhar tempo e não bater nas pistas mais travadas, como a de Baku, mostrada no gameplay. O jogo não tem muito a intenção de ser um arcade nos modos mais simples, mas sim de o incentivar a melhorar e conseguir domar o carro nos modos mais complicados. 

Um sonho antigo dos jogadores é um modo ou a inclusão geral dos pilotos clássicos da categoria, como Ayrton Senna, Michael Schumacher, Alain Prost, Nelson Piquet e tantos outros nomes históricos da Fórmula 1. A Codemasters diz que para cada edição vem tentando cada vez mais incluir esses nomes, mas que o licenciamento seria complicado e portanto não há previsão de inclusão deles em alguma edição futura do jogo.

Confira abaixo dois gameplays do jogo, um com Daniel Ricciardo, da Red Bull, jogando, e outro com Jolyon Palmer, piloto da Renault. Os dois correram no circuito de Baku, no Azerbaijão, que foi palco da última etapa da F1 semana passada:









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quinta-feira, 23 de junho de 2016

PES 2017



Salve Salve Nerds!


Depois de falarmos sobre FIFA, vamos falar do rival da franquia, o PES, com sua renovada edição para 2017. Ano passado, a edição 16 e comemorativa dos 20 anos da franquia teve grandes mudanças e que voltaram a recolocar o PES nos trilhos (sem trocadilhos) para enfim chegar ao nível do jogo da EA Sports.

Para 2017, a Konami aparentemente conseguiu aprimorar mais ainda o jogo. Segundo eles, houve melhoras nas defesas dos goleiros, cruzamentos, nas estratégias e na inteligência artificial, mas principalmente no controle de bola, que seria o fator fundamental para uma boa jogabilidade. As decisões do juiz sobre o que é falta ou não nas divididas também foram melhoradas.

Uma das grandes reclamações dos jogadores estava em cima dos goleiros, que falhavam mais do que o normal e faziam as partidas ganharem placares mais elásticos. Para essa edição, a Konami diz ter corrigido melhor essas falhas. O jogo ficou mais cadenciado, as jogadas acontecem com maior naturalidade e o jogo não é aquela correria sobre-humana de outras edições. Seguem no jogo a Master Liga e a exclusividade de Libertadores e Liga dos Campeões que a franquia tem. Não há ainda novidades como equipes femininas ou algo parecido com o modo história/jornada do FIFA, mas já renovamos nossas esperanças nos comentários muito positivos de quem jogou a demo na E3. Segundo eles, o jogo está muito próximo do nível do FIFA e poderá brigar de igual para igual contra um jogo que vem se mantendo em um nível acima há alguns anos.

No mercado das especulações, há comentários de que Milton Leite substituiria Silvio Luiz e sua narração peculiar na edição brasileira do jogo. Aguardemos até setembro, quando PES 2017 será lançado.

Confira abaixo o teaser trailer do jogo:




E você pode ver também um comparativo entre FIFA 17 e PES 2017:



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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Forza Horizon 3



Salve Salve Nerds!


Depois do FIFA 17, seguimos a lista de jogos esportivos lançados na E3 agora com Forza Horizon 3. Mais um jogo da série, que começou mais como um título de simulação do que arcade, mas para essa edição conseguiu misturar bem os dois conforme os gostos do jogador. É possível customizar tudo no carro, desde freios, volante e outros adereços que influenciam a dirigibilidade do carro, além do próprio veículo em si, que pode ser alterado ao gosto do jogador.

O jogo é ambientado na Austrália, com sua diversidade de locais e um mapa bem maior do que as edições anteriores. Nesse ambiente todo é possível utilizar carros dos mais variados tipos e fazer corridas nos mais variados terrenos, podendo revezar do asfalto para a terra ou correr em um só terreno mesmo. São 350 carros disponíveis, 150 a mais do que o Forza anterior. Carros que ganharam mais detalhes no painel e no cockpit, além do próprio ambiente, que varia a iluminação, a visibilidade, a perspectiva e outros fatores conforme o clima e o próprio local.

Uma das grandes novidades do jogo foi que, além de poder jogar em até 12 pessoas de qualquer lugar online, você pode jogar com até quatro amigos ao mesmo tempo uma corrida. Até por ser um exclusivo da Microsoft, Forza agora é jogável ao mesmo tempo no Xbox One e em um computador com Windows 10. Você pode iniciar um jogo em um dispositivo e terminar no outro, além de poder enfrentar jogadores tanto de um quanto de outro dispositivo sem problemas. 

Veja abaixo o trailer do jogo:




E um gameplay:


 


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segunda-feira, 20 de junho de 2016

NBA - Finais Jogo #7



Salve Salve Nerds!



Último jogo entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers na grande final da NBA. Equipes empatadas em 3 vitórias a 3 e ginásio lotado em Oakland para esse jogo histórico.

Foto: USA Today Sports
O jogo decisivo começou com as equipes nervosas, tanto que a primeira cesta demorou quase um minuto para sair. O Cleveland começou fazendo 4 a 0, com Tristan Thompson e Lebron James, mas o Warriors respondeu com Draymond Green de dois e de três e Stephen Curry também do perímetro. Enquanto o time de Ohio seguia mais dominante e entrando mais no garrafão, o time da casa apostava nas bolas longas e Curry manteve o time no páreo com outra cesta de três. Quando o Cleveland reagia e tentava se distanciar, vinha uma cesta de três, Klay Thompson foi o nome da vez para deixar o marcador 16 a 14 Warriors. Enquanto os Warriors acertaram cinco cestas de três no primeiro quarto, o Cleveland passou zerado e mesmo assim na frente no placar, 23 a 22.

No segundo quarto, começo equilibrado e sem as equipes se distanciarem uma da outra. Quando Draymond Green fez de três, Iman Shumpert respondeu e fez a primeira cesta de três da equipe no jogo. Draymond Green que estava inspirado, acertou três cestas de três em sequência para o Warriors e assim mantinha o time vivo, já que a equipe não chegava bem no garrafão. Com Green acertando mais um arremesso, convertendo um lance livre e Leandrinho fazendo de três, o Golden State abriu a maior vantagem até o momento, sete pontos, 47 a 40. Shumpert fez dois lances livres para os Cavaliers e Iguodala fechou para o time da casa o quarto com os mesmos sete pontos de dianteira, 49 a 42.

O terceiro quarto começou pegando fogo. O Cleveland iniciou melhor e com duas cestas já encostava de novo no placar, mas Klay Thompson fez de três e depois de dois para novamente ampliar. A resposta foi impressionante, JR Smith fez duas cestas seguidas de três e Kyrie Irving fez de dois para empatar o jogo em 54 a 54. Curry fez de dois e depois de três, para recolocar o Warriors na frente. a mudança de dianteira no placar não parava e o Cleveland conseguiu a impressionante sequência de 11 pontos seguidos. O time da casa reagiu com Harrison Barnes, mas Kyrie Irving fez de três para responder. Green acertou três lances livres seguidos e depois converteu cesta de três pontos para voltar o Warriors na partida. Shaun Livingston fez de dois e empatou novamente o jogo, 71 a 71. Harrison Barnes fez de três e depois Iguodala fez de dois e colocou o time na frente no final do quarto, 76 a 75.

O quarto final da decisão começou tenso e sem definição alguma do vencedor. O Cleveland começou na frente com Lebron e Kevin Love anotando pontos para o time. Livingston e Green reagiram para os Warriors e o jogo ficou novamente parelho, 81 a 80 Cleveland. Lebron James alcançou os 20 pontos no jogo e Stephen Curry, com mais uma de três, chegou aos 17 e empatou o jogo. Klay Thompson e Green fizeram mais duas cestas e o time abriu quatro pontos importantes na reta final, restando 5:37. Mas, brilhou a estrela de Lebron James. O jogador chamou falta e conseguiu três lances livres além de depois marcar uma cesta de três. Klay Thompson fez de dois e o jogo empatou em 89 a 89. E parecia que a partida acabaria com esse placar, pois foram três minutos sem cestas das equipes, aumentando o nervosismo dos jogadores, torcedores e todos que acompanhavam o jogo. Restando 53 segundos, Kyrie Irving fez a cesta mais importante da história do Cleveland Cavaliers. O jogador acertou de três e abriu preciosa vantagem para o time segurar. O Golden State entrou em desespero e dali para frente não acertou nenhum arremesso e mal conseguiu realizar jogadas com consistência. Restando 10 segundos, Lebron ainda fez um lance livre, fechando o jogo em 93 a 89 Cleveland.
Draymond Green foi o cestinha do jogo, com 32 pontos, 15 rebotes e 9 assistências. Lebron James foi o cestinha do Cleveland e fez um triplo duplo, com 27 pontos, 11 assistências e 11 rebotes.

Foto: USA Today Sports

Conquista histórica para o Cleveland Cavaliers, campeão pela primeira vez da NBA e dando um título para os times da cidade de Cleveland depois de 52 anos. Lebron James estava emocionadíssimo e enfim cumpriu a promessa que fez ao voltar na temporada passada ao time. Virada histórica da equipe, já que pela primeira vez na história um time conseguiu virar depois de estar perdendo por 3 a 1 na final.

Confira AQUI e abaixo como foi o jogo e a festa do título do Cleveland Cavaliers:






Agradecemos a todos vocês, que nos acompanharam e nos deram ótimos números de audiência nessas finais da NBA. Próxima temporada estaremos de volta com mais do melhor basquete do mundo.


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domingo, 19 de junho de 2016

F1 2016 - GP da Europa



Salve Salve Nerds!


Fórmula 1 de volta e desta vez com o GP da Europa, que estreou em Baku, no Azerbaijão. Um circuito de rua com setores mais estreitos que Mônaco e direito a muitas escapadas dos pilotos em algumas curvas. 

Na classificação, Q1 dominado pelas Mercedes, com Rosberg liderando e Hamilton em segundo. Já entre os eliminados, a surpresa ficou por conta das Renault, que fizeram penúltimo e último lugares com Kevin Magnussen e Jolyon Palmer, respectivamente. Além deles, Marcus Ericson, Jenson Button, Pascal Wehrlein e Rio Haryanto foram eliminados. 

No Q2, Mercedes novamente na frente, com Sergio Perez, da Force India, em terceiro e muito bem, deixando Daniel Ricciardo em quarto e Max Verstappen em quinto. Na área dos eliminados nessa parte, deram adeus Felipe Nasr, Esteban Gutierrez, Fernando Alonso, Carlos Sainz, Nico Hulkenberg e Romain Grosjean. 

E no Q3, a briga pela pole position se definiu antes das voltas finais. Lewis Hamilton errou em uma curva e acabou batendo o carro, deixando o primeiro posto tranquilo para Nico Rosberg. Em segundo ficou Sergio Perez, terceiro Daniel Ricciardo, quarto Sebastian Vettel, quinto Kimi Raikkonen, sexto Felipe Massa, sétimo Daniil Kvyat, oitavo Valtteri Bottas, nono Max Verstappen e décimo Lewis Hamilton.

Obs: Sergio Perez e Carlos Sainz trocaram os câmbios de seus carros e perderam cinco posições no grid. Kevin Magnussen trocou também o câmbio e fez mudanças na suspensão do carro, largando dos boxes.



Na largada, Rosberg manteve a ponta e os ponteiros se mantiveram nos mesmos lugares também. Perez largou bem e já brigava pelo quarto lugar com Raikkonen. Hamilton largou em décimo e por lá estava. Com o DRS liberado, Bottas passou Kvyat pela oitava posição. Hamilton também passou Kvyat pela nona posição. Perez, inspirado, vinha colocando  o carro de lado de Raikkonen. E Verstappen foi ultrapassado por vários pilotos, Bottas, Hamilton e Grosjean depois de espalhar quando se protegia da passagem de Bottas. 

Vettel, mais rápido, chegou de lado e passou bem Ricciardo pelo segundo lugar. Verstappen foi para os boxes e já trocou pneus na volta seis. Ricciardo que foi para os boxes também na volta sete. Top 5 com Rosberg, Vettel, Raikkonen, Perez e Massa. Plástico na pista e no carro de Vettel e Raikkonen, atrapalhando os pilotos. Kvyat, com problemas na suspensão, abandonou. Massa também foi para os pits e voltou com pneus macios. Hamilton já vinha pra cima de Bottas pela quinta posição. Destaque para Pascal Wehrlein, décimo colocado com a Manor. Raikkonen foi para os boxes e Vettel também foi chamado na volta seguinte, estratégias se alterando, previsão era de apenas um pit stop na prova. 

Ricciardo passou Wehrlein pela oitava posição e já deixou também Grosjean para trás na reta seguinte, conseguindo o sétimo posto. Hamilton, na força da Mercedes, passou Bottas pelo quarto lugar. Raikkonen foi pra cima de Wehrlein e na habilidade passou o piloto na curva. Logo atrás vinha Massa, que já chegava para passar o piloto da Manor. Massa aproveita a super reta do circuito e passa Wehrlein. Diferença de 15 segundos entre Rosberg e Vettel. Wehrlein, que mais lento já trazia mais dois pilotos próximos dele, Ericsson e Verstappen. Raikkonen foi punido com cinco segundos a mais do tempo final de prova por ter passado pela linha branca da entrada dos boxes na reta. Hamilton, na volta 16, foi para os boxes. 

Perez, que estava em terceiro, foi para os boxes para trocar pneus e quem sabe fazer apenas um pit stop. Raikkonen vinha buscando o quarto lugar de Ricciardo, finlandês inspirado. Colocou de lado e passou o australiano na reta principal. Massa seguido pelos rápidos Perez e Hamilton, Massa que era o sétimo colocado. Perez colocou de lado na reta e passou Massa, que tentou reagir, mas já viu Hamilton chegar também e fazer a passagem na volta 20. Na volta 21, enfim, Rosberg foi chamado para os boxes. Perez e Hamilton foram precisos e passaram Ricciardo em sequência, como fizeram com Massa. 

Vettel que vinha tirando a diferença para Raikkonen, que era o segundo, enquanto Perez também vinha chegando no piloto alemão, estava a cinco segundos na metade da prova, volta 24. Hulkenberg passou Sainz e já era o oitavo colocado. Ricciardo também aproveitou e passou Sainz na volta 27. Vettel já estava a pouco mais de um segundo atrás de Raikkonen, que conseguia manter essa diferença e fugir do uso da asa móvel do companheiro de equipe. No estilo Ferrari, Raikkonen cedeu posição para Vettel e nada de brigas. 

Massa foi para os boxes de novo na volta 28, voltando com os mesmos pneus macios. Raikkonen pediu para Vettel se isolar com a ultrapassagem e o alemão seguiu a dica a risca, melhor volta da prova. Relembrando os tempos de GP2, Nasr foi pra cima de Palmer. Os dois foram companheiros de equipe e adversários diretos na categoria de base da Fórmula 1. Sainz escapou da pista e bandeira amarela no setor por alguns segundos. Como a área de escape era enorme por ali, nada de problemas aos outros pilotos. Problemas de suspensão, os mesmos do parceiro Kvyat, que abandonou também. Perez, mais rápido, vinha chegando em Raikkonen pela terceira posição. Hamilton com problemas nos ajustes do carro, porém com as novas regras do rádio a equipe não pode passar as orientações de ajustes, que são agora por conta do piloto. 

Diferença de Rosberg para Vettel era de 16 segundos, enquanto o alemão da Ferrari tinha vantagem de cinco para Raikkonen e o finlandês mais três segundos para Perez na volta 36. Briga caseira entre as Mclaren e Button passou Alonso pelo décimo segundo lugar. Nasr foi pra cima de Alonso e passou o espanhol. Wehrlein foi outro que escapou e abandonou a prova com problemas nos freios. Grosjean passou Alonso e depois levou o troco, mas teve nova tentativa e passou o espanhol em definitivo. 

Restando oito voltas para o final, a única briga possível entre os ponteiros era entre Perez e Raikkonen, separados por dois segundos de diferença. O finlandês que vinha com pneus bem usados, com mais de 30 voltas. Alonso, com problemas, foi para os boxes e abandonou a prova restando sete voltas. Verstappen, sempre arriscando, chegou e passou Massa pelo nono lugar. Perez que, com a punição sofrida por Raikkonen, ficava com o terceiro posto. Raikkonen que também levou um não da equipe ao pedir orientações técnicas, a exemplo da Mercedes com Hamilton. Ricciardo vinha se aproximando de Hulkenberg, que já estava com os pneus desgastados restando quatro voltas. 

Ricciardo passou Hulkenberg e o alemão até tentou reagir, mas não conseguiu. Perez chegou em Raikkonen, querendo o terceiro lugar na pista. Verstappen, aproveitando a falta de rendimento de Hulkenberg, passou o piloto da Force India pelo oitavo lugar. E na volta final, Perez acelerou na reta e passou bonito Raikkonen pelo terceiro lugar. De ponta a ponta, sem problemas, fazendo pole e melhor volta, vence Nico Rosberg! Em segundo Vettel, terceiro e incrivelmente Perez, quarto Raikkonen, quinto Hamilton, sexto Bottas, sétimo Ricciardo, oitavo Verstappen, nono Hulkenberg e décimo Massa.   

No campeonato, Rosberg novamente se isola na ponta, com 141 pontos contra 117 de Hamilton.      


A próxima corrida será o GP da Áustria, no dia 3 de julho.

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sábado, 18 de junho de 2016

FIFA 17



Salve Salve Nerds!


Se ano passado a grande novidade do FIFA ficou por conta das seleções femininas e melhoras gráficas, para a edição 17 a EA trouxe outras boas inovações. A empresa resolveu mudar a engine do jogo e começou a usar a Frostbite, que já era usado em jogos como Battlefield e Star Wars Battlefront. Há uma melhora dos gráficos e dos movimentos dos jogadores com essa engine. Segundo a EA, houve melhora no modo de cobrar faltas e bolas paradas, na noção espacial dos jogadores, mais criatividade dos jogadores nas jogadas e melhora nas divididas, que sempre são difíceis de simular no jogo.

A outra grande novidade anunciada é um modo história, que lembra o famoso rumo ao estrelato ou modo carreira do PES e do próprio FIFA, mas com a grande diferença de que você não controla o jogador apenas no gramado. No modo jornada, você controlará o jovem jogador Alex Hunter, que está nas categorias de base de uma equipe inglesa e busca um espaço no time profissional. O jogador poderá ter três opções de decisão, uma mais branda, uma neutra e outra mais agressiva, seja para responder ao treinador, aos companheiros, ou mesmo aos familiares.  Durante o jogo, há metas estipuladas para Alex cumprir, como realizar 10 passes certos, ou marcar dois gols, metas que vão aumentando a moral dele e a habilidade. É praticamente um RPG da vida de um jogador de futebol, onde as ações tomadas terão consequências dentro e fora de campo para Alex. Foi uma grande sacada da EA e um começo para que em próximas edições hajam mais opções, como começar em outra equipe fora da Premier League e criar o próprio atleta. A versão do jogo para PS3 e Xbox 360 não terá o modo jornada disponível.

Confira abaixo o trailer do modo jornada:






Outra novidade é a inclusão dos treinadores da Premier League, o Campeonato Inglês, no jogo. Os treinadores apareciam apenas nas edições especiais do FIFA Copa do Mundo. José Mourinho foi o garoto propaganda dos treinadores no lançamento do jogo.



Confira também o gameplay oficial de FIFA 17 e veja melhor as novidades do jogo:




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sexta-feira, 17 de junho de 2016

NBA - Finais Jogo #6



Salve Salve Nerds!



Nesta quinta-feira, tivemos o sexto jogo entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors, podendo valer o título aos Warriors e a sobrevivência do Cleveland na série e levando a final ao sétimo jogo.

Foto: NBAE via Getty Images

O jogo seis, realizado novamente na Quicken Loans Arena, em Cleveland, começou com o time da casa dominando e marcando 8 a 0. Lebron James marcou cinco. Apenas quando restavam 6:54 para o fim do quarto, os Warriors marcaram a primeira cesta. A reação tentou chegar com Stephen Curry marcando de três e Klay Thompson de dois. Porém, o Cavaliers anotou nova sequência, com 12 pontos seguidos, divididos entre Tristan Thompson, Richard Jefferson, Lebron James e Mo Williams. Assim, o quarto terminou em impressionantes 31 a 11 para o Cleveland.

No segundo quarto, Stephen Curry voltou melhor e anotou os primeiros cinco pontos do time, com uma cesta de três. Irving respondeu também de três e a diferença se mantinha na casa dos 20 pontos. Leandrinho entrou bem e marcou três lances livres seguidos, enquanto Curry fez mais uma de três. Do outro lado, Kyrie Irving já somava 14 pontos. Depois de cestas de três de Andre Iguodala e Lebron James, o Golden State enfim conseguiu encaixar uma sequência de nove pontos, cinco deles anotados por Curry, dois de Klay Thompson e dois de Draymond Green, fazendo a diferença cair para nove pontos, 47 a 38. Mas, a noite não parecia ser boa para os Warriors, já que em seguida o Cleveland conseguiu sete pontos seguidos e retomou a ótima vantagem que tinha. Era lá e cá, com mais cinco pontos seguidos do Golden State e cinco também para o Cleveland. Final de quarto 59 a 43.

No terceiro período, Lebron James fez dois lances livres e uma cesta e deixou a diferença nos 18 pontos. Kevin Love ainda converteu um lance livre e JR Smith fez de três, abrindo a vantagem para 22. E começou o revezamento das cestas de três. Curry fez, Kevin Love cobrou dois lances livres e fez de três, para depois Klay Thompson também fazer a cesta do perímetro. O Warriors acordou de novo e Draymond Green iniciou a sequência para a equipe de sete pontos seguidos, somados aos três de Thompson, dando 10 pontos seguidos para o time, que voltou a acreditar em uma virada. Mesmo assim, a diferença era de 15 pontos, 70 a 55. A diferença se manteve nos 17, 18 pontos, com Lebron James anotando oito pontos seguidos pelo Cleveland e alcançando já os 24 pontos. No final do quarto, Shaun Livingston fez cesta, depois Klay Thompson anotou duas cestas de três seguidas e fez outra de dois para fechar o quarto e tirar a desvantagem para apenas nove pontos, 80 a 71.

No quarto final, Lebron começou marcando dois lances livres e uma cesta, voltando a diferença para 13 pontos. Os Warriors reagiram com Leandrinho entrando bem e marcando de dois e de três, combinado com outra cesta de três de Curry. Lebron James comandava o Cleveland e foi responsável pelos 10 primeiros pontos do time no quarto. Mesmo com Leandrinho inspirado e acertando outra de três, chegando aos 13 pontos, os Cavaliers tinham Lebron voando e destaque também para Tristan Thompson, rei dos rebotes do time e que chegou aos 15 pontos no jogo. Para piorar mais ainda a situação dos Warriors, Curry, que vinha com 30 pontos, cometeu a sexta falta no jogo e foi expulso, para desespero do time da Califórnia. Comandados por Lebron acertando de três, dando assistências impressionantes e JR Smith também calibrado, o Cleveland abriu 20 pontos no placar, 108 a 88 restando 2:59. A partir daí, as duas equipes colocaram seus reservas em quadra, já vendo que o jogo estava mais do que decidido. Destaque para Dellavedova, que marcou três pontos e Marreese Speights, que fez duas cestas de três na reta final. Final de jogo Cleveland 115 x 101 Warriors.

Mais um jogaço de Lebron James, novamente com 41 pontos marcados, mesma marca do jogo passado. Kyrie Irving fez 23 pontos e Tristan Thompson 15, com 16 rebotes, impressionante. Nos Warriors, Stephen Curry fez 30 pontos, Klay Thompson 25 e Leandrinho foi o terceiro pontuador com 14. Agora expectativa para como o Warriors se comportará no decisivo jogo 7, quando jogará em seus domínios diante do embaladíssimo Cleveland Cavaliers, que consegue empatar uma série que parecia perdida quando estava 3 a 1. Nunca, mas nunca até hoje uma equipe conseguiu virar um 3x1 na final, vejamos se isso irá acontecer no domingo.

Confira AQUI e abaixo como foi o jogo em vídeo:





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terça-feira, 14 de junho de 2016

NBA - Finais Jogo #5



Salve Salve Nerds!


Nesta segunda-feira, quinto jogo da final da NBA entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers, na Oracle Arena em Oakland. A partida valia a taça para o Golden State caso vencesse e a sobrevivência do Cleveland com a vitória, já que a série estava 3x1 para os Warriors.

Foto: NBAE via Getty Images



O começo de jogo foi com Kyrie Irving já acertando de três nos primeiros pontos do Cleveland e Stephen Curry respondendo na mesma moeda. Após a cesta do camisa 30, o time engrenou boa sequência e ficou com 9 a 3 no placar. Todos estavam afiados no perímetro e Klay Tompson também acertou sua cesta de três. Lebron James fez também de três. Curry acertou outra do perímetro e Andre Iguodala acertou dois lances livres para o time abrir seis pontos de vantagem, 19 a 13. Era o show dos três pontos, com direito a quatro cestas seguidas, duas para cada equipe. O Cleveland marcou com Lebron e JR Smith, enquanto os Warriors com Klay Thompson e Leandrinho no primeiro arremesso dele no jogo. A partida ficou equilibrada e o quarto fechou em 32 a 29 para os Warriors. Destaque para os Cavaliers, que tinham Lebron com 12 pontos, JR Smith com 10 e Kyrie Irving com 7, ou seja, os três fizeram todos os pontos da equipe no quarto.

No segundo quarto, sequência de sete pontos do Cleveland, com Richard Jefferson marcando duas cestas e Kyrie Irving acertando de três para colocar o time na frente, 36 a 32. O Warriors respondeu com Klay Thompson e Shaun Livingston, empatando a partida. Klay Thompson que acertou logo depois duas cestas de três, mantendo o time na briga enquanto Kyrie Irving voava pelos Cavaliers e já somava  16 pontos. Thompson seguiu levando os Warriors e com mais uma cesta de três alcançou 23 pontos no jogo. Sob o comando de Lebron James, o Cleveland retomou a dianteira do placar, 54 a 50, no entanto três cestas de três seguidas dos Warriors voltaram a empolgar a equipe da casa. Cestas anotadas por Klay Thompson, Harrison Barnes e Stephen Curry. Lebron fez mais três pontos, alcançou os 25 e fechou o quarto em 61 a 61.

No começo do terceiro período, Irving foi outro a passar dos 20 pontos e recolocou o time na frente. Curry fez de três, no entanto Lebron também marcou do perímetro e impediu a sequência do adversário. Restando 9:31 para o fim do quarto, o Cavaliers pela primeira vez conseguiu uma vantagem maior no placar. Sequência de sete pontos seguidos e 74 a 66 no marcador. Klay Thompson marcou e depois acertou três lances livres seguidos, recolocando o time na briga e ficando apenas três pontos atrás. O Cleveland voltou a abrir na casa dos sete pontos e conseguia manter a vantagem, com direito a cesta de três de Irving, que estava já com 29 pontos. Depois de sequência de cinco pontos, a vantagem chegou na casa dos 10 pontos, o que já começou a desandar as coisas para os Warriors, que não reagiam da mesma maneira e viam o show de Lebron e Irving em quadra. Quando o time voltou a acertar de três, com Iguodala, Lebron estava lá e tratou de acertar mais uma da linha de três também. Assim, sem muitas reações, final de quarto 93 a 84 para os Cavaliers.

No quarto final, Curry acertou de três e reanimou o time já de primeira. O problema era que o restante do time não conseguiu corresponder da mesma maneira e a desvantagem era de pelo menos sete pontos. Quando Curry marcou de dois e alcançou os 25 pontos, o placar marcava 102 a 96. No entanto, nova sequência do time de Ohio, que com Irving e Lebron, ambos alcançando 41 pontos no jogo, fizeram 10 pontos seguidos e mais do que garantiram a vitória do time. Anderson Varejão ainda acertou um lance livre para fechar 112 a 97 Cleveland Cavaliers.

Partida sensacional de Lebron e Irving, que marcaram cada um 41 pontos. Lebron ainda fez 16 rebotes e deu sete assistências. Do lado do Golden State, Klay Thompson fez 37 pontos e Curry 25, porém insuficientes diante da atuação mais apagada do restante do elenco e dos reservas, que vinham sendo o diferencial da equipe na série.

 Confira AQUI e abaixo em vídeo como foi o jogo:



 


O jogo 6 será nesta quinta-feira, 22 horas, com transmissão da ESPN.

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sábado, 11 de junho de 2016

NBA - Finais Jogo #4



Salve Salve Nerds!



Quarta partida entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors, com os Cavaliers podendo empatar a série em casa ou caso perdessem deixar os Warriors com uma mão na taça.

Foto: NBAE via Getty Images


A partida começou com tudo, na primeira cesta Harrison Barnes acertou de três e na posse dos Cavaliers Kyrie Irving também acertou do perímetro. JR Smith e Draymond Green ainda fizeram cestas de três para o marcador ficar empatado em 10 a 10. Após uma pausa nos pontos, Kyrie Irving e Klay Thompson voltaram para as cestas de três para suas equipes. O jogo seguiu equilibrado, Kyrie Irving já anotava 9 dos 18 pontos do Cleveland, e Stephen Curry acertou sua primeira cesta de três para novamente empatar o jogo em 20 a 20. Curry emendou boa sequência e alcançou os oito pontos com mais uma cesta de três, mas o time da casa seguia respondendo bem, tanto que o quarto terminou 29 a 28 para os Warriors. 

No segundo quarto, os reservas do Cleveland entraram bem e o jogo seguia com diferença de no máximo dois pontos. A diferença pulou para enormes quatro pontos quando Curry acertou de três, mas nada de desespero nos Cavaliers e JR Smith tratou de acertar também de três para empatar o placar em 39 a 39. O Cleveland reagiu melhor e abriu cinco pontos para o Warriors em cesta do perímetro de Kevin Love. No final, Lebron James, Kyrie Irving, Tristan Thompson e JR Smith fizeram oito pontos seguidos para os Cavaliers, que conseguiram fechar o segundo quarto na frente por 55 a 50. 

Com falta técnica e um arremesso de JR Smith, o Cleveland abriu oito pontos já no primeiro lance do quarto. Curry respondeu com cesta de três, porém Lebron também estava afiado e fez a dele de três para manter os oito pontos de diferença. No entanto, Curry e Klay Thompson, com uma e duas cestas de três em sequência respectivamente, mostraram que o time não estava morto no jogo. Em nova sequência, Curry e Iguodala anotaram de três, além de uma cesta de dois de Klay Thompson, para colocar os Warriors na frente de novo, 72 a 69. O jogo voltou ao equilíbrio e nenhuma das duas equipes conseguiu fazer uma sequência para se isolar na frente. Final de quarto 79 a 77 Warriors. Destaque para os 25 pontos de Curry e os 27 de Kyrie Irving.

O começo do quarto final foi equilibrado, até que, com 10:09 restando para o final, os Warriors emendaram sete pontos seguidos, abrindo a diferença para cinco pontos. Irving acertou de dois e o Golden State emendou nova sequência, com Barnes e Curry acertando de três e Kyrie Irving, mesmo alcançando 30 pontos, não conseguindo parar a boa sequência dos Warriors. Placar 96 a 86. O Cleveland tentou reagir, mas no final do quarto houveram impressionantes 10 lances livres cobrados e acertados pelos Warriors, o que esfriou bem o jogo e ainda garantiu a vantagem no placar. Final 108 a 97 para o Golden State Warriors. 

Enfim a partida digna de MVP para Stephen Curry, com 38 pontos anotados e sete cestas de três. Klay Thompson fez 25. No lado do Cleveland, Kyrie Irving foi impressionante com 34 pontos, enquanto Lebron James fez 25 pontos e 13 rebotes. Agora, caso vença o próximo jogo segunda, em casa, o Golden State será o campeão da NBA. Já o Cleveland precisa vencer todas as partidas que restam para levar a taça.

Confira AQUI e abaixo os lances do jogo em vídeo:






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quinta-feira, 9 de junho de 2016

NBA - Finais Jogo #3



Salve Salve Nerds!


Nesta quarta-feira, o Cleveland Cavaliers jogou pela primeira vez nas finais em seus domínios, na Quicken Loans Arena, diante do Golden State Warriors, que liderava a série por duas vitórias a zero.

Foto: NBAE via Getty Images


 A partida começou com o Cleveland a todo vapor. Lebron James e Kyrie Irving comandavam a equipe e Richard Jefferson fez cesta de três para começar o jogo com o placar de 9 a 0. O Golden State reagiu timidamente com duas cestas de Andrew Bogut, mas o Cleveland tratou de atropelar e marcar mais 10 pontos seguidos e fazer impressionantes 19 a 4.
O Golden State novamente foi tímido na reação, com Andre Iguodala e Draymond Green. Do outro lado o show seguia, os Cavaliers tinham Kyrie Irving chegando aos 16 pontos no quarto e aos 20 de vantagem, 33 a 13. No final do quarto, Harrison Barnse converteu um lance livre e acertou uma cesta de três para diminuir o prejuízo para 33 a 16.

No segundo quarto, com os reservas em quadra, o Golden State conseguiu jogar com melhor desenvoltura, comandado por Harrison Barnes. A desvantagem chegou a cair para apenas nove pontos, 36 a 27, mas Tristan Thompson fez quatro pontos em sequência e aumentou para 13. O Warriors voltou com os titulares em quadra e Klay Thompson e Stephen Curry começaram a participar mais do jogo. Porém, JR Smith e o Cavaliers estavam em uma noite especial, Smith acertou duas cestas de três em três arremessos do time e voltou a alargar o placar. Klay Thompson anotou sete pontos seguidos e recolocou os Warriors no páreo, a equipe estava apenas sete pontos atrás do adversário. A reação ficou pausada ali e o quarto fechou em 51 a 43 para o Cleveland.

Quando se imaginava que os Warriors reagiriam e o jogo pegaria fogo, o Cavaliers não demorou para colocar as coisas em ordem no terceiro quarto. A equipe anotou oito pontos seguidos no começo do quarto e afastou o Warriors de perto. Harrison Barnes chegou a marcar de três pontos, mas de nada adiantava, pois a equipe de Oakland não conseguia emendar uma sequência de pontos. Já o Cleveland vinha com Lebron James e JR Smith voando. Lebron alcançou os 20 pontos e Smith os 18, com direito a cestas de três dos dois nessa sequência final.  Iguodala e Curry marcaram de três quase em sequência e novamente tiraram um pouco da gordura do Cavaliers no placar, 74 a 59. Mas, logo em seguida JR Smith acertou de três e o time emendou mais quatro pontos. O quarto terminou com o time da casa apenas controlando a vantagem. Nem Stephen Curry fazendo boa sequência e alcançando os 15 pontos ajudou o Golden State a se aproximar do marcador, final de quarto 89 a 69 para os Cavaliers.

No quarto final, os Warriors entraram com vários reservas, enquanto o Cleveland seguia com os titulares. Iman Shumpert e JR Smith fizeram cestas de três seguidas para começar as atividades do quarto e Harrison Barnes deu a resposta, ao menos em cestas de três, do Warriors. O Golden State conseguiu aproveitar mais as posses e vinha marcando seus pontos, porém Lebron James estava inspirado e respondeu com oito pontos em sequência pelo Cleveland, chegando aos 32 na partida. Outro que alcançou os 30 pontos foi Kyrie Irving, que marcou seis pontos quase em sequência, apenas interrompidos por uma cesta de três de Clark. Com a vantagem de 25 pontos no placar, 108 a 83, o Cleveland tirou seus titulares e mandou o banco para quadra. Leandrinho alcançou os oito pontos e o Cavaliers ainda conseguiu emendar uma última sequência de nove pontos para fechar o marcador em 120 a 90.

Grandioso jogo do Cleveland Cavaliers, que não teve o banco sendo atuante, mas contou com Lebron sendo o cestinha do jogo com 32 pontos e 11 rebotes, e Kyrie Irving inspiradíssimo com 30. No lado do Warriors Stephen Curry fechou o jogo com 19 pontos, mas atuação bem discreta, como o do restante da equipe. O banco dos Warriors foi bem, com 33 pontos, porém não foi fator desequilibrante como nos dois primeiros jogos.

Confira AQUI e abaixo como foi o jogo em vídeo:






A próxima partida será na sexta-feira, 10, às 22 horas de Brasília com transmissão da ESPN.

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